Cluster de Testes para Rasgo Total do Manguito Rotador

Cluster de Testes para Rasgo Total do Manguito Rotador

Purpose

To test the presence of a shoulder full-thickness rotator cuff tear using the Drop-Arm Sign, Painful Arc Sign, and the Infraspinatus Muscle Test.

Evidence

Based on the Park et al[1] study, the combination of the following 3 special tests have produced the highest post-test probability to diagnose a full-thickness rotator cuff tear:

  1. The Drop-Arm Sign
  2. The Painful Arc Sign
  3. Infraspinatus Muscle Test

The study concluded that if all 3 tests were positive, the probability of the patient having a full-thickness rotator cuff tear is 91%.[1]

Description and Illustrations

The Drop-Arm Sign

Patient actively elevates the arm in the scapular plane and then slowly reverses the motion.  A positive test is defined as the patient experiencing pain during the activity or that the arm suddenly drops.

The Painful Arc Sign (Fig 1)

Patient fully elevates the arm along the scapular plane and then slowly reverses the motion. If patient experiences pain between 60° and 120° of range of motion, the test is considered positive.

Figure 1 (couresty of http://www.maitrise-orthop.com)

Infraspinatus Muscle Test (Fig 2)

Arm is resting in neutral, the patient is instructed to flex elbow to 90° and resist against applied resistance mediall.  If the patient is unable to resist the force or experiences pain, the test is considered positive.

Figure 2 (taken directly from Park et al[1])

References

  1. ↑ 1.01.11.2 Park HB, Yokota A, Gill HS, El RG, McFarland EG. Diagnostic accuracy of clinical tests for the different degrees of subacromial impingement syndrome. J Bone Joint Surg AmfckLR2005 July;87(7):1446-55.

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O cluster de testes descrito combina três avaliações clínicas amplamente utilizadas para investigar a presença de rasgo total do manguito rotador. A realização conjunta desses testes aumenta a probabilidade diagnóstica, conforme demonstrado no estudo de Park e colaboradores (2005). Quando todos os três testes são positivos, a probabilidade de o paciente apresentar um rasgo de espessura total é de 91%, o que reforça a importância da avaliação combinada na prática clínica.

O sinal do braço caído (Drop-Arm Sign) avalia a capacidade do paciente de controlar o movimento de descida do braço a partir da elevação ativa. A presença de dor ou a queda súbita do membro indica possível lesão do manguito rotador, especialmente do supraespinhal. Já o arco doloroso (Painful Arc Sign) é observado quando o paciente relata dor entre 60° e 120° de elevação, sugerindo impacto subacromial ou lesão do manguito. Por fim, o teste do músculo infraespinhal verifica a força de rotação externa contra resistência, sendo positivo quando há fraqueza ou dor.

Esses testes são de fácil execução e não requerem equipamentos especiais, sendo úteis na triagem inicial. No entanto, é fundamental que o fisioterapeuta interprete os resultados em conjunto com a história clínica e outros exames, pois nenhum teste isolado é definitivo. A combinação positiva aumenta a confiança diagnóstica, mas a confirmação pode exigir exames de imagem, como ultrassonografia ou ressonância magnética.

Fontes consultadas

Músculo Esplênio da Cabeça: Anatomia e Relevância Clínica

Músculo Esplênio da Cabeça: Anatomia e Relevância Clínica

Description

Musculus splenius capitis is one of the deep (or intrinsic) muscles of the back. It is a broad strap-like muscle in the back of the neck. Deep to Sternocleidomastoid at the mastoid process.[1]

Origin

Lower half of ligamentum nuchae (C4-C6) and spinous process of C7-T3[2][3]

Insertion

Superior nuchal line, Mastoid process of temporal bone, and rough surface adjoining occipital bone[2][3]

Nerve Supply

Dorsal ramus of spinal nerves C3-C6[2]

Blood Supply

Muscular branches of the occipital artery from the external carotid artery. [2]

Action

Acting bilaterally: extension of the head and cervical spine
Acting unilaterally: lateral flexion of the head and neck and rotation the head to the same side. [3]

Function

It also assists in supporting the head in the erect position[1]

In people with neck pain it has shown that over activity of superficial muscles and splenius capitis and inhibition of Semispinalis Cervicis[4]

So in management of neck pain we have to focus on exercises that has more specification to activate Semispinalis Cervicis and to perform stretch and myofascial release to splenius capitis .

