Uso da terapia por ondas de choque

Uso da terapia por ondas de choque

Uso da terapia por ondas de choque:

Uso da terapia por ondas de choque para o tratamento do linfedema associado ao câncer de mama: uma revisão sistemática

O linfedema associado ao câncer de mama é causa de prejuízo significativo da qualidade de vida deste grupo de pacientes e constitui complicação frequente das intervenções necessárias nesse tipo de câncer. Sabe-se que o tratamento utilizado no linfedema associado ao câncer de mama envolve a Terapia Física Complexa (TFC), cuja eficácia é limitada e não atua diretamente na patogênese dessa comorbidade. Conforme já demonstrado em alguns estudos, o uso da Terapia por Ondas de Choque (TOC) demonstra-se potencialmente benéfico para reduzir o linfedema pela indução de neoangiogênese e linfangiogênese. 

Objetivo: Avaliar o impacto da TOC no tratamento do linfedema associado ao câncer de mama comparado ao uso da TFC. 

Métodos: Foram utilizadas as seguintes bases de dados: PubMed/MedLine; BIREME; LILACS; The Cochrane Library e EMBASE, e através de busca manual de artigos. Adotou-se o método de pesquisa PICO e os descritoresMeshs ajustados conforme a respectiva base de dados. 

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Resultados: Foram encontrados um total de 262 artigos e selecionados por leitura do título ou resumo um total de 17 estudos. Seis foram excluídos por serem duplicatas, totalizando 11 artigos eleitos para verificação dos critérios de inclusão. Destes, nenhum artigo atendeu ao delineamento da metodologia proposta para esta revisão. Três deles se destacaram por se aproximarem mais da temática proposta e foram discutidos. 

Conclusão: É necessária a realização de estudos com qualidade metodológica adequada para avaliar o potencial benefício do uso da TOC, visando contribuir para a composição de um tratamento mais eficaz, seguro e que atue na patogênese da doença.

Uso da terapia por ondas de choque

Palavras-chave: Linfedema Relacionado a Câncer de Mama, Tratamento por Ondas de Choque Extracorpóreas, Drenagem Linfática Manual, Reabilitação

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Reabilitação Funcional

Reabilitação Funcional

Introdução sobre a Reabilitação Funcional?

Com o tempo nos acostumamos com as dores e passamos a aceitar o fato de que, por conta do esporte, da idade ou da vida; já não somos mais os mesmos e decidimos parar com as atividades que nos causam dor, deixando de lado um esporte, uma prática ou um hobby que gostamos.

Entretanto, existem diversos tratamentos destinados à melhora dessas dores e lesões, que são capazes de melhorar os incômodos e de nos devolver a capacidade de fazer aquilo que amamos. E, dentre os mais eficazes deles está a Reabilitação Funcional, o tema deste artigo.

Acompanhe para saber tudo sobre esse tratamento. O que ele é, como funciona, pra quem é indicado e muito mais.

Reabilitação Funcional o que é?

O que é Reabilitação Funcional?

A reabilitação funcional é um conjunto de técnicas utilizadas para devolver aos pacientes suas funções. Entendendo como funções as suas capacidades de andar, pular, correr, subir uma escada e se vestir, por exemplo.

São atividades diárias que são prejudicados por fatores como lesões, patologias, fraqueza muscular, disfunções articulares, padrões posturais da coluna e problemas respiratórios e do coração.

Portanto, a Reabilitação Funcional é uma forma de devolver ao paciente toda a liberdade para realizar suas atividades e voltar a ter uma vida normal, visando uma diminuição dos sintomas e, por consequência, a melhora dos movimentos.

Para isso, na Reabilitação Funcional são utilizadas diversas técnicas diferentes, como veremos a seguir.

Como funciona a Reabilitação Funcional?

A Reabilitação Funcional atua na área da disfunção através de exercícios controlados, atividades focadas na coordenação entre partes do corpo, treinamento de força, flexibilidade e agilidade, visando preparar o indivíduo para voltar à sua vida cotidiana.

Como auxílio a essas atividades são utilizados acessórios como elásticos, bolas, alteres, cama elástica, cordas e bastões; o objetivo é alcançar o maior volume de estímulos tanto no membro superior, quanto inferior; alcançando todas as rotas metabólicas, mais conhecidas como aeróbicos; condicionando, alongando e fortalecendo de forma progressiva e evoluindo para o trabalho preventivo.

Com a melhoria da força, coordenação e flexibilidade o desempenho dos movimentos também melhora e, assim, os sintomas são aliviados e as atividades do quotidiano do paciente são restabelecidas.

O que é Reabilitação Funcional

Como se realiza a Reabilitação Funcional?

Para começar o processo de Reabilitação Funcional, o fisioterapeuta deve fazer um levantamento do histórico de lesões, tratamentos e recuperações anteriores para compreender as metas e necessidades do paciente e, assim, montar um plano de reabilitação individual que devolva o paciente à sua vida normal.

São realizados também exames físicos para avaliação de, entre outras coisas, postura, reflexos, caminhada, equilíbrio, controle muscular, estabilização do corpo durante o repouso, a amplitude do movimento das articulações e quaisquer deficiências ou problemas que possam ter contribuído para a lesão original.

