Curso de Botox, Toxina Botulínica e Preenchedores em Porto Alegre

Curso de Botox, Toxina Botulínica e Preenchedores em Porto Alegre

ARTIGO DE REVISÃO

Toxina Botulínica do Tipo A: mecanismo de ação

Resumo

Neste trabalho de revisão, são abordados inicialmente aspectos históricos das pesquisas para a obtenção e utilização da toxina botulínica do tipo A (BoNT/A), inicialmente como arma biológica e depois como medicamento. Em seguida descreve-se detalhadamente a estrutura e síntese da BoNT/A, com ênfase às cadeias leve e pesada para na seqüência descrever-se o mecanismo de ação. O mecanismo de ação é explorado nos seus aspectos de relaxamento muscular sobre músculos estriados (inibição da liberação de acetilcolina) e ação sobre o reflexo de estiramento medula; ação antinociceptiva, através do bloqueio da liberação de peptídeos relacionados com a dor e sobre o sistema nervoso autônomo, atuando sobre glândulas (salivar, sudorípara e lacrimal) e sobre bexiga e próstata. Ainda discute-se os efeitos diretos e indiretos da BoNT/A sobre o Sistema Nervoso Central, os aspectos relacionados à antigenicidade quando utilização deste recurso terapêutico e as direções futuras para este recurso.

Palavras-chave: toxina botulínica tipo A, sistema nervoso central/efeitos de drogas, literatura de revisão como assunto

INTRODUÇÃO

As Neurotoxinas Botulínicas (NTB) são produzidas pela bactéria anaeróbia Clostridium botulinum e são consideradas as toxinas mais potentes conhecidas. Sua alta toxicidade aliada a mecanismos de ação extremamente específicos lhes confere características únicas de alta periculosidade, por um lado, associada á altíssima utilidade nas ciências médicas, por outro.1

O uso de toxinas biológicas, agentes infecciosos e venenos químicos para matar inimigos não é uma novidade. Durante séculos populações nativas de várias regiões utilizaram toxinas obtidas de plantas e venenos de anfíbios para aumentar a letalidade de suas armas.2 A utilização das NTB como armas biológicas começou a mais de 60 anos atrás pelos Japoneses, através do Biological Warfare Group – Unit 731, que conduziu experimentos em prisioneiros de guerra para determinar a letalidade da ingestão do Clostridium botulinum.2

Devido á sua extrema alta potência as NTB foram utilizadas, durante a II Guerra Mundial, por ambos os lados, ForçasAliadas e Forças do Eixo, no sentido de avaliar o seu potencial como arma biológica.3

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Os Estados Unidos foram os primeiros a produzir a Toxina Botulínica do Tipo A(BoNT/A) durante a II Guerra Mundial em resposta a suspeita da utilização desta arma biológica pelos alemães. Mais tarde os soviéticos produziram amplos estoques de BoNT/A como arma biológica. Irã, Iraque, Síria e Coréia do Norte também são suspeitos de estarem envolvidos neste tipo de produção. O Iraque admitiu oficialmente, em 1995, ter produzido 19.000 de litros de concentrado de toxina botulínica, o que seria suficiente para matar 3 vezes toda a população mundial. Acredita-se que 10.000 litros deste concentrado tenham sido transformados em armas biológicas e acondicionados para distribuição.2

Apesar das dificuldades associadas á dissociação da BoNT/A na forma de aerossol, um ataque desta natureza sobre a população civil poderia causar um grande número de casos fatais (estima-se 10% de morte em um raio de 500ms á partir do ponto de dispersão do produto). A dose letal da BoNT/A para humanos na forma inalada é de 0.7-0.9µg (ou 0.001 µg/kg). Ela é 15.000 vezes mais potente que o Agente Nervoso VX e 10.000 vezes mais tóxica que o Agente Nervoso Sarin, dois dos mais comuns agentes nervosos organofosforados.2 Um único grama de BoNT/A, apropriadamente distribuída, em condições ambientais ideais, é capaz de matar um milhão de pessoas.2

Não obstante o uso de armas biológicas terem sido formalmente encerrado com a assinatura da Convenção para Armas Biológicas em 1972, fatos recentes no Oriente Médio confirmam a utilização das NTB pelas forças militares do Iraque durante a Guerra do Golfo.4

