Saiba tudo sobre o curso de Medicina da Unifran

Saiba tudo sobre o curso de Medicina da Unifran

Saiba tudo sobre o curso de Medicina da Unifran

Pensando em fazer Medicina? Veja como funciona o curso da Unifran o que se estuda quanto custa e como garantir uma vaga!

Medicina Unifran

Medicina é uma das graduações mais concorridas em vestibulares de todas as regiões do País. Na maioria das universidades é o curso que apresenta a maior relação de candidatos por vaga.

Toda esta procura não é à toa. A carreira em Medicina é uma das mais bem pagas do Brasil e ainda tem alta empregabilidade no mercado de trabalho. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) cerca de 97% dos médicos estão empregados.

Uma boa notícia para quem mora na região de Franca é que a Universidade de Franca (UNIFRAN) oferece a graduação em Medicina na cidade. Uma oportunidade e tanto para quem busca iniciar a carreira com ensino de qualidade.

A Unifran tem mais de 45 anos de tradição e é uma das instituições privadas mais bem conceituadas do estado de São Paulo.

A constante preocupação em oferecer uma infraestrutura moderna e metodologias de ensino atuais colocou a Unifran em destaque nas listas de melhores universidades do Brasil como o Guia do Estudante e o Ranking Universitário Folha (RUF).

Quer saber mais? Então veja a seguir o guia que preparamos com tudo sobre o curso de Medicina da Unifran: como funciona o que se estuda quanto custa e até como conseguir bolsas de estudo!

Como é o curso de Medicina da Unifran

Para que um curso de graduação tenha autorização do MEC para funcionar é preciso seguir algumas diretrizes em relação a conteúdos abordados carga horária mínima grau de formação dos professores obrigatoriedade ou não de estágio entre outros.

O principal objetivo do curso é formar médicos generalistas (clínicos gerais) com capacidade de atuar em diferentes níveis de atenção à Saúde.

A Unifran proporciona uma formação voltada aos fundamentos científicos e capacidades técnicas que um médico deve ter além de valores humanísticos envolvendo a prática da profissão.

A duração do curso de Medicina da Unifran é de seis anos e as aulas acontecem em período integral. A carga horária é intensa e é preciso muita dedicação aos estudos para acompanhar as aulas.

Os dois últimos anos são inteiramente dedicados ao estágio (ou internato médico).

O curso é do tipo bacharelado e é oferecido apenas na modalidade de ensino presencial.

O que se estuda no curso de Medicina da Unifran

A carga horária do curso de Medicina é intensa. O futuro profissional precisa entender como funciona todo o organismo humano desde as células que formam os tecidos até estruturas mais complexas como o sistema nervoso.

Para dar conta destes conhecimentos a Unifran oferece as seguintes disciplinas:

  • Concepção e Formação do Ser Humano
  • Funções Biológicas
  • Introdução ao Estudo da Medicina
  • Locomoção e Apreensão
  • Mecanismos de Agressão e Defesa
  • Metabolismo
  • Nascimento Crescimento e Desenvolvimento
  • Processo de Envelhecimento
  • Proliferação Celular

Além de entender o funcionamento do nosso corpo quando está saudável os futuros médicos devem conhecer quais doenças nos afetam e como devem ser tratadas. O estudo dessas patologias e condições acontece nas seguintes matérias:

  • Desordens Nutricionais e Metabólicas
  • Diarreia
  • Dispneia
  • Distúrbios Sensoriais
  • Doenças Resultantes da Agressão ao Meio Ambiente
  • Dor
  • Dor Abdominal
  • Dor Torácica e Edemas
  • Fadiga
  • Febre
  • Inflamação e Infecção
  • Manifestações Externas das Doenças e Latrogenias
  • Perda de Peso e Anemias
  • Perda de Sangue
  • Problemas Mentais e de Comportamento
  • Saúde da Mulher
  • Sexualidade Humana e Planejamento Familiar
  • Vômitos e Icterícia

