Purpose[1]
To test for the likelihood of a patient with low back pain responding to a stabilization exercise program.
The patient lies prone with the body on the examining table and legs over the edge and feet resting on the floor. While the patient rests in this position with the trunk muscles relaxed, the examiner applies posterior to anterior pressure to an individual spinous process of the lumbar spine. Any provocation of pain is reported. Then the patient lifts the legs off the floor (the patient may hold table to maintain position) and posterior to anterior compression is applied again to the lumbar spine while the trunk musculature is contracted.
The test is considered positive if pain is present in the resting position but subsides in the second position, suggesting lumbo-pelvic instability. The muscle activation is capable of stabilizing the spinal segment.
Evidence[3]
Reference standard success with stabilization exercise program.
Sensitivity = .72 – LR = .48
Specificity = .58 + LR = 1.7
Resources
References
- ↑ 1.01.1 Flynn T, Cleland J, Whitman J. User’s Guide to the Musculoskeletal Examination: Fundamentals for the Evidence-based Clinician. Buckner, Kentucky: Evidence in Motion; 2008.
- ↑ Dutton, M. Orthopaedic Examination, Evaluation, and Intervention. New York: The McGraw-Hill Companies, Inc.; 2008.
- ↑ Hicks G, FritzJ, Delitto A, McGill S. Preliminary development of a clinical prediction rule for determining which patients with low back pain will respond to a stabilization exercise program. Arch Phys Med Rehabil 2005;86:1753-1762.
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O Teste de Instabilidade Prona é um procedimento clínico utilizado para avaliar a probabilidade de um paciente com dor lombar se beneficiar de um programa de exercícios de estabilização. Durante o teste, o paciente é posicionado em decúbito ventral, com o corpo sobre a mesa de exame e as pernas pendentes, com os pés apoiados no chão. Nessa posição, o examinador aplica pressão posterior-anterior sobre os processos espinhosos da coluna lombar, verificando a presença de dor. Em seguida, o paciente eleva as pernas do chão, contraindo a musculatura do tronco, e a pressão é novamente aplicada. O teste é considerado positivo quando a dor presente na posição de repouso diminui ou desaparece na segunda posição, indicando que a ativação muscular estabiliza o segmento espinhal e sugere instabilidade lombopélvica.
Esse teste é parte de uma avaliação mais ampla, que inclui outros procedimentos e a análise do histórico do paciente. A resposta ao teste pode auxiliar o fisioterapeuta na decisão sobre a inclusão de exercícios de estabilização no plano de tratamento. No entanto, é importante interpretar o resultado em conjunto com outros achados clínicos, pois a sensibilidade e a especificidade do teste não são absolutas. A literatura citada, como o estudo de Hicks e colaboradores (2005), fornece dados sobre a acurácia do teste, mas a prática clínica deve considerar a individualidade de cada paciente.
Além disso, o teste deve ser realizado por profissional capacitado, garantindo a segurança e a correta execução. A compreensão dos mecanismos de estabilização da coluna lombar é fundamental para a aplicação adequada do teste e para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas eficazes.
Fontes consultadas
- www.physio-pedia.com
- www.udel.edu
- www.ncbi.nlm.nih.gov
- translate.google.com
- teste.campcursos.com.br
- teste.campcursos.com.br
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