A Escala de Fadiga FACIT (Versão 4) é um instrumento curto e validado para medir a fadiga em idosos, com alta confiabilidade e sensibilidade.
Teste de Alcance Funcional (FRT)
O Teste de Alcance Funcional (FRT) avalia o equilíbrio dinâmico medindo a distância máxima que uma pessoa consegue alcançar à frente, mantendo a base de apoio fixa. Desenvolvido em 1990, é usado para prever risco de quedas em idosos.
Escala Fullerton Advanced Balance (FAB): Parte 1
A Escala Fullerton Advanced Balance (FAB) avalia equilíbrio estático e dinâmico em idosos ativos, com pontuação de 0 a 40. Identifica risco de quedas com ponto de corte 25.
Escala de Atividade Física para Idosos (PASE): Visão Geral
A PASE é um questionário breve e de fácil pontuação, desenvolvido para avaliar a atividade física em idosos (65+), abrangendo atividades de lazer, domésticas e ocupacionais na última semana.
Mulher tem queimadura de 3º grau em procedimento para perda de gordura
Procedimento foi feito por esteticista em um salão de beleza em Cuiabá.
Paciente está há 6 meses fazendo tratamento para amenizar cicatriz.

Incomodada com a gordura localizada na barriga, Priscila Ribeiro, de 27 anos, resolveu fazer um tratamento chamado criolipólise, com a promessa de que 3% de gordura seria eliminada. Após a sessão, a cuidadora de idosos ficou com queimaduras de terceiro grau. A técnica usa um aparelho que “congela” as células de gordura e pode chegar a até -10º. Uma manta separa a pele do paciente do aparelho, que libera calor ao mesmo tempo.

na barriga (Foto: Reprodução/ TVCA)
O procedimento foi feito por uma esteticista em um salão de beleza e custou cerca de R$ 2 mil, o que, segundo ela, era mais barato que em clínicas onde o tratamento é feito com acompanhamento médico. Priscila conta que a manta foi colocada e a máquina ficou na barriga por aproximadamente 30 minutos.
Ela notou uma vermelhidão na pele, a qual considerou normal como em outras sessões, mas, mesmo após a massagem, sentiu a pele queimar como se ainda estivesse com o aparelho.
“Depois de uma hora, olhei e estava com uma bolha pequena. Depois de quatro horas, cheguei em casa e vi que a bolha tinha aumentado 90%. Percebi que tinha uma queimadura e quando fui para o hospital era uma queimadura de 3º grau”, lembra.
Tem seis meses que ela faz sessões com uma dermatologista para reduzir o efeito das manchas causadas pela queimadura. Mas a dermatologista, Elaine Kunze, explica que é um tratamento a longo prazo, que dura meses. “Entramos com um tratamento de recuperação, com regeneradores da pele, hidratação e uso do protetor solar. Depois fizemos clareamento e estamos na fase de realizar os peelings para um tratamento mais profundo na pele da Priscila”, afirma Kunze.
A recomendação da presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia de Mato Grosso (SBD/MT), Juliana Mendonça, para os interessados em fazer sessões de criolipólise é de que procurem clínicas com a supervisão de um médico que esteja acostumado com a técnica e as complicações que pode ela pode causar.
“Isso para ser tratada o quanto antes se algo acontecer. O equipamento tem que ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ser usado de acordo com a técnica correta”, informa.

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História e Benefícios do Pilates
Pilates a História e Benefícios: Uma Abordagem Completa para o Bem-Estar
O Pilates, uma abordagem holística de exercícios físicos que visa fortalecer o corpo, melhorar a flexibilidade e a postura, além de promover o equilíbrio e a conexão entre corpo e mente, foi criado pelo alemão Joseph Pilates na década de 1920. A prática se tornou popular ao longo dos anos e continua a ganhar adeptos em todo o mundo devido aos inúmeros benefícios que oferece para a saúde e o bem-estar.