Tudo que um médico precisa saber para cuidar de um paciente é visto durante a faculdade. Algumas disciplinas tratam especificamente de como o profissional deve lidar com as pessoas quais as perguntas certas a serem feitas como identificar sintomas e até como proceder em situações de emergência. Veja uns exemplos:

  • Abrangência das Ações de Saúde
  • Emergências
  • Cuidado em Saúde da Criança – Pediatria Geral e Neonatologia
  • Cuidado em Saúde do Adulto – Clínica e Cirurgia
  • Cuidado em Saúde da Mulher – Ginecologia e Obstetrícia
  • Cuidado em Saúde Mental e do Idoso
  • Cuidados na Atenção Básica – Vigilância
  • Urgências/Emergências no Adulto e Criança – Pronto Socorro

Além de aulas teóricas o curso conta com atividades práticas desde os primeiros semestres. O grau de complexidade destas atividades vai aumentando ao longo da graduação.

A Unifran tem convênio com a rede pública de saúde o que permite aos estudantes desenvolverem atividades práticas. Além disso oferece uma infraestrutura interna com centro cirúrgico e laboratórios de:

  • Anatomia
  • Biologia
  • Bioquímica
  • Farmácia
  • Histologia
  • Patologia
  • Práticas Integradas
  • Simulação Avançada

Durante os primeiros anos de curso parte da carga horária de cada semestre é dedicada à disciplina de Habilidades Médicas. É quando o estudante aprende técnicas importantes para a prática clínica como por exemplo:

  • Aferição de sinais vitais
  • Atendimento de urgência-emergência
  • Elaboração de diagnósticos
  • Execução de exames físicos (palpação inspeção ausculta etc.)
  • Preparo e administração de medicamentos
  • Técnicas cirúrgicas
  • Técnicas de coleta de sangue
  • Técnicas de comunicação com o paciente

Nos dois últimos anos o estudante deve realizar o estágio (ou internato médico). Durante este período atua em diferentes especialidades médicas atendendo pacientes de todas as idades.

Onde encontrar o curso de Medicina da Unifran

É importante lembrar que para atender pacientes prescrever medicamentos e realizar outras atividades os médicos devem ter registro profissional junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM). Esse registro só é concedido a quem tem diploma de bacharelado em Medicina em curso reconhecido pelo MEC.

A Unifran tem autorização do MEC para oferecer o curso de Medicina na cidade de Franca.

Confira o endereço:

Av. Dr. Armando Salles Oliveira 201 – Parque Universitário

Telefone: 0800 721 5844

Quanto custa estudar Medicina na Unifran

Além de ser muito procurado o curso de Medicina tem as mensalidades mais altas dentre todas as graduações.

Na Unifran o investimento inicial pode ficar em torno de R$ 6.600 ao mês. Este valor pode variar um pouco conforme a carga horária em que o estudante está matriculado naquele semestre.

Para saber quanto será investido ao longo de todo o curso entre em contato com o setor financeiro da Unifran.

Bolsas descontos e financiamento oferecidos pela Unifran

Se os custos para estudar Medicina não cabem no seu orçamento não desanime! Na Unifran existem algumas formas de economizar ou conseguir financiamentos para pagar o curso em parcelas menores e prazos mais longos.

Conheça as principais facilidades oferecidas pela Unifran:

ProUni – a Unifran participa do maior programa de bolsas de estudo do Brasil o ProUni. Todos os semestres são ofertadas bolsas integrais (100%) e parciais (50%) para diversos cursos inclusive Medicina. Para se inscrever é preciso ter feito a prova mais recente do Enem. O desempenho mínimo exigido é de 450 pontos na média das provas e nota maior que zero na redação. O ProUni tem também requisitos de escolaridade e renda.

FIES – O FIES é a linha de crédito estudantil do Governo Federal. Com esse programa é possível financiar o curso a juros baixos e começar a pagar a dívida só depois da formatura. O FIES exige que o candidato tenha feito qualquer edição do Enem a partir de 2010 e obtido um desempenho mínimo para participar além de cumprir requisitos de renda.

