Fisioterapia esportiva: benefícios para corredores além do alongamento

Fisioterapia esportiva: benefícios para corredores além do alongamento

Tratamento fisioterapêutico pode ser feito de diversas formas e ajuda na prevenção
de lesões, melhoria da performance, pisada e ainda no fortalecimento muscular

Esqueça aquela história de que a fisioterapia é só “choque” e alguns alongamentos. Essa área da saúde, quando voltada para o esporte, traz grandes benefícios para o atleta, como por exemplo o reequilíbrio muscular após uma lesão, a melhora da postura para prevenção de problemas futuros e a orientação quanto aos perigos do treinamento excessivo. E por atleta não entenda somente os quenianos de elite e os jogadores de futebol profissionais. Eu e você, que praticamos uma atividade física regular, mesmo que somente recreativa, também entramos nessa categoria de atletas que se beneficiam com o tratamento fisioterapêutico.

eu atleta corrida (Foto: Getty Images)
Corredores podem recorrer a fisioterapia para melhorar a prática do esporte (Foto: Getty Images)

O objetivo da fisioterapia esportiva é recuperar e prevenir lesões relacionada à prática do esporte. Para que você entenda melhor como ela pode ajudar um corredor vou contar com é o tratamento de uma das lesões mais frequentes na corrida, a dor anterior do joelho (ou síndrome fêmoro-patelar).

O primeiro passo é tratar a inflamação e a dor. Para isso a fisioterapia conta com recursos como o laser e o ultrassom. Após o controle da dor é hora de atacar a causa do problema, ou seja, entender o que gerou a lesão através de uma avaliação detalhada e reverter o processo. No nosso exemplo de dor anterior no joelho um dos achados mais frequentes na avaliação é um problema postural na corrida, o valgo dinâmico. A ação da fisioterapia nesse caso é melhorar a postura através de exercícios de coordenação, educativos de corrida e fortalecimento muscular.

eu atleta lesao (Foto: Getty Images)
Fisioterapia esportiva pode prevenir lesões (Foto: Getty Images)

Cada caso é um caso, e existe uma possibilidade enorme de tratamentos. Se a causa da lesão for fraqueza, a fisioterapia se vale do recurso de fortalecimento para tratar. Se o problema for flexibilidade, o alongamento e as massagens são utilizadas. Em casos de déficits de equilíbrio um trabalho de coordenação motora pode ser a solução. São vários recursos que são utilizados de forma e frequência variável para atingir o objetivo principal: resolver a dor do corredor e fazer com que ele volte para a atividade o mais rápido e da forma mais segura possível.

Além dos equipamentos e exercícios, a fisioterapia tem outra arma poderosa: a informação. Uma boa conversa com o corredor alertando-o sobre os limites corpo e o perigo de exagerar no treinamento é tão poderosa quanto uma aplicação de laser e uma sessão inteira de fortalecimento muscular.

A fisioterapia também pode ajudar os corredores na prevenção de lesões e na melhora da performance, com orientações em relação a postura, pisada e fortalecimentos musculares. Assim, não pense na fisioterapia como algo monótono e lento, que serve somente para quem fez uma cirurgia ou torceu o pé. O tratamento voltado especialmente para corredores é dinâmico e cheio de recursos para proporcionar a melhor prática de esporte possível.

*As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.

 

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Cotovelo do Lançador

Cotovelo do Lançador

Definição / Descrição

O cotovelo do lançador de dardo é uma lesão de entorse do ligamento colateral ulnar (UCL) do cotovelo medial. A dor começa quando o cotovelo é submetido a uma força em valgo maior que as propriedades de tração do UCL. O alongamento pode ser provocado pela técnica inadequada do arremesso de dardo: uma propulsão explosiva do cotovelo à frente do ombro enquanto a inércia está trabalhando no resto do braço pesado pelo dardo. A má técnica consiste em arremessar com abdução insuficiente do ombro (90 ° – 100 °); o cotovelo ficará muito baixo, resultando em uma força em valgo nessa articulação. Como a UCL é a principal estrutura que se opõe a essa moção, será o principal local de lesão. Atletas que participam de esportes arremessados ​​ou aéreos em geral têm maior risco de serem diagnosticados com esta lesão.

Lesão Cotovelo de Lançador

Epidemiologia / Etiologia

O início da lesão pode ser um trauma direto, mas é mais provável que seja insidioso devido ao acúmulo de forças repetitivas de sub-limiar valgo na UCL. Isso geralmente resultará em uma dor aguda durante o arremesso e / ou uma dor no cotovelo medial após uma sessão cansativa e cansativa. A dor aumentará proporcionalmente à quantidade e intensidade do arremesso com o desempenho do atleta. [1]

Essa lesão é comumente causada pela falta de competência em lançar o dardo. Em geral, existem duas maneiras de lançar o dardo:

1. Braço redondo, que causa tensão no ligamento colateral medial,

2. Sobre o braço, o que pode levar ao desbaste e à formação de novos ossos na ponta do olécrano, ou até resultar em avulsão da ponta. [1]

Gestão

No exame do inchaço do cotovelo, pode haver perda de movimento e sensibilidade ao longo do aspecto medial do cotovelo. Quando um atleta de arremesso aéreo tem dor medial no cotovelo, mesmo que os sintomas sejam mínimos, é esperado o diagnóstico de cotovelo de arremessador de dardo (ou ” cotovelo da liga pequena ” no beisebol). [2] [3] O  reconhecimento imediato dessa lesão pode levar a melhores resultados do tratamento e diminuir o risco de dano permanente ou incapacidade funcional persistente.

