Conheça sobre o Manguito Rotador e suas Funções

Conheça sobre o Manguito Rotador e suas Funções

 Quais são as funções do Manguito Rotador?

O Manguito Rotador é responsável por fornecer estabilidade ao ombro e permitir movimentos centrados no ombro, como elevar os braços para trás, movimento de abdução/adução e rotação interna/externa. A função do Manguito Rotador impede que as articulações se desloquem muito durante os movimentos, garantindo assim segurança para os ombros.

No corpo humano, o manguito rotador é uma unidade anatômica funcional localizada na extremidade superior .

Sua função está relacionada à articulação glenoumeral, onde os músculos do manguito funcionam tanto como executores dos movimentos da articulação quanto como estabilizadores da articulação.

As lesões do manguito rotador interferem na função da articulação glenoumeral e correspondem à incapacidade de realizar os movimentos associados a esta articulação.

Fatos principais
Músculo supraespinhal Origem : fossa supraespinhal da escápula
Inserção : tubérculo maior do úmero
Inervação : nervo supraescapular (C4, C6)
Função : iniciação da abdução do braço até 15° na articulação glenoumeral; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.
Músculo infraespinhal Origem : fossa infraespinhal da escápula
Inserção : tubérculo maior do úmero
Inervação : nervo supraescapular (C5, C6)
Função : rotação externa do braço na articulação glenoumeral; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.
músculo redondo menor Origem : margem lateral da escápula
Inserção : tubérculo maior do úmero
Inervação : nervo axilar (C5, C6)
Função : rotação externa e adução do braço na articulação glenoumeral; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.
músculo subescapular Origem : dois terços mediais da fossa subescapular
Inserção : tubérculo menor do úmero
Inervação : nervos subescapulares superior e inferior (C5, C7)
Função : rotação interna do braço; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.

O seguinte artigo descreve a anatomia, incluindo as origens e inserções, juntamente com a função e patologias do manguito rotador.

Conteúdo
  1. Origens e inserções
    1. músculo subescapular
    2. músculo redondo menor
    3. Músculo supraespinhal
    4. Músculo infraespinhal
    5. Mnemônico
  2. Funções
  3. Aspectos clínicos
  4. Fontes

Origens e inserções

Todos esses músculos se originam da escápula e se inserem no úmero 

Inserções, inervação e funções dos músculos do manguito rotador.

Músculo subescapular

O músculo subescapular é muito importante para a rotação interna do úmero. Origina-se da fossa subescapular e se insere no tubérculo menor do úmero.

 

Músculo redondo menor

Musculo redondo menor o do manguito rotador

O músculo redondo menor se origina na borda lateral da escápula  e se insere no tubérculo maior do úmero .

Músculo supraespinhal

Musculo Suprespinhal do Manguito Rotador

O músculo supraespinal tem origem na fossa supraespinal e se insere no tubérculo maior do úmero – semelhante ao músculo redondo menor.

Músculo infraespinhal

Musculos Infraespinho do Manguito rotador

O quarto músculo do manguito rotador é o músculo infraespinal . Origina-se na fossa infraespinhal da escápula e também se insere no tubérculo maior .

Funções

A principal função do manguito rotador é estabilizar e centralizar a cabeça do úmero na cavidade articular, a cavidade glenóide. Além disso, os músculos apertam a cápsula articular evitando uma pinça durante os movimentos do ombro .

O manguito rotador sempre aparece nas questões do exame! Certifique-se de estar preparado para perguntas sobre seus anexos, inervações e funções com nosso gráfico de revisão da anatomia muscular da extremidade superior.

O músculo subescapular é um poderoso rotador interno que também suporta o braço durante abdução e adução. A função do músculo redondo menor consiste principalmente na rotação externa  e adução do braço.

O músculo supraespinhal inicia a  abdução do braço. Finalmente, o músculo infraespinhal é um forte rotador externo e também auxilia na abdução e adução.

Função do Manguito Rotador

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Escala House – Brackmann

Objective

The House-Brackmann Scale is the most commonly used tool for the clinical evaluation of facial nerve function.[1] The scale is based upon functional impairment, ranging between I (normal) and VI (no movement). This classification system was first described in 1985 by Dr John W. House and Dr Derald E. Brackmann, otolaryngologists in Los Angeles.[2] 

Intended Population

The scale is used to determine the severity of facial nerve dysfunction in people with facial palsy.

It can be used irrespective of the cause of the palsy.

Method of Use

The score is determined by measuring: 

  1. the upwards movement of the midportion of the top of the eyebrow, and
  2. the outwards movement of the oral commissure

For both the eyebrow and oral commisure movement, 1 point is assigned for every 0.25 cm motion up to a maximum of 1cm. The scores for each structure are added together to give the House-Brackmann score. The maximum score obtainable is 8, if both structures move the full 1cm.[2]

For objectivity, measurements should be made on both the normal and the affected side.[3]

House-Brackmann Facial Nerve Grading system[2]
Grade Description Measurement Function % Estimated Function %
I Normal 8/8 100 100
II Slight 7/8 76 – 99 80
III Moderate 5/8 – 6/8 51 – 75 60
IV Moderately Severe 3/8 – 4/8 26 – 50 40
V Severe 1/8 – 2/8 1 – 25 20
VI Total 0/8 0 0

Evidence

The House-Brackmann grading system has been found to be of high reliability, however examination of individual grades revealed wide variations between trained observers.[4]

Usefulness in assessing results of facial physiotherapy

The H-B grading system has marked limitations: it has only 6 possible grades, and it does not provide detailed informations about specific dysfuntional areas in the face.

There is no specific evaluation of synkinesis (aberrant linking of movements which is a sequelae of moderate to severe facial nerve damage).

But its main limitation for physiotherapists is that it is not sensitive enough to detect the small changes that occur during a course of rehabilitation.

Links

References

  1. ↑ Arne Ernst, Michael Herzog, Rainer Ottis Seidl. Head and Neck Trauma: An Interdisciplinary Approach. Thieme: Germany. 2006
  2. ↑ 2.02.12.2 House JW, Brackmann DE (1985). “Facial nerve grading system”. Otolaryngol Head Neck Surg 93: 146–147.
  3. ↑ Chung How Kau, Stephen Richmond. Three-Dimensional Imaging for Orthodontics and Maxillofacial Surgery. Wiley-Blackwell: United Kingdom. 2011
  4. ↑ Coulson SE, Croxson GR, Adams RD, O’Dwyer NJ. Reliability of the “Sydney,” “Sunnybrook,” and “House Brackmann” facial grading systems to assess voluntary movement and synkinesis after facial nerve paralysis. Otolaryngol Head Neck Surg. 2005 Apr;132(4):543-9.

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