Teste Muscular Manual: Adução Horizontal no Ombro

Teste Muscular Manual: Adução Horizontal no Ombro

Muscles Involved:

Pectoralis Major

Patient Positioning

  • Supine with elbow flexed to 90 degrees & shoulder abducted to either 90, 60 or 120 degrees depending on desired target fibres to be tested.
  • For grades 0 to 2 patient is in sitting (‘gravity minimal’ position)

GENERAL FUNCTIONAL SCREENING TEST

  • shoulder abduction to 90 degrees

CLAVICULAR HEAD – C5 + C6 nerve root innervation, superior 1/3 of muscle fibres

  • shoulder abduction to 60°

STERNAL HEAD – C7, C8 + T1 nerve root innervation, inferior 2/3 of muscle fibres

  • shoulder abduction to 120°

Therapist Position

  • Therapist is standing at test side

To Test

  • Patient actively horizontally adducts the shoulder through full available range.
  • The difference between this test as a general screen or specifically for clavicular or sternal head will be direction of movement against resistance

GENERAL SCREENING
starting at 90 degrees abduction, arm horizontally across chest

CLAVICULAR HEAD
starting from 60 degrees abduction, arm will move up and across chest

STERNAL HEAD
starting from 120 degrees abduction, arm will move down and across chest

  • For grades 4 to 5 apply resistance to forearm, just proximal to wrist in a direction opposite to horizontal adduction[1]
  • To satisfy grade 5 ‘normal muscle’ performance criteria, the patient must have the ability to move through complete range of motion (active resistance testing) OR maintain an end point range (break testing) against maximum resistance.

References

  1. ↑ Hislop H, Avers D, Brown M. Daniels and Worthingham’s muscle Testing-E-Book: Techniques of manual examination and performance testing. Elsevier Health Sciences; 2013 Sep 27.

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O teste muscular manual para a adução horizontal do ombro é uma ferramenta valiosa na avaliação da força do peitoral maior, um músculo chave para movimentos como empurrar e cruzar o braço sobre o corpo. A escolha do ângulo de abdução inicial (60°, 90° ou 120°) permite isolar seletivamente as diferentes porções do músculo: a cabeça clavicular, que atua mais na elevação e adução horizontal a partir de 60°, e a cabeça esternal, que é mais recrutada em ângulos maiores, como 120°, onde o braço se move para baixo e através do tórax.

Durante a execução, é essencial que o paciente realize o movimento de forma ativa e controlada, sem compensações, como elevação do ombro ou rotação do tronco. O terapeuta deve estabilizar o tronco do paciente para evitar que ele use impulso ou movimentos acessórios. A resistência, aplicada no antebraço proximal ao punho, deve ser gradual e proporcional à força do paciente, permitindo uma avaliação precisa da capacidade muscular.

Para classificar a força, utiliza-se a escala de 0 a 5, onde graus 0 a 2 são testados em posição sentada (gravidade minimizada), e graus 3 a 5 em decúbito dorsal, com resistência manual. No grau 5, o paciente deve ser capaz de manter a posição final contra resistência máxima ou completar a amplitude de movimento com resistência. Essa avaliação é fundamental para identificar fraquezas musculares, planejar intervenções e monitorar a evolução do paciente em reabilitações de ombro.

Fontes consultadas

Teste muscular manual: elevação da escápula

Teste muscular manual: elevação da escápula

Muscles Involved:

Trapezius (upper)

Levator scapulae

Patient Positioning

Seated with arms relaxed in lap, patient to have head turned away from test-side
For grades 0-2 gravity eliminated, patient in prone.

Therapist Position

Therapist to stand behind the patient

  • Palpation over scapular elevators
  • For grades 4 and 5: provide resistance downward at the top of the shoulder

To Test

  • Patient actively elevates scapula
  • For grades 4 and 5: therapist to give resistance downwards in the direction opposite to elevation. [1]
  • Note: as with all resisted testing of vertebroscapular muscles, the preferred resistance point is that which constitutes the longest lever as this more closely reflects the functional demands of the limb. To satisfy grade 5 ‘normal muscle’ performance criteria, the patient must have the ability to move through complete range of motion (active resistance testing) OR maintain an end point range (break testing) against maximum resistance.