References

  1. ↑ 1.01.1 Gray’s Anatomy of Human Body, Bartleby.com edition. New York: 2000.fckLRhttp://www.bartleby.com/107/115.html
  2. ↑ 2.02.12.22.3 <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.anatomyexpert.com/structure_detail/5203/ http://www.anatomyexpert.com/structure_detail/5203/%0A
  3. %0A

  4. ↑ 3.03.13.2 Wheeless`textbook of orthopedic, splenius capitis , available from:<a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.wheelessonline.com/ortho/splenius_capitis http://www.wheelessonline.com/ortho/splenius_capitis%0A%0A(24july”>
  5. ↑ J Schomacher, J Erlenwein, A Dieterich, F Petzke, F Petzkeb, D Falla. Can neck exercises enhance the activation of the semispinalis cervicis relative to the splenius capitis at specific spinal levels? Manual therapy, October 2015:20: 694-702.

O músculo esplênio da cabeça (splenius capitis) é um músculo profundo do dorso, localizado na região posterior do pescoço. Ele se origina da metade inferior do ligamento nucal (C4-C6) e dos processos espinhosos de C7 a T3, inserindo-se na linha nucal superior, no processo mastoide do osso temporal e na superfície rugosa adjacente do osso occipital. Sua inervação é feita pelos ramos dorsais dos nervos espinhais C3-C6, e sua vascularização provém de ramos musculares da artéria occipital, um ramo da artéria carótida externa.

Quando age bilateralmente, o esplênio da cabeça promove a extensão da cabeça e da coluna cervical. Na ação unilateral, ele realiza a flexão lateral da cabeça e do pescoço e a rotação da cabeça para o mesmo lado. Além disso, auxilia na manutenção da postura ereta da cabeça.

Em pacientes com dor cervical, estudos demonstram uma hiperatividade do esplênio da cabeça e de músculos superficiais, acompanhada de inibição do semiespinal da cabeça (semispinalis cervicis). Essa descoberta tem implicações importantes para o tratamento fisioterapêutico: é essencial priorizar exercícios que ativem seletivamente o semiespinal da cabeça, além de técnicas de alongamento e liberação miofascial para o esplênio da cabeça. Essa abordagem visa restaurar o equilíbrio muscular e aliviar a dor cervical de forma mais eficaz.

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Semispinalis Cervicis

Semispinalis Cervicis

Description

Semispinalis Cervicis belongs to the Transversospinal group of muscles, formed of muscles between a spinous process and the transverse process of the vertebrae below .[1][2]

Origin

Transverse processes of T1 to T6, articular processes of the 4th to 7th cervical vertebrae[3][4]

Insertion

Spinous processes of C2 to C5[3]

Nerve Supply

Dorsal rami of cervical spinal nerves[3][4]

Blood Supply

Deep cervical artery[4]

Action

Acting bilaterally: extension of the cervical spine

Acting unilaterally: lateral flexion of the neck and rotation to the opposite side.[3] 

Function

Maintains head posture.[5]  

It was found that during neck pain the deep cervical extensor muscle semispinalis cervicis has shown reduction in activation [6]

manual resistance done in extension over the vertebral arch of C1 and C4 emphasized the activation of the semispinalis cervicis muscle relative to the splenius capitis at the spinal level directly caudal to the site of resistance. [6]

