Muscles Involved:
Trapezius (upper)
Levator scapulae
Patient Positioning
Seated with arms relaxed in lap, patient to have head turned away from test-side
For grades 0-2 gravity eliminated, patient in prone.
Therapist Position
Therapist to stand behind the patient
- Palpation over scapular elevators
- For grades 4 and 5: provide resistance downward at the top of the shoulder
To Test
- Patient actively elevates scapula
- For grades 4 and 5: therapist to give resistance downwards in the direction opposite to elevation. [1]
- Note: as with all resisted testing of vertebroscapular muscles, the preferred resistance point is that which constitutes the longest lever as this more closely reflects the functional demands of the limb. To satisfy grade 5 ‘normal muscle’ performance criteria, the patient must have the ability to move through complete range of motion (active resistance testing) OR maintain an end point range (break testing) against maximum resistance.
References
- ↑ Hislop H, Avers D, Brown M. Daniels and Worthingham’s muscle Testing-E-Book: Techniques of manual examination and performance testing. Elsevier Health Sciences; 2013 Sep 27.
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A elevação da escápula é um movimento fundamental para a funcionalidade do membro superior, pois posiciona a escápula para permitir a elevação do braço e a realização de atividades como alcançar objetos acima da cabeça. O teste muscular manual descrito avalia principalmente os músculos trapézio superior e elevador da escápula, que atuam em sinergia para elevar a escápula. É importante que o terapeuta observe a qualidade do movimento, verificando se há compensações, como a elevação do ombro ou a inclinação lateral da cabeça, que podem indicar fraqueza ou desequilíbrio muscular.
Durante a execução do teste, a posição do paciente é crucial para isolar os músculos alvo. Na posição sentada, com a cabeça virada para o lado oposto ao testado, o terapeuta deve palpar os elevadores da escápula para sentir a contração muscular. Para graus de força 4 e 5, a resistência é aplicada para baixo, na direção oposta à elevação, no ponto de maior alavanca, que é o topo do ombro. Essa abordagem reflete as demandas funcionais do membro, como em atividades de empurrar ou levantar.
O critério para grau 5 (força normal) exige que o paciente seja capaz de realizar o movimento completo contra resistência máxima ou manter a posição final (teste de quebra). A avaliação deve ser bilateral para comparar a força entre os lados e identificar possíveis assimetrias. Além disso, o teste pode ser adaptado para diferentes níveis de força, utilizando a posição de decúbito ventral para eliminar a gravidade nos graus mais baixos (0-2).
É essencial que o terapeuta explique o procedimento ao paciente e forneça instruções claras para garantir uma contração muscular adequada. A interpretação dos resultados deve considerar a presença de dor, limitação de amplitude ou fadiga, que podem influenciar o desempenho. Este teste é uma ferramenta valiosa na avaliação de disfunções do ombro, como lesões do manguito rotador ou alterações posturais, auxiliando no planejamento do tratamento fisioterapêutico.
Fontes consultadas
- www.physio-pedia.com
- translate.google.com
- teste.campcursos.com.br
- teste.campcursos.com.br
- teste.campcursos.com.br
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