Músculos Romboides: Anatomia, Função e Avaliação

Músculos Romboides: Anatomia, Função e Avaliação

Description

The Rhomboids are two muscles – Rhomboid Major & Rhomboid Minor. 

The two rhomboids lie deep to trapezius to form parallel bands that pass inferolaterally from the vertebrae to the medial border of the scapula. Rhomboid Major is thin and flat and twice as wide as the thicker Rhomboid Minor which lies superior to it. Usually there is a small space between both rhomboid muscles, however in some cases one may find one single blended muscle instead.

Anatomy

Origin & Insertion

Origin

Proximal Attachment

Insertion

Distal Attachment

Rhomboid Major Spinous Processes T2-T5 Medial Border of Scapula from Level of Spine to Inferior Angle
Rhomboid Minor Nuchal Ligament
Spinous Processes C7 & T1
Triangular Area
Medial End of Scapular Spine

[1] 

Rhomboid Major

Nerve Supply

Arising from the anterior ventral ramus of the C5 Root of the Brachial Plexus

Occasionally with additional contribution from the C4 Nerve Root.

  • Dorsal Scapular Nerve (C5)

Blood Supply

Function

Actions

  • Scapular Retraction
  • Scapular Elevation
  • Scapular Rotation Inferiorly to Depress Glenoid Cavity
  • Assist Serratus Anterior to Fix Scapula to Thoracic Wall and Fix Scapula during movements of the upper limb

[2]

Strength testing

[3]

Trigger Point Referral Pattern

The referral pattern of the Rhomboids is not as widely distributed but local to the muscles. The pain generally extends from the edge of the shoulder blades to the spine. Since the Rhomboids on both sides are almost always affected, this is a primary source of mid back tightness or aching between the shoulder blades.[4]

Techniques

Palpation

Os músculos romboides são essenciais para a estabilidade escapular e a postura adequada da cintura escapular. Eles atuam em sinergia com outros músculos, como o trapézio e o serrátil anterior, para permitir movimentos coordenados do ombro. A fraqueza ou desequilíbrio desses músculos pode levar a alterações posturais, como ombros arredondados e escápulas aladas, contribuindo para dores na região interescapular.

Na prática clínica, a avaliação da força dos romboides é frequentemente realizada por meio de testes musculares manuais, como o teste de retração escapular resistida. A palpação dos romboides é feita medialmente à escápula, com o paciente em decúbito ventral ou sentado, solicitando uma leve retração escapular.

Os pontos-gatilho nesses músculos podem gerar dor local referida, que se manifesta como desconforto entre as escápulas, muitas vezes confundido com outras condições. O tratamento fisioterapêutico pode incluir técnicas de liberação miofascial, alongamentos, fortalecimento progressivo e reeducação postural, visando restaurar a função muscular e aliviar a dor.

Além disso, a integração dos romboides em cadeias cinéticas é fundamental para atividades que envolvem membros superiores, como arremessos e levantamentos. Portanto, a reabilitação deve considerar não apenas o músculo isolado, mas sua interação com todo o complexo do ombro.

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Fontes consultadas

Concurso Público Prefeitura Criciúma – SC

Concurso Público Prefeitura Criciúma – SC

Abre inscrições e define normas para o Processo Seletivo Simplificado de excepcional interesse público, destinado ao provimento de vagas temporárias para cargos da administração pública do município de Criciúma, Santa Catarina e dá outras providências.

O Processo Seletivo será realizado sob a responsabilidade do Instituto O Barriga Verde – IOBV, localizado na Rua Coronel Feddersen nº 1065, sala 201 – centro, município de Taió, Estado de Santa Catarina, tel./fax (47) 3562-1598, endereço eletrônico www.iobv.org.br, e-mail concursos@iobv.org.br

DOS HORÁRIOS E LOCAIS DAS PROVAS

7.3.1.Os locais de realização das provas serão divulgados no site www.iobv.org.br e no site www.criciúma.sc.gov.br na data prevista no cronograma, em Edital próprio de convocação.

VAGAS

Educador Físico –  05 Vagas  – Com 40 Horas Semanais – Com Habilitação –  Ensino Superior, bacharel em Educação Física com registro no órgão fiscalizador da profissão.