Como ingressar na Unifran

Existem alguns caminhos para conseguir uma vaga na Unifran. Confira:

Vestibular tradicional e agendado – as inscrições podem ser feitas pela internet e é preciso pagar uma taxa. No vestibular tradicional o candidato realiza a prova na data determinada pela universidade. Caso opte pelo agendado é o estudante quem escolhe o melhor dia local e horário para fazer o exame.

Transferência – A Unifran aceita estudantes já matriculados no curso de Medicina de outras instituições. Se este é o seu caso fique atento aos prazos de inscrição e à oferta de vagas para aquele semestre.

Para saber mais detalhes sobre o curso de Medicina acesse o site da Unifran.

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Síndrome da costela escorregadia Ir para: navegação, pesquisa

Síndrome da costela escorregadia

A síndrome da costela escorregadia, também conhecida como síndrome de Cyriax, é uma causa infrequente de dor intermitente na região torácica e abdominal superior. Acredita-se que essa condição surja da hipermobilidade da cartilagem costal das costelas falsas e flutuantes, que são as mais envolvidas nessa síndrome. Essa hipermobilidade pode causar uma ruptura e permitir que as pontas da cartilagem costal subluxem, irritando os nervos intercostais. Trata-se de uma condição frequentemente subdiagnosticada ou diagnosticada erroneamente, podendo resultar em meses ou até anos de dor não resolvida.

Anatomia e mecanismo da síndrome da costela escorregadia

A caixa torácica é composta por diferentes tipos de costelas: as verdadeiras (1ª a 7ª), que se ligam diretamente ao esterno; as falsas (8ª a 10ª), conectadas entre si por uma banda cartilaginosa ou fibrosa mais fraca; e as flutuantes (11ª e 12ª), que não se fixam ao esterno nem entre si. Na maioria dos casos, a síndrome da costela escorregadia afeta as costelas falsas, principalmente a 10ª, e ocasionalmente a 8ª ou 9ª. Devido à sua conexão mais frágil, há maior mobilidade e suscetibilidade a traumas.

A fraqueza de alguns ligamentos também pode levar à subluxação. Entre eles estão o ligamento esternocostal, o costocondral, os costovertebrais ou radiados e o costotransversal. A hipermobilidade anterior da costela também pode causar problemas na região torácica posterior, pois o sistema é fechado. A costela subluxante pode irritar diversas estruturas, como os músculos intercostais, a cartilagem costal inferior, vasos intercostais e os nervos intercostais. Além disso, podem ocorrer inflamação local e espasmos dos músculos multífidos, rotadores e levantadores das costelas.

Epidemiologia e fatores de risco

A síndrome da costela escorregadia afeta de 20% a 40% da população geral em algum momento da vida. Parece ser uma síndrome de dor crônica relativamente comum e subdiagnosticada. A hipermobilidade da cartilagem costal é considerada a causa primária, podendo ser resultado de trauma torácico ou abdominal (que pode ser negligenciado ou esquecido), mas nem sempre está presente. Outras causas incluem posturas forçadas e cirurgia abdominal prévia. Pessoas que praticam esportes com maior risco de impacto na parede torácica, como rugby, hóquei e futebol, têm maior probabilidade de desenvolver a síndrome. A condição pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum em adultos de meia-idade e é uma causa reconhecida de dor recorrente no tórax inferior e/ou abdome superior em adolescentes. Parece ser menos comum em crianças pequenas devido à flexibilidade do tórax. Não há diferença de prevalência entre homens e mulheres.

Apresentação clínica

A síndrome da costela escorregadia apresenta-se com as seguintes características:

  • Dor intensa no tórax inferior ou abdome superior acima da margem costal, principalmente na altura da 8ª, 9ª e 10ª costelas.
  • Ponto doloroso na margem costal.
  • Reprodução da dor ao pressionar o ponto doloroso ou por influências externas.
  • Sinais e sintomas geralmente unilaterais, embora haja casos de dor bilateral.