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Podem ser necessárias ainda tomografia computadorizada, radiografias, ressonância magnética e ultrassonografia para esclarecer o problema ou uma lesão em particular.

Em atletas a reabilitação requer diagnósticos funcionais, como a revisão de suas técnicas, capacidade de movimentos e adaptações secundárias de articulações ou músculos.

Para que o tratamento seja mais eficaz, os exercícios funcionais devem envolver a reabilitação e estabilização muscular de diversas partes do corpo, como abdômen, costas, pescoço, escápula, pelve, quadril, glúteos e músculos adutores.

Para quem a Reabilitação Funcional é indicada?

A Reabilitação Funcional tem sido normalmente aplicada à medicina esportiva no tratamento de atletas. Mas essa abordagem também é benéfica à indivíduos com com complicações e que queiram retornar a sua vida normal, principalmente aqueles que queiram retornar ao trabalho após lesões traumáticas ou neurológicas, como acidentes vasculares cerebrais e acidentes de trânsito, por exemplo.

O objetivo geral do tratamento é preparar o indivíduo para que ele retorne às atividades ou esportes que eram praticados antes da lesão. Ele deve começar assim que essa lesão permitir e deve ser específico para cada caso. O que envolve etapas progressivas de desenvolvimento da força muscular e resistência para o retorno à sua atividade específica.

Qual a diferença entre a Reabilitação Funcional e a fisioterapia clássica?

A principal diferença entre a Reabilitação Funcional e a fisioterapia clássica é foco que cada uma tem no tratamento. Enquanto a fisioterapia clássica foca apenas no tratamento e alívio dos sintomas, a Reabilitação Funcional foca na causa, buscando entender o que causou determinada lesão ou o que motivou um processo inflamatório.

Essa causa pode ser desde uma pisada irregular, fraqueza de estabilizadores de quadril, encurtamento da musculatura posterior da coxa, problemas com a postura até uma perna mais curta que a outra.

Uma vez identificada a causa, todo o tratamento da Reabilitação Funcional é direcionado em resolvê-la. Desse modo, uma vez resolvida, os sintomas desaparecem e as chances do problema voltar são mínimas.

Assim o indivíduo consegue voltar a sua vida normal sem deixar de lado aquilo que tanto gosta por conta de dores e lesões que podem ser resolvidas com o tratamento certo. Sendo a Reabilitação Funcional uma das melhores opções de tratamento dentre todas as outras.

Fontes: www.abc.med.br e www.physioterapia.com.br

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A fisioterapia na Reabilitação de pacientes com AVC

A fisioterapia na Reabilitação de pacientes com AVC

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a doença cerebrovascular de maior incidência e morbidade, podendo causar sintomas breves, transitórios ou déficits duradouros que causam grandes limitações ao indivíduo.

O AVC ocorre quando o fornecimento de sangue para uma parte do cérebro, tronco encefálico, cerebelo ou medula espinhal, é inadequado resultando em morte tecidual, seja por uma obstrução, designado AVC isquêmico, ou hemorragia, o que chamamos de AVC hemorrágico.

Os principais sintomas no início de um AVC são:

  • Dor de cabeça forte e persistente, que surge de repente
  • Dormência, fraqueza ou paralisia de um dos lados do corpo
  • Alteração da visão, visão subitamente enublada ou perda de visão especialmente de um olho
  • Dificuldade para falar ou encontrar palavras para um discurso compreensível
  • Tontura, desequilíbrio, falta de coordenação ao andar ou queda súbita
  • Confusão ou instabilidade

   As sequelas de um AVC prejudicam a capacidade física e o estado emocional do paciente, e após um AVC fisioterapia tem papel fundamental na reabilitação desses pacientes, sendo capaz de prevenir possíveis complicações e quedas, contribuir para um correto posicionamento, melhorar a qualidade de vida.

A importância da fisioterapia no AVC

   Para que se tenha um maior sucesso na reabilitação, a fisioterapia no AVC deve começar logo após o quadro clínico do paciente se estabilizar, sendo em casa ou ainda no hospital, pois é nessa fase que o Sistema Nervoso Central está tentando se reorganizar, no que chamamos de fenômeno de Plasticidade Neural.

   Um programa pós AVC fisioterapia bem planejado na reabilitação do AVC permitirá que esses pacientes possam reassumir o máximo possível de suas atividades diárias dentro das limitações trazidas pelo AVC.  O programa de reabilitação precisa ter objetivos gerais, a longo prazo, e específicos, definidos juntamente com o paciente e seus familiares.

   Exercícios simples de alongamento e fortalecimento muscular auxiliam na manutenção e ganho de amplitude de movimento e são importantes para o tratamento de membros fracos ou paralisados. Os exercícios começam simples e com pequenos movimentos, conforme a evolução do paciente eles são mais elaborados e largos. Esses exercícios ajudam também a não sobrecarregar o lado não afetado pelo AVC, evitando lesões.

   Treinos de equilíbrio são realizados para que o paciente recupere o máximo de equilíbrio e movimento para poder se movimentar com segurança. Além desses, existem uma série de estímulos que visam o restabelecimento sensorial e vão ser utilizados conforme o caso e modificados de acordo com o progresso individual.

   Os principais objetivos do tratamento AVC fisioterapia é reintegrar o paciente a sociedade, normalizar o tônus postural, prevenir lesões, melhorar as habilidades e a qualidade de vida do paciente.