References

  1. ↑ Gray, Henry. Anatomy of the Human Body. Philadelphia: Lea & Febiger, 1918; Bartleby.com, 2000. www.bartleby.com/107/.
  2. ↑ National Center for Biotechnology Information,

    Anatomy, Back, Muscles StatPearls [Internet].

    available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK537074/ https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK537074/%0A%0A(24″ july>

  3. ↑ 3.03.13.23.3 Wheeless`textbook of orthopedic, Semispinalis Cervicis, available from:<a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.wheelessonline.com/ortho/semispinalis_cervicis_1 http://www.wheelessonline.com/ortho/semispinalis_cervicis_1″>
  4. ↑ 4.04.14.2 <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.anatomyexpert.com/structure_detail/5221/ http://www.anatomyexpert.com/structure_detail/5221/%0A
  5. %0A

  6. ↑ ptcentral.com/muscles/muscletrunk.html
  7. ↑ 6.06.1 J Schomacher, J Erlenwein, A Dieterich, F Petzke, F Petzkeb, D Falla. Can neck exercises enhance the activation of the semispinalis cervicis relative to the splenius capitis at specific spinal levels? Manual therapy, October 2015:20: 694-702.

O músculo semiespinal da cabeça (semispinalis cervicis) é um importante extensor profundo da coluna cervical, desempenhando papel crucial na manutenção da postura e no controle motor da região cervical. Sua localização profunda, entre os processos transversos e espinhosos, permite uma ação segmentar que contribui para a estabilidade e mobilidade da coluna cervical.

Durante a dor cervical, estudos observaram uma redução na ativação desse músculo, o que pode levar a alterações no padrão de movimento e contribuir para a cronicidade do quadro. A fraqueza ou inibição do semiespinal da cabeça pode resultar em sobrecarga de outros músculos, como o esplênio da cabeça, e predispor a disfunções biomecânicas.

A avaliação fisioterapêutica deve incluir testes específicos para verificar a ativação e a resistência desse músculo, como a resistência manual aplicada na extensão sobre o arco vertebral de C1 e C4, que demonstrou enfatizar a ativação do semiespinal da cabeça em relação ao esplênio da cabeça nos níveis espinhais diretamente caudais ao local da resistência.

Estratégias de reabilitação devem focar no fortalecimento e na reeducação neuromuscular desse músculo, utilizando exercícios de extensão cervical com resistência progressiva, sempre respeitando a dor e a tolerância do paciente. A integração de exercícios de estabilização segmentar e treino de resistência pode ser benéfica para restaurar a função e aliviar a dor cervical.

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Semispinalis Capitis

Semispinalis Capitis

Description

The posterior muscles of the neck are divided into four layers. The semispinalis capitis and cervicis muscles lie within the third layer[1]. The semispinalis capitis is a long slender muscle which provided a long moment arm to provide efficient extension.   

Origin

The muscle originates on the articular processes of the C 5, 6, 7 and 8 as well as the transverse processes of T 1, 2 ,3 ,4 ,5 and 6. 

Insertion

The semispinalis capitis attaches onto the occiput inbetween the superior and inferior nuchal line.

Nerve Supply

Greater occipital nerve, which additionally innervates the scalp[2].

Blood Supply

Descending branches of the occipital artery and the superior intercostal artery, via the dorsal rami of the upper two posterior intercostal arteries [3]

Action

  • Acting bilaterally : Extension of the head and neck.
  • Acting unilaterally : Rotation of head and neck to opposite side

Function

During bilateral contraction this muscle is considered as a prime mover for dynamically maintaining the cervical lordosis[4]. It is also considered as one of the main factors in maintaining the balance of the head on the neck[5]