A dor intensa é geralmente descrita como uma pontada aguda intermitente seguida de dor constante e monótona, que pode durar de várias horas a muitas semanas. A gravidade varia de um incômodo menor a interferir nas atividades diárias. A dor pode irradiar da área costocondral para o tórax ou para o mesmo nível nas costas. É exacerbada por certas posturas e movimentos: deitar ou virar na cama, levantar de uma cadeira, dirigir, alongar, alcançar, levantar, dobrar, torcer o tronco, tossir, caminhar ou carregar pesos. Assim, a condição pode afetar atividades esportivas que envolvem movimentos do tronco e respiração profunda, como corrida, equitação, abdução do braço ou natação. A dor pode ser intensa o suficiente para fazer o paciente interromper a prática esportiva.

O deslizamento ou movimento da costela pode levar à irritação do nervo intercostal, estiramento dos músculos intercostais, entorse da cartilagem costal inferior ou inflamação geral na área afetada. Os pacientes podem descrever uma sensação de deslizamento, estalo ou falseio. Devido à convergência da inervação visceral nos mesmos níveis medulares das costelas escorregadias e nervos intercostais, a síndrome também pode causar queixas somáticas e viscerais, como cólica biliar ou renal.

Diagnóstico e avaliação fisioterapêutica

O diagnóstico da síndrome da costela escorregadia é de exclusão, sendo necessário descartar doenças abdominais ou torácicas. Pode ser diagnosticada por ultrassonografia e exame físico. Muitas vezes é negligenciada devido à falta de procedimentos paraclínicos disponíveis e porque as tomografias computadorizadas quase substituíram um exame clínico completo em pacientes com dor no flanco.

A ultrassonografia com sonda linear de alta frequência mostra com precisão a luxação da costela cartilaginosa, que pode ser desencadeada por manobras de Valsalva. Também é usada para excluir outras causas de dor torácica, como fraturas de costela, síndrome de Tietze, abscessos, metástases, rupturas musculares, pleurite e doenças abdominais.

No exame físico, a palpação da costela afetada revela um ponto doloroso na margem costal e reproduz a dor específica. A manobra de gancho (hooking maneuver), descrita pela primeira vez em 1977, é um teste clínico relativamente simples para diagnosticar a síndrome. O paciente deita-se sobre o lado não afetado, enquanto o terapeuta coloca os dedos sob a margem costal inferior e traciona anteriormente. Um teste positivo reproduz exatamente a dor do paciente e pode causar um som de clique. A condição é quase sempre unilateral, portanto, realizar a manobra no lado contralateral serve como controle. A manobra de Valsalva também pode ser utilizada: durante a expiração forçada contra a via aérea fechada, o examinador pode palpar o deslizamento da costela. Curso de Bandagem Funcional

O fisioterapeuta pode reproduzir a dor torácica pela palpação das costelas e da parede torácica. Também pode observar restrição costal pela falta de simetria dos movimentos da parede torácica posterior durante a respiração profunda. Instrumentos como a Escala Funcional Específica do Paciente (PSFS) e a Escala Global de Mudança (GROC) podem ser utilizados para avaliar a função e a melhora subjetiva.

Diagnóstico diferencial

O diagnóstico diferencial da síndrome da costela escorregadia inclui várias condições, como colecistite, esofagite, úlcera gástrica, anormalidades hepatoesplênicas, fratura de costela, inflamação da cartilagem condral e dor torácica pleurítica. Outros diferenciais incluem fratura por estresse, pleurite, pneumonia, radiculite, herpes zoster, aneurisma de aorta, síndrome de Tietze (que tipicamente afeta uma articulação e está associada a edema), costocondrite (pode afetar várias articulações costocondrais sem edema), abscessos, metástases ósseas, rupturas musculares e doenças abdominais.

Tratamento e manejo fisioterapêutico

O tratamento da síndrome da costela escorregadia é possível por meio de uma abordagem multidisciplinar, envolvendo cirurgiões, especialistas em dor, radiologistas, psiquiatras e fisioterapeutas. No manejo conservador, o reconhecimento da condição e a educação do paciente são fundamentais. O paciente pode ser ensinado a evitar movimentos e posições que provoquem a dor. A aplicação de calor ou frio, ultrassom e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) pode ajudar a aliviar a dor por períodos intermitentes. A terapia manual, como a manipulação da articulação costovertebral, pode auxiliar no controle da dor, mas provavelmente não proporciona alívio a longo prazo.