References

  1. ↑ Hislop H, Avers D, Brown M. Daniels and Worthingham’s muscle Testing-E-Book: Techniques of manual examination and performance testing. Elsevier Health Sciences; 2013 Sep 27.

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A elevação da escápula é um movimento fundamental para a funcionalidade do membro superior, pois posiciona a escápula para permitir a elevação do braço e a realização de atividades como alcançar objetos acima da cabeça. O teste muscular manual descrito avalia principalmente os músculos trapézio superior e elevador da escápula, que atuam em sinergia para elevar a escápula. É importante que o terapeuta observe a qualidade do movimento, verificando se há compensações, como a elevação do ombro ou a inclinação lateral da cabeça, que podem indicar fraqueza ou desequilíbrio muscular.

Durante a execução do teste, a posição do paciente é crucial para isolar os músculos alvo. Na posição sentada, com a cabeça virada para o lado oposto ao testado, o terapeuta deve palpar os elevadores da escápula para sentir a contração muscular. Para graus de força 4 e 5, a resistência é aplicada para baixo, na direção oposta à elevação, no ponto de maior alavanca, que é o topo do ombro. Essa abordagem reflete as demandas funcionais do membro, como em atividades de empurrar ou levantar.

O critério para grau 5 (força normal) exige que o paciente seja capaz de realizar o movimento completo contra resistência máxima ou manter a posição final (teste de quebra). A avaliação deve ser bilateral para comparar a força entre os lados e identificar possíveis assimetrias. Além disso, o teste pode ser adaptado para diferentes níveis de força, utilizando a posição de decúbito ventral para eliminar a gravidade nos graus mais baixos (0-2).

É essencial que o terapeuta explique o procedimento ao paciente e forneça instruções claras para garantir uma contração muscular adequada. A interpretação dos resultados deve considerar a presença de dor, limitação de amplitude ou fadiga, que podem influenciar o desempenho. Este teste é uma ferramenta valiosa na avaliação de disfunções do ombro, como lesões do manguito rotador ou alterações posturais, auxiliando no planejamento do tratamento fisioterapêutico.

Fontes consultadas

Teste de resistência de extensão do joelho

Teste de resistência de extensão do joelho

Clinically Relevant Anatomy

[1]

Purpose

The extension resistance test is used to perform a maximal provocation on the muscle-tendon mechanism of the extensor muscles.

The extension resistance test is positive when the affected knee shows less power to hold the pressure. If positive we can say the extensor mechanism of the knee is disturbed.[2]

Technique

The patient is instructed to perform an extension of the knee joint, while the therapist exercises pressure in the opposite direction (flexion). The therapist evenly builds up his pressure, the patient is to allow no movement in the joint.
Resistance tests should be performed on both knees and compared to one another. [2]

NB: In this video, resisted testing of knee starts at 4m30s.

Key Research

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Resources

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Clinical Bottom Line

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References

  1. ↑ ladyrain9. Knee Muscles. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3DZIcqGUwT4oQ http://www.youtube.com/watch?v=ZIcqGUwT4oQ” accessed>
  2. ↑ 2.02.1 Hagen, K., ‘Anterieure Kniepijn’, Afstudeeropdracht fysiotherapie HvU, 2005, p. 1-8. (Level of Evidence 2A)
  3. ↑ drjabbour. Knee Physical Examination – Flexion and Extension – Dr. Tony Jabbour. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3DfCiD3FwvwIA http://www.youtube.com/watch?v=fCiD3FwvwIA” accessed>

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O teste de resistência de extensão do joelho é um procedimento clínico utilizado para avaliar a integridade do mecanismo extensor do joelho, que inclui o músculo quadríceps femoral e o tendão patelar. Durante o teste, o paciente é solicitado a estender ativamente o joelho contra a resistência aplicada pelo terapeuta, que exerce pressão no sentido oposto (flexão). A resistência deve ser aplicada de forma gradual e controlada, permitindo que o paciente mantenha a posição sem movimento articular. O teste é realizado bilateralmente para comparação, e um resultado positivo é indicado quando há fraqueza ou dor no lado afetado em relação ao lado sadio.