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Curso de Fisioterapia Porto Alegre

Curso de Fisioterapia Porto Alegre

O Curso de fisioterapia Porto Alegre previne e trata os distúrbios relacionado a todos os movimentos e funções do corpo humano, isso consiste em técnicas de exercícios e massoterapia.

Na realidade o curso de fisioterapia Porto Alegre atua em tratar os distúrbios relacionados as funções do corpo, são técnicas de massagem, esse profissional atua em tratar e diagnostica as alterações que ocorrem por conta da genética, acidentes, doenças adquiridas ou vícios de postura.

As técnicas na realidade tem a finalidade de restaurar, desenvolver a capacidade funcional e fisica do paciente, o tratamento é feito a base de frio, calor e água com auxílio de aparelhos especificos.

O curso de fisioterapia Porto Alegre ajudar na recuperação de portadores de distúrbios neurológicos, respiratórios ou cardiacos, além também de ajudar na recuperação de acidentados, crianças, gestantes e pessoas com deficiência mental e física.

Curso de Fisioterapia Porto Alegre

Átravés do curso de fisioterapia Porto Alegre, o que você pode fazer:

  • Fisioterapeutas podem cuidar de pacientes na fase pré operatória, em pacientes com pós cirurgia plastica ou cirurgia geral para amenizar o desconforto.
  • Fisioterapia do trabalho para prevenir e tratar doenças ocupacionais, como a LER (doença causada por esforço repetitivo).
  • Fisioterapia esportivas previni e reabilita lesões adquiridas por atividades esportivas.
  • Fisioterapeuta pode trabalhar em industria de equipamentos ajudando a pesquisar, testar e desenvolver equipamentos para uso de terapia.
  • Neurologia adulta ou pediátrica auxilia na reabilitação, sindromes ou paralisias.
  • Fisioterapeutas podem atuar na area de ortopedia pois ajudam a acelerar a recuperação do paciente e reduzir dores e lesões.
  • Terapia Intensiva atua no tratamento de pacientes em estado critico internados em UTIs.

Curso de Fisioterapia Porto Alegre Mercado de Trabalho

Com o envelhecimento precoce e rapido da população, a demanda por profissionais que atuam em aliviar dores cronicas tendem a crescer, nos grandes centros urbanos, pode ser que esses profissionais tenham dificuldades de encontrar trabalho.

Por isso, a grande oportunidade é que os profissionais da area de fisioterapia podem atuar em diversas áres do mercado, pois existem outras áres bem promissoras.

Além de todas as áreas citadas a fisioterapia hospitalar continua com uma alta demanda de profissionais, hospitais particulares, sistema único de saúde e também clinicas particulates, o curso de fisioterapia Porto Alegre tem duração de 4 anos é e uma ótima escolha se você deseja trabalhar na área da saúde.


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Curso de Dermato Funcional

Pos Graduação em Dermato Funcional

Curso de Osteopatia em Porto Alegre

Curso de Pilates


O curso de fisioterapia Porto Alegre apresenta a proposta de formar profissionais fisioterapeutas, aptos para atuar em todos e qualquer nível de atenção a saúde.

O conjunto de técnicas e equipamentos ajuda no bem estar do ser humano, visando suprir a necessidade que o mercado tem de formar excelentes profissionais.

Além da excelência o curso de fisioterapia Porto Alegre ajuda na educação, promovendo mais saúde, minimizando a necessidade de reabilitação, tendo como prioridade a qualidade de vida e o bem estar.

Aqui no Brasil o cenário para os recém formandos em fisioterapia é bastante promissor, além disso, a formação brasileira também dar a oportunidade de emprego na área internacional, proporcionando diversas oportunidade no mercado de trabalho.

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Fisioterapia Pélvica

Fisioterapia Pélvica

O que é Fisioterapia Pélvica?

Fisioterapia especializada está se tornando mais estabelecida na literatura como uma primeira linha de defesa contra incontinência e dor pélvica. A disfunção do assoalho pélvico pode ser causada por:

  • HIPOTONIA (músculos do assoalho pélvico fracos): contribuindo para a incontinência de esforço, incontinência urgente e prolapso do órgão pélvico. A incontinência NÃO é uma parte normal do envelhecimento

 

  • HIPERTENALIDADE (músculos apertados do assoalho pélvico): contribuindo para a Urgência Urinária e Fecal, Incontinência Urge, Dor Pélvica Crônica, Dispareunia, Vaginismo, Vulvodinia, Neuralgia Pudica, Cistite Intersticial e Prostatite Crônica

 

Ilustração médica precisa dos ligamentos do quadril

 

 

Assoalho pelvico fisioterapia

A Colaboração Cochrane 2010 concluiu que os fisioterapeutas com treinamento especializado na reabilitação do assoalho pélvico (usando exame interno para ensinar os exercícios) devem ser a primeira linha de defesa, antes da consulta cirúrgica, pelo estresse, desejo e incontinência mista em mulheres.

Muitas pessoas com dor pélvica apresentam disfunção no assoalho pélvico, mas especificamente músculos hipertônicos ou músculos muito apertados. Os músculos do assoalho pélvico são um grupo de músculos que se encaixam na frente, nas costas e nos lados do osso pélvico e no sacro. Eles são como uma rede ou uma funda, e eles sustentam a bexiga, o útero, a próstata e o reto. Eles também envolvem sua uretra, reto e vagina (em mulheres).

