Brigham and Women's Carpal Tunnel Questionnaire Ir para: navegação, pesquisa

Brigham and Women's Carpal Tunnel Questionnaire

Objetivo

O propósito do teste: Em 1993, Levine et al desenvolveram a escala de gravidade dos sintomas do Hospital Brigham and Women (SSS) e a Escala de Status Funcional (FSS) para medir a gravidade dos sintomas e o status funcional em pacientes com síndrome do túnel do carpo [1] .

População Pretendida

Levine et al [1]

  • Objetivo deste estudo: desenvolvimento do SSS e FSS e avaliar a confiabilidade, validade e capacidade de resposta à mudança clínica
  • 77 pts com CTS foram incluídos neste estudo, 39 avaliados no pré-operatório e 1 ano após a liberação do túnel do carpo (CTR), 28 foram gerenciados não op
  • 17 homens, 50 mulheres, 9 pt recebendo indenização de trabalhador
  • idade mediana 57
  • duração mediana dos sintomas: 18 meses

Amadio et al [2]

  • Objetivo deste estudo: comparar a responsividade do SSS e FSS à mudança clínica para os seguintes questionários genéricos: o DASH, AIMS2, e o SF-36 e para os achados do exame clínico e testes eletrofisiológicos
  • 22 pt com CTS, avaliado 1 dia antes e 3 meses após CTR
  • todos os pacientes falharam com terapia não op
  • média de idade 60

Katz et al [3]

  • Objetivo deste estudo: comparar a confiabilidade, a validade e a capacidade de resposta do SSS e do FSS em receptores e não beneficiários da remuneração do trabalhador
  • 268 pts, 155 comp de trabalho, SSS e FSS foram medidos no pré-operatório CTR e 6 meses após o CTR
  • 197 mulheres, 71 homens
  • média de idade: 40
  • duração média dos sintomas: work comp 2.2 mo, non work comp 5.6 mo

Ozyurekoglu et al [4]

  • Objetivo deste estudo: calcular o MCID do SSS em pacientes com STC
  • 28 pts incluídos, os resultados do SSS foram analisados ​​antes de uma injeção no túnel do carpo e 3 meses após a injeção do túnel do carpo
  • 19 mulheres, 9 homens, nenhuma reivindicação de compensação de trabalhadores
  • média de idade: 38
  • critérios de inclusão: c / o dormência da mão intermitente e acordar à noite devido a dormência, sem tratamento prévio da STC

Método de Uso

Construções ou itens que o teste foi projetado para medir: O SSS e o FSS são questionários auto-administrados que foram projetados para medir a gravidade dos sintomas e o status funcional em pacientes com STC. [1] O SSS consiste em 11 questões baseadas em seis domínios considerados críticos por especialistas para avaliar a STC: dor, parestesia, dormência, fraqueza, sintomas noturnos e sobre todo o status funcional. O FSS contém 8 atividades funcionais que são comumente afetadas pela STC e que são realizadas por uma ampla variedade de pacientes. [1]

Evidência

Confiabilidade

Levine et al [1] : Confiabilidade teste-reteste: os pesquisadores mediram pontuações no SSS e na FSS com 2 dias de intervalo e calcularam os coeficientes de correlação de Pearson: SSS foi 0,91 FSS foi 0,93 (excelente)
Consistência interna: SSS Chronbach alpha 0,89, FSS Chronbach alpha 0,91

Katz et al [3] : Consistência interna: SSS Chronbach alpha para o grupo não trabalho comp foi de 0,89, trabalho comp grupo 0,89
FSS Chronbach alpha para o grupo non work comp foi 0,88, trabalho comp grupo 0,89

Validade

Levine et al afirmaram que “não há mensuração universalmente aceita da gravidade dos sintomas ou do status funcional da mão. [1] ”Portanto, eles examinaram a validade avaliando medidas objetivas tradicionais de incapacidade e comprometimento encontradas em pacientes com STC: aperto, força de pinça, condução nervosa mediana, discriminação de 2 pontos e teste de monofilamento de Semmes Weinstein. No entanto, como esperado, eles encontraram correlações fracas como modificadas porque o SSS e o FSS medem a incapacidade que não é normalmente capturada por descobertas objetivas. Como os achados objetivos em pacientes com STC geralmente não se correlacionam com melhora funcional e de sintomas, esses pesquisadores também analisaram a validade observando a satisfação do paciente. Maior satisfação com os resultados correlacionados com maior melhoria nos escores SSS e FSS. [1]

