A CPGS avalia intensidade da dor e incapacidade relacionada, classificando pacientes em 5 graus. Composta por 7 itens, é usada em condições de dor crônica.
Desativação de pontos-gatilho miofasciais no tratamento do zumbido
Eficácia da desativação dos pontos-gatilho miofasciais para o controle do zumbido
Carina Bezerra RochaI; Tanit Ganz SanchezII
IPhD (Fisioterapeuta)
IIProfessora Livre-Docente (Professora Associada da Disciplina de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP)
RESUMO
Dor crônica nas imediações do ouvido pode influenciar o zumbido.
OBJETIVO: Investigar a eficácia da desativação de pontos-gatilho miofasciais na melhora do zumbido.
MÉTODO: Ensaio clínico randomizado com 71 pacientes com zumbido e síndrome dolorosa miofascial. O Grupo Experimental (n = 37) foi submetido a 10 sessões de desativação dos pontos-gatilho miofasciais e o Grupo Controle (n = 34), a 10 sessões de desativação placebo.
RESULTADOS: O tratamento do Grupo Experimental foi eficaz para o controle do zumbido (p < 0,001). Houve associação entre as melhoras de dor e zumbido (p = 0,013) e entre os lados da orelha com pior zumbido e do corpo com mais dor (p < 0,001). A presença de modulação (aumento ou diminuição) temporária do zumbido durante a palpação inicial dos pontos foi frequente em ambos os grupos, mas a diminuição temporária foi associada à melhora persistente do zumbido ao fim do tratamento (p = 0,002).
CONCLUSÃO: Além da avaliação médica e audiológica, os pacientes com zumbido devem ser avaliados para: 1) presença de dor miofascial próxima à orelha; 2) lateralidade entre ambos os sintomas; 3) diminuição temporária do zumbido durante a palpação do músculo dolorido. O tratamento deste subgrupo de pacientes pode ter melhor prognóstico que os demais.
Palavras-chave: ensaio clínico, síndromes da dor miofascial, zumbido.
INTRODUÇÃO
Zumbido é a percepção de som no ouvido ou na cabeça na ausência de sons externos, que ocorre em 10% a 15% da população adulta do mundo1. O início do zumbido pode ser associado a distúrbios do sistema auditivo e outros fora dele. Portanto, a associação entre zumbido e dor tem sido discutida em vários periódicos médicos recentemente2-4. Além disso, alguns relatos de caso sugerem associação entre zumbido e pontos de gatilho miofasciais (GMF)5-8.
GMF são pequenas áreas hipersensíveis localizadas em faixas mais endurecidas e palpáveis de músculo esquelético (músculo, fáscia ou tendão), que podem estar presentes ou não em indivíduos sem dor, mas que estão sempre presentes em indivíduos com síndrome da dor miofascial9. Espontaneamente ou sob estimulação mecânica, os GMF causam dor local e referida com um padrão bem definido para cada músculo10. Nossa experiência clínica prévia nos mostrou que os pacientes sofrendo de síndrome de dor miofascial em regiões da cabeça e pescoço também queixam de zumbido. Após a desativação dos GMF através de pressão digital, os pacientes comumente relatam alívio total ou parcial do zumbido, em alguns casos.
Após tal evidência clínica, fizemos um estudo caso-controle prévio e descobrimos que pacientes com zumbido têm cinco vezes maior propensão de terem GMF, e três vezes maior probabilidade de se queixarem de dor miofascial quando comparados a indivíduos sem sintomas. Além disso, 55,9% dos pacientes foram capazes de modular a sonoridade ou o tom do zumbido sob palpação dos GMF4. Tais pacientes foram rotulados como tendo zumbido somatossensorial.
Juntamente com nossas experiências prévias, nasceu um crescente interesse em zumbido somatossensorial, que começou a ser estudado a partir do ponto de vista de conexões neurais entre os sistemas auditivo e somatossensorial4. Mais do que esperado, descobriu-se que o zumbido era provocado ou modulado por estímulos advindos do sistema somatossensorial, semelhante àqueles que aconteciam sob palpação dos GMF4, contração muscular forçada da cabeça, pescoço e membros11,12 e estímulos cutâneos de regiões da mão e pontas dos dedos13.