Esses músculos devem ser capazes de se contrair para manter a continência e relaxar para permitir a micção, os movimentos intestinais e as relações sexuais das mulheres.

Quando esses músculos têm muita tensão (hipertônico), eles geralmente causam dor ou urgência pélvica e a freqüência da bexiga e intestino. Quando eles são de baixo tom (hipotônico), eles contribuirão para a incontinência de estresse e prolapso de órgãos. Você também pode ter uma combinação de músculos que são muito tensos e muito relaxados.

Os músculos hipertônicos podem causar os seguintes sintomas:

  • Frequência urinária, urgência, hesitação, paragem e início do fluxo de urina, micção dolorosa ou esvaziamento incompleto
  • Constipação, esforço, dor com evacuações
  • Dor inexplicada nas costas baixas, região pélvica, quadris, área genital ou reto
  • Dor durante ou depois da relação sexual, orgasmo ou estimulação sexual
  • Contrações musculares não coordenadas causando espasmos nos músculos do assoalho pélvico
  • A disfunção do piso pélvico é diagnosticada por médicos e fisioterapeutas especialmente treinados usando técnicas “práticas” internas e externas para avaliar a função dos músculos do assoalho pélvico. Eles também avaliarão sua capacidade de contrair e relaxar esses músculos. Seus ossos e músculos da parte inferior das costas, dos quadris e das articulações sacro-ilíacas precisarão também ser avaliados, uma vez que essas articulações podem estressar os músculos do seu assoalho pélvico.

Se um exame interno é muito doloroso, o tecido conjuntivo do abdômen, das coxas, das virilhas e das costas baixas é muitas vezes muito apertado. O tecido conjuntivo forma o recipiente dos músculos, e este tecido geralmente precisa ser relaxado antes que qualquer trabalho interno possa ser feito.

Quando os músculos do seu assoalho pélvico são apertados e fracos, a tensão é tratada antes da fraqueza. Uma vez que os músculos atingiram um tom de repouso normal e são capazes de relaxar completamente, sua força é reavaliada e exercícios de fortalecimento são prescritos, se apropriado.

O autocuidado é uma parte importante do tratamento. Evite empurrar ou forçar ao urinar e pergunte ao seu médico sobre como tratar a constipação. Relaxar os músculos na área do assoalho pélvico é importante, e fazer o barril reverso pode ser uma maneira de ajudar a alongar e relaxar esses músculos. O uso de métodos como banhos quentes duas vezes por dia também pode ser útil.

A medicação, como o diazepam vaginal ou retal composto, pode ser bastante útil e pode ser prescrita pelo seu médico. Estes medicamentos podem ser utilizados como relaxantes musculares locais na vagina ou no reto. Uma boa postura para manter a pressão fora de sua bexiga e órgãos pélvicos, e outras técnicas de alongamento, como yoga, podem ser úteis para evitar aperto e espasmos nos músculos do assoalho pélvico também.

A educação contra a dor persistente é uma parte importante do tratamento da disfunção do assoalho pélvico, uma vez que a área pélvica é uma área que muitas vezes sustentamos nosso estresse. Ansiedade, estresse e nossos pensamentos, atitudes e crenças podem perpetuar a dor em nossa pelve; Entender como o nosso sistema de dor funciona mostrou ser uma maneira eficaz de reduzir a ameaça de disfunção no piso pélvico em curso.

 

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Pós Graduação em Dermato Funcional em Porto Alegre

Pós Graduação em Dermato Funcional em Porto Alegre

Deve incio em Porto Alegre a IV Turma do Curso de Pós Graduação em Dermato Funcional

A aula foi ministrada pela professora Ms. Manoela Heinrichs dos Reis

Graduação em Fisioterapia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Especialização no Método Pilates pela Universidade Gama Filho, Especialização em Fisioterapia Cardiorrespiratória pelo Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul (IC/FUC); Especialista profissional em Fisioterapia Dermatofuncional, Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO); Mestre na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (Ciências da Reabilitação); Responsável técnica em clínica pela Fisioterapia Dermato-Funcional; Fisioterapeuta e administradora da Vie Saúde e Beleza; Docente na Universidade Feevale; Professora convidada em Pós-Graduações

A aula abordada nesse primeiro final de semana foi

  • Anatomia e fisiologia aplicada à estética

Confira a Foto da IV Turma de Pós Graduação em Dermato Funcional turma Porto Alegre

 

IV Turma de Pós Graduação a Dermato Funcional - PORTO ALEGRE
IV Turma de Pós Graduação a Dermato Funcional – PORTO ALEGRE

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Caso queira participar de nossa próxima turma sera em Fevereiro de 2017 Garanta já sua vaga pois nossas turmas são reduzidas para melhor aproveitamento de nossas alunas

Tera incio em Porto Alegre a nossa I Turma de Pós Graduação em Estética e Cosmetologia

O I Módulo sera dias 08 e 09 de Outubro

A Pós Graduação tem duração de 18 meses sendo Reconhecida pelo MEC e sendo 100% Presencial.