Coeficientes de Spearman de Levine et al [1] :
Força de Aderência Força de aperto Discriminação de 2 pontos Semmes Weinstein

Pt. Satisfação

(pacientes no

coorte retrospectiva)

Pt. Satisfação

(pacientes no

coorte prospectivo)

SSS 0,38 (p <0,05) 0,47 (p <0,01) 0,15 0,17 0,52 (p = 0,0007) 0,50 (p <0,01)
FSS 0,50 (p <0,001) 0,60 (p <0,001) 0,42 (p <0,01) 0,24 0,29 (p = 0,09) 0,54 (p <0,01)

Amadio et al avaliaram pacientes pré e pós-operatório e mediram os seguintes achados objetivos: sensação, força de preensão, força de pinça, destreza e movimento. [2] Seus resultados constataram que a única descoberta objetiva melhorou após uma CTR ser destreza. Nenhuma outra medição física melhorou apesar de melhorias significativas no SSS e FSS. [2] Esses achados apóiam as afirmações feitas por Levine e colaboradores de que estabelecer a validade do SSS e do FSS não pode ser baseado somente em descobertas objetivas, uma vez que as melhorias nos sintomas e função nem sempre se correlacionam com uma alteração nos achados objetivos.

Katz et al avaliaram a validade observando a satisfação do paciente, percepção de melhora na qualidade de vida e percepção de melhora dos sintomas. [3] Os seguintes coeficientes de Spearman foram relatados por Katz et al [3] :

Satisfação do paciente Melhoria percebida na qualidade de vida melhora percebida nos sintomas
banheiro NWC banheiro NWC banheiro NWC
SSS 0,69 0,37 0,68 0,37 0,59 0,31
FSS 0,55 0,21 0,54 0,41 0,48 0,19

WC- pacientes recebendo compensação de trabalhador, pacientes NWC não recebendo compensação de trabalhador

Responsividade

Levine et al [1]

  • A satisfação do paciente pós-operatório de CTR foi altamente correlacionada com melhorias no SSS e mod correlacionada com uma melhoria no FSS
  • 38 pts avaliados retrospectivamente significam SSS pré-operatório de 3,4 e 1,9 pós-operatório, tamanho de efeito 1,4; significa FSS 3.0 pré-operatório e 2.0 pós-operatório, tamanho do efeito 0.82
  • 28 pts avaliados prospectivamente significa SSS pré-operatório foi 3,1 e 2,0 pós-operatório, tamanho do efeito 1,13; Média FSS 32.7 pré op e 2.1 pós op, tamanho de efeito 0.71

Amadio et al [2]

  • O SSS e o FSS mostraram uma mudança significativa p <0,01 na direção do melhor estado de saúde do pré-operatório ao pós-operatório.
  • O SSS e FSS foram encontrados para ser mais sensível à mudança clínica do que todos os achados do exame clínico, incluindo testes eletrofisiológicos e o DASH, AIMS2 e o SF-36

Diferença Clínica Importante Mínima (MCID)

O MCID é a menor quantidade de mudança entre dois escores de medida de resultado que tem significado clínico para um paciente. Ozyurekoglu et al determinaram o MCID do SSS usando uma curva ROC e analisando a relação entre os escores de mudança no SSS e o resultado clínico de uma injeção no túnel do carpo. O resultado clínico de cada injeção foi considerado satisfatório se o paciente estivesse satisfeito com seus resultados e não necessitasse de cuidados adicionais. [4]

O MCID do SSS foi determinado como sendo 1,04 neste estudo. Para fins práticos, os pesquisadores sugerem usar 1.0 como o MCID. [4]

O MCID do FSS não foi determinado.

