Benefícios da Drenagem Linfática Manual

Benefícios da Drenagem Linfática Manual

A drenagem linfática manual é uma técnica de massagem terapêutica que visa estimular o sistema linfático do corpo. Essa técnica delicada e suave tem sido amplamente utilizada em tratamentos estéticos e terapêuticos para promover diversos benefícios para o bem-estar e a saúde geral das pessoas. Neste texto, exploraremos os principais benefícios da drenagem linfática manual, abordando seus efeitos positivos no sistema linfático, circulação sanguínea, redução do inchaço e contribuição para a desintoxicação do organismo.

O que é a drenagem linfática manual?

A drenagem linfática manual é uma técnica de massagem terapêutica que consiste em movimentos leves, ritmados e precisos, que seguem o trajeto do sistema linfático. O sistema linfático é responsável pela drenagem e filtragem do líquido linfático, que contém toxinas, resíduos celulares e outras impurezas, e sua posterior eliminação do organismo. A drenagem linfática manual é realizada por um profissional treinado e é uma técnica não invasiva, segura e relaxante.

Benefícios da drenagem linfática manual:

1. Estimulação do sistema linfático: A principal vantagem da drenagem é a estimulação do sistema linfático, auxiliando-o no processo de drenagem e remoção de líquidos e toxinas acumulados. Esse estímulo promove uma melhor circulação da linfa pelo corpo, evitando acúmulos e edemas.

2. Melhora da circulação sanguínea: A drenagem linfática manual também contribui para melhorar a circulação sanguínea. Ao reduzir o acúmulo de líquidos nos tecidos, a técnica facilita o retorno venoso e a oxigenação dos tecidos, o que resulta em uma melhora geral na circulação sanguínea.

3. Redução do inchaço e edemas: Pessoas que sofrem com retenção de líquidos e inchaços podem se beneficiar significativamente da drenagem linfática manual. A técnica ajuda a eliminar o excesso de líquido retido nos tecidos, proporcionando alívio e reduzindo o inchaço.

4. Efeito relaxante e alívio do estresse: Conhecida por seu efeito relaxante e tranquilizante. Os movimentos suaves da massagem estimulam o sistema nervoso parassimpático, promovendo a sensação de relaxamento profundo e aliviando o estresse.

Você pode gostar!

CURSO DE TAPING LINFÁTICO

Pós-graduação em Fisioterapia Dermatofuncional

5. Contribuição para a desintoxicação: A desintoxicação é um processo importante para a eliminação de toxinas do organismo. A drenagem linfática manual pode auxiliar nesse processo, ajudando o sistema linfático a eliminar mais eficientemente as toxinas e resíduos metabólicos do corpo.

Beneficios da Drenagem Linfática Manual6. Estímulo ao sistema imunológico: O sistema linfático é um componente fundamental do sistema imunológico, e sua eficiência está diretamente ligada à capacidade de combater infecções e doenças. A drenagem linfática manual pode auxiliar na melhora da função imunológica, tornando o corpo mais resistente a infecções.

7. Alívio de dores e tensões musculares: Além dos benefícios no sistema linfático, a drenagem linfática manual também pode aliviar dores e tensões musculares. A técnica de massagem suave melhora a circulação sanguínea e linfática nos tecidos, promovendo a liberação de substâncias analgésicas naturais, como a endorfina.

8. Melhora da aparência da pele: A drenagem linfática manual também é muito utilizada em tratamentos estéticos. Ao melhorar a circulação e a eliminação de líquidos retidos, a pele tende a ficar mais hidratada, revitalizada e com aparência mais saudável.

Conclusão:

É uma técnica terapêutica comprovadamente eficaz, proporcionando uma série de benefícios para o bem-estar e a saúde geral do indivíduo. Seus efeitos positivos no sistema linfático, circulação sanguínea, redução do inchaço, desintoxicação e estímulo ao sistema imunológico a tornam uma opção valiosa para o tratamento de diversos problemas de saúde e também como uma ferramenta de relaxamento e cuidado com o corpo.

 

 

 Aprenda técnicas especializadas, torne-se um profissional capacitado. Garanta sua vaga no curso agora! Clicando aqui

 

Conteúdos relacionados

Taping – O que é e Funcionamento

Taping – O que é e Funcionamento

Taping – O que é e Funcionamento

Taping – O que é e Funcionamento – Em um mundo cada vez mais corrido, cuidar da saúde é uma obrigação. Por isso mesmo o taping tem tido o seu uso muito utilizado por todos, seja esportista ou não. Obviamente que sempre é preciso ter cuidado com esse tipo de uso.

Atualmente o esporte de alto rendimento acaba sempre por exigir grande esforço físico dos atletas, e isso poderá sempre acarretar alguns problemas a eles. Nós também sabemos que o rendimento desse atleta com dor e não será o mesmo do que sem dor.

Sendo assim, além de diminuir a dor e aumentar o rendimento, o taping também terá a possibilidade de aumentar a amplitude do movimento. E dependendo do esporte esse tipo de coisa fará toda a diferença.

As vezes estamos assistindo alguns jogos de futebol, de tênis, partidas de vôlei, a NBA ou atletismo e vamos uma fita na perna dos atletas. Então as perguntas começam a surgir, e normalmente elas são:

  • O que essa fita?
  • Por que está na perna?
  • Que retorno será que traz?
  • Será que dói?
  • Quem será que indicou o uso a daquela fita ao atleta?

———–

Esta gostando deste post sobre Taping – O que é e Funcionamento ? Ficou interessado na técnica então confira nossos cursos:

Curso de Taping Linfático

Curso de Anatomia Palpatória

Curso de Bandagem Funcional

———-

Esse tipo de pergunta sobre o taping é extremamente normal e muito frequente, já que o seu uso ainda é bem novo e as pessoas não têm por costume acompanharem os esportes com mais frequência, então acabam por ver só de vez em quando.

Hoje nós decidimos que falaremos mais sobre esse tipo de assunto, iremos tirar todas as dúvidas que possam existir sobre isso. Agora vamos deixar de muita conversa e ir direto ao assunto.

Taping- O que é e Funcionamento

O Taping um tipo de bandagem funcional. São faixas adesivas coloridas, aplicadas sobre a pele, usados nos ombros, nos joelhos, na coxa ou nos punhos, bastante vistos durante os Jogos Olímpicos e competições internacionais.

A disposição, colocação e tensão destas fitas variam de acordo com o objetivo e a anatomia da parte do corpo a ser tratada.

A eficiência da bandagem depende da técnica de aplicação, do tipo de material, do tempo de utilização e do tipo de prática esportiva, ou seja, é necessário que exista conhecimento do mecanismo que causou a lesão e as estruturas envolvidas no movimento que o terapeuta quer evitar, facilitar ou potencializar.

Perceba que não é apenas colocar a fita e os problemas estão resolvidos, é sempre interessante estudar. Afinal a ideia sempre é otimizar os resultados de uma maneira que a eficácia se sobressaia.

Taping - O que é e Funcionamento

Objetivos e utilização – Taping – O que é e Funcionamento

O Taping tem alguns objetivos, dentre eles podemos citar:

  • Efetuar a correção a biomecânica de um tecido ou articulação;
  • Fazer o processo de compressão uma lesão recente para reduzir o edema e evitar dor;
  • Potencializar os resultados dos movimentos articulares desejados e limitar movimentos articulares;
  • Conseguir ter uma facilitação do processo de cicatrização sem estressar as estruturas lesadas;
  • Proteger ou dar suporte as estruturas lesadas numa posição funcional durante os exercícios, além de prevenir a reincidência da lesão.

A utilização do Taping poderá ter melhor resultado se o paciente sempre procurar um profissional para avaliação e melhor aplicação do Taping. Só dessa maneira é que é possível otimizar os resultados e uso incorreto poderá atrapalhar os resultados.

———-

Gostou deste post sobre Taping – O que é e Funcionamento ? Então confira também os cursos abaixo:

CURSO DE TAPING LINFÁTICO

PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA DERMATOFUNCIONAL

CURSO DE BANDAGEM FUNCIONAL

Outras informações:

campcursos@campcursos.com.br

WhatsApp (19) 99677-8054

Fone (19) 3091-0353

Conteúdos relacionados

Pós Graduação em Dermato Funcional em Porto Alegre

Pós Graduação em Dermato Funcional em Porto Alegre

Deve incio em Porto Alegre a IV Turma do Curso de Pós Graduação em Dermato Funcional

A aula foi ministrada pela professora Ms. Manoela Heinrichs dos Reis

Graduação em Fisioterapia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Especialização no Método Pilates pela Universidade Gama Filho, Especialização em Fisioterapia Cardiorrespiratória pelo Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul (IC/FUC); Especialista profissional em Fisioterapia Dermatofuncional, Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO); Mestre na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (Ciências da Reabilitação); Responsável técnica em clínica pela Fisioterapia Dermato-Funcional; Fisioterapeuta e administradora da Vie Saúde e Beleza; Docente na Universidade Feevale; Professora convidada em Pós-Graduações

A aula abordada nesse primeiro final de semana foi

  • Anatomia e fisiologia aplicada à estética

Confira a Foto da IV Turma de Pós Graduação em Dermato Funcional turma Porto Alegre

 

IV Turma de Pós Graduação a Dermato Funcional - PORTO ALEGRE
IV Turma de Pós Graduação a Dermato Funcional – PORTO ALEGRE

Você se interessou em participar de nossa Pós Graduação?

Clique aqui e confira o conteúdo completo 

Caso queira participar de nossa próxima turma sera em Fevereiro de 2017 Garanta já sua vaga pois nossas turmas são reduzidas para melhor aproveitamento de nossas alunas

Tera incio em Porto Alegre a nossa I Turma de Pós Graduação em Estética e Cosmetologia

O I Módulo sera dias 08 e 09 de Outubro

A Pós Graduação tem duração de 18 meses sendo Reconhecida pelo MEC e sendo 100% Presencial.

