Pós Graduação Fisioterapia Dermato Funcional – Porto Alegre

Pós Graduação Fisioterapia Dermato Funcional – Porto Alegre

A Pós-Graduação em Fisioterapia Dermato Funcional, turma de Porto Alegre, tem início previsto para os dias 30 e 31 de janeiro de 2016. O curso possui carga horária de 360 horas/aula, distribuídas em 18 módulos realizados aos finais de semana, com aulas aos sábados e domingos, das 8h30 às 18h30. As aulas acontecem na sede localizada na Av. Mostardeiro, 05, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre/RS.

Coordenação

O coordenador do curso é o Prof. Me. Luiz Francisco Cachoni (Crefito 120136F). Ele é fisioterapeuta, com graduação pela Universidade Paulista, especialização em Terapias Manipulativas pelo CESUMAR e graduação em Educação Física pela Faculdade de Educação Física e Fisioterapia de Santo André (FEFISA). Atualmente é mestrando pela USP, supervisor de estágio em Ortopedia na UNIP-Alphaville, professor e supervisor de estágio em Ortopedia na Faculdade Mário Schenberg, e professor convidado do CESUMAR. Ministra cursos de bandagens funcionais, terapias manipulativas, Pilates Solo, Bola Dinâmica e Estabilização Segmentar. Possui experiência acadêmica em Fisioterapia (Bioquímica, Avaliação Funcional, Anatomia, Ética e Deontologia, Nutrição) e Educação Física (Basquetebol, Futebol, Futsal e Atletismo).

Conteúdo do curso

Entre as matérias ministradas, destacam-se:

Fisioterapia Dermato-Funcional Aplicada à Estética Facial

Este módulo aborda novos tratamentos para a área facial, como utilização de luz de LED, radiofrequência, peeling de diamante e cosmetologia, entre outros recursos.

Eletroterapia Aplicada à Dermato-Funcional

Com carga horária de 40 horas/aula, este módulo apresenta recursos da eletroterapia, como radiofrequência, ultrassom, cavitação, eletroestimulação e endermoterapia, entre outros.

Para conhecer o conteúdo completo da pós-graduação, acesse o link disponível na página original.

Corpo docente

Alguns dos ministrantes do curso são:

  • Prof. Dr. Jauru Freitas – Médico dermatologista, membro da Academia Brasileira de Dermatologia.
  • Prof. Me. Felipe Lacerda – Mestre em Fisiopatologia Experimental pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP).
  • Prof. Dr. Silvio Pereira – Médico cirurgião pela UFRGS.
  • Profa. Me. Viviane Cristina – Mestre em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
  • Profa. Me. Carolina Cervi – (informação não especificada no texto original).

Perguntas frequentes

Qual a carga horária da Pós-Graduação em Fisioterapia Dermato Funcional?

A carga horária é de 360 horas/aula, divididas em 18 módulos de finais de semana.

Onde são realizadas as aulas da pós-graduação em Porto Alegre?

As aulas são ministradas na sede localizada na Av. Mostardeiro, 05, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre/RS.

Quem é o coordenador do curso?

O coordenador é o Prof. Me. Luiz Francisco Cachoni, fisioterapeuta com especialização em Terapias Manipulativas e mestrando pela USP.

Quais são alguns dos conteúdos abordados no curso?

O curso inclui módulos como Fisioterapia Dermato-Funcional Aplicada à Estética Facial e Eletroterapia Aplicada à Dermato-Funcional, entre outros.

Quem faz parte do corpo docente?

O corpo docente inclui profissionais como o Prof. Dr. Jauru Freitas, Prof. Me. Felipe Lacerda, Prof. Dr. Silvio Pereira, Profa. Me. Viviane Cristina e Profa. Me. Carolina Cervi.

A Disney está trabalhando em próteses temáticas para crianças

A Disney está trabalhando em próteses temáticas para crianças

A Open Bionics, startup do Reino Unido, em parceria com a Walt Disney Company, desenvolveu luvas biônicas temáticas para crianças usuárias de próteses ortopédicas. A iniciativa busca tornar o uso de próteses mais atrativo e lúdico, incentivando a adesão ao tratamento e à fisioterapia.

Próteses com impressão 3D e baixo custo

A empresa já atua no ramo protético e utiliza impressão 3D para manter seus projetos com baixo custo para o consumidor final. Os protótipos apresentam estética inspirada em personagens e circuitos de iluminação que, além do efeito visual, permitem medir o funcionamento das próteses.

Modelos inspirados em personagens

Os três primeiros modelos são inspirados no Homem de Ferro, na princesa Elsa de Frozen e nos sabres de luz de Star Wars. O modelo do Homem de Ferro se assemelha ao braço do herói, com feixes de luz propulsores. A prótese de Elsa possui LEDs que brilham, dando efeito de neve. Já o modelo de Star Wars tem luzes cambiáveis, podendo ser verdes ou vermelhas, dependendo da preferência do usuário.