História do Pilates
Joseph Pilates nasceu em 1883, na Alemanha, e desde jovem foi uma criança frágil e doente. Determinado a superar suas limitações físicas, ele se envolveu em várias atividades físicas e estudou diferentes métodos de treinamento, incluindo ginástica, ioga, artes marciais e dança. Com base em seus estudos e experimentações, ele desenvolveu um sistema de exercícios que inicialmente chamou de “Contrologia”.
No início do século XX, Pilates se mudou para a Inglaterra, onde trabalhou como boxeador profissional e ensinou autodefesa para oficiais da Scotland Yard durante a Primeira Guerra Mundial. Enquanto estava na Inglaterra, ele e sua esposa abriram um estúdio de fitness e Pilates continuou a desenvolver e aprimorar seu método de exercícios.
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Em 1926, Joseph Pilates emigrou para os Estados Unidos e abriu seu primeiro estúdio de Pilates em Nova York, onde atraiu a atenção de bailarinos, atletas e celebridades que buscavam aprimorar o condicionamento físico e tratar lesões. Ao longo dos anos, o método se espalhou e se popularizou, tornando-se uma prática amplamente reconhecida em todo o mundo.

Princípios do Pilates
O Pilates é baseado em seis princípios fundamentais que são aplicados em todas as suas formas e variações:
- Concentração: Os exercícios do Pilates requerem total concentração e atenção para garantir a execução correta e segura dos movimentos.
- Controle: A Contrologia, termo originalmente usado por Joseph Pilates, destaca o controle preciso dos movimentos para evitar ações bruscas ou descoordenadas.
- Centro: O Pilates enfatiza o fortalecimento do “Powerhouse” ou centro do corpo, que inclui os músculos abdominais profundos, os músculos da região lombar e os glúteos.
- Precisão: Cada exercício do Pilates é executado com precisão e alinhamento adequado para maximizar seus benefícios.
- Fluidez: Os movimentos do Pilates são projetados para fluir de maneira suave e contínua, promovendo a graciosidade e a elegância nos movimentos.
- Respiração: A respiração é fundamental no Pilates, ajudando a oxigenar os músculos e a mente, além de melhorar a coordenação e o controle dos exercícios.
Benefícios do Pilates
- Fortalecimento muscular: O Pilates trabalha todos os grupos musculares, focando especialmente no Powerhouse, resultando em um corpo mais forte e tonificado.
- Melhora da postura: O Pilates ajuda a alinhar a coluna vertebral e a fortalecer os músculos que sustentam a postura, o que pode reduzir dores nas costas e no pescoço.
- Aumento da flexibilidade: Os exercícios de alongamento do Pilates ajudam a melhorar a flexibilidade, aumentando a amplitude dos movimentos e prevenindo lesões.
- Equilíbrio e coordenação: A prática do Pilates aprimora o equilíbrio e a coordenação, o que é especialmente benéfico para atletas e idosos.
- Alívio do estresse: A concentração e a respiração no Pilates promovem o relaxamento, aliviando o estresse e a ansiedade.
- Prevenção e reabilitação de lesões: O Pilates é amplamente utilizado para prevenir e reabilitar lesões, especialmente em atletas e dançarinos.
- Melhoria da consciência corporal: O Pilates enfatiza a conexão mente-corpo, ajudando os praticantes a desenvolverem uma maior consciência de seus corpos e movimentos.
- Adaptação a diferentes níveis de condicionamento físico: O Pilates pode ser adaptado para atender diferentes níveis de condicionamento físico, tornando-o acessível a pessoas de todas as idades e habilidades.
Conclusão
O Pilates é muito mais do que um simples exercício físico; é uma abordagem completa para o bem-estar, que envolve mente, corpo e espírito. Sua história remonta ao século passado, mas suas vantagens são cada vez mais reconhecidas e utilizadas na era moderna. Com seus princípios fundamentais e benefícios abrangentes, o Pilates continua a ser uma prática popular e eficaz para melhorar a saúde, a força e a qualidade de vida de seus praticantes.