References

  1. ↑ Rezasoltani. A. Kallinen. M . Mälkiä. M. Vihko. V. Neck semispinalis capitis muscle size in sitting and prone positions measured by real-timefckLRultrasonography. Clinical Rehabilitation 1998; 12: 36–44.
  2. ↑ Natsis K, Baraliakos X, Appell HJ, Tsikaras P, Gigis I, Koebke J. The course of the greater occipital nerve in the suboccipital region: a proposal for setting landmarks for local anesthesia in patients with occipital neuralgia. Clinical Anatomy. 2006 May;19(4):332-6.
  3. ↑ <a rel="nofollow" class="external free" href="http://thewellnessdigest.com/semispinalis-capitis-bac-muscle-origin-insertion-action-innervation/ http://thewellnessdigest.com/semispinalis-capitis-bac-muscle-origin-insertion-action-innervation/%0A
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  5. ↑ Porterfield JA, DeRosa C. Mechanical neck pain,fckLRperspective in functional anatomy. Philadelphia: WB Saunders, 1995.
  6. ↑ Sinclair D. Functional anatomy, fifth edition.fckLRLondon: B.S. Publication, 1975

O músculo semiespinal da cabeça (semispinalis capitis) é um importante estabilizador dinâmico da coluna cervical. Sua localização profunda, entre as camadas musculares do pescoço, permite que atue de forma eficiente na extensão da cabeça e do pescoço, especialmente durante atividades que exigem manutenção da postura ereta.

Além de sua função primária na extensão, quando contrai unilateralmente, o semiespinal da cabeça auxilia na rotação da cabeça para o lado oposto, contribuindo para movimentos de olhar e alcance. Essa ação é essencial para a coordenação motora fina da região cervical.

O músculo é inervado pelo nervo occipital maior, que também fornece sensibilidade ao couro cabeludo. Essa conexão anatômica explica por que disfunções nesse músculo podem estar associadas a dores de cabeça tensionais ou cervicogênicas, frequentemente relatadas em pacientes com dor cervical crônica.

Na prática clínica, a avaliação da força e do comprimento do semiespinal da cabeça é relevante em disfunções posturais, como a postura de cabeça anterior, comum em indivíduos que passam longos períodos em frente a computadores. O fortalecimento desse músculo, juntamente com a correção postural, pode ser um componente importante no tratamento de dores cervicais.

Estudos de imagem, como a ultrassonografia em tempo real, têm sido utilizados para mensurar o tamanho e a atividade desse músculo em diferentes posições, fornecendo dados objetivos para a avaliação e o acompanhamento de pacientes com disfunções cervicais.

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Músculos Romboides: Anatomia, Função e Avaliação

Músculos Romboides: Anatomia, Função e Avaliação

Description

The Rhomboids are two muscles – Rhomboid Major & Rhomboid Minor. 

The two rhomboids lie deep to trapezius to form parallel bands that pass inferolaterally from the vertebrae to the medial border of the scapula. Rhomboid Major is thin and flat and twice as wide as the thicker Rhomboid Minor which lies superior to it. Usually there is a small space between both rhomboid muscles, however in some cases one may find one single blended muscle instead.

Anatomy

Origin & Insertion

Origin

Proximal Attachment

Insertion

Distal Attachment

Rhomboid Major Spinous Processes T2-T5 Medial Border of Scapula from Level of Spine to Inferior Angle
Rhomboid Minor Nuchal Ligament
Spinous Processes C7 & T1
Triangular Area
Medial End of Scapular Spine

[1] 

Rhomboid Major

Nerve Supply

Arising from the anterior ventral ramus of the C5 Root of the Brachial Plexus

Occasionally with additional contribution from the C4 Nerve Root.