Fisioterapeuta – 10 Vagas – Com  20 Horas Semanais – Com Habilitação –  Portador de Diploma de Nível Superior em Fisioterapia, com registro no órgão competente;

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

Fisioterapeuta – NASF: Participar de reuniões com profissionais das UBS para levantamento das reais necessidades da população adscrito; Realizar atendimentos individuais; Planejar ações e desenvolver educação permanente; Acolher os usuários e humanizar a atenção; Trabalhar de forma integrada com as UBS; Desenvolver ações Inter setoriais; Realizar avaliação em conjunto com as UBS e avaliar o impacto das Ações implementadas através de indicadores pré-estabelecidos; Promover programas coletivos de ações terapêuticas preventivas à instalações de processos que levam à incapacidade funcional, à patologias músculo esqueléticas, Minimizando aquelas já instaladas e desenvolvendo a consciência corporal; Realizar abordagem familiar e institucional (escolas e creches) no que diz respeito a Ergonomia e postura de crianças e adolescentes; Desenvolver atividades voltadas para adultos e idosos, através de grupos já constituídos (hiperdia, gestantes, obesos, etc..), visando a prevenção e reabilitação de complicações decorrentes de patologias, a independência na execução das atividades diárias, assistência e inclusão social de portadores de deficiências transitórias ou permanentes; Realizar atendimentos ambulatoriais e domiciliares em pacientes portadores de Enfermidades crônicas ou degenerativas, acamados ou impossibilitados, encaminhando a serviços de maior complexidade, quando necessário. Utilizar todas as ferramentas para por em pratica o apoio matricial de acordo com as legislações especificas

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Educador Físico

Metodologia, Treinamento e Regras das Modalidades Esportivas; História da Educação Física e do Esporte; Biologia do Esporte; Anatomia Humana; Fisiologia Humana; Fisiologia do Exercício; Bioquímica; Cinesiologia; Bioestatística; Biomecânica; Fisiopatologia e Exercício; Epidemiologia da Atividade Física; Qualidades Físicas na Educação Física e nos Desportos; Prevenção de Acidentes e Socorros de Urgência; Cineantropometria; Desenvolvimento Motor e Aprendizagem Motora; Psicologia do Esporte e do Exercício; Pedagogia do Exercício e do Esporte; Fundamentos da Ginástica e da Musculação; Iniciação Esportiva; Treinamento Esportivo; Prescrição de Exercício; Atividade Física Adaptada; Atividade Física e Envelhecimento; Educação Física e Qualidade de Vida; Treinamento Funcional e Pilates; Instalações, Equipamentos e Materiais Esportivos; Organização de Eventos Esportivos; Gestão Esportiva; Recreação, Jogos e Lazer; Marketing Esportivo; Ética e Deontologia da Educação Física; Legislação Esportiva e Profissional; Atualidades e Tópicos Especiais em Esportes.

 