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Fisioterapia neurológica
Fisioterapia Neurológica | Tudo o que você precisa saber
A fisioterapia neurológica também chamada de neurofuncional, é uma especialidade da fisioterapia que atua no tratamento e diminuição das sequelas causadas por danos no sistema nervoso. Ela tem o objetivo de restaurar funções como coordenação motora, força, equilíbrio e os movimentos.
A fisioterapia neurofuncional geralmente é procurada por adultos e idosos, mas ela também atende a crianças e adolescentes.
Os sintomas e as sequelas que são causados pelos danos nos sistema nervoso, dependem da região neurológica que foi atingida, comprometendo o desempenho das atividades diárias e a qualidade de vida do paciente. Por este motivo, é necessário consultar com um fisioterapeuta neurofuncional o quanto antes, para que os sintomas sejam tratados o quanto antes, para assim não agravar a situação.
O que faz um fisioterapeuta neurofuncional?

Pacientes com disfunção neurológica podem ter alterações complexas do movimento ou função do corpo, comprometendo a força, equilíbrio e coordenação motora.
Para a reabilitação, o fisioterapeuta neurofuncional avalia as sequelas causadas ao paciente e prescreve o tratamento dispondo de muitos métodos e recursos.
Através da fisioterapia neurológica o paciente é estimulado a aprender e recuperar as funções perdidas ou se adaptar às suas novas funções.
O fisioterapeuta incentiva e motiva o paciente a reconhecer o seu potencial, que muitas vezes é esquecido pelo paciente.
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O que é Fisioterapia Geriátrica
O principal objetivo do fisioterapeuta neurofuncional, é proporcionar ao paciente funcionalidade, independência e qualidade de vida, através das técnicas de tratamentos.
Casos que podem ser tratados com a fisioterapia neurológica
As técnicas da fisioterapia neurológica podem ser aplicadas em casos em que os pacientes possuem alterações ou paralisia dos movimentos de um ou mais membros do corpo, e podem ser aplicadas em todas as pessoas, crianças, adolescentes, adultos e idosos.
Dentre todas as doenças que necessitam de intervenção da fisioterapia neurológica, as mais comuns são:
>> Paralisia Cerebral;
>> Paralisia Facial Periférica;
> AVE (Acidente Vascular Encefálico);
>> Síndrome de Down;
>> Síndrome de Möebius;
>> Síndrome de Guillain Barré;
>> Neuropatia Periférica;
>> Lúpus Eritematoso Sistêmico;
>> Mal de Parkinson;
>> Mal de Alzheimer;
>> Distonia Ataxia;
>> Mielomeningocele;
>> Distrofia Muscular de Duchenne;
>> Atraso do Desenvolvimento Neuropsicomotor;
>> Lesão Medular.
Para suavizar ou corrigir essas sequelas os tratamentos mais utilizados na fisioterapia neurofuncional são a eletroestimulação, terapia manuais e simuladores de movimento, que podem ser realizados em consultório ou no domicílio do paciente.
Diferença entre fisioterapia neurológica domiciliar ou em consultório
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Curso Hidroterapia na Neurologia
Curso de Pilates
Geralmente a fisioterapia neurológica é feita em consultório, por ser um ambiente preparado para tratar diversos tipos de lesões em vários casos de clientes, com equipamentos e acompanhamento de profissionais capacitados.
Mas também existe um estilo de fisioterapia domiciliar, que possui o objetivo de tratar ou restabelecer os movimentos do paciente no conforto e privacidade de sua casa.
Muitos pacientes se sentem melhor e mais preparados para iniciar o tratamento em sua própria casa e este pode ser um grande benefício para o resultado do tratamento, pois quando o paciente se sente à vontade para realizar os exercícios, ele possui grandes chances de acelerar o tempo para reabilitar os movimentos com a fisioterapia.
Os fisioterapeutas neurofuncional da são totalmente qualificados e capacitados para realizar o melhor tratamento, aplicando as técnicas necessárias para a melhor recuperação dos pacientes, podendo identificar possibilidades de mudança, reforço ou suavização do tratamento durante as sessões, dependendo da evolução e quadro individual de cada paciente.