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As NTB, quando não utilizadas na forma de armas biológicas ou de medicamentos, podem provocar quadros de botulismo em humanos tendo como etiologia a ingestão de alimentos contaminados, a infecção de feridas ou ainda colonização intestinal de recém-nascidos.1 O botulismo passou a ser um problema de saúde pública a partir do século 19 com o advento da conservação de alimentos, porém com as modernas práticas de preparação industrial de alimentos, o botulismo passou a ser uma ocorrência rara e por este motivo não há necessidade de vacinação da população geral.1 Já a população militar, devido ao seu risco intrínseco, é normalmente vacinada.
Após a contaminação, os sintomas de botulismo aparecem com 24-36horas, porém se a porta de entrada são feridas infectadas, estes sintomas podem demorar vários dias. O diagnóstico é baseado na observação clínica e na história natural da doença. Uma paralisia flácida, simétrica e descendente é característica, associada a boca seca, náuseas e diarréia. O botulismo é normalmente suspeitado quando aparecem sinais de disfunção de pares de nervos cranianos, que tipicamente se iniciam pelos olhos com visão borrada, diplopia, seguida de disartria, disfagia e falência respiratória pelo comprometimento do diafragma.2

A confirmação diagnóstica é realizada através de procedimentos laboratoriais que incluem a incubação de culturas anaeróbicas, testes de toxicidade do soro e exame eletroneuromiográfico. O diagnóstico diferencial deve ser feito com Síndrome de Guillain-Barré, polineuropatias inflamatórias agudas e intoxicação por magnésio. Feito o diagnóstico, o tratamento é realizado com soro anti-botulismo e a recuperação ocorre em torno de 2 semanas.2

Já o desenvolvimento das NBT como medicamentos iniciou-se em 1981 com a descrição da injeção de BoNT/A nos músculos dos olhos para o tratamento do estrabismo. Em 1989, após exaustivos testes laboratoriais e clínicos, o Food and Drug Administration (FDA) aprova o uso terapêutico de BOTOX, Allergan Inc., Irvine, Califórnia, USA, para o tratamento do estrabismo, blefaroespasmo e espasmo hemifacial. Em 2000 o FDA aprova BOTOX e a toxina B (MyoblocTM, Elan Pharmaceuticals Inc., Morristown, NJ, USA) para distonia e BOTOX Cosmetic para linhas faciais hipercinéticas.5

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Este tipo de curso de curta duração também dá ao aluno qualificação superior como as faculdades tradicionais. Em um curso tecnológico o estudante que se forma recebe o título de Tecnólogo. São cursos criados para atender às necessidades do mercado de trabalho por mão-de-obra de nível superior. Por isso quem se forma em graduações tecnológicas tem alta empregabilidade.

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A duração dos cursos superiores tecnológicos varia entre 1.600 e 2.400 horas sendo que os mais curtos com duração de dois anos são os seguintes:

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Exército abre três Processos Seletivos na 7ª Região Militar

Exército abre três Processos Seletivos na 7ª Região Militar

O Exército Brasileiro, por meio do Comando da 7ª Região Militar, anunciou a abertura de três processos seletivos para credenciamento de candidatos para atuação por tempo determinado. Esses processos seletivos abrangem os Estados de Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, oferecendo oportunidades em diversas áreas, incluindo a Fisioterapia. A participação de fisioterapeutas nessas seleções representa uma porta de entrada para a carreira militar temporária, permitindo a atuação profissional em unidades do Exército.

Processos seletivos na 7ª Região Militar

O primeiro edital é destinado à seleção de Estagiários de Serviço Técnico (EST), Básico de Sargento Temporário (EBST) e Básico de Cabo Temporário (EBCT), exigindo formação de níveis fundamental, médio/técnico ou superior. As vagas contemplam diversas funções, com incorporação prevista para as cidades de Recife (PE), São Bento do Una (PE), Garanhuns (PE), Petrolina (PE), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB), Natal (RN), Caicó (RN) e Maceió (AL).

Funções para oficiais técnicos temporários

Para o cargo de Aspirante a Oficial/Oficial Técnico Temporário, são exigidas formações de nível superior em áreas como Administração, Arquitetura, Direito, Enfermagem, Engenharias, Fisioterapia, Nutrição, Psicologia, entre outras. A inclusão da Fisioterapia nesse rol demonstra o reconhecimento da importância do profissional fisioterapeuta no contexto militar, podendo atuar na reabilitação de militares, prevenção de lesões e promoção da saúde.