Inspeção:

A posição de repouso do cotovelo e o ângulo de sustentação do cotovelo devem ser avaliados. O ângulo normal de transporte é de 11 ° de valgo em homens e 13 ° de valgo em mulheres. Um aumento do ângulo do valgo pode indicar que o corpo está acomodando-se ao estresse repetitivo da instabilidade do valgo. Além disso, é importante observar a presença de derrame, cicatrizes, anormalidades no desenvolvimento ou sinais de traumas anteriores.

Exame clínico:

A amplitude de movimento (ADM) é importante para avaliar a lesão. Deixe o paciente realizar flexão, extensão, supinação e pronação e detecte a sensação final desses movimentos e qualquer dor associada. Uma sensação final macia em extensão pode indicar uma contratura do tecido mole do aparelho flexor do braço. Por outro lado, uma sensação óssea na flexão terminal pode indicar osteófitos ósseos anteriores ou corpos soltos. [4] . Mas é principalmente o teste de estresse em valgo do cotovelo que reproduz a dor. Outras patologias ao redor do cotovelo medial, como cotovelo de golfista ou avulsão, devem ser excluídas.

Tratamento

Para um bom tratamento dessa lesão, você deve entender que o diagnóstico diferencial de dor no cotovelo medial é muito importante para diagnosticar lesão no ligamento colateral medial, bem como o tratamento de outras lesões no cotovelo medial.

Na fase aguda da lesão, o ARROZO princípio (repouso, gelo, compressão, elevação), bem como paracetamol e AINEs, proporcionará alívio inicial para inchaço, inflamação e dor. A interrupção dos movimentos de arremesso ou evocação de valgo no cotovelo é necessária por pelo menos quatro a seis semanas, durante as quais o alongamento e o fortalecimento da musculatura ao redor do cotovelo devem ser incentivados, bem como o condicionamento geral e o fortalecimento do núcleo. O paciente pode entrar em um programa isotônico de pesos leves e altas repetições para atingir especificamente o bíceps, tríceps, flexores e extensores de punho, bem como a musculatura pronadora e supinadora, a fim de obter a ajuda máxima de estabilização do sistema contrátil. Para apoiar ainda mais o sistema ligamentar passivo no início do período de reabilitação, uma luva de cotovelo pode ser recomendada.

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Exame de Cotovelo

Teste de Velocidade

Teste de Lachman

Se a dor e a estabilidade do cotovelo permitirem, pode ser iniciado um retorno gradual e progressivo ao arremesso. Deve-se tomar cuidado para garantir uma recuperação segura da força do ligamento colateral medial. Como a técnica de arremesso ruim é o principal fator que contribui para essa lesão, a implementação de alterações técnicas é de extrema importância. O método correto é que o ombro seja abduzido mais alto (120 ° -130 °), para que a rotação interna do braço possa levar o cotovelo para frente mais cedo, a fim de alcançar uma posição diretamente na frente e acima do ombro. A partir daí, uma extensão poderosa do cotovelo transmitirá a força necessária ao dardo sem pôr em risco a UCL. A reabilitação termina quando o paciente pode concluir um movimento de arremesso sem dor ou desconforto. [2] [4]

Pacientes cujos sintomas não melhoram o tratamento conservador ou pacientes com corpos cartilaginosos frouxos, fraturas por avulsão ou osteocondrite dissecante ( Osteocondrite dissecante do cotovelo ) devem ser encaminhados ao seu especialista em ortopedia. Gerenciamento cirúrgico A cirurgia do ligamento colateral medial é necessária quando: – um atleta de arremesso tem uma ruptura completa da UCL, – rasgo parcial diagnosticado que não melhorou com o manejo conservador, – atletas sintomáticos de não arremesso após um período mínimo de três meses atendimento conservador em resposta. Quando a cirurgia é necessária, duas técnicas estão disponíveis: reparo direto do ligamento ou reconstrução. Esta é a modalidade cirúrgica utilizada mais difundida. [5]

Referências

  1. ↑ 1,0 1,1 J.E. Miller. (4 de novembro de 1960). Lançadores de dardo cotovelo. O diário de cirurgia óssea e articular (nível: A1)
  2. ↑ 2.0 2.1 James D. O’Holleran, MD & David W. Altchek, MD. (13 de fevereiro de 2006). Cotovelo do Atirador: Tratamento Artroscópico da Síndrome de Sobrecarga de Extensão em Valgo. Diário do HSS páginas 83-84 (nível: A1)
  3. ↑ Michael J. Wells, MS; Gerald W. Bell, EdD, PT, ATC, R. (30 de setembro de 1995). Preocupações com o Little League Elbow. Journal of Athletic Training, volume 30, número 3, pag. 249 – 253 (nível: A1)
  4. ↑ 4.0 4.1 KYLE J. CASSAS, MD, e AMELIA CASSETTARI-WAYHS, MD. (2006). Lesões por uso excessivo relacionadas a esportes na infância e no adolescente. Jornal da Academia Americana de Médicos de Família (nível: A1)
  5. ↑ P Langer, P Fadale, M Hulstyn. (17 de fevereiro de 2006). Evolução das opções de tratamento das lesões do ligamento colateral ulnar do cotovelo. British Journal of Sports Medicine pag 499 – 506 (nível: A1)

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Osgood-Schlatter

Doença de Osgood-Schlatter: causas, sintomas e tratamento

Doença de Osgood-Schlatter (dor no joelho)

A doença de Osgood-Schlatter é uma causa comum de dor no joelho em adolescentes em crescimento. É uma inflamação da área logo abaixo do joelho, onde o tendão da patela (tendão patelar) se liga à tíbia (tíbia).