Confira aqui o nome de alguns ministrantes que fazem parte de nosso corpo docente

Me Leonardo Fratti Neves

Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. É Pós-graduado em Fisioterapia Cardiorrespiratória na Fundação Universitária de Cardiologia do Instituto de Cardiologia (IC/FUC). Mestre em Saúde Coletiva na Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Especialista Profissional em Fisioterapia Esportiva (COFFITO/SONAFE) e assocado à Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva (SONAFE).

Dra. Simone Verza

Possui graduação em Farmacia pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (2001), com ênfase em Indústria de Medicamentos (2003), mestrado (2006) e doutorado (2011) em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Durante 4 anos atuou junto ao Centro de Desenvolvimento Tecnológico Farmacêutico (CDTF) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, principalmente na pesquisa e desenvolvimento de métodos analíticos e produtos farmacêuticos. Atualmente é professora da Universidade Feevale no Curso de Farmácia, e no mestrado acadêmico em Toxicologia e Análises Toxicológicas, atuando na área de farmacotécnica, controle de qualidade e toxicologia.

 Me Dênis Duarte Barnes

Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Luterana do Brasil (2001). Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica pela Universidade Gama Filho (2004), Mestrado em Ambiente e Desenvolvimento pelo Centro Universitário UNIVATES (2008). Atualmente é Docente do Centro Universitário UNIVATES nos cursos de Fisioterapia e Tecnologia em Estética e Cosmetologia e Coordenador do Curso de Tecnologia em Estética e Cosmética

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Pós Graduação Dermato Funcional SP

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Pós Graduação Dermato Funcional em São Paulo – SP

Tera inicio em São Paulo a I Turma da Pós Graduação em Fisioterapia Dermato Funcional em São Paulo.

As aulas terão inicio das 24 e 25 de Setembro de 2016

A Pós Graduação que tem duração de 18 meses sendo 1 encontro ao mês sempre aos sábados e domingos das 08h30 as 18h30

Nossa Pós Graduação tem carga horaria de 360 horas/aula sendo 100% presencial e reconhecida pelo MEC

Nossos professores tem grande prática clinica e docente sendo 90% formado de mestres e doutores.

80% de nossas aulas são práticas sempre utilizando os equipamentos mais novos do mercado.

A CampCursos conta com grandes parcerias para levar o que é de mais novos para seus alunos

Como HTM – BIOSET – Skinner entre outras

Outro diferencial de nossa Pós Graduação em Dermato Funcional são nossa turmas reduzidas de no máximo 16 alunos para que todos tenham melhor aproveitamento das aulas e técnicas ensinadas.

Confira alguns de nosso ministrantes

Profa. Me. Flávia Assunção

Fisioterapeuta, Especialização em Fisioterapia Dermato-Funcional  e Mestrado em Ciências pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo pelo departamento de Enfermagem Fundamental.

Profa. Esp. Juliana Lenzi

Especialista em Saúde da Mulher, atua há mais de 10 anos na área de reabilitação de câncer mamário e ginecológico assim como em pacientes com acometimento vascular.

Profa. Me. Elisa Motooka

Fisioterapeuta, Pós Graduada em Fisioterapia Dermato Funcional pela Facis- Ibrape e Professora convidada da Pós em Dermato Funcional da Unicid.

Você quer participar de nossa Turma?

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Ou liga para nossa central de atendimento atraves do 0800 878 3142 ( Ligações de telefone fixo) ou (11) 4063 3047

 

 

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Teste de caminhada de 10 metros

Teste de caminhada de 10 metros

O Teste de Caminhada de 10 Metros (TC10) é uma avaliação simples e rápida utilizada para medir a mobilidade, função e capacidade de locomoção de um indivíduo. É amplamente aplicado em ambientes clínicos e de reabilitação para avaliar pacientes com diversas condições, incluindo lesões neurológicas, ortopédicas e cardiovasculares. Aqui está uma visão geral de como o teste é realizado e o que ele mede:

Como o Teste de Caminhada de 10 Metros é Realizado

  1. Preparação: O local do teste deve ser preparado com uma pista reta e nivelada de pelo menos 14 metros de comprimento para permitir aceleração e desaceleração antes e depois do segmento de 10 metros que será cronometrado.
  2. Marcação: Marcar claramente o início e o fim dos 10 metros centrais da pista. Essa é a área onde o tempo será cronometrado.
  3. Instrução ao Paciente: O paciente deve ser instruído a caminhar a uma velocidade confortável, mas tão rápido quanto possível, sem correr. O uso de dispositivos de auxílio à marcha (como andadores ou bengalas) é permitido se necessário, e isso deve ser consistentemente documentado para comparações futuras.
  4. Realização do Teste: O paciente começa a caminhar antes da marca de início dos 10 metros para garantir uma velocidade constante ao entrar na área cronometrada. O tempo começa quando o primeiro pé cruza a linha de início e para quando o primeiro pé cruza a linha de chegada.
  5. Repetições: O teste é normalmente repetido várias vezes (geralmente três tentativas) para garantir consistência nos resultados. O melhor tempo das tentativas é frequentemente usado para análise.