Este teste é particularmente útil na avaliação de condições como tendinopatia patelar, rupturas parciais do tendão quadricipital ou patelar, e fraqueza muscular decorrente de lesões neurológicas ou musculares. A interpretação do teste deve considerar a presença de dor, fraqueza ou ambos, e deve ser correlacionada com outros achados do exame físico, como palpação, amplitude de movimento e testes especiais.

É importante que o terapeuta instrua claramente o paciente sobre o procedimento e garanta que a resistência seja aplicada de maneira segura, evitando movimentos bruscos que possam causar lesões. A comparação bilateral é essencial para identificar assimetrias que possam indicar patologia. Além disso, o teste pode ser modificado para avaliar diferentes ângulos de flexão do joelho, proporcionando informações adicionais sobre a função muscular em diferentes pontos do arco de movimento.

Fontes consultadas

Artéria Carótida Interna

Artéria Carótida Interna

It is terminal branch of the common carotid artery, it is larger than the other terminal branch (the external carotid artery).[1]

There are seven segments according to Bouthillier classification:

  1. C1/ Cervical segmen
  2. C2/ Petros  (horizontal) segment
  3. C3/ Lacerum segment
  4. C4/ Cavernous segment
  5. C5/ Clinoid segment
  6. C6/ Ophthalmic (Supra clinoid) segment
  7. C7/ Communicating segment

The odd numbered segments usually have no branches except for the terminal segment C7 while it has four branches, whereas each even numbered segment (C2, C4 and C6) has two branches: 

Segment branches
C1 non
C2

1.caroticitympanic artery

2.vidian artery

C3 non
C4

1.Meningohypophyseal trunk 

2. Inferiolateral trunk

C5 non
C6

1. Ophthalmic artery

2. Superior hypophyseal artery

C7

1. Posterior communicating artery

2. Anterior chorodal artery

3. Anterior cerebral artery

4. Middle cerebral artery 

Internal carotid artery stenosis:

internal carotid artery stenosis

It is an important cause of ipsilateral stroke. The natural history of the disease is related t the presence or absence of ipsilateral hemispheric symptoms and the severity of stenosis.[2]

Complete occlusion of the internal carotid artery (ICA):

It is an important cause of cerebrovascular disease. A nerve_symptomatic occlusion increases future risk of strokes.

Ultrasonography, magnetic resonance imaging and contrast angiography are useful diagnostic tests and functional imaging of the brain helps to understand haemodynamic factors involved in the pathophysiology of brain ischaemia.[3]

  1. ↑ 1.01.11.2 Internal carotid artery, <a rel="nofollow" class="external free" href="https://radiopaedia.org/articles/internal-carotid-artery-1 https://radiopaedia.org/articles/internal-carotid-artery-1″ may>
  2. ↑ Lanzino G, TallaritaT,Rabinstein AA, Internal carotid artery stenosis: natural history and management, SeminNeurol, 2010 Nov;30(5):518:27
  3. ↑ BhomrajThanvi and Tom Robinson, complete occlusion of extracranial internal carotid artery: clinical features, pathophysiology, diagnosis and management, Postgrad Med J. 2007 Feb; 83(976): 95-99.