Confira aqui o nome de alguns ministrantes que fazem parte de nosso corpo docente

Me Leonardo Fratti Neves

Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. É Pós-graduado em Fisioterapia Cardiorrespiratória na Fundação Universitária de Cardiologia do Instituto de Cardiologia (IC/FUC). Mestre em Saúde Coletiva na Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Especialista Profissional em Fisioterapia Esportiva (COFFITO/SONAFE) e assocado à Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva (SONAFE).

Dra. Simone Verza

Possui graduação em Farmacia pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (2001), com ênfase em Indústria de Medicamentos (2003), mestrado (2006) e doutorado (2011) em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Durante 4 anos atuou junto ao Centro de Desenvolvimento Tecnológico Farmacêutico (CDTF) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, principalmente na pesquisa e desenvolvimento de métodos analíticos e produtos farmacêuticos. Atualmente é professora da Universidade Feevale no Curso de Farmácia, e no mestrado acadêmico em Toxicologia e Análises Toxicológicas, atuando na área de farmacotécnica, controle de qualidade e toxicologia.

 Me Dênis Duarte Barnes

Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Luterana do Brasil (2001). Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica pela Universidade Gama Filho (2004), Mestrado em Ambiente e Desenvolvimento pelo Centro Universitário UNIVATES (2008). Atualmente é Docente do Centro Universitário UNIVATES nos cursos de Fisioterapia e Tecnologia em Estética e Cosmetologia e Coordenador do Curso de Tecnologia em Estética e Cosmética

Conteúdos relacionados

Fundamentos da Fisioterapia dermato funcional: revisão de literatura

Fundamentos da Fisioterapia dermato funcional: revisão de literatura

RESUMO: A fisioterapia estética, recentemente renomeada como fisioterapia dermato-funcional, está cada vez mais em evidência. Afim de melhor definir essa área de atuação profissional, procedeu-se a uma revisão bibliográfica das patologias nas quais o fisioterapeuta pode atuar, como fibroedema gelóide (celulite), estrias, linfedema, no pré e pós-operatório de cirurgia plástica, queimaduras, cicatrizes hipertróficas e quelóides, flacidez, obesidade e lipodistrofia localizada. Apresentam-se também os recursos que podem ser utilizados para tratamento e prevenção dessas patologias, sendo muitos deles já de uso rotineiro na fisioterapia. Sendo esse campo recente, ainda há muito a ser explorado e novas pesquisas devem ser realizadas na busca de evidências científicas para o melhor embasamento dos recursos e técnicas disponíveis ao fisioterapeuta, possibilitando assim a articulação desse área com as demais da fisioterapia, como a ortopedia, respiratória, entre outras.

DESCRITORES: Celulite; Estética; Estrias; Fisioterapia/dermato-funcional; Revisão

Artigo Completo sobre Fisioterapia Dermato Funcional
Artigo Completo sobre Fisioterapia Dermato Funcional

INTRODUÇÃO

A definição de fisioterapia dada pelo Coffito – Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional1–, obtida no site oficial do órgão em 2004, diz: “Fisioterapia é uma ciência que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano”.

Apesar do campo de atuação do fisioterapeuta abranger ortopedia, cardiologia, respiratória, pediatria e estética, dentre outras2, esta última área ainda é pouco reconhecida.

Recentemente a especialidade fisioterapia estética teve a denominação substituída por fisioterapia dermatofuncional, em uma tentativa de ampliar a área, conferindo-lhe a conotação de restauração de função, além da anteriormente sugerida, que era apenas de melhorar ou restaurar a aparência3.

No Guide to physical therapist practice, publicado pela Associação Norte-americana de Fisioterapia (APTA) em 20014, essa área é referida como responsável pela manutenção da integridade do sistema tegumentar como um todo, incluindo as alterações superficiais da pele.

Para a APTA4, a responsabilidade do fisioterapeuta está não somente em manter e promover a ótima função física, mas também o bem estar e a qualidade de vida.

O objetivo deste artigo é apresentar uma revisão de trabalhos sobre esse campo de atuação profissional, buscando melhor delimitação de conceitos e práticas. Para essa revisão foram pesquisadas as bases eletrônicas de dados Medline, Lilacs e Cochrane, com busca no período de 1983 a 2003.

Dentre os estudos encontrados – mediante os descritores fisioterapia, estética, celulite, estrias, linfedema, obesidade, quelóide, queimaduras e seus correspondentes em inglês – foram selecionados e consultados cerca de 60 documentos, além de três sites oficiais de fisioterapia1,2,5, consultados em 2004.

Quer saber mais sobre a Fisioterapia Dermato Funcional ?

Conheça a nossa Pós Graduação em Dermato Funcional que ocorre nas cidades de Campinas, Curitiba e Porto Alegre

Conteúdos relacionados

Dermato Funcional – Fisioterapia Dermato Funcional

Dermato Funcional – Fisioterapia Dermato Funcional

Fundamentos da Fisioterapia dermato-funcional:revisão de literatura

Grounds of aesthetic physical therapy: a review Giovana

Barbosa Milani1 ; Silvia Maria Amado João2 ; Estela Adriana Farah3

RESUMO: A fisioterapia estética, recentemente renomeada como fisioterapia dermato-funcional, está cada vez mais em evidência. Afim de melhor definir essa área de atuação profissional, procedeu-se a uma revisão bibliográfica das patologias nas quais o fisioterapeuta pode atuar, como fibroedema gelóide (celulite), estrias, linfedema, no pré e pós-operatório de cirurgia plástica, queimaduras, cicatrizes hipertróficas e quelóides, flacidez, obesidade e lipodistrofia localizada. Apresentam-se também os recursos que podem ser utilizados para tratamento e prevenção dessas patologias, sendo muitos deles já de uso rotineiro na fisioterapia. Sendo esse campo recente, ainda há muito a ser explorado e novas pesquisas devem ser realizadas na busca de evidências científicas para o melhor embasamento dos recursos e técnicas disponíveis ao fisioterapeuta, possibilitando assim a articulação desse área com as demais da fisioterapia, como a ortopedia, respiratória, entre outras. DESCRITORES: Celulite; Estética; Estrias; Fisioterapia/dermato-funcional; Revisão

ABSTRACT: Aesthetic physical therapy (which in Portuguese has been renamed “dermatho-functional”) has recently gotten more attention. In view of a better definition of the area, this paper reviews related literature to list pathologies that the physical therapist can treat – such as cellulitis, stretch marks, obesity, lymphedema, burn care, hypertrophic scar and keloids, flaccid skin and muscles, and local fat accumulation – as well as the resources used for treating and preventing such pathologies, most of which are common to the physical therapist practice. Since this is a new area, research is still to be done in order to better ground the use of resources and techniques by physiotherapists, thus allowing for further interaction of this area to others, such as orthopedic or respiratory physical therapy. KEY WORDS: Cellulitis; Physical therapy/aesthetic; Review; Stretch marks

INTRODUÇÃO A definição de fisioterapia dada pelo Coffito – Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional1 –, obtida no site oficial do órgão em 2004, diz: “Fisioterapia é uma ciência que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano”. Apesar do campo de atuação do fisioterapeuta abranger ortopedia, cardiologia, respiratória, pediatria e estética, dentre outras2 , esta última área ainda é pouco reconhecida. Recentemente a especialidade fisioterapia estética teve a denominação substituída por fisioterapia dermatofuncional, em uma tentativa de ampliar a área, conferindo-lhe a conotação de restauração de função, além da anteriormente sugerida, que era apenas de melhorar ou restaurar a aparência3. No Guide to physical therapist practice, publicado pela Associação Norte-americana de Fisioterapia (APTA) em 20014 , essa área é referida como responsável pela manutenção da integridade do sistema tegumentar como um todo, incluindo as alterações superficiais da pele. Para a APTA4 , a responsabilidade do fisioterapeuta está não somente em manter e promover a ótima função física, mas também o bem estar e a qualidade de vida. O objetivo deste artigo é apresentar uma revisão de trabalhos sobre esse campo de atuação profissional, buscando melhor delimitação de conceitos e práticas. Para essa revisão foram pesquisadas as bases eletrônicas de dados Medline, Lilacs e Cochrane, com busca no período de 1983 a 2003. Dentre os estudos encontrados – mediante os descritores fisioterapia, estética, celulite, estrias, linfedema, obesidade, quelóide, queimaduras e seus correspondentes em inglês – foram selecionados e consultados cerca de 60 documentos, além de três sites oficiais de fisioterapia1,2,5, consultados em 2004.