Alguns estudos já se concentraram nos métodos de avaliação para o zumbido somatossensorial, mas parece ainda faltar pesquisas sobre o tratamento14. Assim, o objetivo desse trabalho é avaliar a eficácia da desativação dos GMF para o alívio do zumbido em pacientes com síndrome de dor miofascial por meio (i) de investigação sobre se o alívio do zumbido estaria associado ao alívio da dor; (ii) avaliação da localização e lateralidade de ambos os sintomas e (iii) investigação sobre se pacientes que modulam o zumbido têm melhor prognóstico após desativação dos GMF.
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Qual é o significado de acupuntura?
Acupuntura é uma terapia alternativa que se originou na China há mais de 2.500 anos. É uma forma de medicina tradicional que utiliza agulhas finas e leves para estimular pontos específicos no corpo, conhecidos como pontos de acupuntura. O objetivo da acupuntura é equilibrar o fluxo de energia, ou “Qi” (pronunciado como “chee”), que percorre o corpo através de canais, ou “meridianos”.
Na medicina tradicional chinesa, o Qi é visto como o responsável pelo bem-estar e saúde do corpo. Se o Qi estiver bloqueado ou desequilibrado, pode levar a problemas de saúde, incluindo dor, ansiedade, insônia, depressão, entre outros. A acupuntura visa ajudar a restaurar o equilíbrio do Qi e promover a cura natural, ajudando a melhorar a saúde e bem-estar geral.
A acupuntura é uma forma de tratamento não invasiva e segura e é amplamente utilizada em todo o mundo para tratar uma ampla gama de condições, incluindo dor crônica, dor de cabeça, enxaqueca, dor nas costas, dor muscular, insônia, ansiedade, depressão, entre outros. Além disso, a acupuntura é frequentemente combinada com outras formas de terapia, como massagem, exercícios físicos e alimentação saudável, para promover uma abordagem mais holística e integral para a saúde e bem-estar.

O que a acupuntura pode fazer por você?
Pode ajudar a tratar uma ampla gama de condições e problemas de saúde, incluindo:
- Dor crônica: É eficaz para aliviar a dor crônica, incluindo dor nas costas, dor lombar, dor no pescoço, dor de cabeça, dor menstrual, entre outros.
- Ansiedade e estresse: A acupuntura pode ajudar a reduzir a ansiedade e o estresse, melhorando o bem-estar emocional e a qualidade de vida.
- Insônia: É eficaz para tratar a insônia e ajudar a melhorar a qualidade do sono.
- Depressão: Pode ser útil no tratamento da depressão, ajudando a melhorar o humor e a reduzir os sintomas.
- Enxaqueca e dor de cabeça: A acupuntura é eficaz para tratar enxaqueca e dor de cabeça, ajudando a reduzir a frequência e intensidade dos ataques.
- Síndrome do Intestino Irritável (SII): A acupuntura pode ajudar a aliviar os sintomas da SII, incluindo dor abdominal, diarreia, constipação, entre outros.
- Problemas de saúde feminina: A acupuntura pode ser útil no tratamento de problemas de saúde feminina, incluindo dismenorreia, síndrome pré-menstrual (TPM), menopausa, entre outros.
- Outras condições: A acupuntura também pode ser útil no tratamento de outras condições, incluindo asma, doenças cardíacas, fadiga, síndrome do túnel do carpo, entre outros.
Em geral, a acupuntura é uma forma segura e eficaz de tratar uma ampla gama de condições e problemas de saúde. Além disso, a acupuntura pode ser combinada com outras formas de terapia, como massagem, exercícios físicos e alimentação saudável, para promover uma abordagem mais holística e integral para a saúde e bem-estar.
A acupuntura é uma técnica milenar de medicina tradicional chinesa que foi criada há mais de 2.500 anos. Ela se baseia na filosofia de que existe um fluxo de energia vital, conhecido como “Qi”, que circula pelo corpo humano através de meridianos ou canais específicos. Quando o equilíbrio deste fluxo de energia é perturbado, isto pode levar a uma variedade de condições de saúde, incluindo dor, doenças e desordens emocionais.
A acupuntura é realizada inserindo agulhas muito finas em pontos específicos ao longo dos meridianos do corpo, a fim de restaurar o equilíbrio do fluxo de energia e promover a cura natural. Além disso, a acupuntura também pode incluir a estimulação de pontos de pressão, moxabustão (queimadura de ervas medicinais), ou outras técnicas complementares.