Fisioterapeuta

Organização dos serviços de saúde no Brasil: Sistema Único de Saúde -Princípios e diretrizes, controle social, Indicadores de saúde, legislação; protocolos SUS; Sistemas de informação em saúde; Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF; Modelos de atenção e cuidados em saúde; Vigilância em saúde; Epidemiologia; Pacto pela Saúde; Programa Brasil Sorridente e suas respectivas portarias; Política Nacional de Humanização. Estatuto da criança e do adolescente – ECA; estatuto do idoso; Bioética e Legislação do Exercício Profissional; Biossegurança; Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. Anatomia do corpo humano: planos e eixos anatômicos; esqueleto axial; ossos, junturas, músculos, vasos e nervos; sistema circulatório; sistema respiratório; sistema esquelético; sistema articular; sistema muscular. Anatomia funcional do sistema nervoso, organização e classificação, estrutura macroscópica e microscópica do sistema nervoso central e periférico. Aspectos gerais do sistema nervoso autônomo. Vias aferentes e eferentes do sistema nervoso central. Vascularização do sistema nervoso central. Fisiologia celular. Fisiologia muscular. Contração do músculo. Placa motora. Potenciais de membrana e transmissão nervosa. Sinapse e os circuitos neuronais básicos. Fisiologia dos receptores. Fisiologia do sistema nervoso, muscular, cardiovascular e respiratório. Aplicação das leis e grandezas físicas na compreensão do movimento humano, no diagnóstico e na terapêutica relativa à fisioterapia. Princípios e estudo biomecânico do movimento humano (cinética e cinemática do movimento humano normal e adaptado na execução das atividades de vida diária). Equilíbrio do corpo humano. Efeitos da força de gravidade, centro de gravidade do corpo. Mecânica da coluna vertebral. Goniometria. Avaliação muscular: provas de força e flexibilidade. Aplicação do movimento sob forma terapêutica. Ganho de força muscular e amplitude de movimento: métodos, técnicas e recursos fisioterápicos. Noções de tratamento clínico e cirúrgico das doenças ortopédicas e traumáticas, assim como no tratamento em diferentes fases de doenças infecciosas e degenerativas de músculos, ossos e articulações. Disfunções da coluna vertebral. Fraturas e luxações. Desenvolvimento e avaliação do sistema neuropsicomotor. Paralisia cerebral. Paralisia braquial obstétrica. Mielomeningocele. Doenças neuromusculares e síndromes de regressão neurológica. Repercussão das doenças cerebrovasculares e traumatismo craniencefálico na infância. Lesão de plexo braquial, plexo lombossacro e nervos periféricos. Lesão medular. Síndrome de GuillainBarré. Poliomielite. Acidente vascular cerebral. Traumatismo craniencefálico. Doenças degenerativas. de indivíduos adultos com doenças e disfunções neurológicas. Semiologia do aparelho respiratório. Patologias pulmonares mais frequentes, incluindo avaliação, classificação, quadro clínico, complicações, evolução e tratamento. Avaliação da função pulmonar: mecânica respiratória, ventilometria, espirometria e pressões respiratórias. Técnicas específicas em fisioterapia respiratória ambulatorial e de UTI. Ventilação mecânica invasiva e não invasiva. Métodos e técnicas de fisioterapia, empregados na reabilitação pulmonar (desobstrução, reexpansão e treinamento muscular). Indicação e características das órteses de membros inferiores, superiores e de tronco; próteses de membros inferiores. Indicação e tipos de auxílio locomoção. Atuação Preventiva em Fisioterapia. Avaliação física, definição de objetivos e condutas, indicação de tratamento fisioterápico e abordagem em equipe interdisciplinar. Legislação creffito. Anatomia e fisiologia humana geral. Histologia, neurofisiologia. Biomecânica geral e cinesiologia. Fisioterapia aplicada à: pediatria, neurologia, adulto e pediátrica; átraumato-ortopedia; reumatologia; aparelho cardiorrespiratório ambulatorial e cti (adulto e neonatal); ginecologia e obstetrícia, dermato-funcional. Eletroterapia, termoterapia. Fototerapia, hidroterapia, cinesioterapia, osteopatia, recursos terapêuticos manuais, métodos de reeducação postural, disfunções crâniocervico-mandibulares, fisioterapia do trabalho e ergonomia. Código de Ética.

 

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Teste Muscular Manual: Como Avaliar a Eversão do Tornozelo

Teste Muscular Manual: Como Avaliar a Eversão do Tornozelo

O teste muscular manual é uma ferramenta essencial na prática clínica do fisioterapeuta, permitindo avaliar a força e a função de músculos específicos. Na região do tornozelo, a eversão é um movimento crucial para a estabilidade e a marcha, e sua avaliação precisa é fundamental para diagnósticos precisos e para orientar a reabilitação. Este artigo explica o procedimento padrão baseado na técnica clássica de Hislop e Daniels, detalhando posicionamento, execução e interpretação dos graus de força.

Músculos envolvidos na eversão do tornozelo

Dois músculos são os principais responsáveis pela eversão do pé: o Fibular Longo (Peroneus Longus) e o Fibular Curto (Peroneus Brevis). Ambos estão localizados na face lateral da perna e sua integridade é vital para a estabilidade do tornozelo, especialmente durante atividades que exigem mudanças de direção ou superfícies irregulares. O fibular longo também contribui para a flexão plantar e a sustentação do arco plantar, enquanto o fibular curto atua mais diretamente na eversão. A avaliação desses músculos é frequentemente indicada após entorses de tornozelo, lesões do nervo fibular ou em condições que afetam o controle motor.