  • Dorsal Scapular Nerve (C5)

Blood Supply

Function

Actions

  • Scapular Retraction
  • Scapular Elevation
  • Scapular Rotation Inferiorly to Depress Glenoid Cavity
  • Assist Serratus Anterior to Fix Scapula to Thoracic Wall and Fix Scapula during movements of the upper limb

[2]

Strength testing

[3]

Trigger Point Referral Pattern

The referral pattern of the Rhomboids is not as widely distributed but local to the muscles. The pain generally extends from the edge of the shoulder blades to the spine. Since the Rhomboids on both sides are almost always affected, this is a primary source of mid back tightness or aching between the shoulder blades.[4]

Techniques

Palpation

Os músculos romboides são essenciais para a estabilidade escapular e a postura adequada da cintura escapular. Eles atuam em sinergia com outros músculos, como o trapézio e o serrátil anterior, para permitir movimentos coordenados do ombro. A fraqueza ou desequilíbrio desses músculos pode levar a alterações posturais, como ombros arredondados e escápulas aladas, contribuindo para dores na região interescapular.

Na prática clínica, a avaliação da força dos romboides é frequentemente realizada por meio de testes musculares manuais, como o teste de retração escapular resistida. A palpação dos romboides é feita medialmente à escápula, com o paciente em decúbito ventral ou sentado, solicitando uma leve retração escapular.

Os pontos-gatilho nesses músculos podem gerar dor local referida, que se manifesta como desconforto entre as escápulas, muitas vezes confundido com outras condições. O tratamento fisioterapêutico pode incluir técnicas de liberação miofascial, alongamentos, fortalecimento progressivo e reeducação postural, visando restaurar a função muscular e aliviar a dor.

Além disso, a integração dos romboides em cadeias cinéticas é fundamental para atividades que envolvem membros superiores, como arremessos e levantamentos. Portanto, a reabilitação deve considerar não apenas o músculo isolado, mas sua interação com todo o complexo do ombro.

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Teste de Instabilidade Prona

Teste de Instabilidade Prona

Purpose[1]

To test for the likelihood of a patient with low back pain responding to a stabilization exercise program.

The patient lies prone with the body on the examining table and legs over the edge and feet resting on the floor. While the patient rests in this position with the trunk muscles relaxed, the examiner applies posterior to anterior pressure to an individual spinous process of the lumbar spine. Any provocation of pain is reported. Then the patient lifts the legs off the floor (the patient may hold table to maintain position) and posterior to anterior compression is applied again to the lumbar spine while the trunk musculature is contracted.

The test is considered positive if pain is present in the resting position but subsides in the second position, suggesting lumbo-pelvic instability. The muscle activation is capable of stabilizing the spinal segment.

Evidence[3]

Reference standard success with stabilization exercise program.

Sensitivity = .72 – LR = .48

Specificity = .58 + LR = 1.7

Resources



References

  1. ↑ 1.01.1 Flynn T, Cleland J, Whitman J. User’s Guide to the Musculoskeletal Examination: Fundamentals for the Evidence-based Clinician. Buckner, Kentucky: Evidence in Motion; 2008.
  2. ↑ Dutton, M. Orthopaedic Examination, Evaluation, and Intervention. New York: The McGraw-Hill Companies, Inc.; 2008.
  3. ↑ Hicks G, FritzJ, Delitto A, McGill S. Preliminary development of a clinical prediction rule for determining which patients with low back pain will respond to a stabilization exercise program. Arch Phys Med Rehabil 2005;86:1753-1762.

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O Teste de Instabilidade Prona é um procedimento clínico utilizado para avaliar a probabilidade de um paciente com dor lombar se beneficiar de um programa de exercícios de estabilização. Durante o teste, o paciente é posicionado em decúbito ventral, com o corpo sobre a mesa de exame e as pernas pendentes, com os pés apoiados no chão. Nessa posição, o examinador aplica pressão posterior-anterior sobre os processos espinhosos da coluna lombar, verificando a presença de dor. Em seguida, o paciente eleva as pernas do chão, contraindo a musculatura do tronco, e a pressão é novamente aplicada. O teste é considerado positivo quando a dor presente na posição de repouso diminui ou desaparece na segunda posição, indicando que a ativação muscular estabiliza o segmento espinhal e sugere instabilidade lombopélvica.