A acupuntura é utilizada para tratar uma ampla variedade de condições de saúde, incluindo dor crônica, enxaqueca, insônia, ansiedade, depressão, problemas digestivos, síndrome da fadiga crônica, entre outros. Além disso, a acupuntura também é utilizada como uma forma complementar de tratamento para doenças graves, tais como câncer e doenças cardiovasculares.
Em geral, é considerada uma terapia segura e eficaz, com poucos efeitos colaterais. No entanto, é importante procurar um acupunturista qualificado e licenciado para garantir que a terapia seja realizada de forma adequada e segura. Além disso, é importante lembrar que a acupuntura não deve ser utilizada como substituto para o tratamento convencional recomendado por um médico, mas sim como uma forma complementar de cuidado de saúde.
Você sabe a diferença entre a acupuntura e a auriculoterapia
A acupuntura e a auriculoterapia são duas técnicas de medicina alternativa baseadas na filosofia da medicina tradicional chinesa. Embora compartilhem algumas similaridades, existem algumas diferenças importantes entre elas.
A acupuntura se concentra na inserção de agulhas em pontos específicos ao longo dos meridianos do corpo para restaurar o equilíbrio do fluxo de energia e promover a cura natural. Por outro lado, a auriculoterapia se concentra na estimulação dos pontos de acupuntura na orelha externa, que são considerados reflexos dos órgãos e sistemas do corpo.
A auriculoterapia é geralmente considerada uma forma menos invasiva de acupuntura e é especialmente útil para tratar condições relacionadas ao sistema nervoso central e ao sistema endócrino. Além disso, a auriculoterapia também é utilizada para tratar uma ampla gama de outras condições de saúde, incluindo dor crônica, problemas de sono, ansiedade, depressão, entre outros.
Em resumo, a acupuntura e a auriculoterapia são duas técnicas complementares, cada uma com suas próprias aplicações e vantagens. É importante consultar um profissional de saúde qualificado para determinar qual técnica é a mais adequada para cada indivíduo e condição de saúde.
A acupuntura doi?
A acupuntura geralmente não é dolorosa, e muitas pessoas descrevem a sensação como um leve formigamento ou pressão. Algumas pessoas podem sentir uma sensação de picada no momento da inserção da agulha, mas isso é geralmente breve e se dissipa rapidamente.
O grau de sensibilidade varia de pessoa para pessoa, e algumas pessoas podem ser mais sensíveis ao toque ou à estimulação do que outras. No entanto, os acupunturistas são treinados para inserir as agulhas de maneira segura e confortável, e muitas vezes podem usar técnicas para minimizar a dor.
Se você tiver medo de agulhas ou é sensível ao toque, é importante discutir suas preocupações com seu acupunturista antes de iniciar a terapia. Eles podem trabalhar com você para encontrar a melhor maneira de tornar a terapia confortável e eficaz para você.
E o que é acupuntura sistemica? para que ela serve?
A acupuntura sistêmica é uma abordagem de acupuntura que se concentra na avaliação e tratamento dos sistemas corporais como um todo, em vez de apenas tratar uma condição específica. Em vez de se concentrar em um único sintoma ou problema, a acupuntura sistêmica procura compreender como o corpo como um todo está funcionando e onde há desequilíbrios ou bloqueios de energia.
Ela baseada na filosofia da medicina tradicional chinesa, que acredita que todos os aspectos da saúde mental, emocional e física estão interconectados. Por esse motivo, a acupuntura sistêmica pode ser uma abordagem eficaz para tratar uma ampla gama de condições, desde problemas de saúde comuns como dor de cabeça, dor nas costas e dor muscular, até condições mais complexas, como ansiedade, insônia, depressão, entre outras.
A acupuntura sistêmica pode ser especialmente útil para pessoas que estão procurando uma abordagem mais holística e integral para a saúde e bem-estar. Ao trabalhar com o corpo como um todo, é possível restaurar o equilíbrio do fluxo de energia e promover a cura natural, ajudando a melhorar a saúde e bem-estar geral.
Pode realizar acupuntura no pé?
Sim, é possível realizar. A auriculoterapia, ou acupuntura auricular, é uma forma de acupuntura que se concentra na orelha e é muito eficaz para tratar uma ampla gama de condições, incluindo dor, ansiedade, insônia, estresse, entre outros.