A doença de Osgood-Schlatter ocorre mais freqüentemente durante surtos de crescimento, quando ossos, músculos, tendões e outras estruturas estão mudando rapidamente. Como a atividade física provoca estresse adicional nos ossos e músculos, as crianças que participam de atletismo – especialmente corridas e saltos esportivos – correm maior risco para essa condição. No entanto, adolescentes menos ativos também podem ter esse problema.

Na maioria dos casos da doença de Osgood-Schlatter, medidas simples como repouso, medicação sem prescrição médica e exercícios de alongamento e fortalecimento aliviam a dor e permitem o retorno às atividades diárias.

A doença de Osgood-Schlatter causa dor no tubérculo tibial - a protuberância óssea onde o tendão patelar se liga à tíbia (tíbia).

A doença de Osgood-Schlatter causa dor no tubérculo tibial – a protuberância óssea onde o tendão patelar se liga à tíbia (tíbia).

Descrição

Os ossos de crianças e adolescentes possuem uma área especial onde o osso está crescendo, chamado de placa de crescimento. Placas de crescimento são áreas de cartilagem localizadas perto das extremidades dos ossos. Quando uma criança está totalmente crescida, as placas de crescimento endurecem em osso sólido.

Algumas placas de crescimento servem como locais de fixação para os tendões, os tecidos fortes que conectam os músculos aos ossos. Um inchaço ósseo chamado tubérculo tibial cobre a placa de crescimento no final da tíbia. O grupo de músculos na frente da coxa (chamado de quadríceps) se liga ao tubérculo tibial.

Quando uma criança está ativa, os músculos do quadríceps puxam o tendão patelar, que por sua vez, puxa o tubérculo da tíbia. Em algumas crianças, esta tração repetitiva no tubérculo leva à inflamação da placa de crescimento. A proeminência, ou colisão, do tubérculo tibial pode se tornar muito pronunciada.

Os sintomas dolorosos são geralmente causados ​​por corridas, saltos e outras atividades relacionadas a esportes. Em alguns casos, ambos os joelhos têm sintomas, embora um joelho possa ser pior que o outro.

  • Dor no joelho e sensibilidade no tubérculo tibial
  • Inchaço no tubérculo tibial
  • Músculos tensos na frente ou atrás da coxa

Exame Médico

Durante a consulta, o seu médico irá discutir os sintomas e a saúde geral do seu filho. Ele fará um exame completo do joelho para determinar a causa da dor. Isso incluirá a aplicação de pressão no tubérculo tibial, que deve ser sensível ou doloroso para uma criança com doença de Osgood-Schlatter. Além disso, o médico também pode pedir ao seu filho para andar, correr, pular ou ajoelhar-se para ver se os movimentos causam sintomas dolorosos.

Seu médico também pode pedir uma imagem de raio X do joelho do seu filho para ajudar a confirmar o diagnóstico ou descartar qualquer outro problema.

Tuberculose da tíbia inflamada de Osgood-Schlatter

Na doença de Osgood-Schlatter, o tubérculo tibial aumentado e inflamado é quase sempre sensível quando a pressão é aplicada.

Tratamento da Doença de Osgood-Schlatter

Alongamento do quadríceps em pé.

Alongamento do quadríceps em pé.

O tratamento da doença de Osgood-Schlatter se concentra na redução da dor e do inchaço. Isso normalmente requer limitar a atividade do exercício até que seu filho possa desfrutar de atividade sem desconforto ou dor significativa depois. Em alguns casos, o descanso da atividade é necessário por vários meses, seguido por um programa de condicionamento de força. No entanto, se o seu filho não tiver muita dor ou coxear, a participação nos esportes pode ser segura para continuar.

O seu médico pode recomendar métodos de tratamento adicionais, incluindo:

  • Exercícios de alongamento. Alongamentos para a frente e para trás da coxa (músculos do quadríceps e isquiotibiais) podem ajudar a aliviar a dor e prevenir o retorno da doença.
  • Medicação anti-inflamatória não-esteróide. Drogas como o ibuprofeno e naproxeno reduzem a dor e o inchaço.

Resultado

A maioria dos sintomas desaparecerá completamente quando a criança completar o surto de crescimento da adolescência, por volta dos 14 anos para as meninas e 16 anos para os meninos. Por esse motivo, a cirurgia raramente é recomendada. No entanto, a proeminência do tubérculo persistirá.

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Fisioterapia para Osgood-Schlatter

Fisioterapia para Osgood-Schlatter

O que é e como ocorre a Doença de Osgood-Schlatter ?

  • A lesão de Osgood-Schlatter envolve dor e inchaço na pequena saliência óssea na canela (tíbia) logo abaixo da rótula e afeta a área onde ocorre o crescimento ósseo. Muito estresse no osso em crescimento causa dor e inchaço. Essa dor é freqüentemente piorada com a atividade e facilitada pelo repouso.

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O que é Osgood-Schlatter

 

  • A principal causa da lesão de Osgood-Schlatter é muita tensão no tendão patelar. A tensão pode ocorrer pelo uso excessivo de esportes, surtos de crescimento ou alinhamento anormal nas pernas. Durante as atividades esportivas, o músculo quadríceps na parte frontal da coxa trabalha, puxando o tendão patelar, que por sua vez puxa a tuberosidade da tíbia. Se esta tensão é muito grande ou ocorre com muita freqüência enquanto o osso está se desenvolvendo, ele pode puxar a área de crescimento da tíbia. Durante os surtos de crescimento, o tendão pode não ser capaz de manter a taxa de crescimento ósseo na parte inferior da perna e pode ficar muito curto. Para o alinhamento anormal, as crianças que estão com os joelhos ou com os pés chatos mudam o ângulo formado entre o músculo quadríceps e o tendão patelar. Este ângulo coloca mais tensão na placa de crescimento da tuberosidade tibial.