BASES MORFOLÓGICAS E PATOLÓGICAS Nesse âmbito dermato-funcional, a fisioterapia pode atuar em diversas patologias3,5, descritas a seguir. Fibroedema gelóide (FEG) Erroneamente conhecida como celulite, é uma das patologias mais comuns, caracterizada por edema no tecido conjuntivo, causado principalmente pelo acúmulo de proteoglicanas no meio extracelular, que levam consigo grande quantidade de água3,6,7,8,9. Pode ocorrer também um aumento do tamanho e número de adipócitos, o que causa uma compressão no sistema venoso e linfático, não afetando o arterial9. O aparecimento do FEG também pode ser explicado devido à organização do tecido adiposo areolar em septos interlobulares fibrosos de tecido conjuntivo10. Esses septos são finos, com projeções perpendiculares nas mulheres, e grossos com projeções oblíquas nos homens3,6,7,8,9. A disposição perpendicular dos septos nas mulheres favorece a expansão desse tecido para a superfície da derme, ficando assim mais evidentes3,6,7,8. Observa-se ainda rompimento das fibras elásticas e o aumento e proliferação das fibras colágenas, o que gera crescente espessamento do tecido, até se tornar fibrótico3,6. Nesse estágio pode ocorrer comprometimento nervoso, podendo causar um quadro álgico3 . O FEG pode ser causado por fatores predisponentes (hereditariedade, sexo, desequilíbrio hormonal), determinantes (estresse, fumo, sedentarismo, desequilíbrios glandulares e metabólicos, maus hábitos alimentares e disfunções hepáticas) ou condicionantes (perturbações circulatórias)3 . Tem pois causa multifatorial e, para que se consiga bom resultado em seu tratamento, este deve ser feito com procedimentos variados e complementares, incluindo completa orientação ao indivíduo tratado, pois se o FEG for abrandado e os hábitos continuarem os mesmos (alimentação inadequada, álcool, fumo, sedentarismo etc.), os resultados serão transitórios3 . Para melhor resultado, a escolha do tratamento ideal é fundamental, podendo este variar desde cirurgia, chamada de subcisão (subcision), pela qual se tratam as depressões do relevo cutâneo por secção dos septos fibrosos11,12, passando por mesoterapia, onde medicamentos são administrados via derme3,6,13, até a complementação alimentar e a atividade física3,6,13,14. Como o FEG está associado à estase linfática, a drenagem linfática é um dos recursos que podem ser utilizados3,6,8. Outra forma de massagem também muito utilizada é aquela conseguida pelo método Endermologie®, que utiliza um aparelho com roletes dirigidos mecanicamente, encontrados no cabeçote, com uma pressão negativa causada por sucção e uma positiva obtida pela aproximação dos roletes 8,14,15,16,17. Esse tipo de massagem, também referida na literatura por outros nomes, além da melhora do fluxo sangüíneo e linfático permite o aumento da oxigenação cutânea, melhora da nutrição celular, auxílio na eliminação de produtos do metabolismo, melhora do tônus da pele, dentre outros8,16,18,19. A corrente galvânica pode ser utilizada em sua forma pura, buscando a nutrição do tecido afetado decorrente do aumento de circulação local; mas é com a iontoforese que essa corrente tem maior aplicabilidade no tratamento do FEG. A medicação introduzida busca promover a despolimerização da substância fundamental por enzimas combinadas ou não a outros fármacos3,13. A hialuronidase é uma dessas enzimas, responsável pela hidrólise do ácido hialurônico, reduzindo sua viscosidade, por isso tendo boa indicação para redução de edemas20. O uso do ultra-som para FEG pode ser indicado tanto pelos seus efeitos já conhecidos, como o aumento da  circulação, com conseqüente neovascularização e relaxamento muscular, por seu efeito mecânico com a micromassagem, o rearranjo e extensibilidade das fibras colágenas e melhora das propriedades mecânicas do tecido, como por seus efeitos de veiculação de substâncias por fonoforese3 . Pode ser utilizado ultra-som terapêutico nas freqüências de 1 ou 3 MHz; para tratamento do FEG, a mais alta é mais indicada por apresentar maior atenuação, sendo portanto mais superficial. Porém, devido à freqüência mais elevada, a produção de calor nos tecidos superficiais também é maior. Para a fonoforese, substâncias que facilitam a penetração de outras substâncias devem ser usadas, como por exemplo o carbopol, fitossomas ou lipossomas3. Como princípio ativo, a cafeína e a aminofilina são muito usadas por serem estimuladores beta-adrenérgicos e aumentarem a lipólise8,13,21. Estrias São regiões de atrofia de pele. Possuem aspecto linear, com comprimento e largura variáveis. Podem ser raras ou numerosas, com disposição paralela umas às outras e perpendicularmente às linhas de clivagem da pele3. Inicialmente têm aspecto eritemato-violáceas, finas e podem gerar prurido. Com a evolução do quadro, adquirem o aspecto esbranqui- çado, quase nacarado, tornando-se mais largas 3,22-24. Parte da dificuldade em determinar sua etiologia deve-se ao fato de estarem relacionadas a diferentes situações clínicas23. Podem aparecer por um repentino estiramento da pele, com conseqüente ruptura ou perda de fibras elásticas, podendo decorrer de crescimento rápido, aumento de peso ou gravidez3,22-25. Podem estar relacionadas a alterações endocrinológicas, principalmente associadas a corticóides e ao estrógeno3,23,24. O exercício vigoroso e algumas infecções como febre tifóide e hanseníase também são apontados como causadores de estrias3,22,23.

Seu tratamento varia de acordo com a evolução. Aplicações de substâncias tópicas devem ser específicas para cada fase; por exemplo, o uso de tretinoína tópica é efetivo para a estria rubra, mas não para a alba22,24,26,27. Um método muito utilizado para o tratamento da estria madura é a aplicação de corrente galvânica filtrada3 . O estímulo desencadeia um processo de reparação, por meio de uma inflamação aguda localizada, que visa restabelecer de forma satisfatória a integridade dos tecidos tratados3 . Há também descrição do uso de luz intensa pulsada (IPL) para o tratamento da estria alba23 e do Dye laser3,24-28. A microdermabrasão, procedimento com finalidade de destruição da camada epidérmica e/ou dérmica superficial3,29-31, podendo ser feito por microcristais com vácuo3,29,30,32 ou dermabrasor com ponteiras impregnadas de diamantes31, tem o objetivo de estimular a regeneração da estria pela instalação de um processo inflamatório, com conseqüente estímulo da atividade fibroblástica3,29,31. Obesidade É uma doença universal, considerada como própria da superalimentação. É definida como aumento generalizado da gordura corporal resultante de um balanço energético onde a ingestão supera o gasto3,33. Na prática clínica, para a determinação do grau de obesidade, a Organização Mundial de Saúde (OMS) sugere o cálculo do IMC (índice de massa corpórea), obtido pela divisão do peso do indivíduo (em kg) pelo quadrado de sua altura (em m), onde índices entre 25 e 29,9 indicam sobrepeso, de 30 a 39,9 obesidade e, acima de 40, obesidade mórbida34. A obesidade tem várias causas além da alimentação exagerada. Pode se dar por fatores genéticos, influenciada por baixo metabolismo basal, massa magra escassa35, por causas endógenas como tratamento de diabetes melito34, alterações nos esteróides ovarianos36,37

ou simplesmente o sexo, pois se acredita que em mulheres ocorra maior depósito de gorduras35. Pode ser favorecida pelo sedentarismo, pela falta de regularidade e controle na alimentação3 e por ingestão de drogas como antidepressivos, corticosteróides, anticoncepcionais, bloqueadores ß-adrenérgicos ou insulina, entre outros35. Está associada a inúmeras doenças crônicas, como as cardiovasculares (hipertensão arterial, insuficiência cardíaca congestiva e doença vascular periférica), doenças articulares degenerativas (gota, osteoartrite), esteatose hepática, apnéia do sono, além de alterações posturais como aumento da lordose lombar e anteversão da pelve, entre outras16,34. Há diversas formas de tratamento da obesidade. A tentativa inicial é em geral a de promover o bem-estar do paciente e diminuir o risco de doenças futuras34. O tratamento medicamentoso é indicado para pacientes com dificuldade em emagrecer, podendo consistir em drogas que afetam a absorção de gordura, redutoras de apetite, adrenérgicas, entre outros34,35. A atividade física e o controle alimentar são os mais importantes recursos para o tratamento da obesidade3,34,38-40. Porém, ambos devem ser controlados. A maioria dos obesos não está preparada para suportar grandes programas de exercícios físicos, podendo desenvolver alterações em articulações39,40, ou mesmo apresentar riscos, no caso dos que têm alterações coronarianas associadas40. O exercício aeróbico é o mais indicado por promover perda de peso e de massa adiposa34,39,40; e acredita-se que a prática de atividade física também estimule o controle alimentar38. Lipodistrofia (gordura) localizada É o acúmulo regional de tecido adiposo. Sua localizaçào varia de acordo com o sexo: homens têm o predomínio de células adiposas na região do abdome e mulheres apresentam maior depósito em regiões femoroglúteas13. Na mulher, a localização pode ser influenciada por seu biótipo, classificada como ginóide, acúmulo em metade inferior do corpo, ou andróide, metade superior13. Ainda como parte de sua constituição, a mulher ginóide pode apresentar variações de acúmulo de tecido adiposo, podendo ser classificada como calça de montaria, calça de soldado e garrafa de champanhe13. Para tratamento da gordura localizada, a Endermologie® é tida como um dos principais recursos com comprovada efetividade para melhoria do contorno corporal, sem necessidade de intervenção cirúrgica15,16,18,19. Durante a aplicação desse método, há uma pressão positiva dos roletes do cabe- çote que, associada à pressão negativa da sucção controlada do aparelho, causam dano às células adiposas, o que vai culminar em sua remodelação, ou seja, sua melhor distribuição no tecido16,17. A esse método podem ser associadas outras técnicas, como o uso do ultra-som41 ou a própria lipoplastia17. No pré e pós-cirurgia plástica estética e reparadora É indicada a atuação fisioterapêutica em diversas cirurgias com fins estéticos. Dentre elas, destacam-se aquelas para rejuvenescimento facial (ritidoplastia ou facelift)42, correção do contorno palpebral (blefaroplastia)43, correção de mama (mamaplastia), implantes mamários, correção de abdome (abdominoplastia)44 e a lipoaspiração, feita por várias técnicas45,46. Na fase pré-operatória, é importante o trabalho com a manutenção da musculatura que estará envolvida na cirurgia, além de uma documentação prévia completa das condições gerais do paciente, musculares e de pele3 . No pós-operatório o momento da intervenção varia de acordo com a cirurgia e com o procedimento realizado3 . O tratamento para redução de edema feito por drenagem linfática é indicado para todas as técnicas cirúrgicas e permite abordagem mais precoce3,47. A utilização de Endermologie® é indicada15,16,18,19. Conseqüências tardias à cirurgia também devem ser evitadas e tratadas, como prevenção de aderências cicatriciais, dor, flacidez e fraqueza muscular3. Para isso, recursos comuns à fisioterapia podem ser utilizados como o ultra-som, crioterapia, laser, ou eletroterapia3. Exercícios ativos também são fundamentais no processo de recuperação3,47. O completo sucesso da cirurgia plástica depende ainda da participa- ção do paciente, com a associação de dietas, atividade física e alterações em seu modo de vida48. Flacidez É decorrente de atrofia de tecido, ficando este com aspecto frouxo, afetando em separado pele ou músculos3. Pode ser conseqüência do envelhecimento fisiológico, onde há perda gradativa de massa muscular esquelética, substituída por tecido adiposo, e atrofia do tecido adiposo subcutâneo, dentre outras alterações3,27,49. O sedentarismo é apontado como causa de flacidez muscular, assim como o emagrecimento em demasia, podendo este último afetar também a pele3 . O tratamento desse tipo de patologia consiste em restabelecer a tensão perdida, indicando-se tratamentos que já fazem parte da rotina do fisioterapeuta, como eletroterapia e cinesioterapia3. Para a flacidez de pele, peelings químicos com ácido glicólico50 e mesmo a cirurgia plástica22 são procedimentos recomendados. Cicatriz hipertrófica e quelóide As cicatrizes hipertróficas e os quelóides caracterizam-se por síntese de colágeno com fibras que não se orientam ao longo das linhas de fenda, mas sim em espiral3,51. Existem inúmeras dúvidas quanto ao diagnóstico diferencial das duas patologias, porém, segundo Wolwacz et al. 51, há diferenças histológicas comprovadas entre elas, que apontam para duas patologias diferentes. Para Guirro & Guirro3, uma cicatriz hipertrófica pode regredir espontaneamente e a hipertrofia ocorre dentro dos limites da lesão. Os quelóides não apresentam essa melhora espontânea: a fibrose forma-se além dos limites da lesão e os portadores têm sensação de prurido, ferroadas ou queimação3,52. Fatores como infecção, tensão da ferida, tração excessiva no momento da incisão cirúrgica podem favorecer o aparecimento de quelóides52. O tratamento desse tipo de cicatrização é variado. Inicialmente era preconizada cirurgia para sua redução, porém esse método isolado é freqüentemente passível de recidiva51. Atualmente é indicado o uso da terapia de compressão (malha de tecido elástico aplicada diretamente na lesão por grande período de tempo), uso de corticóides, lâminas de silicone (oclusão e hidratação do estrato córneo), cirurgia a laser e crioterapia (destruição das camadas celulares por anóxia devido à ação do frio nos vasos)51,52. A microdermabrasão superficial é um recurso indicado por sua simplicidade e baixo risco31,32. A massagem, seja feita por técnicas manuais ou com o auxílio de aparelhos, também tem sua aplicabilidade na terapêutica para melhoria das cicatrizes3,17, assim como o ultra-som3,53 e a iontoforese20. Queimaduras As queimaduras podem ser elé- tricas, químicas, causadas por contato direto com a chama, por escaldamento, por fricção ou exposição solar, dentre outras54. Dentre as principais causas estão os acidentes domésticos, seguidos de acidentes no trabalho, tentativas de suicídio ou homicídio e, por último, acidentes de trânsito e/ou de lazer54.