A auriculoterapia é baseada na ideia de que a orelha é uma representação miniatura do corpo humano, com cada ponto na orelha correspondendo a uma parte específica do corpo. Ao estimular esses pontos, é possível equilibrar o fluxo de energia e promover a cura natural.
Além da auriculoterapia, pode ser realizada em outras áreas do pé, incluindo o arco do pé e as solas dos pés. Essas áreas são ricas em terminações nervosas e são consideradas importantes para a circulação de energia e a saúde geral do corpo.
A acupuntura no pé é uma forma eficaz de tratar uma ampla gama de condições, incluindo dor, ansiedade, insônia, estresse, entre outros, e pode ser uma opção eficaz para pessoas que buscam uma abordagem mais holística e integral para a saúde e bem-estar.
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Que roupa usar na sessão de acupuntura?
No geral, roupas soltas e leves são as melhores, pois permitem que o acupunturista acesse facilmente as áreas do corpo que precisam ser tratadas. Se a acupuntura for realizada no abdômen ou na região lombar, é possível que seja necessário remover a roupa superior, por isso é importante levar em consideração essas questões ao escolher as roupas para a sessão.
Em geral, o objetivo é se sentir o mais confortável possível durante a sessão, para que você possa se concentrar nas sensações e obter o máximo de benefícios da acupuntura.
Por que acupuntura relaxa?
A acupuntura pode relaxar o corpo e a mente de várias maneiras. Aqui estão algumas das razões pelas quais a acupuntura pode ser relaxante:
- Estimulação dos pontos: a estimulação dos pontos de acupuntura através da inserção de agulhas pode estimular a liberação de endorfinas e outras substâncias químicas no corpo que são conhecidas por ajudar a aliviar a dor e reduzir o estresse.
- Relaxamento muscular: pode ajudar a aliviar a tensão muscular, o que pode ajudar a relaxar o corpo e a mente.
- Redução do estresse: a acupuntura pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, o que pode ter um efeito positivo sobre o bem-estar geral e a capacidade de relaxar.
- Estimulação do sistema nervoso parassimpático: a acupuntura pode estimular o sistema nervoso parassimpático, que é responsável por regular o equilíbrio entre o sistema nervoso simpático e o sistema nervoso parassimpático. Quando o sistema nervoso parassimpático é estimulado, pode ajudar a reduzir o estresse e promover o relaxamento.
- Efeito placebo: a acupuntura pode ter um efeito placebo positivo, o que significa que o efeito benéfico pode ser atribuído ao poder da sugestão e da crença no tratamento.
Em resumo, pode ser relaxante devido à combinação de estímulo dos pontos de acupuntura, relaxamento muscular, redução do estresse, estimulação do sistema nervoso parassimpático e efeito placebo.
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Artigo Sobre Agulhamento Seco – Dry Needling
Agulhamento seco profunda de pontos de gatilho localizados no músculo pterigóideo lateral: A eficácia e segurança do tratamento para a gestão da dor miofascial e disfunção temporomandibular
Resumo
Para determinar se agulhamento seco profunda (DDN) de pontos-gatilho (TPs) no músculo pterigóideo lateral (LPM) reduziria significativamente a dor e melhorar a função, em comparação com medicação metocarbamol / paracetamol.
Material e métodos
Quarenta e oito pacientes com dor miofascial crónica localizada na LPM foram seleccionados e distribuídos aleatoriamente para um dos dois grupos (grupo de teste DDN, n = 24; grupo de controlo tratado com o fármaco, n = 24). O grupo de teste recebeu três aplicações de agulhamento da LPM uma vez por semana durante três semanas, enquanto os pacientes do grupo de controle receberam dois comprimidos de uma combinação metocarbamol / paracetamol a cada seis horas por três semanas. As avaliações foram realizadas pré-tratamento, 2 e 8 semanas após o término do tratamento.
Resultados
A diferença estatisticamente significativa (p <0,05) foi detectada em ambos os grupos no que diz respeito à redução da dor em repouso e com a mastigação, mas o grupo de teste DDN tinham significativamente melhores níveis de redução da dor. Além disso, diferenças estatisticamente significantes (p <0,05) até dia 70 no grupo de teste foram vistos com respeito a boca máxima abertura, lateralidade e protrusão movimentos em comparação com os valores de pré-tratamento. A redução da dor no grupo de teste foi maior como uma função da intensidade da dor na linha de base. A avaliação da eficácia como avaliado tanto por doentes / investigadores foi melhor para o grupo de teste. 41% dos doentes que receberam o tratamento de combinação de fármacos descritos efeitos secundários desagradáveis (principalmente sonolência).