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A artéria carótida interna é um vaso fundamental para a irrigação cerebral, sendo responsável por grande parte do suprimento sanguíneo do encéfalo. Sua anatomia é complexa, dividida em sete segmentos conforme a classificação de Bouthillier, cada um com características e ramos específicos. Essa segmentação é essencial para a prática clínica, pois auxilia na localização precisa de lesões e no planejamento de intervenções cirúrgicas ou endovasculares.

Os ramos da carótida interna são cruciais para a vascularização de estruturas nobres, como o olho (artéria oftálmica), a hipófise (artéria hipofisária superior) e o plexo coroide (artéria coroidal anterior). A artéria cerebral anterior e a artéria cerebral média, principais ramos terminais, irrigam grande parte dos hemisférios cerebrais, incluindo áreas motoras e sensitivas.

Na prática clínica, a estenose da carótida interna é um fator de risco significativo para acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, especialmente quando sintomática. A gravidade da estenose e a presença de sintomas ipsilaterais são determinantes para a conduta terapêutica, que pode incluir tratamento clínico ou revascularização. A oclusão completa da artéria carótida interna também representa um desafio, aumentando o risco de eventos cerebrovasculares futuros. O diagnóstico por imagem, como ultrassonografia, ressonância magnética e angiografia, é fundamental para avaliar a extensão da doença e orientar o manejo adequado.

Fontes consultadas

Músculo Infraespinhal: Anatomia, Função e Relevância Clínica

Músculo Infraespinhal: Anatomia, Função e Relevância Clínica

Description

A thick, triangular muscle; one of the 4 muscles which comprise the Rotator Cuff of the shoulder.

Origin

The infraspinatus fossa of scapula, with some fibres arising from the infraspinatous fascia which covers the muscle and separates it from Teres Major and Teres Minor.[1]

Insertion

The posterior aspect of greater tuberosity of humerus, and the capsule of shoulder joint.[2]

Nerve Supply

Suprascapular Nerve (C5 & C6)[3]

Blood Supply

Suprascapular and circumflex scapular arteries.[3]

Action

Infraspinatus is the main external rotator of the shoulder joint.

It assists in producing shoulder extension.

With the arm fixed, it abducts the inferior angle of the scapula. [2]

Function

It provides the primary muscle force for external rotation of the shoulder.

Along with the rest of the Rotator Cuff muscles it provides stability to the shoulder complex.[3]

Resources

References

  1. ↑ Gray H. Anatomy of the Human Body. Philadelphia: Lea & Febiger, 1918. Available from <a rel="nofollow" class="external free" href="https://www.bartleby.com/107/123.html https://www.bartleby.com/107/123.html” on>
  2. ↑ 2.02.1 Wheeles CR. Infraspinatus. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.wheelessonline.com/ortho/infraspinatus http://www.wheelessonline.com/ortho/infraspinatus” accessed>
  3. ↑ 3.03.13.2 AnatomyExpert. 3D Infraspinatus- infraspinatus. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.anatomyexpert.com/app/structure/5510/554/ http://www.anatomyexpert.com/app/structure/5510/554/” accessed on>

 

O músculo infraespinhal é um dos quatro músculos que compõem o manguito rotador, sendo essencial para a estabilidade e mobilidade do ombro. Sua principal ação é a rotação externa do braço, movimento crucial para atividades como arremessar, nadar e levantar objetos acima da cabeça. Além disso, atua em sinergia com os demais músculos do manguito rotador para manter a cabeça do úmero centrada na cavidade glenoide durante os movimentos do membro superior.

Na prática clínica, a fraqueza ou lesão do infraespinhal pode levar a limitações funcionais significativas, como dificuldade em realizar movimentos de rotação externa e instabilidade articular. A avaliação fisioterapêutica frequentemente inclui testes específicos, como o teste de força de rotação externa, para identificar disfunções nesse músculo. O fortalecimento do infraespinhal é um componente-chave na reabilitação de lesões do manguito rotador, sendo realizado por meio de exercícios com faixas elásticas, halteres ou aparelhos de polia, sempre respeitando a dor e a progressão individual.