Sua classificação varia de acordo com a profundidade da lesão tecidual, podendo ser divida em três graus 3,54: 1º grau: somente a epiderme é atingida. A região encontra-se hiperemiada e dolorida. A recuperação total ocorre em poucos dias. 2º grau: comprometimento parcial da derme. Há presença de bolhas ou flictemas (extravasamento plasmático) e dor. Sua cicatrização varia de poucos dias a três semanas e podem apresentar seqüelas dependendo da profundidade da lesão, variando entre discromias, retrações e hipertrofia. 3º grau: Toda a derme é atingida podendo comprometer tecido adiposo, tendões, músculos e ossos. Como a epiderme costuma ser destruída no momento do acidente, com a derme exposta, a lesão é esbranquiçada, endurecida e, em geral, indolor. A cicatrização nesses casos só é possível com a enxertia cutânea, uma vez que toda a pele foi destruída. Em todos os graus de queimaduras há grande variedade de complica- ções, como alterações eletrolíticas e metabólicas, derrame articular, calcificações de partes moles, neuropatia, infecção cutânea e pulmonar, insuficiência cardíaca, respiratória, renal e hepática, amputações, além de lesões pulmonares por ação direta do calor e inalação de diferentes gases resultantes da combustão dos materiais presentes no local, no caso de acidentes3,54. O tratamento de pacientes queimados é multidisciplinar3,55,56 e segue abordagens diferentes de acordo com a fase em que se encontra o paciente, podendo ter seu foco na queimadura, na terapia intensiva, na cicatriz e na recuperação funcional dos movimentos3,55,57. É fundamental uma terapêutica específica para cada caso, variando de acordo com o grau de comprometimento da pele e lesões associadas, podendo haver a necessidade de inclusão de exercícios respiratórios, de alongamento e de força muscular3,57,58. Para melhoria da qualidade da pele, a Endermologie® é um recurso indicado, uma vez que este foi criado inicialmente na França para tratamento de queimados13,16,18,19. A aplicação dessa técnica traz benefícios às propriedades físicas da cicatriz (elasticidade e maleabilidade) e aparência (cor e textura)59, semelhante ao que acontece com a aplicação da massagem tradicional, com a vantagem de ser muito mais rápida e menos cansativa16,18,19. Recursos como o ultra-som, TENS e laser também podem ser utilizados como alternativa na recuperação da cicatriz e melhora geral do paciente3,58. Linfedema Ocorre quando há acúmulo de líquidos e proteínas nos espaços intersticiais49. O linfedema pode ser decorrente de alterações do próprio sistema linfático, como por exemplo o linfedema congênito, ou causado por retirada dos linfonodos (linfadenectomia), radioterapia, pós-infecções, doenças neoplásicas, traumas extensos, dentre outros3 . Nos dois casos, fatores como infecção cutânea, viagens de longa distância e aplicação de compressão podem causar complicação do quadro60. É um quadro comumente encontrado em mulheres que sofreram mastectomia para retirada de tumor em mama, pois pode haver necessidade da retirada da cadeia axilar de nodos linfáticos, alterando a circulação normal da linfa3,61. Seu tratamento deve ser multidisciplinar3. Além disso, os recursos utilizados deverão ser associados na busca do melhor resultado3,60-2. A perimetria do membro tratado deve ser feita como uma rotina clínica, para a avaliação do resultado da terapia aplicada3,60,61. A terapia pode ser iniciada com a elevação do membro acometido, podendo fazer parte a drenagem linfática manual (com o objetivo de melhorar a absorção e transporte de líquidos), o enfaixamento compressivo (para evitar o refluxo da linfa), uso de bombas pneumáticas – recurso também conhecido como pressoterapia (drenagem obtida pela utilização de sistema de compressão seqüencial)–, cinesioterapia (indicada desde o início do tratamento, pois as contrações musculares irão exercer compressão no tecido, favorecendo a drenagem linfática)3,60-62. CONCLUSÃO Por ser uma área de atuação muito recente, a pesquisa científica efetuada por profissionais que aí atuam ainda é escassa. No entanto, este levantamento bibliográfico permitiu observar que há na literatura científica embasamento para justificar a escolha dos diversos recursos utilizados nas patologias englobadas por essa área da fisioterapia. Há necessidade de se ampliar o número de pesquisas científicas, consolidando assim a fisioterapia dermato-funcional como uma área relevante no contexto da saúde brasileira

REFERÊNCIAS

1 COFFITO – Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Fisioterapia: definições e áreas de atuação. [site oficial] [citado jul. 2004]. Disponível em: http://www.coffito.org.br/ conteudo_1.asp?id=8.

2 CREFITO 3. Conselho Rregional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de São Paulo [site oficial]. [citado jul. 2004] Disponível em: http:// www.crefito3.com.br.

3 Guirro E, Guirro R. Fisioterapia dermato-funcional: fundamentos, recursos, patologias. 3a ed. São Paulo: Manole; 2002.

4 American Physical Therapy Association. Guide to physical therapist practice. Phys Ther. 2001;81(1):9-746.

5 Silva CR, Guirro E, Prati FAM, Campos MSMP, Herck RAR, Tacani RE. Como o fisioterapeuta pode atuar no campo da estética [Parecer para o Crefito5]. Porto Alegre: Crefito5; 1997.

6 Piérard GE, Nizet JL, Franchimont CP. Cellulite: from standing fat herniation to hypodermal stretch marks. Am J Dermatol. 2000;22(1):34-7.

7 Rosenbaum M, Prieto V, Hellmer J, Boschmann M, Krueger J, Leibel RL, et al. An exploratory investigation on the morphology and biochemistry of cellulite. Plast Reconstr Surg. 1998;101(7):1934-9.

8 Draelos ZD, Marenus KD. Cellulite, etiology and purported treatment. Dermatol Surg. 1997;23(12):1177-81.

9 Lotti T, Ghersetich I, Grappone C, Dini G. Proteoglycans in so-called cellulite. Int J Dermatol. 1990; 29(4):272-4.

10 Segers AM, Abulafia, Kriner J, Cortondo O. Celulitis: estúdio histopatológico e histoquímico de 100 casos. Med Cut ILA. 1984;12:167-72.

11 Hexel DM, Oliveira NIM. Tratamento da celulite pela subcisão. In: Horibe EK. Estética clínica e cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter; 2000. p.261-4.