Sugestões para Uso na Clínica

As escalas SSS e FSS podem ser usadas para monitorar a gravidade dos sintomas e o status funcional em pacientes com STC. Estudos têm mostrado que os achados objetivos em pacientes com STC nem sempre se correlacionam com melhorias nos sintomas e função, portanto, o SSS e FSS podem ser ferramentas muito valiosas para avaliar a capacidade de resposta de um paciente às intervenções do túnel do carpo. [1][2] Atualmente, não há pesquisas que foram conduzidas no MCD, mas o MCID foi encontrado para ser 1.0.4 O SSS e FSS foram encontrados para ser confiável e válido em pacientes com CTS tratados não-operatório e pós-operatório. [1][3] O SSS e o FSS também foram incluídos como parte de uma regra de previsão clínica para o diagnóstico da síndrome do túnel do carpo. [5]

Links

Levine DM, Simmons BP, Koris MJ, Daltroy LH, Hohl GG, Fossel AH, Katz JN. Um questionário auto-administrado para a avaliação da gravidade dos sintomas e estado funcional na síndrome do túnel do carpo. J Bone Joint Surg Am. 1993; 75: 1585-1592. http://www.ejbjs.org/cgi/reprint/75/11/1585

Referências

  1. Levine DM, Simmons BP, Koris MJ, Daltroy LH, Hohl GG, Fossel AH, Katz JN. ↑ 1,001,011,021,031,041,051,061,071,081,091,10 Levine DM, Simmons BP, Koris MJ, Daltroy LH, Hohl GG, Fossel AH, Katz JN. Um questionário auto-administrado para a avaliação da gravidade dos sintomas e estado funcional na síndrome do túnel do carpo. J Bone Joint Surg Am. 1993; 75: 1585-1592
  2. Amadio PC, Silverstein MD, Ilstrup DM, Schleck BS, Jensen LM. ↑ 2,02,12,22,32,4 Amadio PC, Silverstein MD, Ilstrup DM, Schleck BS, Jensen LM. Avaliação de Resultados para Cirurgia do Túnel do Carpo: A Capacidade de Resposta Relativa de Medidas Genéricas, Específicas de Artrite, Específicas de Doenças e Exames Físicos. JHand Surg (Am). 1996; 21A: 338-346.
  3. Katz JN, Punnett L, Simmons BP, Fossel AH, Mooney N, Keller RB. ↑ 3.03.13.23.33.4 Katz JN, Punnett L, Simmons BP, Fossel AH, Mooney N e Keller RB. Beneficiários de compensação do trabalhador com síndrome do túnel do carpo: a validade das medidas de saúde autorreferidas. Sou J Saúde Pública. 1996; 86 (1): 52-56
  4. Ozyurekoglu T, McCabe S, Goldsmith LJ, LaJoie AS. ↑ 4.04.14.2 Ozyurekoglu T, McCabe S, Goldsmith LJ, LaJoie AS. A diferença minimamente clinicamente importante da Síndrome do Túnel do Carpo Escala de gravidade dos sintomas. J Hand Surg (Am). 2006; 31 (5): 733-738.
  5. Wainner RS, Fritz JM, Irrgang JJ, Delitto A, Allison S, Bonninger M. Development of a Clinical Prediction Rule for the Diagnosis of Carpal Tunnel Syndrome. ↑ Wainner RS, Fritz JM, Irrgang JJ, Delitto A, Allison S, Bonninger M. Desenvolvimento de uma Regra Clínica de Previsão para o Diagnóstico da Síndrome do Túnel do Carpo. Arch Phys Med Rehab. 2005; 86 (4): 609-618

Conteúdos relacionados

Fontes consultadas

Crefito da 5ª Região – RS abre novo Concurso Público

Crefito da 5ª Região – RS abre novo Concurso Público

Crefito da 5ª Região - RS abre novo Concurso Público

O Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – Crefito 5, torna público que está com inscrições abertas para o Concurso Público que objetiva formar cadastro e contratar profissionais de nível fundamental, médio e superior.

São contemplados os cargos de Auxiliar de Serviços Gerais (CR); Auxiliar Administrativo (02 + CR); Auxiliar de Serviços Complementares (CR); Motorista (01 + CR); Recepcionista (CR); Analista de Sistemas (01 + CR); Contador (01 + CR); Fiscal (CR); e Secretário Executivo (CR).

Os profissionais devem atuar em jornadas de 200h mensais, com remuneração que varia de R$ 1.881,00 a R$ 5.073,00. Há também vale alimentação, vale refeição, Vale Transporte e Plano de Saúde com Coparticipação.