Esse teste é parte de uma avaliação mais ampla, que inclui outros procedimentos e a análise do histórico do paciente. A resposta ao teste pode auxiliar o fisioterapeuta na decisão sobre a inclusão de exercícios de estabilização no plano de tratamento. No entanto, é importante interpretar o resultado em conjunto com outros achados clínicos, pois a sensibilidade e a especificidade do teste não são absolutas. A literatura citada, como o estudo de Hicks e colaboradores (2005), fornece dados sobre a acurácia do teste, mas a prática clínica deve considerar a individualidade de cada paciente.

Além disso, o teste deve ser realizado por profissional capacitado, garantindo a segurança e a correta execução. A compreensão dos mecanismos de estabilização da coluna lombar é fundamental para a aplicação adequada do teste e para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas eficazes.

Fontes consultadas

Peroneal (Fibularis) Longus

Peroneal (Fibularis) Longus

Description

The Peroneal Longus (also known as Fibularis Longus) lies superficially at the lateral part of the lower leg. It is one of the three peroneal muscles.

[1]

Anatomy[2]

Origin

Lateral condyle of tibia,

Head and proximal two-thirds of the lateral surface of fibula,

Intermuscular septa, and

Adjacent deep fascia.

Insertion

Lateral side of base of first metatarsal and of medial cuneiform bone.

Nerve

Superficial fibular (peroneal) nerve, L4,5,S1.

Artery

Fibular (peroneal) artery.

Function

Everts the foot, assists in plantar flexion and

In weight-bearing position depresses head of first metatarsal due to the strong pull on its insertion.

Maintains the transverse arch of the foot, due to how it crosses the sole of the foot.

Steadies the leg on the foot by drawing on the lateral leg, and stops it from collapsing medially.

Clinical relevance

Peroneal Tendinopathy

Peroneal tendon subluxation

Assessment

Peroneus longus and brevis tests

Weakness

The weakness of Peroneus lessens the ability to rise on the toes, decreases the lateral stability of the ankle and allows a varus position of the foot.

Length

Contracture results into an everted or valgus foot.

Treatment

References

  1. ↑ nabil ebraheim. Anatomy Of The Peroneus Longus Muscle – Everything You Need To Know – Dr. Nabil Ebraheim. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="https://www.youtube.com/watch%3Fv%3Dv_0TSoPzd3A https://www.youtube.com/watch?v=v_0TSoPzd3A” accessed>
  2. ↑ Kendall, McCreary, Provance; Muscle Testing and Function; Philadelphia; 4th Edition; Lippincott Williams & Wilkins; 1993; Peroneus Longus and Brevis; Page No:203.
  3. ↑ ReBalance Physiotherapy. Day -69: Peroneal Strengthening. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="https://www.youtube.com/watch%3Fv%3D3Xpwd5gTzXw https://www.youtube.com/watch?v=3Xpwd5gTzXw” accessed:>
  4. ↑ Tim Trevail. Dry Needling: Peroneus Longus & Brevis. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="https://www.youtube.com/watch%3Fv%3DON0s8OFXfOs https://www.youtube.com/watch?v=ON0s8OFXfOs” accessed:>

O músculo fibular longo (peroneal longus) é um dos principais estabilizadores laterais do tornozelo e do pé. Sua ação de eversão e auxílio na flexão plantar é essencial para a marcha e para atividades que exigem equilíbrio sobre superfícies instáveis. Além disso, sua inserção na base do primeiro metatarso e no osso cuneiforme medial permite que ele participe ativamente na manutenção do arco transverso do pé, contribuindo para a distribuição adequada de cargas durante o apoio.

Na prática clínica, a avaliação da força e do comprimento do fibular longo é fundamental. Testes específicos, como o teste de eversão resistida, ajudam a identificar fraqueza ou disfunção. A fraqueza desse músculo pode levar a instabilidade lateral do tornozelo, aumentando o risco de entorses e predispondo a um padrão de marcha com varismo do retropé. Por outro lado, o encurtamento pode resultar em pé valgo, alterando a biomecânica de todo o membro inferior.