12 Hexsel DM, Mazzuco R. Subcision: a treatment for cellulite. Int J Dermatol. 2000;39(7):539-44.

13 Ciporkin H, Paschoal LH. Atualização terapêutica e fisiopatogênica da lipodistrofia ginóide (LDG) “celulite”. São Paulo: Santos; 1992.

14 Collis N, Elliot LA, Sharpe C, Sharpe DT. Cellulite treatment: a myth or reality; a prospective randomized, controlled trial of two therapies, endermologie® and aminophylline cream. Plast Reconstr Surg. 1999;104(4):1110-4.

15 Benelli L, Berta JL, Cannistra C, Amram P, Benhamou G. Endermologie: humoral repercussions and estrogen interaction. Aesthetic Plast Surg. 1999;23:312-5.

16 Chang P, Wiseman J, Jacob T, Salisbury AV, Ersek RA. Noninvasive mechanical body contouring (endermologie): a one-year clinical outcome study update. Aesthetic Plast Surg.1998;22:145-53.

17 Watson J, Fodor PB, Cutcliffe B, Sayah D, Shaw W. Physiological effects of endermologie®: a preliminary report. Aesthetic Plast Surg. 1999;19(1):27-33.

18 Adcock D, Pausen S, Davis S, Nanney L, Shack B. Analysis of the cutaneous and systemic effects of endermologie® in the porcine model. Aesthetic Plast Surg. 1998;18(6):414-22.

19 Adcock D, Pausen S, Jabour K, Davis S, Nanney LB, Shack B. Analysis of the effects of deep mechanical massage in the porcine model. Plast Reconstr Surg. 2001;108(1):233-40.

20 Costello CT, Jeske AH. Iontophoresis: applications in transdermal medication delivery. Phys Ther. 1995;75(6):554-63.

21 Paschoal LH. Tratamento da “celulite” – lipodistrofia ginóide (LDG). In: Horibe EK. Estética clínica e cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter; 2000. p.257-60.

22 Kang S, Kim KJ, Griffiths CEM, Wong TY, Talwar HS, Fisher GJ, et al. Topical tretinoin (retinoic acid) improves early stretch marks. Arch Dermatol. 1996;132:519-26.

23 Hernández-Pérez E, Colombo-Charrier E, ValenciaIbiett E. Intense pulsed light in the treatment of striae distensae. Dermatol Surg. 2002;28(12):1124-30.

24 McDaniel DH, Ash K, Zukowski M. Treatment of stretch marks with the 585-nm flashlamp-pumped pulsed Dye laser. Dermatol Surg. 1996;22:332-7.

25 Jiménez GP, Flores F, Berman B, Gunja-Smith Z. Treatment of striae rubra and striae alba with the 585- nm pulsed-Dye laser. Dermatol Surg. 2003;29(4):362-5.

26 Ash K, Lord J, Zukowski M, McDaniel DH. Comparison of topical therapy for striae alba (20% glycolic acid/0,05% tretinoin versus 20% glycolic acid/10% L-ascorbic acid). Dermatol Surg. 1998;24(8):849-56.

27 Bergfeld WF. A lifetime of healthy skin: implications for women. Int J Fertil Womens Med. 1999;44(2):83-95.

28 Nouri K, Romagosa R, Chartier T, Bowes L, Spencer JM. Comparison of the 585 nm pulse Dye laser and the short pulsed CO2 laser in the treatment of striae distensae in skin types IV and VI. Dermatol Surg. 1999;25:368-70.

29 Bernard RW, Beran SJ, Russin L. Microdermabrasion in clinical pratice. Clin Plast Surg. 2000;27(4):571-7. FISIOTERAPIA E PESQUISA 2006; 12(3) 43

30 Shim EK, Barnette D, Hughes K, Greenway HT. Microdermabrasion: a clinical and histopathologic study. Dermatol Surg. 2001;27:524-30.

31 Horibe EK. Dermabrasão superficial. In: Horibe EK. Estética clínica e cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter; 2000. p.85-9.

32 Freedman BM, Rueda-Pedraza E, Waddell S. The epidermal and dermal changes associated with microdermabrasion. Dermatol Surg. 2001;27:1031-4.

33 Campos FS, Silva AS, Fisberg M. Descrição fisioterapêutica das alterações posturais de adolescentes obesos. Braz Pediatr News 2002; 4(2). Disponível em: http://www. brazilpednews.org.br/ junh2002/obesos.pdf.

34 Halpen A, Mancini MC. Obesidade: tratamento clínico. In: Coronho V, Petroiame A, Santana EM. Tratado de endocrinologia e cirurgia endócrina. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001.

35 Medeiros-Neto G, Cavaliere H. Obesidade: perspectivas para o terceiro milênio. In: Horibe EK. Estética clínica e cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter; 2000. p.251-6.

36 Gruber DM, Huber JC. Gender-specific medicine: the new profile of gynecology. Gynecol Endocrinol. 1999;13:1-6.

37 Gruber JC, Wieser F, Gruber IML, Ferlitsch K, Gruber DM, Huber JC. Current concepts in aesthetic endocrinology. Gynecol Endocrinol. 2002;16:431-41.

38 Gutin B, Cucuzzo N, Islam S, Smith C, Stachura ME. Physical training, lifestyle education, and coronary risk factors in obese girls. Med Sci Sports Exerc. 1996;28(1):19-23.

39 Tremblay A, Buemann B. Exercise-training, macronutrient balance and body weight control. Int J Obes. 1995;19:79-86.

40 Abdo S. Agentes físicos y obesidad: mitos y realidades. Centro Médico. 1985;24(82):209-14.

41 Mendes FH. Noninvasive liposculpture: an association of external ultrasound delivery with endermosuctioning massage. Plast Reconstr Surg. 1999;104(4):1206-7.

42 Horibe EK. Cirurgia do envelhecimento facial. In: Horibe EK. Estética clínica e cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter; 2000. p.291-307.

43 Ferreira LM, Graziosi AC. Blefaroplastia. In: Horibe EK. Estética clínica e cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter; 2000. p.283-90.

44 Pitangy I. Salgado F, Radwanski HN. A importância da mamaplastia e abdominoplastia na cirurgia do contorno corporal. In: Horibe EK. Estética clínica e cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter; 2000. p.317-26.

45 Toledo LS. Lipoplastia no Brasil. In: Horibe EK. Estética clínica e cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter; 2000. p.265-71.

46 Mendes FH. External ultrasound-assisted lipoplasty from our own experience. Aesthetic Plast Surg. 2000;24:270-4.

47 Mottura AA. Face lift postoperative recovery. Aesthetic Plast Surg. 2002;26:172-80.

48 Rohrich RJ, Smith PD, Marcantonio DR, Kenkel JM. The zones of adherence: role in minimizing and preventing contour deformities in liposuction. Plast Reconstr Surg. 2001;107(6):1562-9.

49 Borkan, GA, Hults DE, Gerzof SG, Robbins AH, Silbert CK. Age changes in body composition revealed by computed tomography. J Gerontol. 1983;38(6):673-7.

50 Mêne R, Moy L, Alessandrini G. Peeling químico superficial com ácido glicólico. In: Horibe EK. Estética clínica e cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter; 2000. p.29-37.

51 Wolwacz A, César EO, Ciufo MR, Wolwacz Júnior I, Kuyven CR, Deos MF. Opções terapêuticas nas cicatrizes queloidianas. Rev Soc Bras Cir Plast. 2000;15(1):15-24.

52 Reis ALN. Principais características das cicatrizes queloideanas. An Bras Dermatol. 1994;69(6):495-7.

53 Haar G. Therapeutic ultrasound. Eur J Ultrasound. 1999;9:3-9.

54 Marchesan WG, Barros MEPM. Tratamento inicial das queimaduras. Medicina (Ribeirão Preto) 1995;28(4):753-6.

55 Keller C, Ward RS. Educational preparedness for physical therapists and occupational therapists in burn care. J Burn Care Rehabil. 2002;23(1):67-73.

56 Biggs KS, Linde L, Banaszewski M, Heinrich JJ. Determining the current roles of physical and occupational therapists in burn care. J Burn Care Rehabil. 1998;19(5):442-9.

57 Fletchall S, Hickerson WL. Managed helth care: therapist responsibilities. J Burn Care Rehabil. 1997;18(1):61-3.

58 Vilalba RCCD. Tratamento em pacientes com queimaduras. São Paulo: Lovise Científica; 1994.

59 Gavroy JP, Dinard J, Costagliola M, Rouge D, Griffe O, Teot L, et al. LPG et assouplissement cutané dans la brûlure. Journal des Plaies et Cicatrisations 1996;5:42-6.

60 Bunce IH, Mirolo BR, Hennessy JM, Ward LC, Jones LC. Post-mastectomy lymphoedema treatment and measurement. Med J Aust. 1994;161(2):125-8.

61 Harris SR, Hugi MR, Olivotto IA, Levine M. Clinical practice guidelines for the care and treatment of breast cancer: 11.Lymphedema. CMAJ. 2001;164(2):191-9.

62 Morgan RG, Casley-Smith JR, Mason MR, Casley-Smith JR. Complex physical therapy for the lymphoedematous arm. J Hand Surg. 1992;17B(4):437-41.

Conteúdos relacionados

Auto Liberação Miofascial

Auto Liberação Miofascial

Você sabe o que é a Auto Liberação Miofascial?

Primeiro vamos falar sobre a Fáscia

Definições

Houve várias definições de fáscia, cada uma chamando a atenção para diferentes propriedades ou características. De acordo com a definição fornecida pelo Journal of Bodywork and Movement Therapies (LeMoon, 2008), a fáscia é “o componente do tecido mole do sistema de tecido conjuntivo que tanto penetra como envolve os músculos, ossos, órgãos, nervos, vasos sanguíneos e outras estruturas e estende-se da cabeça aos pés, da frente para trás e da superfície até o fundo de uma teia tridimensional ininterrupta ”. 