Além do fortalecimento, técnicas de liberação miofascial e alongamentos podem ser utilizados para melhorar a flexibilidade e reduzir a tensão muscular. A compreensão detalhada da anatomia e função do infraespinhal é fundamental para o fisioterapeuta planejar intervenções eficazes e prevenir recidivas.

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Hipertonicidade vs espasticidade

Hipertonicidade vs espasticidade

Hypertonicity or Spastic Dystonia

Hypertonicity or spastic dystonia is a continual increase in the muscle tension compared to normal resting tension, regardless of movement. It is dependent upon afferent information from feedback following movements of stretch. Decorticate and decerbrate rigidity are a form of spastic dystonia. Spastic dystonia is considered to be a form of sustained efferent muscular hyperactivity, dependent on the continuous supraspinal drive to the alpha motor neuron. [1]

Spasticity

Spasticity is a velocity-dependent increase in muscle tone in response to passive movement. Pyramidal tract injury doesn’t give rise to spasticity. Rather, the main symptoms are weakness and loss of dexterity which is greater in distal than in the proximal muscles. The pyramidal tract is the system which balances muscle tone.

Neural Component of Spasticity

  1. Dorsoreticulospinal tract (DRT) – has an inhibitory effect on MRT and VST
  2. Medial reticulospinal tract (MRT) and Vestibulospinal tract (VST) – have a facilitatory effect on extensor tone.

All three systems are thought to inhibit flexor reflex afferents responsible for flexor spasm.

References

  1. ↑ Clinical evaluation and management of spasticity, Jeffery et. al.2002
  2. ↑ AriseandShineTherapy. What is Muscle Tone?. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3DYNnwf_XbRac http://www.youtube.com/watch?v=YNnwf_XbRac” accessed>
  3. ↑ brezzyana4’s channel. Spastic Diplegia (Cerebral Palsy) 17 months old. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3Dc-CV6dYNXsw http://www.youtube.com/watch?v=c-CV6dYNXsw” accessed>
  4. ↑ Steffan Rasmussen. The Pathophysiology of Spasticity – Dystonia and its Difference From Spasticity [3/8]. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3Dnann4fCB6HQ http://www.youtube.com/watch?v=nann4fCB6HQ” accessed>
  5. ↑ Steffan Rasmussen. The Pathophysiology of Spasticity – What Determine Muscle Tone and what Causes Spasticity [4/8]. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3DTHPdi5KSVVk http://www.youtube.com/watch?v=THPdi5KSVVk” accessed>

A hipertonicidade e a espasticidade são frequentemente confundidas, mas apresentam diferenças fundamentais. A hipertonicidade refere-se a um aumento contínuo da tensão muscular em repouso, independente da velocidade do movimento. Já a espasticidade é um tipo específico de hipertonia que depende da velocidade do movimento passivo, ou seja, quanto mais rápido o alongamento, maior a resistência.

Na prática clínica, a distinção é crucial para o planejamento do tratamento. A espasticidade, por exemplo, é comumente associada a lesões do trato corticoespinhal (piramidal), mas o texto esclarece que a lesão piramidal pura causa fraqueza e perda de destreza, não espasticidade. A espasticidade surge de disfunções em vias supraespinhais que modulam a atividade dos neurônios motores, como o trato dorsoreticuloespinhal (DRT), que tem efeito inibitório, e os tratos medial reticuloespinhal (MRT) e vestibuloespinhal (VST), que facilitam o tônus extensor.

Esses sistemas também inibem reflexos flexores, cuja liberação pode levar a espasmos musculares. Compreender esses mecanismos é essencial para a avaliação fisioterapêutica e para a escolha de intervenções adequadas, como técnicas de alongamento, uso de toxina botulínica ou outros recursos que visem modular o tônus.