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Conclusões
DDN de TPs na LPM apresentou melhor eficácia em reduzir a dor e melhorar a máxima abertura de boca, lateralidade, e os movimentos de protrusão, em comparação com tratamento metocarbamol / paracetamol. Nenhum evento adverso foi observado com relação a DDN.
Palavras-chave: síndrome miofascial dor, pontos-gatilho miofasciais, agulhamento seco profundo, músculo pterigóideo lateral, randomizado, controlado desordens temporomandibulares.
Introdução
Síndrome dolorosa miofascial (MPS) é uma doença complexa do sistema músculo-esquelético com vários envolvimento fatorial e diversas apresentações clínicas em várias áreas do corpo, sendo um deles na região orofacial com envolvimento da articulação temporo-mandibular (ATM) e mastigatória músculos (1). MPS deve ser suspeitada em pacientes com dor nos músculos mastigatórios, juntamente com a existência de pontos de gatilho dolorosos (TPs) à palpação, e limitação de abertura interincisal (2). Um dos músculos mastigatórios mais freqüentemente afetadas é o músculo pterigóideo lateral (LPM) (3), e no fundo agulhamento seco (DDN) é uma das técnicas utilizadas para o tratamento. Sua finalidade é para inactivar o TPs (4), sendo este um resultado essencial para a gestão eficaz desta patologia. Relatos da literatura atestam a segurança, eficácia e baixo custo deste tipo de tratamento (5-12).
O objetivo do presente estudo foi investigar se DDN da LPM pode reduzir a dor e aumentar a mobilidade mandibular em comparação com a administração de um tratamento de combinação metocarbamol / paracetamol. Os objetivos secundários foram avaliar o nível de melhora no estado geral da ATM, bem como para avaliar a tolerância do paciente aos tratamentos seguidos, e os efeitos colaterais relatados.
Material e métodos
– Assuntos
Um, único ensaio randomizado aberto centro clínico foi realizado no Ambulatório do Departamento de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial do Hospital Universitário Virgen del Rocío, em Sevilha (Espanha), entre maio e outubro de 2013. masculino e do sexo feminino entre 18 e 65 anos de idade com dor miofascial temporo-mandibular localizado na LPM foram inscritos após a confirmação da MPS de acordo com sinais clínicos de Simons (4,13) e resultados de imagem, radiografia panorâmica e ressonância magnética (MRI), para descartar a presença de outras condições. Foram incluídos pacientes com temporo-mandibular dor miofascial de duração superior a seis meses apenas, ou com limitação moderada do movimento mandibular (interincisiva abertura limitada a <40 mm e alongamento passivo necessária para forçar a abertura por ≥ 5 mm, de acordo com critérios do Grupo I . da RDC-TMD Consórcio Internacional (14), com a presença de TPs na LPM foram avaliados os critérios diagnósticos seguinte de inclusão: a) forte dor na parte anterior do baixo-ventre da LPM à palpação; b) dor profunda na ATM e / ou região do seio maxilar (dor referida); e c) disfunção motora significativa (abertura da mandíbula limitado, saliência dolorosa do queixo contra a resistência, lateralização mandibular para o lado oposto ao abrir). Os indivíduos foram excluídos se apresentou com uma ou mais das seguintes condições: ATM desarranjos internos com deslocamento anterior do disco sem redução, doença articular degenerativa, história de trauma de mandíbula, doenças vasculares, enxaqueca e cefaléia tensional, e história de condições infecto-inflamatórias das origem odontogênica. Se outro TP pode ser detectada em qualquer um dos outros músculos elevadores, estas áreas foram inactivados antes DDN de TP na LPM, de modo que 8 doentes do nosso estudo com a TPS também no músculo masséter recebido, para além do tratamento com DDN, um adjuvante tratamento com massagem profunda e alongamento manual do músculo masséter, a fim de preparar a zona de tratamento (LPM) de relaxamento muscular de estruturas adjacentes.
O Comitê de Ética e Pesquisa Clínica do Hospital aprovou o estudo (2013PI / 119). Declaração de Helsinque foi seguido orientações. Antes de inclusão, todos os pacientes assinaram um termo de consentimento informado.