Esta definição chama a atenção para a natureza onipresente da fáscia. Findlay (2009) introduziu a fáscia como “o componente de tecido mole do sistema de tecido conjuntivo que permeia o corpo humano, formando uma matriz tridimensional contínua e de corpo inteiro de suporte estrutural. Ele interpenetra e envolve todos os órgãos, músculos, ossos e fibras nervosas, criando um ambiente único para o funcionamento dos sistemas do corpo. ”Esta definição chama a atenção para o papel estrutural desempenhado pela fáscia. 

Schleip et al. (2012) definiram a fáscia como “o componente de tecido mole do sistema de tecido conjuntivo que permeia o corpo humano (e) que faz parte de um sistema de transmissão de força tensional”. Essa definição torna mais claro como a fáscia está envolvida na transmissão de forças. De fato, Huijing e Jaspers (2005) observaram que, como a carga mecânica longitudinal in vitro não causa as mesmas adaptações que cargas mecânicas similares in vivo, a transmissão de força por meio de conexões miofasciais pode ser importante no processo de hipertrofia muscular. Finalmente, Kumka e Bonar (2012) sugeriram que a fáscia seja definida como “uma inervação, contínua.

 

O que é a Auto Liberação Miofascial?

A auto liberação miofascial é uma intervenção popular usada por profissionais de reabilitação e fitness para aumentar a mobilidade miofascial. As ferramentas comuns da auto liberação miofascial incluem o rolo de espuma e vários tipos de massageadores de rolos. 

Existem evidências que sugerem que essas ferramentas podem melhorar a amplitude de movimento articular (ADM) e o processo de recuperação, diminuindo os efeitos da dor muscular aguda, dor muscular de início tardio (DOMS)  e desempenho muscular pós-exercício, rolos de espuma e as barras de massagem de rolos apresentam diversos tamanhos e densidades de espuma ( Figura 1 ).

Os rolos de espuma comercial estão normalmente disponíveis em dois tamanhos.

Com a rolo de espuma, o paciente usa seu peso corporal para aplicar pressão nos tecidos moles durante o movimento de rolamento. Barras de massagem de rolo também vêm em muitas formas, materiais e tamanhos. Um dos mais comuns é uma barra de massagem de rolo construída de um cilindro de plástico sólido com uma cobertura externa de espuma densa. 

A barra é frequentemente aplicada com as extremidades superiores no músculo alvo. A pressão durante a ação de rolamento é determinada pela força induzida pelas extremidades superiores. A bola de tênis também foi considerada uma forma de massagem com rolete e foi estudada em pesquisas anteriores. 

Você pode gostar tambem

Pos em Terapia Manual

Curso de Maitland – Conceito Maitland

Pós-graduação em Fisioterapia Dermatofuncional


Para atletas e indivíduos ativos, auto liberação miofascial  é freqüentemente usado para melhorar a recuperação e o desempenho. Apesar da popularidade da auto liberação miofascial , os efeitos fisiológicos ainda estão sendo estudados e não existe consenso sobre o programa ideal para amplitude de movimento, recuperação e desempenho.

Apenas duas revisões anteriores foram publicadas relacionadas às terapias miofasciais. Mauntel e cols. realizaram uma revisão sistemática que avaliou a eficácia das várias terapias miofasciais, como terapia com ponto de gatilho, terapia de liberação posicional, técnica de liberação ativa e auto liberação miofascial na amplitude articular, força muscular e ativação muscular. Os autores avaliaram 10 estudos e descobriram que as terapias miofasciais, como um grupo, melhoraram significativamente a ADM, mas não produziram alterações significativas na função muscular após o tratamento.

Schroder e cols. Realizaram uma revisão da literatura avaliando a eficácia da auto liberação miofascial usando um rolo de espuma e massageador de rolo para pré-exercício e recuperação. Os critérios de inclusão foram ensaios controlados randomizados. Nove estudos foram incluídos e os autores descobriram que a auto liberação miofascial parece ter efeitos positivos sobre a ADM e dor / fadiga após o exercício. 

Apesar desses resultados relatados, deve-se notar que os autores não utilizaram uma estratégia de busca objetiva ou classificação da qualidade da literatura.

Atualmente, não há revisões sistemáticas que avaliaram especificamente a literatura e relataram os efeitos da auto liberação miofascial usando um rolo de espuma ou massageador de rolos nesses parâmetros. Isso cria uma lacuna na tradução da pesquisa para a prática para clínicos e profissionais de fitness que usam essas ferramentas e recomendam esses produtos para seus clientes.

 O objetivo desta revisão sistemática foi avaliar criticamente as evidências atuais e responder às seguintes perguntas: (1) A auto liberação miofascial com rolo de espuma ou massageador de rolos melhora a amplitude de movimento articular sem afetar o desempenho muscular? (2) Após um intenso exercício de exercício, A liberação auto-miofascial com um rolo de espuma ou massageador de rolo aumenta a recuperação muscular após o exercício e reduz o DOMS? (3) A liberação auto-miofascial com um rolo de espuma ou massa-rolo antes da atividade afeta o desempenho muscular?

Benefícios da Auto Liberação Miofascial

Há evidências de que a auto liberação miofascial ajuda a aliviar alguns tipos de dor, incluindo dor lombar não específica e dor no calcanhar plantar, mas os benefícios de incluir a auto liberação miofascial em sua rotina regular vão além do alívio da dor para alguns benefícios de desempenho bastante agradáveis. De fato, alguns estudos indicam que a auto liberação miofascial pode ajudar:

  • Aumente a amplitude de movimento e a flexibilidade em articulações específicas, sem reduzir a ativação ou a força muscular. Isso faz com que seja uma excelente atividade de aquecimento pré-treino.
  • Reduza a dor e a fadiga pós-treino. Isso faz com que seja uma excelente atividade de relaxamento pós-treino.

Se você ainda está confuso sobre o que é a auto liberação miofascial, então você pode ter ouvido falar em, Rolo Massagem Foam Roller. E enquanto o Foam Roller é certamente uma forma de auto liberação miofascial, esses cilindros de espuma rígidos não são as únicas ferramentas disponíveis para atingir aderências musculares e proporcionar benefícios físicos. Se você está querendo iniciar um pouco de auto-massagem para melhorar o desempenho, considere estocar seu arsenal de autocuidado com essas ferramentas para a auto liberação miofascial.

Confira algumas formas de Auto Liberação Miofascial

 Rolo de espuma

Nem todos os rolos de espuma são iguais, por isso é importante entender o mercado. Você vê, rolos de espuma em muitos tamanhos, formas e densidades diferentes. Alguns apresentam solavancos ou botões, enquanto outros vibram. Alguns custam cerca de R$ 20,00, outros custam mais de R$ 200,00, o que torna a escolha de um rolo de espuma mais confusa do que deveria ser.

Em sua essência, um rolo de espuma é simplesmente um cilindro de espuma que você equilibra e rola, passando o tecido muscular pela superfície dura do rolo para ajudar a soltar aderências. A boa notícia é que a maioria das pessoas não precisa de nenhum dos recursos excessivamente complicados que aumentam o custo da ferramenta. O que você não precisa é um rolo feito de espuma de alta densidade EVA. Este tipo de espuma não vai quebrar ou ficar “macio”, tornando o rolo menos eficaz com o tempo.

Uma bola de massagem

Bola de massagem
Terapia de Performance de Ponto de Trigger

Por mais maravilhosos que sejam os rolos de espuma, às vezes eles simplesmente não fornecem alívio direcionado suficiente para pontos de gatilho dolorosos. A superfície relativamente plana do cilindro não pode realmente cavar em pontos específicos. É aí que bolas de massagem entram em jogo. O exemplo mais clássico é uma bola de tênis. Estas bolas de borracha rígida muito mais densas, permitindo uma massagem mais agressiva de áreas específicas, especialmente os glúteos, parte superior do tórax e áreas de ambos os lados da coluna. Além disso, eles são baratos. 

Claro, bolas de tênis não são sua única opção. Você pode usar bolas de golfe para direcionar suas mãos e pés. Você pode usar softballs para atingir extensões maiores de seus glúteos. 

Um bastão de massagem

Vara de massagem Namastick

As baquetas de massagem são especialmente agradáveis ​​para o trabalho e a viagem, já que você pode direcionar as mesmas extensões de tecido muscular com um rolo, mas a partir do conforto de uma cadeira. Além disso, eles são leves e razoavelmente pequenos, facilitando o uso em uma bolsa ou mala.

Você pode usar o bastão para aplicar uma força de atrito contra o tecido em ângulos variados. Por exemplo, você pode mais facilmente direcionar seus quadris de diferentes ângulos com um bastão de massagem do que você pode com um rolo de espuma.

Uma ótima opção é o Namastick . Este bastão de madeira  apresenta uma bola em cada extremidade. É esse design que torna o Namastick tão útil. Além de trabalhar como bastão de massagem, ele pode funcionar como uma bola de massagem ou um rolo de espuma para alguns exercícios. Por exemplo, você pode colocá-lo no chão e estender seus quadris ou isquiotibiais de forma semelhante à de um rolo de espuma, mas você não precisa se equilibrar em cima do rolo. É uma opção mais acessível para pessoas que querem os benefícios de um rolo de espuma, mas podem não ter o equilíbrio ou a força da parte superior do corpo para usar efetivamente a outra ferramenta.

Você também pode usar as bolas em cada extremidade do Namastick para atingir as solas dos pés ou para identificar e trabalhar em nós nos quadris ou nas costas. Contanto que você fique longe de pontos e juntas ósseas, é uma opção flexível para encontrar e liberar aderências fasciais. 

 

Roda de plexo

Não confunda uma roda com um rolo de espuma. Enquanto ambas as ferramentas são cilindros, as rodas são mais estreitas, normalmente têm um diâmetro maior e são projetadas especificamente para serem enroladas ao longo da coluna.