O que a fisioterapia pode fazer por esse problema?

  • A primeira coisa que os fisioterapeutas abordam é aliviar os sintomas. Podemos usar gelo, calor, ultra-som ou estimulação elétrica para ajudar a controlar a inflamação e a dor
  • Em seguida, trabalhamos com flexibilidade, força e exercícios proprioceptivos para todos os músculos das pernas. Muitas vezes, isquiotibiais apertados e quadríceps colocam um atleta em risco de desenvolver lesões diferentes, portanto, é importante manter uma boa flexibilidade geral. Fortalecemos os músculos da parte inferior da perna e do core para garantir que o atleta tenha um bom equilíbrio muscular no joelho, quadril, tornozelo e núcleo. As atividades de equilíbrio também ajudam a ensinar o atleta a aprender onde seu corpo está no espaço e a usar todos os diferentes músculos das pernas juntos como uma equipe.
  • A educação postural e os exercícios também são importantes para abordar qualquer alinhamento anormal encontrado. Às vezes, ortóteses, ou inserções de sapato, são necessárias para ajudar a corrigir posições planas ou batidas
  • Finalmente, quando os sintomas diminuem, os terapeutas trabalham em atividades esportivas específicas e padrões de movimento, a fim de ajudar a melhorar a forma e reduzir a tensão no joelho durante esportes.

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Quiropraxia para o tratamento da dor ciática

Quiropraxia para o tratamento da dor ciática

Quiropraxia para o tratamento da dor ciática:

A dor ciática é um sintoma de um problema com o nervo ciático, que é um grande nervo que vai do menor de volta para baixo a parte de trás de cada perna. O nervo ciático controla os músculos na parte de trás do seu joelho e perna e proporciona sensação à parte de trás da coxa; a sola do seu pé e parte de sua perna. Quando sofrem de dor ciática, você tem dor, dormência, fraqueza ou formigamento. Ciática muitas vezes pode começar na parte inferior das costas e estender para baixo da perna, pé, ou em alguns casos, até mesmo para os dedos. Ciática é geralmente em apenas um lado do corpo.

A Quiropraxia para o tratamento da ciatalgia é uma das técnicas mais aceitas e amplamente praticadas para condições de dor lombar. A Quiropraxia centra seu tratamento nas costas e coluna vertebral. Um paciente pode considerar ir ao Fisioterapeuta para o tratamento da ciatalgia  profissionais de fisioterapia oferecem terapias não invasivas livre de drogas e para tratar a dor ciática. A quiropraxia envolve a crença de que o corpo tem o potencial de curar a si mesmo. Vários métodos, incluindo aconselhamento nutricional, tratamento de TENS, massagem terapêutica e exercícios para ciatalgia pode ser aplicado.

Antes de iniciar o tratamento o fisioterapeuta quiroprático faz perguntas sobre o histórico médico do paciente, realiza um exame físico e pode pedir um raio-x ou outro estudo de imagem, como uma ressonância magnética. Um exame detalhado faz parte da boa tratamento. Quiropraxia pode utilizar uma variedade de modalidades de tratamento, mas concentra-se principalmente sobre o uso de manipulação da coluna vertebral manuais específicos também chamados de quiroprática ou ajustes. A teoria da medicina quiroprática afirma que, para que o corpo seja otimizado para a saúde, as vias neurológicas deve permanecer aberto e sem impedimentos. Muitos praticantes de quiropraxia também pode usar várias outras formas de tratamento complementar, incluindo aconselhamento nutricional, tratamento de TENS, massagem terapêutica e exercícios para ciática. O plano de tratamento quiroprático geralmente inclui:

1. Ice / terapia fria: Esta técnica de tratamento utiliza gelo ou um pacote de frio para ajudar a reduzir a inflamação, para controlar a dor ciática.

2. manipulação da coluna vertebral (Ajustes): técnicas de manipulação da coluna vertebral são utilizados pelos praticantes de quiropraxia para realinhar a coluna vertebral. Partes da espinha desalinhadas pode causar inflamação, dor, espasmos musculares, e alguns outros sintomas de dor ciática. A manipulação da coluna ajuda a reduzir a irritabilidade nervosa. Isto também é chamado ajuste de quiroprática.

3. TENS (estimulação elétrica nervosa transcutânea): Este método utiliza uma unidade de TENS que transmite uma corrente elétrica indolor de nervos através da pele para ajudar a controlar a dor. pedaços de eletrodos pequenos são posicionados sobre ou perto da área dolorosa. Embora o equipamento utilizado no TENS , muitos pacientes são dados apenas uma pequena unidade portátil que pode ser ligado ao cinto. TENS ajuda no alívio de espasmos musculares, rigidez, e ajuda a melhorar a mobilidade e controle da dor por avisar o organismo a produzir endorfinas, que são analgésicos naturais do corpo.

4. O ultra-som: O tratamento pode também envolver um ultra-som que ao aumentar a circulação de sangue ajuda a reduzir os espasmos musculares, cólicas, inchaço, rigidez e dor. Ele é feito enviando ondas sonoras profundamente nos tecidos musculares, criando um calor suave que melhora a circulação e cura.

Quiropraxia para o tratamento da dor ciática

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Saiba tudo sobre o curso de Medicina da Unifran

Saiba tudo sobre o curso de Medicina da Unifran

Saiba tudo sobre o curso de Medicina da Unifran

Pensando em fazer Medicina? Veja como funciona o curso da Unifran o que se estuda quanto custa e como garantir uma vaga!

Medicina Unifran

Medicina é uma das graduações mais concorridas em vestibulares de todas as regiões do País. Na maioria das universidades é o curso que apresenta a maior relação de candidatos por vaga.