Estas oportunidades abrangem as cidades de Porto Alegre, Caxias do Sul, e Santa Maria.

As inscrições devem ser realizadas entre os dias 11 de janeiro de 2016 a 10 de fevereiro de 2016, mediante preenchimento da ficha disponível no site da empresa organizadora www.inqc.org.br. Não esqueça de imprimir e efetuar o pagamento do boleto bancário referente a taxa de inscrição.

Todos os profissionais que tiverem as inscrições homologadas serão submetidos a aplicação de Provas Objetivas, previstas para acontecerem no dia 20 de março de 2016, em Porto Alegre – RS.

A validade deste Concurso é de dois anos, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Conteúdos relacionados

O Concurso Público do Crefito 5 é uma oportunidade para profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com vagas em áreas administrativas, técnicas e de suporte. A remuneração oferecida, que varia de R$ 1.881,00 a R$ 5.073,00, é acompanhada de benefícios como vale alimentação, vale refeição, vale transporte e plano de saúde com coparticipação, o que torna as vagas atrativas para a região Sul do Brasil.

Os candidatos devem ficar atentos ao prazo de inscrição, que vai de 11 de janeiro a 10 de fevereiro de 2016, e realizar o pagamento da taxa por meio de boleto bancário. A prova objetiva está prevista para 20 de março de 2016, em Porto Alegre, e será aplicada a todos os candidatos com inscrições homologadas. É importante que os interessados acompanhem o site da organizadora, www.inqc.org.br, para obter informações detalhadas sobre o edital, o conteúdo programático e possíveis alterações no cronograma.

O concurso tem validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período, o que oferece segurança para os aprovados que aguardam convocação. Para os cargos de nível superior, como Analista de Sistemas, Contador e Secretário Executivo, é essencial que os candidatos possuam formação específica e registro no conselho profissional correspondente, quando exigido. Já para os cargos de nível médio e fundamental, os requisitos são mais acessíveis, ampliando as chances de participação de um público diversificado.

Recomenda-se que os candidatos iniciem a preparação com antecedência, revisando os conteúdos de língua portuguesa, matemática, informática e conhecimentos específicos de cada área, conforme previsto no edital. A organização do estudo e a realização de simulados podem ser estratégias eficazes para um bom desempenho na prova.

Qual é o salário do fisioterapeuta

Qual é o salário do fisioterapeuta

O salário do fisioterapeuta é um tema de grande interesse para profissionais e estudantes da área, especialmente diante da diversidade de especializações e campos de atuação. A remuneração pode variar conforme a região, o tipo de empregador e a especialidade escolhida, refletindo a importância do planejamento de carreira e da qualificação contínua.

O que faz o fisioterapeuta

O fisioterapeuta é um profissional de saúde com formação acadêmica superior, habilitado a construir o diagnóstico dos distúrbios cinéticos funcionais — o chamado diagnóstico fisioterapêutico. Suas atribuições incluem a prescrição de condutas fisioterapêuticas, a ordenação e indução do tratamento no paciente, além do acompanhamento da evolução do quadro clínico funcional e a definição das condições para alta do serviço. A atividade é regulamentada pelo Decreto-Lei 938/69, Lei 6.316/75, Resoluções do COFFITO, Decreto 9.640/84 e Lei 8.856/94, garantindo respaldo legal e ético para o exercício profissional.

Mercado de trabalho e especialização

O mercado de trabalho para o fisioterapeuta recém-formado é muito concorrido, sendo necessário que esse profissional ingresse em seguida em uma especialização para se destacar nas diferentes carreiras oferecidas. A busca por cursos de pós-graduação ou aperfeiçoamento é uma estratégia comum para ampliar conhecimentos e melhorar a empregabilidade. O fisioterapeuta pode atuar como autônomo ou em consultórios, asilos, clínicas e centros de reabilitação, escolas, clubes, hospitais, unidades de saúde e empresas, tanto no setor privado quanto no público. Essa versatilidade permite ao profissional escolher caminhos alinhados aos seus interesses e às demandas regionais.