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Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório
Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório:
A bandagem elástica é uma técnica simples que ajuda a aliviar a dor e auxilia no combate a lesões. Muito utilizadas por atletas, as bandagens vêm se popularizando desde os anos 70, e dispensam o uso de medicamentos, de acordo com a necessidade do usuário. É importante que seu uso precisa ser orientado por um profissional habilitado, pois, se aplicada de maneira errada, pode piorar o problema. As bandagens elásticas modificam mecânicas motoras básicas, então só o fisioterapeuta ou o ortopedista é que podem indicar a tensão da bandagem, a direção da aplicação e o tipo de corte apropriado para cada problema.
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Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório – Ações e benefícios:
Elevando sutilmente a pele, as bandagens funcionais aliviam a pressão exercida sobre receptores neurológicos e sensoriais. Na compressão da pele, músculos e articulações, as terminações nervosas são estimuladas e enviam sinais até o cérebro, cuja resposta neural ajuda a melhorar o problema e diminui a dor. As bandagens são indicadas para:
– Hematomas
– Inchaços e edemas, melhorando a circulação sanguínea e linfática
– Melhora lesões nas articulações, auxiliando no realinhamento e reposicionamento
– Dores musculares
– Melhoria da postura
– Problemas de coluna e hérnia de disco
– Facilita as contrações musculares, que auxiliam na repetição de movimentos, evitando contrações excessivas
– Fortalecimento de membros e articulações que precisam de maior suporte
– Melhoraram ou reduzem o intervalo da amplitude de movimentos, de acordo com as necessidades do indivíduo
– As bandagens elásticas também apresentam benefícios para tratamentos de estética facial. Elas aumentam o tônus da pele. E ajudam a drenar edemas e inchaços após cirurgias plásticas, colaborando no processo de cicatrização e recuperação.

Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório – Curiosidade:
As bandagens elásticas foram desenvolvidas no Japão por Kenso Kase, quiropraxista que idealizou a técnica levando em consideração as várias funções dos músculos, que incluem contração, controle da circulação sanguínea e manutenção da temperatura corporal, a partir de uma visão holística e integral do organismo humano. Foi em 1988, nas Olimpíadas de Seul, que a delegação esportista japonesa fez uso das bandagens oficialmente, divulgando a terapia para todo o mundo.
A cromoterapia também tem se mostrado uma aliada interessante no tratamento de lesões musculares e nas atividades esportivas. Há quem considere que a junção da terapia das cores com a técnica das bandagens pode potencializar resultados. Assim, cada cor de bandagem pode possuir uma propriedade terapêutica e uma vibração específica. Além de tons básicos como branco, bege e preto, é possível encontrar bandagens em vermelho, cuja cor tem relação com a força física e persistência; verde, que favorece o relaxamento e a concentração; e azul céu, que dá mais confiança e tranquilidade.
Modos de usar
As bandagens adesivas são confeccionadas com fibras de algodão, que não criam atrito com a pele e permitem a transpiração normal dos poros. As fitas para tratamento possuem colas antialérgicas feitas em acrílico, ou fechamento em velcro para ajustes, maior conforto e flexibilidade. No caso de tratamentos fisioterápico, é possível permanecer de três a cinco dias com a bandagem, sem ser necessário retirá-la para tomar o banho, podendo ser usada também em esportes aquáticos.
Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório – Contraindicações:
Evite aplicar bandagens elásticas sobre tecidos dérmicos frágeis ou em fase de cicatrização. Também não podem ser usadas sobre celulites ou áreas que possuam infecções ativas graves, localizadas tanto na superfície quanto interiores. Idosos e crianças podem usar tranquilamente, mas pacientes renais ou asmáticos, bem como gestantes precisam antes consultar um médico.
Fonte: Shopfisio
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Você conhece a Reeducação Postural Global (RPG) em fisioterapia?
O que você precisa saber sobre reabilitação postural global!
A Reabilitação Postural Global (RPG) é uma área de atuação da fisioterapia que leva em consideração o corpo como um todo . Seu objetivo é relaxar as fáscias (o envelope dos músculos), suavizar as cadeias musculares e reduzir a compressão nas articulações, permitindo que o corpo adote uma postura mais adequada.