– Design de estudo
Os doentes foram distribuídos aleatoriamente para um dos dois grupos (Epidat 4.0). O grupo DDN recebeu agulhamento da LPM uma vez por semana durante 3 semanas. As avaliações clínicas foram realizadas no dia basal (dia 0) e nos dias 28 e 70 após o início do tratamento. Os dados foram coletados em cada visita por um mesmo observador. Para a terapia DDN, agulhas de aço inoxidável estéreis (Comprimento 40 mm / calibre 0,25 mm, com um guia de plástico cilíndrica; Agu-punt ®) foram utilizados (Fig (Fig.1) .1.). A área pré-auricular foi limpo com álcool 90 °, eo LPM manualmente localizado intra e extra-oral, de forma unilateral (Fig. (Fig.2) .2). Agulhamento intramuscular foi então levada a cabo. Isto foi realizado por meio de um punção profundamente TPs de dor miofascial, sem a introdução de qualquer substância (agulhamento seco) (Fig. (Figura 3) 3) (4,15). O objectivo era o de provocar uma reacção de salto ou resposta de contracção local (LTR) em todos os casos quando a agulha foi inserida num TP (3,15,16). O procedimento foi seguido por hemostase compressão durante um minuto.
A agulha foi inserida tendo em conta a relação entre o músculo e TPS com as estruturas anatómicas circundantes. A presença de uma resposta de contração local durante DDN é importante, dada a sua relação comprovada com o terapêutico desejado …
O grupo de controlo foi dado um metocarbamol (380 mg) e de paracetamol (300 mg) terapia de combinação de fármacos, a uma dose de dois comprimidos a cada seis horas durante três semanas. Para o grupo de controlo, avaliações clínicas foram realizadas no dia basal (dia 0) e nos dias 28 e 70 a seguir ao início do estudo. Os dados foram coletados em cada visita por um mesmo observador.
– Medidas
Os principais parâmetros para avaliar a eficácia do tratamento foram: 1) dor em repouso e na mastigação utilizando a escala visual analógica (VAS 10 cm), e 2) amplitude dos movimentos mandibulares associadas a abertura da boca, movimentos laterais e protrusão medida com uma régua Therabite®. Sinais que foram avaliados como indicadores da eficácia da DDN foram: redução significativa da dor miofascial em repouso e com a mastigação, a recuperação de faixas normais de abertura bucal, movimentos laterais e protrusivos, e melhorou o desempenho da ATM. Além disso, TMJ afetação foi avaliada através de um questionário constituído por uma escala de 100 pontos (0 pior estado, 100 ótimo estado) com base na dor (máximo de 40 pontos), função (45 pontos) e mastigação (15 pontos). Desfechos secundários de eficácia foram as avaliações de eficiência globais avaliadas pelo paciente e os autores utilizam uma escala de 5 pontos, variando de 0 a pior melhor-4. A tolerabilidade ao tratamento foi avaliada pelo paciente e os autores usando uma escala de 5 pontos (0-muito mau, 1-Bad, 2-aceitável, boa-3, 4-excelente). O tipo e frequência de eventos adversos foram registrados em cada visita.
– Análise estatística
Os dados foram analisados com o software de estatística (IBM SPSS Statistics 19.0). Os dados longitudinais foram analisadas pela primeira vez com um teste estatístico global (teste de Friedman). Frequências absolutas e relativas foram usadas no caso de variáveis qualitativas. O teste de Shapiro-Wilk (n <50) para a normalidade foi utilizado para as variáveis quantitativas, que foram expressas como média e desvio padrão (SD) ou como o percentil quinquagésimo (P50; mediana), ou P25-P75 (intervalo interquartil). Não normalmente dados distribuídos foram analisados com testes não paramétricos. Pré e pós-intervenção comparações das variáveis em cada grupo foram realizadas utilizando o teste de Friedman eo teste de Wilcoxon (com correção de Bonferroni) para analisar as variações intra-grupo entre dia 0 e dia 28 e entre o dia 0 e no dia 70. As comparações entre os grupos de estudo foram realizadas com o teste-U de Mann-Whitney para cada instante de tempo. Valores de P <0,05 foram considerados para indicar o significado estatístico.