Toda esta procura não é à toa. A carreira em Medicina é uma das mais bem pagas do Brasil e ainda tem alta empregabilidade no mercado de trabalho. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) cerca de 97% dos médicos estão empregados.

Uma boa notícia para quem mora na região de Franca é que a Universidade de Franca (UNIFRAN) oferece a graduação em Medicina na cidade. Uma oportunidade e tanto para quem busca iniciar a carreira com ensino de qualidade.

A Unifran tem mais de 45 anos de tradição e é uma das instituições privadas mais bem conceituadas do estado de São Paulo.

A constante preocupação em oferecer uma infraestrutura moderna e metodologias de ensino atuais colocou a Unifran em destaque nas listas de melhores universidades do Brasil como o Guia do Estudante e o Ranking Universitário Folha (RUF).

Quer saber mais? Então veja a seguir o guia que preparamos com tudo sobre o curso de Medicina da Unifran: como funciona o que se estuda quanto custa e até como conseguir bolsas de estudo!

Como é o curso de Medicina da Unifran

Para que um curso de graduação tenha autorização do MEC para funcionar é preciso seguir algumas diretrizes em relação a conteúdos abordados carga horária mínima grau de formação dos professores obrigatoriedade ou não de estágio entre outros.

O principal objetivo do curso é formar médicos generalistas (clínicos gerais) com capacidade de atuar em diferentes níveis de atenção à Saúde.

A Unifran proporciona uma formação voltada aos fundamentos científicos e capacidades técnicas que um médico deve ter além de valores humanísticos envolvendo a prática da profissão.

A duração do curso de Medicina da Unifran é de seis anos e as aulas acontecem em período integral. A carga horária é intensa e é preciso muita dedicação aos estudos para acompanhar as aulas.

Os dois últimos anos são inteiramente dedicados ao estágio (ou internato médico).

O curso é do tipo bacharelado e é oferecido apenas na modalidade de ensino presencial.

O que se estuda no curso de Medicina da Unifran

A carga horária do curso de Medicina é intensa. O futuro profissional precisa entender como funciona todo o organismo humano desde as células que formam os tecidos até estruturas mais complexas como o sistema nervoso.

Para dar conta destes conhecimentos a Unifran oferece as seguintes disciplinas:

  • Concepção e Formação do Ser Humano
  • Funções Biológicas
  • Introdução ao Estudo da Medicina
  • Locomoção e Apreensão
  • Mecanismos de Agressão e Defesa
  • Metabolismo
  • Nascimento Crescimento e Desenvolvimento
  • Processo de Envelhecimento
  • Proliferação Celular

Além de entender o funcionamento do nosso corpo quando está saudável os futuros médicos devem conhecer quais doenças nos afetam e como devem ser tratadas. O estudo dessas patologias e condições acontece nas seguintes matérias:

  • Desordens Nutricionais e Metabólicas
  • Diarreia
  • Dispneia
  • Distúrbios Sensoriais
  • Doenças Resultantes da Agressão ao Meio Ambiente
  • Dor
  • Dor Abdominal
  • Dor Torácica e Edemas
  • Fadiga
  • Febre
  • Inflamação e Infecção
  • Manifestações Externas das Doenças e Latrogenias
  • Perda de Peso e Anemias
  • Perda de Sangue
  • Problemas Mentais e de Comportamento
  • Saúde da Mulher
  • Sexualidade Humana e Planejamento Familiar
  • Vômitos e Icterícia

Tudo que um médico precisa saber para cuidar de um paciente é visto durante a faculdade. Algumas disciplinas tratam especificamente de como o profissional deve lidar com as pessoas quais as perguntas certas a serem feitas como identificar sintomas e até como proceder em situações de emergência. Veja uns exemplos:

  • Abrangência das Ações de Saúde
  • Emergências
  • Cuidado em Saúde da Criança – Pediatria Geral e Neonatologia
  • Cuidado em Saúde do Adulto – Clínica e Cirurgia
  • Cuidado em Saúde da Mulher – Ginecologia e Obstetrícia
  • Cuidado em Saúde Mental e do Idoso
  • Cuidados na Atenção Básica – Vigilância
  • Urgências/Emergências no Adulto e Criança – Pronto Socorro

Além de aulas teóricas o curso conta com atividades práticas desde os primeiros semestres. O grau de complexidade destas atividades vai aumentando ao longo da graduação.

A Unifran tem convênio com a rede pública de saúde o que permite aos estudantes desenvolverem atividades práticas. Além disso oferece uma infraestrutura interna com centro cirúrgico e laboratórios de:

  • Anatomia
  • Biologia
  • Bioquímica
  • Farmácia
  • Histologia
  • Patologia
  • Práticas Integradas
  • Simulação Avançada

Durante os primeiros anos de curso parte da carga horária de cada semestre é dedicada à disciplina de Habilidades Médicas. É quando o estudante aprende técnicas importantes para a prática clínica como por exemplo:

  • Aferição de sinais vitais
  • Atendimento de urgência-emergência
  • Elaboração de diagnósticos
  • Execução de exames físicos (palpação inspeção ausculta etc.)
  • Preparo e administração de medicamentos
  • Técnicas cirúrgicas
  • Técnicas de coleta de sangue
  • Técnicas de comunicação com o paciente

Nos dois últimos anos o estudante deve realizar o estágio (ou internato médico). Durante este período atua em diferentes especialidades médicas atendendo pacientes de todas as idades.

Onde encontrar o curso de Medicina da Unifran

É importante lembrar que para atender pacientes prescrever medicamentos e realizar outras atividades os médicos devem ter registro profissional junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM). Esse registro só é concedido a quem tem diploma de bacharelado em Medicina em curso reconhecido pelo MEC.