Durante uma lesão, o corpo compensa para evitar ao máximo sentir dor. Ele pode manter essa posição defensiva mesmo depois que o problema desaparecer. É por isso que é possível desenvolver um sintoma que não está diretamente relacionado à lesão inicial. A reabilitação postural global visa voltar à causa do sintoma para fazê-lo desaparecer ou pelo menos reduzi-lo.
Como é uma sessão de RPG?
Durante o primeiro encontro, o fisioterapeuta pergunta sobre sua condição e avalia detalhadamente sua postura , assim como sua mobilidade e flexibilidade . Ele então o coloca em diferentes posições (em pé e sentado) para determinar qual cadeia muscular é a mais contraída e, portanto, qual precisa ser alongada. Muitas vezes, há várias correntes para soltar!
Durante as sessões, o fisioterapeuta começa liberando manualmente as fáscias. Em seguida, o O Fisioterapeuta que trabalha com a Reeducação Postural Global ( RPG) pede que você faça contrações isométricas (sem movimento) para relaxar os músculos mais rígidos. Ele então procede à tração suave para remover a compressão na articulação problemática, seja no nível da coluna ou em uma articulação periférica (por exemplo, ombro, joelho). Por fim, ele o coloca em uma posição que visa alongar a cadeia muscular em questão.
Ao longo das sessões, você respira de maneira adaptada à sua condição. O fisioterapeuta primeiro relaxa o diafragma (o principal músculo da respiração). A ênfase está na expiração em forma de suspiros, o que obviamente ajuda a relaxar o corpo… e a mente!
Em suma, a reabilitação postural global consiste no alongamento suave, gradual e prolongado das cadeias musculares em posições específicas, aliado à respiração adequada e ao trabalho manual do fisioterapeuta. Trata-se, portanto, de tratamentos personalizados.
O RPGista também lhe dá conselhos relevantes sobre sua postura nas diferentes esferas de sua vida e oferece exercícios de alongamento para suas retrações musculares.
Confira nosso Curso de Reeducação Postural Global e outros abaixo
Artigo Completo sobre Tecnica de Maitland
Para quem é o RPG?
Quase todos podem se beneficiar dele, desde crianças de 6 anos até idosos. É particularmente indicado para jovens e adultos com escoliose e é um bom complemento para crianças e adolescentes que usam espartilho.
Você está procurando uma abordagem ativa que requer sua participação e envolvimento? Um método que diminui seus sintomas, lhe dá maior flexibilidade, melhor postura, respiração mais profunda e maior consciência corporal? Uma abordagem que aumenta sua qualidade de vida e ajuda a prevenir recorrências? RPG é para você!
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Dor da Geriatria Medida
A avaliação da dor em idosos é um desafio clínico importante, e a Geriatric Pain Measure (GPM) surge como uma ferramenta multidimensional desenvolvida para atender a essa necessidade. A GPM foi criada para ser de fácil aplicação e compreensão, permitindo uma avaliação abrangente da dor na população geriátrica.
Objetivo da Geriatric Pain Measure
A Geriatric Pain Measure foi desenvolvida com o propósito de realizar uma avaliação multidimensional da dor em idosos. Diferentemente de escalas unidimensionais que focam apenas na intensidade, a GPM aborda múltiplas dimensões da experiência dolorosa, sendo fácil de aplicar e entender, o que é essencial para a população idosa que pode apresentar dificuldades cognitivas ou sensoriais.
População-alvo da Geriatric Pain Measure
A dor crônica afeta uma parcela significativa da população idosa, com prevalência estimada entre 25% e 50% entre idosos que vivem na comunidade. A Sociedade Americana de Geriatria, em suas diretrizes práticas para dor crônica no idoso (atualizadas em 1998 e 2002), recomenda o uso de instrumentos multidimensionais para quantificar e abordar a dor nessa faixa etária. Além disso, destaca-se a importância da adaptação cultural dessas ferramentas para países com idiomas diferentes do inglês, garantindo sua validade e aplicabilidade em diversos contextos.