Condições como a tendinopatia dos fibulares e a subluxação dos tendões fibulares são comuns em atletas e em indivíduos com histórico de entorses de repetição. O tratamento fisioterapêutico inclui fortalecimento progressivo, alongamento, técnicas de mobilização e, em alguns casos, o uso de órteses ou bandagens funcionais. A reabilitação deve ser individualizada, considerando as demandas funcionais do paciente e os achados da avaliação biomecânica.

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Teste de Agachamento Aéreo

Teste de Agachamento Aéreo

Purpose

The overhead squat test is a subjective screening assessment used to obtain a general indication of dynamic posture. The test identifies compensatory movements and considers muscles which could potentially be overactive or underactive with the intention of addressing these muscle imbalances.[1] The overhead squat test is considered highly practical and time efficient.[2]

Technique

The overhead squat test is carried out with the client in a standing position, feet pointed forward in line with the shoulders, both shoulders flexed to around 180 degrees and with the elbows extended. The client would be instructed to go into a squat position as if sitting down on a chair and to resume the initial upright position. The squat should be repeated five times, while the examiner assesses movement at the main joints from an anterior view and from a lateral view.[1]

[3]

Resources

The following <a rel="nofollow" class="external text" href="https://www.nasm.org/docs/default-source/PDF/nasm_overhead_squat_solutions_table_cptpes(pdf-32k).pdf%3Fsfvrsn%3D2 file” contains further guidance on compensatory movements during the overhead squat test. title=”File:Nasm overhead squat solutions table cptpes(pdf-32k).pdf”>File:Nasm overhead squat solutions table cptpes(pdf-32k).pdf

[4]

References

  1. ↑ 1.01.1 Clark MA, Lucett SC, Sutton BG, editors. NASM Essentials of Personal Fitness Training. Fourth Edition. Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins, 2012.
  2. ↑ Bishop C, Edwards M, Turner A. Screening movement dysfunctions using the overhead squat. Professional Strength & Conditioning 2016; 42:22-30.
  3. ↑ National Academy of Sports Medicine (NASM). How to set up an overhead squat assessment. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="https://www.youtube.com/watch%3Fv%3DybBvcJ50UZ8 https://www.youtube.com/watch?v=ybBvcJ50UZ8″ march>
  4. ↑ National Academy of Sports Medicine (NASM). Overhead Squat Solutions Table. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="https://www.nasm.org/docs/default-source/PDF/nasm_overhead_squat_solutions_table_cptpes(pdf-32k).pdf%3Fsfvrsn%3D2 https://www.nasm.org/docs/default-source/PDF/nasm_overhead_squat_solutions_table_cptpes(pdf-32k).pdf?sfvrsn=2%C2%A0(accessed” march>

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O teste de agachamento aéreo é uma ferramenta de triagem subjetiva que fornece uma indicação geral da postura dinâmica do indivíduo. Durante a execução, o avaliador observa o movimento em busca de compensações, como a inclinação do tronco para frente, a elevação dos calcanhares ou a rotação interna dos joelhos. Essas compensações podem sugerir desequilíbrios musculares, como fraqueza ou encurtamento de determinados grupos musculares.

É importante que o avaliador realize a análise tanto na vista anterior quanto na lateral, a fim de captar assimetrias e desvios que não seriam perceptíveis em um único plano. A repetição do movimento por cinco vezes permite observar a consistência do padrão de movimento e a fadiga muscular, que pode evidenciar disfunções latentes.

Embora o teste seja prático e rápido, ele não substitui uma avaliação mais aprofundada, como a análise de movimento em três dimensões ou testes de força muscular específicos. O resultado deve ser interpretado em conjunto com a história clínica e outros exames, para que as intervenções sejam direcionadas às necessidades individuais.