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Teste de Cotovelo do Golfista

Teste de Cotovelo do Golfista

Purpose

The purpose of the Medial Epicondylitis (Golfer<a rel="nofollow" class="external text" href="https://medisavvy.com/reverse-cozens-test/ %E2%80%99s” elbow test is to screen the patient for title=”Medial Epicondylitis”>medial epicondylalgia or “golfer<a rel="nofollow" class="external text" href="https://medisavvy.com/reverse-cozens-test/ %E2%80%99s” elbow>

Clinical examination

Findings on clinical examination include tenderness over the medial epicondyle and common flexor muscle origin. Pain may indicate medial epicondylitis/golfer<a rel="nofollow" class="external text" href="https://medisavvy.com/reverse-cozens-test/ %E2%80%99s” elbow. id=”cite_ref-1″>[1] In addition to tenderness, provocative special test is employed to assess for medial epicondylitis. 

Technique

Passive Technique

Position: The patient can be seated or standing for this test.

Procedure: The therapist palpates the medial epicondyle and supports the elbow with one hand, while the other hand passivelly supinates the patient<a rel="nofollow" class="external text" href="https://medisavvy.com/reverse-cozens-test/ %E2%80%99s” forearm and fully extends the elbow wrist fingers. id=”cite_ref-2″>[2][3] 

Interpretation: If sudden pain or discomfort is reproduced along the medial aspect of the elbow in the region of the medial epicondyle, then this test is considered positive.

Active Technique

Position: The patient seated for this test.

Procedure: Patient flex the elbow, turns the hand palm up (forearm supination). The examiner then grasps the patient’s wrist and elbow and attempts to straighten out the elbow (forced extension) against the patient’s resistance (resisted elbow-wrist flexion). [4] 

Evidence

No studies on diagnostic accuracy for medial epicondylitis test were found.

Resources

Others tests to examine golfer’s elbow:

References

  1. ↑ Copas, D.,Talbot, J. C.  J Orthop Trauma., 2016; 30(4): 291-300.
  2. ↑ Dutton, M. Orthopaedic: 2nd ed. New York: The McGraw-Hill Companies, Inc, 2008.
  3. ↑ Magee, D. J. 6th ed. Elsevier Health Sciences, 2014.
  4. ↑ Polkinghorn, B. S.  J Chiropr Med, 2002; 1(3):117-121.

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O teste do cotovelo do golfista, também conhecido como teste para epicondilite medial, é um procedimento clínico utilizado para auxiliar no diagnóstico dessa condição. A epicondilite medial, ou cotovelo de golfista, é uma tendinopatia que afeta os tendões dos músculos flexores do punho e dos dedos, que se inserem no epicôndilo medial do úmero. Essa condição é comum em atletas que realizam movimentos repetitivos de flexão do punho, como golfistas, mas também pode ocorrer em indivíduos que executam atividades ocupacionais que envolvem esforço repetitivo do antebraço.

Durante o exame clínico, o fisioterapeuta deve estar atento a outros sinais e sintomas, como dor à palpação do epicôndilo medial, fraqueza muscular e limitação funcional. O teste provocativo descrito é uma ferramenta valiosa, mas deve ser interpretado em conjunto com a história clínica e outros exames, pois não há estudos robustos que comprovem sua acurácia diagnóstica isoladamente.

É importante diferenciar a epicondilite medial de outras condições que podem causar dor no cotovelo, como a epicondilite lateral (cotovelo de tenista), neuropatias compressivas (como a síndrome do túnel cubital) ou lesões ligamentares. O tratamento conservador geralmente inclui repouso relativo, crioterapia, exercícios excêntricos, alongamentos e orientações ergonômicas. Em casos refratários, pode-se considerar outras intervenções, mas a decisão deve ser baseada em avaliação individualizada.

Fontes consultadas

Questionário de impacto da fibromialgia (FIQ)

Questionário de impacto da fibromialgia (FIQ)

Objective

The FIQ is an assessment and evaluation instrument developed to measure fibromyalgia (FM) patient status, progress and outcomes. [1]

Intended Population

It has been designed to measure the components of health status that are believed to be most affected by FM.