Não há divisões de gênero: qualquer criança pode usar qualquer um dos modelos.

Impacto na experiência infantil

Segundo a descrição do site da empresa, as crianças podem ficar empolgadas com suas próteses, transformando a fisioterapia em um treinamento para se tornarem heróis. Em vez de usar apenas dispositivos médicos, elas usarão mãos biônicas inspiradas em seus personagens favoritos.

Parceria e disponibilidade

A Walt Disney Company trabalha em parceria com a startup e garantiu licenças livres de royalties para a fabricação dos modelos, o que pode permitir a inclusão de mais personagens no futuro. A previsão é que as próteses cheguem ao mercado em 2016, com valores em torno de US$ 500, destinadas exclusivamente a crianças.

Perguntas frequentes

Quais são os modelos de próteses temáticas da Disney?

Os três primeiros modelos são inspirados no Homem de Ferro, na princesa Elsa de Frozen e nos sabres de luz de Star Wars.

Como as próteses temáticas ajudam as crianças?

Elas tornam o uso da prótese mais atrativo, incentivando a fisioterapia de forma lúdica, como se a criança estivesse treinando para se tornar um herói.

Qual é o custo das próteses temáticas?

A previsão é que as próteses cheguem ao mercado em 2016, com valores em torno de US$ 500.

As próteses temáticas são exclusivas para meninos ou meninas?

Não há divisões de gênero: qualquer criança pode usar qualquer um dos modelos.

Ônibus da fisioterapia já tirou dor de 70 mil pessoas

Ônibus da fisioterapia já tirou dor de 70 mil pessoas

O ônibus da Fisioterapia Itinerante, projeto gratuito para pessoas de baixa renda do Grajaú e de Interlagos, em São Paulo, completou 9 anos de atuação e já atendeu 70 mil pessoas. São cerca de 50 pacientes por dia, de crianças a idosos.

Quem vê o ônibus estacionado não imagina que lá dentro existe um moderno espaço de fisioterapia. A iniciativa é da fisioterapeuta Maria de Las Gracias, de 55 anos, que também é uma das responsáveis pelos atendimentos. “Eu não vivo do projeto. Eu vivo para o projeto”, afirma.

Como funcionam os atendimentos

A jornada diária de Maria começa às 6h30 e termina às 16h. Ela atende na clínica móvel às segundas, terças e quintas-feiras. No restante da semana, atende pacientes particulares em sua casa, e o dinheiro arrecadado é quase totalmente destinado à manutenção do ônibus. Nos dias em que ela não está, outras três fisioterapeutas assumem os atendimentos.

Cada sessão de meia hora custa R$ 23. As pessoas que não têm condições de pagar são atendidas gratuitamente, ou pagam quando estiverem em melhores condições financeiras. Essa cobrança ajuda a cobrir os custos de manutenção do veículo e o pagamento das profissionais.

A história do projeto

Antes de se formar em fisioterapia, Maria era terapeuta holística e trabalhava com massagens. Durante muitos anos, viajou para países com populações em situação de risco, como Índia e Nepal, onde ajudava voluntariamente os moradores locais. “Era uma troca. Eu oferecia ajuda e tratamento ao mesmo tempo em que aquelas pessoas me ofereciam ensinamentos sobre a cultura e a realidade do país”, conta.

De volta ao Brasil, decidiu cursar fisioterapia e, desde o início da graduação, tinha a ideia de criar uma clínica na periferia. Por problemas de custo e logística, optou por um espaço itinerante. Em 2007, vendeu o carro e um terreno e investiu cerca de R$ 150 mil na compra e adaptação do ônibus.

Desafios e planos futuros

Até hoje, o projeto não recebeu propostas de patrocínio de empresas ou pessoas interessadas em investir. Em determinado momento, Maria chegou a incluir psicólogos e nutricionistas na equipe, mas não foi possível arcar com os gastos e o serviço foi encerrado. Mesmo com as dificuldades, ela pensa em ampliar a clínica no futuro, incluindo advogados para auxiliar e orientar a população.

Perguntas frequentes

Quantas pessoas o ônibus da fisioterapia já atendeu?

O projeto completou 9 anos e já atendeu 70 mil pessoas de baixa renda do Grajaú e de Interlagos, em São Paulo.

Como funciona o atendimento no ônibus da fisioterapia?

São cerca de 50 pacientes por dia, de crianças a idosos. Cada sessão de meia hora custa R$ 23, mas quem não pode pagar é atendido gratuitamente ou paga quando tiver condições.

Quem criou o ônibus da fisioterapia?

A fisioterapeuta Maria de Las Gracias criou o projeto em 2007, após vender o carro e um terreno para investir na compra e adaptação do ônibus.

O projeto recebe patrocínio?

Até hoje, o projeto não recebeu propostas de patrocínio de empresas ou pessoas interessadas em investir.