A Unifran tem autorização do MEC para oferecer o curso de Medicina na cidade de Franca.

Confira o endereço:

Av. Dr. Armando Salles Oliveira 201 – Parque Universitário

Telefone: 0800 721 5844

Quanto custa estudar Medicina na Unifran

Além de ser muito procurado o curso de Medicina tem as mensalidades mais altas dentre todas as graduações.

Na Unifran o investimento inicial pode ficar em torno de R$ 6.600 ao mês. Este valor pode variar um pouco conforme a carga horária em que o estudante está matriculado naquele semestre.

Para saber quanto será investido ao longo de todo o curso entre em contato com o setor financeiro da Unifran.

Bolsas descontos e financiamento oferecidos pela Unifran

Se os custos para estudar Medicina não cabem no seu orçamento não desanime! Na Unifran existem algumas formas de economizar ou conseguir financiamentos para pagar o curso em parcelas menores e prazos mais longos.

Conheça as principais facilidades oferecidas pela Unifran:

ProUni – a Unifran participa do maior programa de bolsas de estudo do Brasil o ProUni. Todos os semestres são ofertadas bolsas integrais (100%) e parciais (50%) para diversos cursos inclusive Medicina. Para se inscrever é preciso ter feito a prova mais recente do Enem. O desempenho mínimo exigido é de 450 pontos na média das provas e nota maior que zero na redação. O ProUni tem também requisitos de escolaridade e renda.

FIES – O FIES é a linha de crédito estudantil do Governo Federal. Com esse programa é possível financiar o curso a juros baixos e começar a pagar a dívida só depois da formatura. O FIES exige que o candidato tenha feito qualquer edição do Enem a partir de 2010 e obtido um desempenho mínimo para participar além de cumprir requisitos de renda.

Como ingressar na Unifran

Existem alguns caminhos para conseguir uma vaga na Unifran. Confira:

Vestibular tradicional e agendado – as inscrições podem ser feitas pela internet e é preciso pagar uma taxa. No vestibular tradicional o candidato realiza a prova na data determinada pela universidade. Caso opte pelo agendado é o estudante quem escolhe o melhor dia local e horário para fazer o exame.

Transferência – A Unifran aceita estudantes já matriculados no curso de Medicina de outras instituições. Se este é o seu caso fique atento aos prazos de inscrição e à oferta de vagas para aquele semestre.

Para saber mais detalhes sobre o curso de Medicina acesse o site da Unifran.

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O que é a terapia Manual

O que é a terapia Manual

Curso de Terapia Manual 

Sera ministrado em Campinas a VI Turma do Curso de Terapia Manual

O curso conta com uma carga horaria de 20 horas/aula sendo 80% Prático

Todos os alunos ganham suas apostilas coloridas e certificado entregue ja ao final do curso.

Nesse Curso de Terapia Manual sera abordados os temas

Os principais conceitos das técnicas mais tradicionais da fisioterapia como o Maitland, Mulligan, Mobilização e Pontos Gatilhos.

Alem das técnicas serão abordados temas como testes específicos e Diferenciais da Coluna Vertebral.

Mais você pode estar vendo o conteúdo programático do Curso de Terapia Manual Clicando aqui.

O professor Andre Nogueira responsável por ministrar o Curso tem sua especialização em Músculo Esquelética realizada pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e seu Mestrado pela Universidade Nove de Julho

Curso Terapia Manual

Venha fazer sua curso com a CampCursos confira as próximas das datas  em  São Paulo o curso ira ocorrer dias 20 e 21 de Agosto em Campinas de 10 e 11 de Setembro e  Curitiba de 24 e 25 de Setembro

Corra pois nossas turmas são limitadas até no máximo de 16 alunos para o melhor aproveitamento do curso.

Ficou com alguma duvida?

Então ligue para nossa central de atendimento através do telefone 0800 878 3142 de qualquer telefone fixo ou para (11) 4063 3047; (19) 4062 9298 ou (51) 4063 9397

Mais você sabe o que é Terapia Manual?

As três formas mais notáveis da terapia manual são a manipulação, mobilização e massagem. Manipulação é a introdução engenhosa de uma rápida rotação, cisalhamento ou força de distração em uma articulação. Manipulação é muitas vezes associado a um som de estalo audível causado pela quebra instantânea de bolhas de gás que se formam durante a cavitação conjunta. A mobilização é um processo mais lento, mais controlada de articular e dos tecidos moles (miofascial) alongamento destina-se a melhorar a bio- elasticidade mecânica. A massagem é normalmente a fricção repetitiva, descascando ou amassar dos tecidos miofasciais para melhorar principalmente a dinâmica de fluidos intersticiais.

A diferenciação entre uma manipulação e mobilização do ponto de vista regulatório é que a mobilização pode ser interrompido a qualquer momento, caso o destinatário decidir renunciar o restante do procedimento. Por outro lado, uma manipulação não pode ser parado pelo praticante, uma vez iniciada.

A terapia manual pode ser definido de forma diferente (de acordo com a profissão descrevendo-o para fins legais) para indicar o que é permitido dentro de um escopo praticantes da prática. Dentro da profissão fisioterapia, terapia manual é definida como uma abordagem clínica utilizando especializados, as mãos sobre específicos de técnicas, incluindo mas não se limitando a manipulação / mobilização, usada pelo terapeuta físico para diagnosticar e tratar os tecidos moles e as estruturas comuns com o propósito de modulação da dor; aumentar a amplitude de movimento (ADM); reduzir ou eliminar a inflamação dos tecidos moles; induzir o relaxamento; melhorar contráctil e não-contráctil a reparação de tecidos, extensibilidade, e / ou a sua estabilidade; facilitando o movimento; e melhorar a função.