Teste de Caminhada

O que o TC10 Mede

  • Velocidade de Marcha: A principal medida obtida com o TC10 é a velocidade de marcha, calculada dividindo a distância pelo tempo (normalmente em metros por segundo). A velocidade de marcha é um indicador importante da capacidade funcional de um indivíduo e tem sido associada a vários desfechos importantes, como independência, risco de queda e até longevidade.
  • Capacidade Funcional e Mobilidade: Além da velocidade de marcha, o teste pode fornecer insights sobre a capacidade funcional e a mobilidade do paciente, especialmente quando comparado a padrões de referência ou medições anteriores do mesmo indivíduo.

Considerações

  • O TC10 é valorizado por sua simplicidade e praticidade, podendo ser facilmente implementado em diversos ambientes.
  • A interpretação dos resultados deve considerar a condição clínica do paciente, o uso de dispositivos de auxílio e qualquer intervenção terapêutica que esteja em curso.
  • Padrões de referência para a velocidade de marcha podem variar com base em idade, sexo e condições de saúde, portanto, é importante usar os critérios apropriados para interpretação.

O Teste de Caminhada de 10 Metros fornece informações valiosas para profissionais de saúde na avaliação da função locomotora e no planejamento de intervenções de reabilitação.

Teste de CT10

FAQ: Teste de Caminhada de 10 Metros

1. Para que serve o teste de caminhada de 10 metros? O Teste de Caminhada de 10 Metros (TC10) é uma avaliação prática e eficaz destinada a medir a mobilidade, função e capacidade de locomoção de uma pessoa. Este teste é especialmente útil em contextos clínicos e de reabilitação, fornecendo informações valiosas sobre a velocidade de marcha de pacientes com diversas condições, incluindo lesões neurológicas, ortopédicas e cardiovasculares. Além disso, ajuda a avaliar a eficácia de tratamentos e intervenções, bem como a prever desfechos importantes relacionados à independência e risco de queda.

2. Como é feito o teste de caminhada? O teste de caminhada de 10 metros é realizado em um espaço preparado com uma pista reta e nivelada de no mínimo 14 metros, para permitir a aceleração e desaceleração antes e após o segmento de 10 metros cronometrado. Marca-se claramente o início e o fim dos 10 metros centrais, onde o tempo é cronometrado. O paciente é instruído a caminhar nesta distância a uma velocidade confortável, mas tão rápido quanto possível, sem correr. O uso de dispositivos de auxílio à marcha é permitido se necessário. O tempo que o paciente leva para percorrer os 10 metros é cronometrado, sendo o teste normalmente repetido várias vezes para garantir consistência nos resultados.

3. Como fazer um teste de marcha? Para realizar um teste de marcha, como o TC10, primeiro prepare o ambiente com uma pista adequada. Instrua o paciente sobre como ele deve executar o teste, enfatizando a necessidade de caminhar a uma velocidade confortável, porém rápida. Inicie a medição do tempo assim que o primeiro pé do paciente cruzar a linha de início e pare quando o primeiro pé cruzar a linha de chegada. É recomendável repetir o teste algumas vezes para obter uma medida consistente da velocidade de marcha, utilizando o melhor tempo das tentativas para análise.

4. Quais os testes de marcha? Além do Teste de Caminhada de 10 Metros, existem outros testes de marcha utilizados para avaliar a capacidade de locomoção e função motora de pacientes, incluindo:

  • Teste de Caminhada de 6 Minutos (TC6M): Mede a distância que um indivíduo consegue caminhar em um período de 6 minutos. É útil para avaliar a capacidade funcional do sistema cardiovascular e respiratório.
  • Timed Up and Go (TUG): Avalia a mobilidade, equilíbrio e risco de queda. O paciente é solicitado a levantar-se de uma cadeira, caminhar até um ponto pré-determinado, retornar e sentar-se novamente, sendo o tempo necessário cronometrado.
  • Teste de Caminhada com Mudança de Direção: Avalia a capacidade de mudar de direção enquanto caminha, útil para entender melhor o equilíbrio e a coordenação.

Cada um desses testes fornece informações específicas sobre diferentes aspectos da locomoção e capacidade funcional, sendo escolhidos de acordo com os objetivos da avaliação e as condições do paciente.

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Índice de Barthel

Índice de Barthel: como aplicar e interpretar a escala

ndice de Barthel: como avaliar a independência nas atividades da vida diária

O Índice de Barthel é um instrumento utilizado para avaliar o grau de independência de uma pessoa na realização de atividades básicas da vida diária. Ele permite registrar quanta ajuda física ou supervisão o indivíduo necessita para cuidar de si e se movimentar em situações cotidianas.

A escala é muito utilizada na fisioterapia, terapia ocupacional, enfermagem, geriatria, neurologia e medicina de reabilitação. Sua aplicação é especialmente frequente em pacientes que sofreram acidente vascular cerebral, mas também pode ser útil em pessoas com doenças neurológicas, alterações musculoesqueléticas, câncer, trauma, perda funcional relacionada ao envelhecimento ou internações prolongadas.

O resultado fornece uma medida objetiva da capacidade funcional naquele momento. Quando aplicado repetidamente, o Índice de Barthel também ajuda a acompanhar a evolução durante a reabilitação.

O que é o Índice de Barthel?

O Índice de Barthel foi apresentado por Florence Mahoney e Dorothea Barthel em 1965. Seu objetivo original era registrar o desempenho funcional de pacientes com doenças neuromusculares e musculoesqueléticas durante a reabilitação.