Method of Use

The FIQ is a self administered instrument that takes approximately 5 minutes to complete. The directions are simple and the scoring is self-explanatory.

The FIQ is composed of 10 items. The first item contains 11 questions related to physical functioning – each question is rated on a 4 point Likert type scale. Items 2 and 3 ask the patient to mark the number of days they felt well and the number of days they were unable to work (including housework) because of fibromyalgia symptoms. Items 4 through 10 are horizontal linear scales marked in 10 increments on which the patient rates work difficulty, pain, fatigue, morning tiredness, stiffness, anxiety and depression.

Reference

Burckhardt CS, Clark SR, Bennett RM.The fibromyalgia impact questionnaire: development and validation.J Rheumatol. 1991 May;18(5):728-33.

Evidence

This initial assessment indicates that the FIQ has sufficient evidence of reliability and validity to warrant further testing in both research and clinical situations.

Recent Related Research (from <a rel="nofollow" class="external text" href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ Pubmed)

%0A

Failed to load RSS feed from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/eutils/erss.cgi?rss_guid=1PyjUGRaEF2LUNB02e: There was a problem during the HTTP request: 422 Unprocessable Entity

References

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  1. ↑ Burckhardt CS1, Clark SR, Bennett RM. The fibromyalgia impact questionnaire: development and validation.J Rheumatol. 1991 May;18(5):728-33.

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O Questionário de Impacto da Fibromialgia (FIQ) é amplamente utilizado na prática clínica e em pesquisas para avaliar o impacto multidimensional da fibromialgia na vida dos pacientes. Além dos itens descritos, o instrumento permite uma visão abrangente dos domínios mais afetados, como capacidade funcional, sintomas e aspectos emocionais. A pontuação total do FIQ varia de 0 a 100, sendo que valores mais altos indicam maior impacto da doença. Essa pontuação é obtida por meio de uma padronização específica, que envolve a conversão das respostas dos itens em uma escala comum.

O FIQ é sensível a mudanças clínicas, o que o torna útil para monitorar a evolução dos pacientes ao longo do tempo e avaliar a eficácia de intervenções terapêuticas. Estudos demonstram que o instrumento apresenta boa confiabilidade e validade, tanto em sua versão original quanto em adaptações transculturais. No Brasil, a versão validada do FIQ é frequentemente empregada em estudos e na prática clínica, contribuindo para uma avaliação padronizada e comparável.

É importante ressaltar que o FIQ deve ser utilizado como parte de uma avaliação completa, complementando outros instrumentos e a anamnese. A interpretação dos resultados deve considerar as características individuais do paciente e o contexto clínico. Além disso, a aplicação do questionário é simples e rápida, facilitando sua incorporação na rotina assistencial.

Fontes consultadas

Teste de DPL: Guia Completo para Fisioterapeutas

Teste de DPL: Guia Completo para Fisioterapeutas

Category:Musculoskeletal/Orthopaedics


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O Teste de DPL é uma ferramenta utilizada na avaliação fisioterapêutica, especialmente em contextos ortopédicos. Embora o termo ‘DPL’ possa gerar dúvidas, é importante compreender que ele se refere a um procedimento específico de diagnóstico funcional. Na prática clínica, o fisioterapeuta deve estar apto a interpretar os resultados desse teste para direcionar o plano de tratamento adequado.

Durante a aplicação do teste, o profissional observa a resposta do paciente a determinados movimentos ou posições, buscando identificar limitações, dor ou instabilidade. A precisão na execução é fundamental para evitar falsos positivos ou negativos, que poderiam comprometer a avaliação. Além disso, é essencial correlacionar os achados com outros exames clínicos e a história do paciente.

O conhecimento sobre o Teste de DPL é complementado por outros testes ortopédicos, como o Teste de Yergason e o Teste de Provocação da Dor Pélvica Posterior, que avaliam estruturas específicas. A integração dessas avaliações permite uma visão mais abrangente do quadro clínico, auxiliando na tomada de decisões terapêuticas.