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Conheça sobre o Manguito Rotador e suas Funções

Conheça sobre o Manguito Rotador e suas Funções

 Quais são as funções do Manguito Rotador?

O Manguito Rotador é responsável por fornecer estabilidade ao ombro e permitir movimentos centrados no ombro, como elevar os braços para trás, movimento de abdução/adução e rotação interna/externa. A função do Manguito Rotador impede que as articulações se desloquem muito durante os movimentos, garantindo assim segurança para os ombros.

No corpo humano, o manguito rotador é uma unidade anatômica funcional localizada na extremidade superior .

Sua função está relacionada à articulação glenoumeral, onde os músculos do manguito funcionam tanto como executores dos movimentos da articulação quanto como estabilizadores da articulação.

As lesões do manguito rotador interferem na função da articulação glenoumeral e correspondem à incapacidade de realizar os movimentos associados a esta articulação.

Fatos principais
Músculo supraespinhal Origem : fossa supraespinhal da escápula
Inserção : tubérculo maior do úmero
Inervação : nervo supraescapular (C4, C6)
Função : iniciação da abdução do braço até 15° na articulação glenoumeral; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.
Músculo infraespinhal Origem : fossa infraespinhal da escápula
Inserção : tubérculo maior do úmero
Inervação : nervo supraescapular (C5, C6)
Função : rotação externa do braço na articulação glenoumeral; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.
músculo redondo menor Origem : margem lateral da escápula
Inserção : tubérculo maior do úmero
Inervação : nervo axilar (C5, C6)
Função : rotação externa e adução do braço na articulação glenoumeral; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.
músculo subescapular Origem : dois terços mediais da fossa subescapular
Inserção : tubérculo menor do úmero
Inervação : nervos subescapulares superior e inferior (C5, C7)
Função : rotação interna do braço; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.

O seguinte artigo descreve a anatomia, incluindo as origens e inserções, juntamente com a função e patologias do manguito rotador.

Conteúdo
  1. Origens e inserções
    1. músculo subescapular
    2. músculo redondo menor
    3. Músculo supraespinhal
    4. Músculo infraespinhal
    5. Mnemônico
  2. Funções
  3. Aspectos clínicos
  4. Fontes

Origens e inserções

Todos esses músculos se originam da escápula e se inserem no úmero 

Inserções, inervação e funções dos músculos do manguito rotador.

Músculo subescapular

O músculo subescapular é muito importante para a rotação interna do úmero. Origina-se da fossa subescapular e se insere no tubérculo menor do úmero.

 

Músculo redondo menor

Musculo redondo menor o do manguito rotador

O músculo redondo menor se origina na borda lateral da escápula  e se insere no tubérculo maior do úmero .

Músculo supraespinhal

Musculo Suprespinhal do Manguito Rotador

O músculo supraespinal tem origem na fossa supraespinal e se insere no tubérculo maior do úmero – semelhante ao músculo redondo menor.

Músculo infraespinhal

Musculos Infraespinho do Manguito rotador

O quarto músculo do manguito rotador é o músculo infraespinal . Origina-se na fossa infraespinhal da escápula e também se insere no tubérculo maior .

Funções

A principal função do manguito rotador é estabilizar e centralizar a cabeça do úmero na cavidade articular, a cavidade glenóide. Além disso, os músculos apertam a cápsula articular evitando uma pinça durante os movimentos do ombro .

O manguito rotador sempre aparece nas questões do exame! Certifique-se de estar preparado para perguntas sobre seus anexos, inervações e funções com nosso gráfico de revisão da anatomia muscular da extremidade superior.

O músculo subescapular é um poderoso rotador interno que também suporta o braço durante abdução e adução. A função do músculo redondo menor consiste principalmente na rotação externa  e adução do braço.

O músculo supraespinhal inicia a  abdução do braço. Finalmente, o músculo infraespinhal é um forte rotador externo e também auxilia na abdução e adução.

Função do Manguito Rotador

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o que é PEIM – procedimento estético injetável em microvasos

o que é PEIM – procedimento estético injetável em microvasos

PEIM – procedimento estético injetável em microvasos para veias varicosas e aranha

O  procedimento estético injetável em microvasos é um procedimento comprovado que está em uso desde a década de 1930.

PEIM - procedimento estético injetável em microvasos

Candidatos à procedimento estético injetável em microvasos

Você não é elegível se estiver grávida . Você pode ter escleroterapia se você tomar pílulas anticoncepcionais . Se você teve um coágulo de sangue no passado, sua elegibilidade será decidida individualmente e dependerá da saúde geral da área que precisa de tratamento, bem como o motivo do coágulo.

As veias que são potencialmente utilizáveis ​​para a futura cirurgia cardíaca geralmente não serão consideradas para escleroterapia, a menos que já sejam consideradas inutilizáveis.

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Como é feita PEIM – procedimento estético injetável em microvasos

Na maioria dos casos de escleroterapia, a solução de sal é injetada através de uma agulha muito fina diretamente na veia. Neste ponto, você pode sentir desconforto suave por um a dois minutos, especialmente quando as veias maiores são injetadas. O procedimento em si leva aproximadamente 15 a 30 minutos.

O número de veias injetadas em uma sessão depende do tamanho e localização das veias, bem como da condição médica geral do paciente.

A escleroterapia é realizada no consultório e exige que você não faça atividade aeróbia durante alguns dias após o procedimento.