A roda do plexo  é um ótimo exemplo é uma otima forma para realizar a Auto Liberação Miofascial. Este produto vem em três tamanhos diferentes, pode suportar até 500 libras e é estreito o suficiente para caber entre suas escapulas, essencialmente tracionando a espinha quando você rola por cima dele. Devido ao seu tamanho e forma, a Plexus Wheel fornece massagem direcionada para cima e para baixo na coluna, estimulando o tórax e os ombros a se “abrirem”, contrabalançando o desdobramento da parte superior do corpo que se desenvolve em atividades como sentar em uma mesa. Ao contrariar este desleixo para a frente, a roda pode ajudar a prevenir e corrigir os desequilíbrios musculares que contribuem para a dor nas costas enquanto massageia a musculatura firme ao longo do pescoço e da coluna vertebral.

 

Nesse texto você conferiu as seguintes informações:

A definição de Fasia

O que é a Auto Liberação Miofascial

Os Beneficios da Auto Liberação Miofascial

5 Tecnicas para estar realizando 

 

Confira um artigo completo sobre Liberação Miofascial em PDF 

Liberação miofascial no ganho de potência muscular do quadríceps: um estudo controlado e randomizado

Clique aqui e abaixe o artigo completo

Conteúdos relacionados

Fisioterapia Dermatofuncional

Fisioterapia Dermatofuncional

Fisioterapia Dermatofuncional

O que é?

A fisioterapia Dermatofuncional é responsável pela avaliação e tratamento de distúrbios de alteração da funcionalidade do sistema tegumentar. Este tipo de fisioterapia tem por objetivo proporcionar um tratamento eficaz e seguro aos pacientes com doenças dermatológicas e problemas estéticos que afetam diretamente a auto-estima. Os efeitos psicoemocionais são mais graves que as alterações físicas que determinada patologia possa ter causado.

Fisioterapia dermatofuncional

A fisioterapia dermatofuncional estuda as reações do homem perante os estímulos corporais recebidos, seja de resultados de alterações patológicas ou psíquicas e orgânicas. Foi reconhecida como uma especialidade apenas em 2009 pelo Conselho Federal de Fisioterapia, e estuda os efeitos terapêuticos com ênfase na restauração das funções dos tecidos tratados, melhora e restaura a aparência atingindo os objetivos do paciente. O especialista de dermatofuncional está preparado para cuidar dos problemas relacionados a acne, gordura localizada, celulites, rugas, manchas, cicatrizes, queimaduras e outras. Além claro, de possuir um papel fundamental durante acompanhamento pré e pós-operatório das cirurgias plásticas.

São analisadas peso, medidas e hábitos de vida e alimentares dos pacientes com o intuito de preparar o protocolo para um tratamento que esteja de acordo com o perfil do paciente, essa avaliação determina os recursos terapêuticos, a duração e a freqüência do tratamento.


Confira tambem

Curso de Estética Corporal

Curso de Jato de Plasma


Como Funciona e Pra que serve?

A profissional responsável pela fisioterapia dermatofuncional não pode prescrever ou administrar medicações farmacológicas e sequer pode realizar qualquer procedimento como esfoliações profundas, injeções de substâncias, uso de LASER ablativos ou qualquer procedimento que necessite de anestesia. A fisioterapeuta responsável pela dermato-funcional não substitui um Médico Dermatologista, por esse motivo, o ideal é que o trabalho seja feito por ambos profissionais sinergicamente, para que os melhores resultados possíveis com menor custo possível ao paciente sejam alcançados sem que a segurança do mesmo seja colocada em risco.

Áreas da Fisioterapia Dermatofuncional

Como já sabemos, uma doença dermatológica por afetar a auto-estima de uma pessoa, interferindo até mesmo em sua qualidade de vida. O bem estar e a qualidade de vida destes pacientes devem ser prioridade para profissionais desta área da fisioterapia.

Existem duas grandes áreas dentro da fisioterapia dermatofuncional. A reparadora e a estética. Conheça os problemas que fazem parte de cada uma delas.

Reparadora:

  • Úlceras;
  • Cicatrizes;
  • Feridas;

Estética:

  • Envelhecimento Cutâneo (rugas, manchas e pele desvitalizada);
  • Acne;
  • Rosácea;
  • Fibro edema gelóie (celulite);
  • Hiperlipodistrofia (gordura localizada);
  • Flacidez (dérmica e muscular);
  • Estrias;
  • Edemas linfáticos e venosos;
  • Pré e pós operatório.

Gostou da Fisioterapia Dermatofuncional então veja conhecer nossos cursos é só clicar aqui

Conteúdos relacionados

QUANTO GANHA UM FISIOTERAPEUTA?

QUANTO GANHA UM FISIOTERAPEUTA?

Qual o salário médio do fisioterapeuta profissional?

Em uma vasta opção de carreiras, decidir qual delas vai seguir para toda a vida não é uma tarefa bem simples. E para ajudar nessa escolha, inúmero aspectos são levados em consideração, como afinidade com a área, personalidade, remuneração salarial, entre outros critérios.

Na área da saúde, uma das profissões mais promissoras é a fisioterapia. Mas você sabe o que o profissional dessa área faz e qual o salário da fisioterapia?

Resumidamente, a fisioterapia é uma área da saúde na qual o profissional estuda, previne e trata lesões e doenças que afetam os movimentos humanos, seja por problemas de má-formação ou causados por acidentes erros posturais.

E, através de recursos como movimento e técnicas com eletricidade, frio e calor, a fisioterapia promove o bem estar e a saúde de cada ser indivíduo.

Salário mínimo do Fisioterapeuta profissional

Assim como acontece em muitas outras profissões, o piso salarial da fisioterapia não é fixo, sendo determinado pelo sindicato da categoria em cada estado. A estimativa é de que o salário fisioterapia seja em torno de R$2.300,00 para uma jornada de 30 horas semanais, conforme determinado pela Lei 8.856, de 1º de março de 1994.

Entretanto, em muitos estados a media de salário fisioterapia não alcança o piso determinado pelos sindicatos. Mas, não é para desanimar!

O salário da fisioterapia também depende do grau de investimento do profissional. Quanto maior o investimento em alta qualificação, através de participação em congressos e seminários, cursos de especialização e reciclagem, maior tende ser seu destaque no mercado de trabalho e seu retorno financeiro.

Isso significa que o profissional que se especializa e se recicla frequentemente através de cursos na área escolhida dentro da fisioterapia tem chances maiores de aumentar o seu reconhecimento profissional e, consequentemente, aumentar sua clientela e melhorar seus ganhos.

O fisioterapeuta que trabalha no setor público, hospital ou na linha profissional de gestão, também pode alcançar funções superiores e de destaque, considerando seu nível especialização e reciclagem.

Sobre a carreira do fisioterapeuta

Para seguir a profissão de fisioterapia, é preciso concluir o curo superior de fisioterapia, em uma instituição reconhecida pelo MEC, e obter registro profissional do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito).

Como fisioterapeuta, o profissional pode trabalhar em clínica, hospital, escola, casa de repouso, academia, SPA, empresa (cuidando da saúde coletiva), clube recreativo, com atendimento domiciliar, pesquisa, docência, entre outros.

salario de um fisioterapeuta

Como pode ver, o mercado da fisioterapia é bem amplo e entre as especialidades que o profissional pode escolher para se especializar, podemos destacar:

Além disso, os profissionais com boa qualificação, atualização constante e visão empreendedora conseguem melhor recolocação no mercado de trabalho e remuneração, já que o fisioterapeuta pode ter um consultório particular ou clínica própria.

Com todas essas informações, é possível perceber que, apesar de uma media estabelecida pelos sindicatos da categoria, não é somente a escolha da profissão que vai determinar o salário da fisioterapia.

É importante que você avalie seus objetivos e busque o aperfeiçoamento constante para alavancar o seu reconhecimento profissional e aumentar o salário na fisioterapia.

Conteúdos relacionados

Curso de Fisioterapia

Curso de Fisioterapia

Curso de Fisioterapia

Descubra como funciona o curso de Fisioterapia quais são as principais disciplinas onde estudar e como está o mercado de trabalho!

Physical TherapyO curso de Fisioterapia é do tipo bacharelado dura entre 4 e 5 anos e forma profissionais capazes de diagnosticar e tratar distúrbios relacionados ao movimento do corpo humano.

Os fisioterapeutas podem por exemplo reabilitar uma pessoa acidentada até que ela volte a andar ou ajudar uma criança com paralisia cerebral a ampliar seus movimentos por exemplo. O profissional de fisioterapia apoia seus pacientes no processo de prevenir aperfeiçoar ou reabilitar a capacidade física e funcional.

Para poder exercer a profissão de fisioterapeuta o profissional deve ter diploma de um curso superior de Fisioterapia reconhecido pelo MEC e estar registrado junto ao Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO).

Conheça mais sobre o curso de Fisioterapia descubra onde estudar e como está o mercado de trabalho para quem se forma neste curso!

O curso de Fisioterapia

Fisioterapia é um curso da área da Saúde e que tem duração de 4 a 5 anos. Na maior parte das instituições é oferecido na modalidade presencial. No entanto é possível fazer a graduação em Fisioterapia a distância.

Com habilitação em bacharelado o curso oferece uma formação generalista a partir da qual os profissionais podem atuar em vários campos como saúde coletiva fisioterapia clínica e outros.

Nos primeiros semestres do curso de Fisioterapia o estudante terá contato com as disciplinas que formam a base da profissão como Anatomia Biologia Saúde Pública e Fisiologia.

Ao longo da graduação diversas disciplinas preparam o estudante para atuar nas diferentes áreas da Fisioterapia: Pediatria Geriatria Ginecologia Obstetrícia Cardiologia Neurologia e Pneumologia.