Método de uso da Geriatric Pain Measure
A GPM é um questionário composto por 24 itens, projetado para ser de fácil administração e com validade e confiabilidade significativas em idosos com múltiplos problemas médicos. Os itens abordam diferentes dimensões da dor, incluindo:
- Intensidade da dor: itens 13, 17, 19, 20-23;
- Desengajamento: itens 9-12, 15, 18, 24;
- Dor durante a deambulação: itens 4-7;
- Dor em atividades vigorosas: itens 1-3;
- Dor durante outras atividades: itens 8, 13-16.
Esses itens englobam as dimensões sensório-discriminativa, motivacional-afetiva e cognitivo-avaliativa da dor, conforme descrito por Melzack e Katz. Essa estrutura permite uma compreensão mais completa do impacto da dor na vida do idoso, indo além da simples quantificação da intensidade.
Validade e confiabilidade da Geriatric Pain Measure
A GPM demonstrou validade concorrente quando comparada ao Questionário de Dor de McGill, um instrumento amplamente reconhecido na avaliação da dor. A confiabilidade teste-reteste também foi realizada, fornecendo suporte para a estabilidade da medida ao longo do tempo. Estudos apontam que a GPM é de fácil administração e possui validade e confiabilidade significativas em idosos com múltiplos problemas médicos, tornando-a uma opção viável para a prática clínica e pesquisa.
Aplicações clínicas da Geriatric Pain Measure
Na prática fisioterapêutica, a GPM pode ser utilizada como parte da avaliação inicial de idosos com queixas álgicas, auxiliando na identificação das dimensões da dor mais afetadas e no planejamento de intervenções personalizadas. Por exemplo, se o escore indicar alto desengajamento, o fisioterapeuta pode focar em estratégias que promovam a participação em atividades significativas. A aplicação periódica do questionário também permite monitorar a evolução do quadro e a eficácia do tratamento.
Além disso, a adaptação transcultural da GPM para o português, como mencionado na literatura, amplia seu uso em países lusófonos, garantindo que as particularidades linguísticas e culturais sejam respeitadas.
Considerações sobre o uso da Geriatric Pain Measure
Embora a GPM seja uma ferramenta valiosa, é importante que o profissional esteja atento às limitações inerentes a qualquer instrumento de autorrelato em idosos, como possíveis déficits cognitivos ou de comunicação. Nesses casos, a observação clínica e o relato de cuidadores podem complementar a avaliação. A escolha da GPM deve ser baseada nas necessidades específicas do paciente e nos objetivos da avaliação.
Conclusão
A Geriatric Pain Measure é um instrumento multidimensional que oferece uma avaliação abrangente da dor em idosos, contemplando intensidade, aspectos afetivos e impacto funcional. Sua facilidade de aplicação e propriedades psicométricas adequadas a tornam uma opção relevante para fisioterapeutas e outros profissionais de saúde que atuam com a população geriátrica. A utilização de ferramentas como a GPM contribui para uma abordagem mais humanizada e eficaz no manejo da dor crônica no envelhecimento.
Perguntas frequentes
O que é a Geriatric Pain Measure?
A Geriatric Pain Measure (GPM) é um questionário de 24 itens desenvolvido para avaliação multidimensional da dor em idosos, sendo de fácil aplicação e compreensão.
Quais dimensões da dor a GPM avalia?
A GPM avalia intensidade da dor, desengajamento, dor durante a deambulação, dor em atividades vigorosas e dor durante outras atividades, abrangendo aspectos sensoriais, afetivos e cognitivos.
A Geriatric Pain Measure é válida e confiável?
Sim, a GPM demonstrou validade concorrente com o Questionário de Dor de McGill e confiabilidade teste-reteste, sendo considerada válida e confiável para idosos com múltiplos problemas médicos.
Em quais populações a GPM pode ser aplicada?
A GPM é destinada à população idosa, especialmente aqueles que sofrem de dor crônica, com prevalência estimada entre 25% e 50% em idosos da comunidade.