A versão tradicional avalia dez atividades relacionadas ao autocuidado, continência e mobilidade. O profissional observa ou investiga o que o paciente realmente realiza, e não apenas aquilo que teoricamente seria capaz de fazer.

Cada atividade recebe uma pontuação conforme o nível de ajuda necessário. A soma representa o grau geral de independência funcional: quanto maior a pontuação, maior a capacidade de realizar as atividades avaliadas sem assistência.

O instrumento original e suas condições de utilização são identificados pela Mapi Research Trust, que também alerta para a existência de versões modificadas com sistemas de pontuação diferentes.

Quais atividades são avaliadas?

O Índice de Barthel considera dez atividades básicas:

  1. Alimentação;
  2. Banho;
  3. Higiene pessoal;
  4. Vestir-se;
  5. Controle intestinal;
  6. Controle urinário;
  7. Uso do banheiro;
  8. Transferência entre cama e cadeira;
  9. Mobilidade em superfície plana;
  10. Subir e descer escadas.

Esses itens representam tarefas fundamentais para o cuidado pessoal e a mobilidade cotidiana. O instrumento não avalia diretamente atividades mais complexas, como preparar refeições, fazer compras, administrar dinheiro, utilizar transporte público ou organizar medicamentos.

Essas tarefas mais elaboradas são chamadas de atividades instrumentais da vida diária e exigem instrumentos complementares.

Como o Índice de Barthel é aplicado?

A avaliação pode ser realizada por observação direta, entrevista com o paciente ou coleta de informações com familiares e cuidadores. Sempre que possível, a observação do desempenho real oferece informações importantes sobre segurança, esforço e necessidade de ajuda.

O avaliador deve registrar o que aconteceu no período definido pelo serviço, geralmente considerando o desempenho recente. Não se deve atribuir uma pontuação com base apenas no que o paciente poderia realizar em condições ideais.

Se uma pessoa possui força para caminhar, mas necessita de supervisão constante por causa de desequilíbrio ou risco de queda, essa necessidade deve ser considerada. Da mesma forma, alguém que consegue vestir parte das roupas, mas depende de ajuda para concluir a tarefa não deve ser classificado como completamente independente.

Durante a aplicação, alguns princípios são importantes:

  • Registrar o desempenho real;
  • Considerar ajuda física e orientação verbal;
  • Contabilizar a necessidade de supervisão;
  • Permitir o uso habitual de dispositivos auxiliares;
  • Avaliar a segurança da execução;
  • Utilizar sempre a mesma versão da escala;
  • Documentar alterações nas condições de aplicação.

Bengala, andador, cadeira de rodas adaptada e outros recursos não significam automaticamente dependência. Uma pessoa pode utilizar um dispositivo e ainda realizar determinada atividade com independência.

Como funciona a pontuação?

Existem diferentes versões do Índice de Barthel. Na versão mais conhecida, o resultado varia de zero a 100 pontos. Também existe uma versão que utiliza pontuação total de zero a 20, além do Índice de Barthel Modificado e de formulários reduzidos.

As versões não devem ser misturadas. Um resultado de 15 pontos possui significado completamente diferente dependendo de a escala utilizada variar até 20 ou até 100.

Em geral, a pontuação mais baixa representa dependência completa nas atividades avaliadas. A pontuação máxima indica independência funcional dentro dos limites do instrumento.

Algumas publicações dividem os resultados em categorias como dependência total, grave, moderada, leve e independência. Entretanto, os pontos de corte podem variar entre serviços e estudos.

Por isso, o relatório deve informar:

  • Nome e versão do instrumento;
  • Intervalo possível de pontuação;
  • Resultado total;
  • Data da avaliação;
  • Forma de aplicação;
  • Itens nos quais existe dependência;
  • Mudanças observadas em relação à avaliação anterior.

Mais importante do que apresentar somente o total é analisar quais atividades estão comprometidas. Dois pacientes podem obter a mesma pontuação e apresentar necessidades completamente diferentes.

O que significa uma pontuação elevada?

Uma pontuação elevada indica que o paciente realiza a maior parte das atividades básicas com pouca ou nenhuma ajuda. Isso não significa necessariamente que esteja apto a morar sozinho, retornar ao trabalho ou realizar todas as atividades comunitárias.

O Índice de Barthel não avalia de maneira abrangente cognição, comunicação, visão, comportamento, equilíbrio avançado, participação social, atividades domésticas ou capacidade de tomar decisões.

Uma pessoa pode obter pontuação elevada e ainda apresentar:

  • Dificuldade para administrar medicamentos;
  • Alterações de memória;
  • Risco de queda;
  • Fadiga;
  • Problemas de comunicação;
  • Limitações para cozinhar ou fazer compras;
  • Incapacidade para utilizar transporte;
  • Necessidade de adaptações domiciliares.

Portanto, uma pontuação elevada deve ser interpretada em conjunto com outras avaliações.

O que significa uma pontuação reduzida?

Uma pontuação baixa indica maior necessidade de ajuda nas atividades básicas avaliadas. Isso pode refletir limitações motoras, fraqueza, alterações de equilíbrio, dor, incontinência, comprometimento cognitivo ou diferentes combinações desses fatores.