O que é PEIM

Efeitos colaterais da PEIM – procedimento estético injetável em microvasos

Você pode experimentar certos efeitos colaterais após a escleroterapia. Existem efeitos mais leves, como a coceira , que pode durar um ou dois dias após o procedimento. Além disso, você pode experimentar áreas vermelhas levantadas no local da injeção. Estes devem desaparecer dentro de alguns dias. Os contusões também podem ocorrer em torno do local da injeção e podem durar vários dias ou semanas.

Outros efeitos colaterais PEIM – procedimento estético injetável em microvasos incluem:

  • As veias maiores que foram injetadas podem se tornar grumosas e difíceis e podem exigir vários meses para se dissolver e desaparecer.
  • Linhas ou manchas castanhas podem aparecer no local da veia. Na maioria dos casos, eles desaparecem dentro de três a seis meses, mas também podem durar indefinidamente.
  • Neovascularização – o desenvolvimento de vasos sanguíneos novos e minúsculos – pode ocorrer no local do tratamento de escleroterapia. Estas pequenas veias podem aparecer dias ou semanas após o procedimento, mas devem desaparecer dentro de três a doze meses sem tratamento adicional.

Se algum dos efeitos secundários seguintes ocorrerem, contacte imediatamente o seu médico. Esses incluem:

  • Inflamação dentro de cinco centímetros da virilha
  • Um início repentino de uma perna inchada
  • Formação de pequenas úlceras no local da injeção

As reações alérgicas ao fluido que é injetado podem ocorrer no momento da injeção e raramente são graves. Se você tem uma história de alergias , você tem uma maior chance de experimentar uma reação alérgica aos agentes. Uma reação alérgica menor causará coceira e inchaço. Para evitar complicações graves, seu médico provavelmente testará os agentes em uma área pequena antes de aplicar as soluções em uma área maior.

Se você tiver alguma dúvida ou dúvida após este procedimento, entre em contato com seu médico.

O que acontece após realizar o PEIM – procedimento estético injetável em microvasos

Após a escleroterapia, você poderá dirigir-se para casa e retomar suas atividades diárias regulares. Andar é encorajado.

Você será instruído a usar calçado de apoio para “comprimir” os vasos tratados. Se você tem molho de compressão de tratamentos anteriores, você é encorajado a trazê-los com você para ter certeza de que eles ainda possuem compressão adequada. As meias de suporte da loja de departamento não serão adequadas se for necessária uma meia de compressão pesada. O consultório do seu médico pode recomendar onde comprar meias de compressão pesada .

Após as injeções, evite aspirina, ibuprofeno ou outros medicamentos antiinflamatórios durante pelo menos 48 horas. Tylenol pode ser usado se necessário.

Além disso, você deve evitar o seguinte durante 48 horas após o tratamento:

  • Banhos quentes
  • Compressas quentes
  • Saunas
  • Exposição direta à luz solar

Os locais de injeção podem ser lavados com um sabão neutro e água morna.

Eficácia do PEIM – procedimento estético injetável em microvasos

Estudos têm demonstrado que cerca de 50% a 80% das veias injetadas podem ser eliminadas com cada sessão de escleroterapia. Menos de 10% das pessoas que possuem escleroterapia não respondem às injeções. Nesses casos, soluções diferentes podem ser testadas. Embora este procedimento funcione para a maioria dos pacientes, não há garantias de sucesso.

Em geral, as veias de aranha respondem em três a seis semanas, e as veias maiores respondem em três a quatro meses. Se as veias respondem ao tratamento, elas não reaparecerão. No entanto, novas veias podem aparecer à mesma taxa que antes. Se necessário, você pode retornar para injeções.

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O que é Manipulação de Tecidos Moles?

O que é Manipulação de Tecidos Moles?

Os tecidos moles incluem, músculos, tendões, ligamentos e nervos.

Manipulação dos tecidos moles abrange uma gama de tratamentos que visam melhorar a mobilidade dos tecidos moles, imóveis rígidos e aqueles com má circulação devido à inatividade ou aumento da tensão. É também utilizado para a mobilização de tecido cicatricial, impedindo assim a longo prazo de recorrência da inflamação.

Será que vai doer?

Algumas técnicas de manipulação dos tecidos moles pode ser bastante desconfortável como o fisioterapeuta move os tecidos afetados, especialmente se eles são muito apertado, ou estruturas muito profundas. Se você manter o seu fisioterapeuta informados durante toda a sessão, eles serão capazes de orientar o tratamento a um nível que você é capaz de tolerar. Nós nunca vai fazer qualquer tratamento sem o seu consentimento.

Vou ter que remover a roupa?

O fisioterapeuta terá de ver a pele da área a ser tratada. Se você concordar em ter a manipulação dos tecidos moles, você deve trazer roupa que fará exame e tratamento da área mais confortável para você. O fisioterapeuta, às vezes precisa usar o creme ou óleo para evitar o atrito e dor da pele durante o tratamento. Certifique-se de que você deixe o fisioterapeuta saber se você tem algum tipo de alergia de pele, ou se você é intolerante a certos óleos ou cremes.

Quem faz a manipulação dos tecidos moles?

Um fisioterapeuta qualificado.

Quantas sessões eu vou ter?

Isso varia e dependerá das conclusões no momento da sua avaliação e será acordado com o seu fisioterapeuta, após avaliação.

Vou estar recebendo massagem?

A massagem é uma forma de manipulação dos tecidos moles que podem ser dada dentro do departamento após discussão e aprovação por um fisioterapeuta qualificado. A massagem é sempre apenas oferecido quando se pensa que ele irá contribuir para um bom benefício a longo prazo. Na maioria dos casos, exercícios sob a forma de um plano de exercícios em casa são recomendados como uma maneira mais eficiente e benéfica de gerir os sintomas a longo prazo. Massagem raramente remove a causa da dor e por isso raramente é recomendada como a primeira opção de tratamento.

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