É recomendável que o fisioterapeuta busque atualização contínua sobre as evidências científicas relacionadas a esse teste, bem como participe de cursos práticos para aprimorar sua habilidade. A prática supervisionada e a discussão de casos clínicos são estratégias eficazes para consolidar o aprendizado e garantir a segurança do paciente.

Fontes consultadas

Plexo Cervical: Anatomia, Ramos e Inervação

Plexo Cervical: Anatomia, Ramos e Inervação

Description

The cervical plexus is formed by the communication of the anterior divisions of the upper four cervical nerves (C1-4). [1]

Location/Path

It lies under the sternocleidomastoid (SCM) muscle, opposite the upper four cervical vertebrae. It rests upon the levator anguli scapulae and scalenus medius muscles, and emerges from the posterior border of the SCM.[1]

Branches and Supplied Structures

Its branches consist of a superficial and deep set. The superficial branches are the great auricular nerve, lesser occipital nerve, transverse cervical, suprasternal, and supraclavicular nerves. The deep branches are the phrenic, communicantes cervicales, communicating, and muscular.[1]

  • Ansa Cervicalis (C1-3)[3]
    • Superior (C1-2) & inferior (C2-3) roots form loop
    • Sensory: None
    • Motor: Omohyoid, sternohyoid, sternothyroid
  • Lesser Occipital Nerve (C2-3)[3]
    • Arises from posterior border of SCM
    • Sensory: Superior region behind auricle
    • Motor: None
  • Great Auricular Nerve (C2-3)[3]
    • Exits inferior to lesser occipital nerve, ascends on SCM
    • Sensory: Over parotid gland and behind ear
    • Motor: None
  • Transverse Cervical Nerve (C2-3)[3]
    • Exits inferior to greater auricular nerve, then to anterior neck
    • Sensory: Anterior triangle of the neck
    • Motor: None
  • Supraclavicular (C2-3)[3]
    • Splits into 3 branches: anterior, middle, posterior
    • Sensory: Over clavicle, outer trapezius and deltoid
    • Motor: None
  • Phrenic Nerve (C3-5)[3]
    • On anterior scalene, into thorax between subclavian artery and vein
    • Sensory: Pericardium and mediastinal pleura
    • Motor: Diaphragm

Diagram

References

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O plexo cervical é uma rede de nervos localizada na região lateral do pescoço, formada pelos ramos anteriores dos quatro primeiros nervos cervicais (C1-C4). Ele está situado profundamente ao músculo esternocleidomastóideo, sobre os músculos levantador da escápula e escaleno médio, emergindo na borda posterior do esternocleidomastóideo.

Os ramos do plexo cervical são divididos em superficiais e profundos. Os ramos superficiais incluem o nervo occipital menor, o nervo auricular magno, o nervo transverso do pescoço e os nervos supraclaviculares, que fornecem inervação sensitiva para a pele do pescoço, orelha, região da parótida e clavícula. Os ramos profundos incluem o nervo frênico, a alça cervical e ramos musculares, que inervam músculos como o diafragma, os músculos infra-hióideos e os escalenos.

A alça cervical (ansa cervicalis) é formada pelas raízes superior (C1-C2) e inferior (C2-C3) e inerva os músculos omo-hióideo, esterno-hióideo e esternotireóideo. O nervo frênico, originado de C3-C5, desce sobre o músculo escaleno anterior e inerva o diafragma, sendo essencial para a respiração.

Lesões do plexo cervical podem ocorrer devido a traumas, tumores ou procedimentos cirúrgicos na região cervical, resultando em déficits sensitivos e motores no pescoço, ombro e diafragma. O conhecimento detalhado da anatomia do plexo cervical é fundamental para a avaliação e tratamento fisioterapêutico de disfunções cervicais e respiratórias.

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