O agachamento aéreo também pode ser utilizado como ponto de partida para a prescrição de exercícios corretivos, visando melhorar a mobilidade, estabilidade e o padrão de movimento global. A identificação precoce de disfunções pode auxiliar na prevenção de lesões e na otimização do desempenho esportivo.

Fontes consultadas

Obliquus Capitis Superior

Obliquus Capitis Superior

Description

The obliquus capitis superior is a member of the suboccipital group of muscles along with obliquus capitis inferior, rectus capitis posterior major and rectus capitis posterior minor. It is narrow below, wide and expanded above, and is lateral to the semispinalis capitis. It forms the superolateral border of the suboccipital triangle.[1]

Anatomy

The obliquus capitis superior is located laterally in the suboccipital compartment.

Origin

Superior surface of the transverse process of the atlas (c1)[2]

Insertion

Between the superior and inferior nuchal lines of the occipital bone[2]

Nerve Supply

Suboccipital nerve or dorsal ramus of cervical spinal nerve (c1)[3]

Blood Supply

The muscle receives its blood supply from the vertebral artery and the deep descending branch of the occipital artery.[3]

Function

Is a postural muscle that monitors the position of the head. [3]

Actions

Bilaterally, they extend the head; unilaterally, they laterally flex the the head to the same side as the muscle.[2]

Functional contributions

The actions of trapezius, sternocleidomastoid and other larger muscles that move the head are refined by the relatively small suboccipital triangle muscles.

Pathology/Injury

Physiotherapy Techniques

References

  1. ↑ Henry Gray: Anatomy of the Human Body [monograph online]. Philadelphia: Lea & Febiger; 1918 [cited 2015 Mar 30]. Available from: Bartleby; New York: 2000. fckLRhttp://www.bartleby.com/107/116.html
  2. ↑ 2.02.12.2 Wheeless III, CR. Obliquus capitis superior [Internet] 2011 [cited 2015 Mar 30]. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.wheelessonline.com/ortho/obliquus_capitis_superior_1 http://www.wheelessonline.com/ortho/obliquus_capitis_superior_1%0A
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  4. ↑ 3.03.13.2 Obliquus capitis superior [Internet]. 2015 [cited 2015 Mar 30]. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.anatomyexpert.com/structure_detail/5212/ http://www.anatomyexpert.com/structure_detail/5212/%0A
  5. %0A

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O músculo oblíquo superior da cabeça, embora pequeno, desempenha um papel crucial na propriocepção e no controle fino dos movimentos da cabeça. Sua localização profunda, no triângulo suboccipital, o torna um componente essencial para a estabilização da articulação atlanto-occipital e atlantoaxial. A contração bilateral desse músculo contribui para a extensão da cabeça, enquanto a contração unilateral promove a flexão lateral ipsilateral. Essa ação é fundamental para ajustes posturais sutis, como a correção de desvios da cabeça durante atividades que exigem precisão visual ou equilíbrio.

Na prática clínica, a disfunção do oblíquo superior da cabeça pode estar associada a dores cervicais, cefaleias tensionais e restrição de movimento. A avaliação fisioterapêutica deve incluir testes de comprimento e força muscular, bem como a palpação para identificar pontos-gatilho. Técnicas de liberação miofascial, alongamentos específicos e exercícios de fortalecimento são frequentemente utilizados para restaurar a função normal. Além disso, a integração com a reabilitação postural global é importante, pois a fraqueza ou encurtamento desse músculo pode influenciar a biomecânica de toda a coluna cervical.

O conhecimento detalhado da anatomia e função do oblíquo superior da cabeça é essencial para o fisioterapeuta, permitindo uma abordagem mais precisa no tratamento de disfunções cervicais. A ênfase na reeducação neuromuscular e no controle motor é fundamental para otimizar os resultados terapêuticos.

Fontes consultadas