O estudante irá aprender a realizar diferentes técnicas de tratamento tais como: massoterapia (aplicação de massagem) termoterapia (aplicação de calor e frio) fototerapia (aplicação de luz) hidroterapia e eletroterapia.

O estágio é obrigatório e ajuda o estudante a ampliar sua visão sobre os locais onde poderá exercer a profissão e vivenciar na prática o contato com os pacientes.

Grade curricular

A estrutura curricular do curso de Fisioterapia pode variar de acordo com cada universidade. Confira abaixo algumas disciplinas que costumam aparecer no curso de Fisioterapia:

  • Anatomia
  • Biologia Celular e Molecular
  • Biomecânica do Movimento Humano
  • Cinesiologia Clínica
  • Controle Neural do Movimento
  • Desenvolvimento Humano
  • Farmacologia
  • Fisiologia Humana
  • Fisioterapia Aplicada à Ginecologia Obstetrícia e Urologia
  • Fisioterapia Dermatofuncional
  • Fisioterapia em: Geriatria Neurologia Pediatria Pneumologia Terapia Intensiva
  • Genética
  • Hidroterapia Termoterapia Eletroterapia Fototerapia
  • Histologia e Embriologia
  • Imagenologia Aplicada à Fisioterapia
  • Métodos de Avaliação Clínica e Funcional
  • Neurofisiologia
  • Patologia Geral
  • Prótese e Órteses
  • Psicologia

Perfil do profissional

Um dos principais requisitos para quem se forma no curso de Fisioterapia é gostar de lidar com pessoas pois o contato humano é um dos fundamentos desta profissão. Seu público pode ser de crianças adultos e idosos com as mais diferentes necessidades.

O profissional deve ter conhecimento técnico e desenvolver a sensibilidade para identificar os distúrbios do movimento de seu paciente indicar o tratamento adequado e acompanhar seu progresso.

Além das ações de prevenção e proteção dos pacientes o fisioterapeuta estará muitas vezes envolvido em ações de reabilitação. Estas requerem do profissional paciência e perseverança pois nem sempre os resultados são rápidos. Por isso é preciso saber lidar com a ansiedade e as expectativas dos pacientes.

Mercado de trabalho

Para quem se forma em Fisioterapia as oportunidades de trabalho podem estar nas cidades de médio e pequeno porte que ainda não contam com um grande número de profissionais. As áreas de atuação consideradas tradicionais são a Fisioterapia Respiratória Ortopédica e Neurológica.

O mercado também se mostra promissor para os profissionais que depois de formados fazem uma especialização. Atualmente o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) reconhece as seguintes especialidades:

  • Acupuntura
  • Fisioterapia Aquática
  • Fisioterapia Dermatofuncional
  • Fisioterapia Esportiva
  • Fisioterapia do Trabalho
  • Fisioterapia Neurofuncional
  • Fisioterapia em Oncologia
  • Fisioterapia Respiratória
  • Fisioterapia Traumato-Ortopédica
  • Fisioterapia em Osteopatia
  • Fisioterapia em Quiropraxia
  • Fisioterapia em Saúde da Mulher
  • Fisioterapia em Terapia Intensiva

Nos últimos anos um dos mercados de maior crescimento é o da Fisioterapia Dermatofuncional. Além disso o profissional pode encontrar trabalhos em unidades de tratamento intensivo (UTIs) de hospitais postos de saúde centros de reabilitação clínicas e terapias domiciliares. Na área esportiva as oportunidades podem estar em clubes profissionais escolas e academias de ginástica.

 

Conteúdos relacionados

Pos Graduação Fisioterapia Porto Alegre

Pos Graduação Fisioterapia Porto Alegre

A pós-graduação em Fisioterapia em Porto Alegre oferece uma oportunidade de especialização para profissionais que buscam aprofundar seus conhecimentos e ampliar sua atuação clínica. Com carga horária de 360 horas, os cursos são estruturados para proporcionar uma formação sólida, combinando teoria e prática em áreas de destaque na fisioterapia contemporânea.

Estrutura e diferenciais da pós-graduação em Fisioterapia

Os programas de pós-graduação em Fisioterapia em Porto Alegre são ministrados ao longo de 18 meses, com encontros mensais realizados aos finais de semana (sábados e domingos), das 08h30 às 18h30. Essa organização permite que o profissional concilie os estudos com a rotina de trabalho. Para apoiar o aprendizado, cada módulo conta com apostila colorida, facilitando a consulta e o estudo dos conteúdos abordados.

O corpo docente é composto por professores mestres e doutores vindos de todo o país, garantindo uma formação atualizada e de alto nível. As turmas são reduzidas, com no máximo 18 alunos, o que favorece a interação, o acompanhamento individualizado e a realização de atividades práticas. As aulas são teóricas e práticas, permitindo a aplicação imediata dos conhecimentos.

Áreas de atuação na pós-graduação em Fisioterapia

Dentre as opções disponíveis, destacam-se especializações que atendem a diferentes interesses e demandas do mercado. A seguir, são apresentadas duas áreas com grande relevância clínica.

Pós-graduação em Fisioterapia Dermatofuncional

A fisioterapia dermatofuncional, anteriormente conhecida como fisioterapia estética, tem ganhado cada vez mais espaço. Essa especialidade atua na avaliação e no tratamento de diversas condições que afetam a integridade da pele e dos tecidos subcutâneos. Entre as principais disfunções abordadas estão o fibroedema geloide (celulite), estrias, linfedema, flacidez, obesidade e lipodistrofia localizada.

Além disso, o fisioterapeuta dermatofuncional desempenha um papel importante no pré e pós-operatório de cirurgias plásticas, no tratamento de queimaduras, cicatrizes hipertróficas e queloides. Para isso, utiliza recursos terapêuticos específicos, muitos dos quais já são empregados rotineiramente na fisioterapia. Por ser um campo relativamente novo, há um vasto potencial para pesquisas que busquem evidências científicas, fortalecendo a articulação dessa área com outras especialidades, como ortopedia e fisioterapia respiratória.

Pós-graduação em Terapia Manual

A pós-graduação com ênfase em Terapia Manual prepara o fisioterapeuta para atuar na área traumato-ortopédica, focando no tratamento de disfunções osteomioarticulares e tendíneas. Essas condições podem ser decorrentes de traumas agudos, lesões por esforços repetitivos, patologias ortopédicas e suas consequências imediatas ou tardias.

O profissional especializado em Terapia Manual está habilitado a intervir na reabilitação de pós-fraturas, entorses, luxações, traumas musculares, amputações, distúrbios mecânicos da coluna vertebral e pós-cirurgias. Os objetivos terapêuticos incluem alívio da dor, redução de processos inflamatórios, melhora da circulação sanguínea, fortalecimento muscular, recuperação da amplitude de movimento, equilíbrio, propriocepção e reeducação postural. Essa abordagem integrada visa restaurar a funcionalidade e a qualidade de vida dos pacientes.

Para aprofundar seus conhecimentos e se destacar nessa área, considere uma formação especializada. Pós-graduação em Ortopedia com ênfase em Terapia Manual

Objetivos da pós-graduação em Fisioterapia

Os cursos de pós-graduação em Fisioterapia em Porto Alegre têm como objetivo capacitar o profissional para uma atuação clínica avançada, baseada em evidências científicas e na aplicação prática de técnicas específicas. Busca-se desenvolver competências para avaliação precisa, raciocínio clínico e elaboração de planos de tratamento individualizados, considerando as necessidades de cada paciente.

Além disso, a formação estimula a atualização constante e a integração entre diferentes áreas da fisioterapia, promovendo uma visão ampla e interdisciplinar do cuidado. O contato com professores experientes e a troca com colegas de turma enriquecem o processo de aprendizagem e ampliam a rede de contatos profissionais.

Aplicações gerais e mercado de trabalho

O especialista em Fisioterapia encontra um mercado de trabalho diversificado, podendo atuar em clínicas, hospitais, consultórios, centros de reabilitação, clubes esportivos e atendimento domiciliar. A busca por profissionais qualificados é crescente, especialmente em áreas como dermatofuncional e terapia manual, que respondem a demandas estéticas e funcionais da população.

A pós-graduação também abre portas para a docência e a pesquisa, permitindo que o fisioterapeuta contribua para o avanço da profissão. A formação continuada é um diferencial competitivo, demonstrando compromisso com a excelência e a segurança no atendimento.

Conclusão

A pós-graduação em Fisioterapia em Porto Alegre representa uma excelente oportunidade para o desenvolvimento profissional. Com uma estrutura que privilegia a prática, turmas reduzidas e corpo docente qualificado, os cursos oferecem as ferramentas necessárias para uma atuação especializada e de alto nível. Seja na área dermatofuncional ou na terapia manual, o investimento em conhecimento é o caminho para se destacar e oferecer o melhor cuidado aos pacientes.

Perguntas frequentes

Qual a carga horária da pós-graduação em Fisioterapia em Porto Alegre?

A pós-graduação em Fisioterapia em Porto Alegre possui carga horária de 360 horas.

Como são organizados os encontros da pós-graduação?

Os encontros ocorrem uma vez por mês, aos finais de semana (sábado e domingo), das 08h30 às 18h30, durante 18 meses.

Qual o número máximo de alunos por turma?

As turmas de pós-graduação possuem no máximo 18 alunos.

Quais áreas de especialização são mencionadas?

São mencionadas as áreas de Fisioterapia Dermatofuncional e Terapia Manual com ênfase em Traumato-Ortopedia.

O que a Fisioterapia Dermatofuncional trata?

Atua em condições como celulite, estrias, linfedema, flacidez, obesidade, lipodistrofia localizada, pré e pós-operatório de cirurgia plástica, queimaduras, cicatrizes hipertróficas e queloides.