Salário do fisioterapeuta por especialidade

Uma pesquisa realizada pela Catho, que entrevistou 700 pessoas, revelou os salários médios para diferentes áreas da fisioterapia. Os valores, embora possam variar com o tempo e a localidade, oferecem um panorama das remunerações praticadas no mercado:

  • Fisioterapeuta do Trabalho: R$ 1.783,27
  • Fisioterapeuta Esportivo: R$ 1.773,31
  • Fisioterapeuta Home Care: R$ 1.433,12
  • Fisioterapeuta Hospitalar: R$ 2.118,42
  • Fisioterapeuta Neurofuncional: R$ 1.690,04
  • Fisioterapeuta Respiratório: R$ 1.640,69
  • Fisioterapeuta Dermato Funcional: R$ 1.311,52
  • Estagiário de Fisioterapia: R$ 630,16

É importante lembrar que o piso salarial é estipulado em cada Estado, podendo haver diferenças significativas entre regiões. Esses números servem como referência, mas a realidade local e a negociação coletiva influenciam diretamente os ganhos.

Piso salarial e regulamentação

Em maio de 2013, o salário-base da 3ª região do CREFITO negociou um reajuste de 7,2%, percentual que elevou o salário mínimo das categorias para R$ 2.050, considerando uma jornada de 30 horas semanais. Esse valor, no entanto, ainda está distante do que se imagina para a criação de um piso nacional, tema em discussão há anos por deputados e senadores. A definição de um piso unificado poderia trazer mais equidade e valorização profissional em todo o país.

Projeto de Lei 988/2015

No dia 31 de março de 2015, o Deputado Celso Jacob (PMDB/RJ) apresentou na Câmara o Projeto de Lei 988/2015, que adiciona um dispositivo à Lei nº 8.856/1994. Essa lei já fixa a jornada de trabalho dos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais em 30 horas semanais, e o projeto propõe estabelecer um piso mínimo de R$ 4.650,00 para as categorias, com reajuste anual indexado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). A aprovação desse projeto representaria um avanço significativo na valorização salarial dos profissionais.

Demanda por fisioterapeutas no Brasil

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), para um país de 160 milhões de habitantes é necessário um quadro de 160 mil profissionais. No entanto, o Brasil contava com cerca de 40 mil profissionais registrados, com a maioria concentrada na capital paulista. Essa defasagem indica um potencial de crescimento para a carreira, mas também reforça a necessidade de políticas de distribuição e incentivo à formação em regiões menos assistidas.

Como aumentar o salário do fisioterapeuta

Diante da concorrência e das variações salariais, investir em especialização é um caminho comprovado para melhorar a remuneração. Cursos de pós-graduação, como a Pós-graduação em Fisioterapia Esportiva, permitem ao fisioterapeuta aprofundar conhecimentos em áreas específicas, tornando-se mais competitivo no mercado. Além disso, a atuação em múltiplos locais, a participação em pesquisas e a atualização constante sobre novas técnicas e tecnologias são estratégias que podem impactar positivamente os ganhos.

Considerações finais

O salário do fisioterapeuta reflete não apenas a especialidade escolhida, mas também o contexto regional e a qualificação profissional. Embora os valores médios apresentados pela pesquisa da Catho ofereçam uma base, a realidade pode ser mais promissora para quem busca diferenciação por meio de estudos e experiência. A discussão sobre o piso nacional e projetos de lei como o 988/2015 mostram que a categoria está em movimento por melhores condições, o que pode trazer mudanças positivas no futuro.

Perguntas frequentes

Qual é o salário médio de um fisioterapeuta hospitalar?

Segundo pesquisa da Catho, o salário médio do fisioterapeuta hospitalar é de R$ 2.118,42.

Existe um piso salarial nacional para fisioterapeutas?

Não há um piso nacional unificado. O piso é estipulado por cada Estado, e há projetos de lei em discussão para criar um piso mínimo nacional.

Quanto ganha um estagiário de fisioterapia?

A pesquisa da Catho apontou um salário médio de R$ 630,16 para estagiários de fisioterapia.

O que propõe o Projeto de Lei 988/2015?

O projeto propõe um piso mínimo de R$ 4.650,00 para fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, com reajuste anual pelo INPC.

Como a especialização pode influenciar o salário do fisioterapeuta?

A especialização permite ao profissional se destacar em áreas concorridas, ampliando as oportunidades de atuação e potencializando a remuneração.