Posicionamento do paciente para o teste

O posicionamento correto garante a precisão do teste. Para os graus mais altos (3 a 5), utiliza-se a posição deitado de lado, com o tornozelo a ser testado fora da maca, de modo que a gravidade atue como resistência. O membro inferior contralateral deve estar flexionado para estabilizar o corpo. Para pacientes com fraqueza significativa (graus 0 a 2), altera-se a posição: o paciente pode ficar supino ou sentado, minimizando a influência da gravidade e permitindo detectar contrações mínimas. Nesses casos, o pé deve estar em posição neutra, sem resistência externa.

Posicionamento do terapeuta

O terapeuta deve se sentar em frente ao paciente. Uma mão palpa os tendões fibulares atrás do maléolo lateral para sentir a contração muscular. Para os testes de grau 4 e 5, a outra mão aplica resistência no dorso e lateral do pé, opondo-se ao movimento de eversão. A mão de palpação também pode estabilizar a perna do paciente, evitando movimentos compensatórios.

Execução do teste de eversão do tornozelo

O paciente realiza o movimento de eversão ativa, girando a sola do pé para fora. Para os graus 4 (Bom) e 5 (Normal), o terapeuta resiste ao movimento, aplicando força em direção à inversão e leve dorsiflexão. Um músculo classificado como Grau 5 (Normal) exige performance completa: o paciente deve mover toda a amplitude contra máxima resistência ou sustentar a posição final contra uma força máxima (“break test”). O teste deve ser realizado bilateralmente para comparação, e o terapeuta deve observar a qualidade do movimento e a presença de compensações, como a flexão dos dedos ou a rotação do quadril.

Interpretação dos resultados

A escala de graus varia de 0 a 5. O grau 0 indica nenhuma contração palpável; o grau 1, contração palpável sem movimento; o grau 2, movimento completo com a gravidade minimizada; o grau 3, movimento completo contra a gravidade, sem resistência adicional; o grau 4, movimento completo contra gravidade e resistência moderada; e o grau 5, força normal contra resistência máxima. Uma avaliação meticulosa guia o plano de reabilitação e identifica déficits específicos após lesões, como entorses ou neuropatias. A documentação precisa dos graus permite monitorar a evolução do paciente e ajustar as intervenções.

Em resumo, o teste de eversão do tornozelo é um procedimento estruturado que requer atenção ao detalhe no posicionamento e na aplicação de força. Seguindo o protocolo, o profissional obtém uma avaliação confiável da função dos músculos fibulares, contribuindo para um diagnóstico funcional mais completo. Para aprofundar seus conhecimentos em avaliação musculoesquelética e técnicas manuais, considere formações específicas que integram raciocínio clínico e prática baseada em evidências. Curso Reabilitação de Joelho e Quadril

Referência: Hislop H, Avers D, Brown M. Daniels and Worthingham’s muscle Testing-E-Book: Techniques of manual examination and performance testing. Elsevier Health Sciences; 2013.

Perguntas frequentes

Quais músculos são testados na eversão do tornozelo?

Os principais músculos responsáveis pela eversão do pé são o Fibular Longo (Peroneus Longus) e o Fibular Curto (Peroneus Brevis), localizados na face lateral da perna.

Como posicionar o paciente para o teste de eversão?

Para graus 3 a 5, o paciente fica deitado de lado com o tornozelo a ser testado fora da maca. Para graus 0 a 2, o paciente pode ficar supino ou sentado para minimizar a gravidade.

O que significa grau 5 no teste muscular manual?

Grau 5 (Normal) indica que o paciente consegue mover toda a amplitude de movimento contra resistência máxima ou sustentar a posição final contra uma força máxima.

Qual a referência clássica para o teste muscular manual?

A técnica descrita baseia-se no livro de Hislop e Daniels, 'Daniels and Worthingham's Muscle Testing', que é uma referência padrão para avaliação da força muscular.