Funções para sargentos técnicos temporários

Para 3º Sargento Técnico Temporário, as oportunidades são para candidatos com formação técnica em áreas como Enfermagem, Radiologia, Informática, Edificações, entre outras. Esses profissionais desempenham atividades de suporte técnico essenciais para o funcionamento das unidades militares.

Funções para cabos especialistas temporários

O cargo de Cabo Especialista Temporário exige formação de nível fundamental ou médio, com funções como Motorista, Cozinheiro, Pedreiro, Operador de Máquinas, entre outras. Essas vagas são fundamentais para a manutenção da infraestrutura e logística das organizações militares.

Estágios para estudantes da área da saúde

O segundo e o terceiro processos seletivos são voltados para o cadastramento de estudantes das áreas de Medicina, Farmácia, Odontologia e Medicina Veterinária, para estágios obrigatório e voluntário. As designações podem ocorrer em cidades da Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte. Para participar, é necessário estar matriculado no último semestre do curso ou ter concluído a graduação no primeiro período do ano. Os aprovados serão incorporados como Guarda-Marinha, Aspirante a Oficial, 2º Tenente Temporário ou Aspirante Temporário.

Inscrições e etapas de classificação

As inscrições para o processo seletivo de Oficial Técnico Temporário, 3º Sargento Técnico Temporário ou Cabo Especialista Temporário devem ser realizadas pelo site www.7rm7de.eb.mil.br, entre os dias 16 de agosto de 2015 e 5 de setembro de 2015. Para o estágio voluntário, as inscrições ocorrem de 16 a 31 de agosto de 2015, também pelo site da 7ª RM. Já para o estágio obrigatório, as inscrições devem ser efetuadas de 8 de setembro de 2015 a 14 de outubro de 2015, conforme datas definidas para cada guarnição. Os detalhes podem ser conferidos nos editais disponíveis no site.

As etapas de classificação incluem Avaliação Curricular, Entrevista, Inspeção de Saúde e Exame de Aptidão Física. Essas fases são comuns em processos seletivos militares e visam selecionar candidatos com perfil adequado para o serviço temporário. Para o fisioterapeuta interessado, é importante preparar a documentação comprobatória da formação e experiência profissional, além de manter a condição física adequada para o exame de aptidão.

A atuação como fisioterapeuta no Exército pode envolver a reabilitação de lesões musculoesqueléticas, a prevenção de distúrbios relacionados à atividade militar e a promoção da saúde dos militares. Embora o conteúdo original não detalhe as atribuições específicas, a presença da Fisioterapia entre as áreas de nível superior indica a demanda por esse profissional. Curso de Crochetagem Para se preparar para essa oportunidade, é recomendável que o fisioterapeuta busque atualização em áreas como terapia manual e reabilitação traumato-ortopédica, comuns no contexto militar.

Em resumo, os processos seletivos da 7ª Região Militar representam uma oportunidade para profissionais de diversas áreas, incluindo a Fisioterapia, ingressarem temporariamente no Exército Brasileiro. A leitura atenta dos editais e o cumprimento dos prazos são essenciais para a participação.

Perguntas frequentes

Quais áreas de nível superior são contempladas no processo seletivo para Oficial Técnico Temporário?

O edital lista diversas áreas, incluindo Administração, Arquitetura, Direito, Enfermagem, Engenharias, Fisioterapia, Nutrição, Psicologia, entre outras.

Quais são as etapas de classificação dos processos seletivos?

As etapas incluem Avaliação Curricular, Entrevista, Inspeção de Saúde e Exame de Aptidão Física.

Em quais cidades há oportunidades de incorporação?

As vagas são para Recife, São Bento do Una, Garanhuns, Petrolina (PE); João Pessoa, Campina Grande (PB); Natal, Caicó (RN); e Maceió (AL).

Quais os requisitos para participar dos estágios em saúde?

É necessário estar matriculado no último semestre do curso ou ter concluído a graduação no primeiro período do ano, nas áreas de Medicina, Farmácia, Odontologia ou Medicina Veterinária.