O resultado ajuda a equipe a identificar necessidades como:

  • Assistência durante transferências;
  • Treinamento de marcha;
  • Adaptação do banheiro;
  • Orientação ao cuidador;
  • Prevenção de quedas;
  • Prescrição de tecnologia assistiva;
  • Treino de alimentação e higiene;
  • Planejamento da alta;
  • Continuidade da reabilitação.

A pontuação não deve ser interpretada como uma medida permanente. O desempenho pode melhorar ou piorar conforme a recuperação, progressão da doença, presença de complicações, ambiente e acesso à assistência.

Uso após o acidente vascular cerebral

O Índice de Barthel é amplamente empregado para acompanhar pessoas após um acidente vascular cerebral. Ele pode ser utilizado durante a internação, na reabilitação e no acompanhamento ambulatorial.

Nessa população, permite registrar mudanças na mobilidade, transferências, continência e autocuidado. Uma revisão sistemática com metanálise encontrou excelente confiabilidade entre avaliadores quando a administração padronizada foi utilizada em sobreviventes de AVC. O valor global de concordância relatado foi elevado, embora os estudos apresentassem diferenças metodológicas e amostras relativamente pequenas. Revisão sobre a confiabilidade do Índice de Barthel.

O instrumento também é utilizado como medida de resultado em pesquisas sobre AVC. Entretanto, não substitui escalas específicas para avaliar déficit neurológico, equilíbrio, função dos membros superiores, linguagem, qualidade de vida ou participação social.

Vantagens do Índice de Barthel

Uma das principais vantagens é a simplicidade. A escala pode ser aplicada em diferentes ambientes e não exige equipamentos sofisticados.

Outros benefícios incluem:

  • Aplicação relativamente rápida;
  • Facilidade de compreensão;
  • Uso por diferentes profissionais;
  • Possibilidade de acompanhar mudanças;
  • Ampla utilização em reabilitação;
  • Boa confiabilidade quando aplicada de forma padronizada;
  • Foco em atividades relevantes para o cotidiano.

A ampla utilização também facilita a comunicação entre hospitais, clínicas, serviços domiciliares e pesquisadores.

Limitações do instrumento

O Índice de Barthel apresenta limitações que precisam ser reconhecidas.

Uma delas é o efeito teto. Pessoas com boa capacidade funcional podem alcançar uma pontuação elevada mesmo mantendo dificuldades importantes em tarefas mais complexas. Nesses casos, o instrumento pode não ser suficientemente sensível para demonstrar pequenas melhorias.

Também pode ocorrer efeito piso em pacientes com comprometimentos muito graves. Quando a pessoa depende completamente de ajuda em quase todas as atividades, pequenas mudanças iniciais podem não produzir uma alteração expressiva na pontuação.

Outras limitações incluem:

  • Não investigar detalhadamente a qualidade do movimento;
  • Não medir participação social;
  • Não avaliar cognição de forma específica;
  • Não identificar sozinho o risco de queda;
  • Não determinar a causa da dependência;
  • Não substituir uma avaliação funcional completa;
  • Possibilidade de diferenças entre observação e autorrelato.

Estudos sobre versões reduzidas encontraram correlações importantes com a escala tradicional, mas o uso de formulários diferentes pode dificultar comparações. Uma pesquisa com dados de milhares de participantes com AVC encontrou validade para uma versão reduzida de três itens, mas isso não torna todas as versões intercambiáveis. Estudo sobre versões abreviadas.

O Índice de Barthel pode prever a recuperação?

A pontuação pode contribuir para estimativas de necessidade de cuidados, evolução funcional e planejamento da alta. No entanto, ela não deve ser utilizada isoladamente para prever o futuro do paciente.

A recuperação depende de diversos fatores:

  • Diagnóstico e gravidade da condição;
  • Idade e doenças associadas;
  • Função cognitiva;
  • Apoio familiar;
  • Ambiente domiciliar;
  • Acesso à reabilitação;
  • Presença de dor;
  • Motivação e participação;
  • Complicações clínicas;
  • Objetivos individuais.

O resultado deve ser considerado uma fotografia do desempenho funcional em determinado momento, não uma sentença definitiva sobre o potencial de recuperação.

Cuidados ao usar diferentes versões

O material original do Índice de Barthel possui direitos associados, e algumas adaptações não são reconhecidas pelos autores como equivalentes. A reprodução integral, modificação ou utilização comercial pode exigir autorização.

Para uso clínico ou institucional, é importante verificar a origem da versão, a validação para o idioma e a população atendida, além das condições de utilização.

Em publicações, prontuários e pesquisas, o profissional deve informar claramente qual versão aplicou. Isso evita erros de interpretação e comparações inadequadas.

Conclusão

O Índice de Barthel é uma medida de independência nas atividades básicas da vida diária. Ele avalia alimentação, higiene, banho, vestuário, continência, uso do banheiro, transferências, mobilidade e escadas.

Sua aplicação ajuda a registrar necessidades de assistência, acompanhar a recuperação e orientar o planejamento da reabilitação. Contudo, o resultado não deve ser analisado isoladamente.

Uma avaliação funcional completa também precisa considerar cognição, comunicação, equilíbrio, ambiente, atividades instrumentais, participação social e objetivos do paciente.

Aviso: este conteúdo possui finalidade educativa. A aplicação e interpretação de instrumentos funcionais devem ser realizadas por profissional habilitado e com uma versão validada do instrumento.