Em casos de dor moderada, recomenda-se o uso de bandagem elástica ao redor do tórax por 1 a 2 semanas, associada ao tratamento da dor e suporte psicológico. A bandagem funcional pode oferecer alívio temporário. Para decidir a localização e direção da bandagem, aplica-se uma compressão manual superior na face posterolateral da caixa torácica e solicita-se ao paciente que inspire profundamente ou gire o tronco. Se houver melhora significativa, a bandagem é aplicada nesse nível.

O treinamento muscular dos pequenos músculos locais, como multífidos, rotadores e levantadores das costelas, pode ser realizado na tentativa de estabilizar as articulações costovertebrais e costotransversais. A mobilização costal com movimento (MWM), conforme proposta por Brian Mulligan, também pode ser empregada: aplica-se um deslizamento cranial sobre a face lateral da costela acima da região dolorosa enquanto o paciente realiza o movimento ativo. Se houver redução da dor, a técnica é repetida 10 vezes. Um programa domiciliar de auto-MWM pode ser fornecido, instruindo o paciente a elevar a costela com a mão e girar ativamente na direção dolorosa.

Quando o alívio da dor é de curta duração, procedimentos mais invasivos podem ser considerados, como bloqueios de nervos intercostais, termocoagulação por radiofrequência do gânglio da raiz dorsal e, raramente, excisão da costela. A fiação da costela escorregadia através da junção costocondral foi descrita, mas raramente é necessária.

Conclusão

A síndrome da costela escorregadia é uma condição frequentemente subdiagnosticada, para a qual, por vezes, é realizada uma avaliação diagnóstica abrangente. O conhecimento dessa síndrome pode levar a um diagnóstico rápido e simples, prevenindo meses ou anos de queixas crônicas. O impacto pode causar dor intensa e constante, além de sensação de deslizamento provocada por diversos movimentos. A hipermobilidade das extremidades anteriores das cartilagens costais das costelas falsas, muitas vezes relacionada a traumas, é o mecanismo central. O tratamento da dor deve ser o primeiro passo, seja por medicação ou bloqueio nervoso. Se isso não for conclusivo, a ressecção parcial da costela pode ser realizada. Sobre o manejo fisioterapêutico, não há muitas evidências, mas a educação do paciente, o uso de calor e ultrassom, a bandagem elástica e o suporte psicológico são estratégias recomendadas. Abordagens utilizadas em condições semelhantes, como a síndrome da parede torácica e a costela subluxada, podem orientar o tratamento fisioterapêutico.

Perguntas frequentes

O que é a síndrome da costela escorregadia?

É uma condição causada pela hipermobilidade da cartilagem das costelas falsas e flutuantes, permitindo que as pontas da cartilagem subluxem e irritem os nervos intercostais, causando dor torácica e abdominal superior.

Quais são os sintomas da síndrome da costela escorregadia?

Dor intensa no tórax inferior ou abdome superior, ponto doloroso na margem costal, reprodução da dor ao pressionar o local, e sensação de deslizamento ou estalo. A dor pode ser exacerbada por movimentos como torcer o tronco, tossir ou levantar objetos.

Como é feito o diagnóstico da síndrome da costela escorregadia?

O diagnóstico é clínico, baseado na história e no exame físico, especialmente a manobra de gancho (hooking maneuver). A ultrassonografia pode auxiliar na visualização da luxação da cartilagem e na exclusão de outras causas.

Qual o tratamento fisioterapêutico para a síndrome da costela escorregadia?

Inclui educação do paciente para evitar movimentos dolorosos, uso de calor ou frio, bandagem elástica, treinamento muscular local, mobilização costal com movimento e orientações posturais. Em casos persistentes, podem ser considerados bloqueios nervosos ou cirurgia.

A síndrome da costela escorregadia é comum?

Estima-se que afete 20% a 40% da população em algum momento da vida, mas é frequentemente subdiagnosticada. Pode ocorrer em qualquer idade, sendo mais comum em adultos de meia-idade e adolescentes.