Resultados
Quarenta e oito doentes foram selecionados e distribuídos aleatoriamente para o estudo (teste DDN grupo, n = 24; grupo de controlo tratado com o fármaco, n = 24). Ambos os grupos tiveram macho-à-fêmea proporções idênticas (5 machos: 19 do sexo feminino), e distribuições de idade semelhantes (média de 34,3 ± 13,8 anos SD no grupo DDN vs. 35,5 ± 11,2 no grupo controle). No grupo DDN, à direita e à esquerda da ATM foram afetadas em 12 casos cada; no grupo controle, a ATM direito foi afetado em 16 dos 24 pacientes e ATM esquerda no restante. Os achados radiológicos não mostraram nenhuma alteração na morfologia das superfícies articulares. Exames de ressonância magnética revelou alterações significativas. Todos os pacientes do grupo DDN concluído o julgamento, enquanto que no grupo de drogas 8 pacientes terminado o estudo prematuramente na fase de avaliação (não recebendo medicação na época).
Os dados das tabelas são a média das diferenças entre os diferentes dias. A partir do dia 0 ao dia 70, o escore de dor média em repouso no grupo DDN diminuiu a taxa de 68%, e 63% para o grupo controle. Para cada grupo, a redução da dor em repouso foi estatisticamente significativa nos dias 28 e 70 com respeito ao dia 0, enquanto que a redução da dor em repouso produzido em ambos os grupos foi significativamente melhor no grupo DDN em comparação com o grupo de controlo no dia 28 (p = 0,005) e no dia 70 (p = 0,016) (Tabela 1).
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Dor em repouso e em mastigação.
A partir do início do estudo para os dias 70, dor associada a mastigação diminuiu, em grupos de controlo e DDN, uma taxa de 69%, e 72%, respectivamente. A diminuição da dor com a mastigação foi estatisticamente significante no dia 28 para ambos os grupos, e no dia 70 para o grupo DDN sozinho. Uma comparação da redução da dor produzida em ambos os grupos em destaque uma maior redução estatisticamente significativa da dor no grupo DDN comparado com o grupo de controlo no dia 28 (p <0,001) e no dia 70 (p = 0,011) (Tabela 1).
O grupo DDN mostrou melhorias na máxima abertura de boca, lado esquerdo, lado direito e movimentos de protrusão do dia 0 ao dia 70; estes aumentaram, respectivamente, uma taxa de 2%, 38%, 29% e 40%. Os pacientes do grupo controle mostraram melhora movimentos mediana envolvendo abertura da boca e deslocamento para o lado esquerdo no dia 70 com relação ao dia 0, aumentando, respectivamente, uma taxa de 13,75% e 13%. No entanto, no grupo controle, a gama de movimento lateral direita não mostrou variação no dia 70 com relação ao dia 0, e a distância protrusão diminuiu 20% no dia 70. Melhoria nos movimentos de abertura bucal máxima, lado esquerdo, direito movimentos laterais laterais e protrusão foi estatisticamente significativa apenas para o grupo DDN nos dias 28 e 70. protrusão mandibular nos dados DDN grupo foi significativamente melhor do que no grupo de controlo no dia 28 (p = 0,031) e no dia 70 (p = 0,001) . Uma comparação entre a alteração em cada um dos movimentos mandibulares observados em cada grupo nos dias 28 e 70 mostraram que os movimentos do lado esquerdo, do lado direito e a saliência no grupo DDN foram estatisticamente significativamente melhorada em comparação com o grupo de controlo, mas nenhuma melhoria significativa na abertura máxima foi observada (Tabela 2, Tabela 3, Tabela 4).
Movimento protrusão.
Uma avaliação da funcionalidade da ATM mostrou que as pontuações médias do grupo DDN melhorado quase uma taxa de 56%, a partir do início do estudo para o dia 70. No grupo de controlo, houve uma melhoria na mediana da pontuação com um aumento de 35%. A melhoria na funcionalidade ATM foi estatisticamente significativa nos dias 28 e 70 do estudo em ambos os grupos. A mudança na pontuação que ocorreram de dias 0-28 e 0-70 do estudo mostraram uma melhora estatisticamente significativa para o grupo DDN em comparação com o grupo controle (p = 0,027) com relação à pontuação dia 28, mas não o dia 70 pontuação. Observou-se também uma diferença estatisticamente significativa (p = 0,030) entre os escores iniciais para ambos os grupos (dia 0), mas isso não era relevante do ponto de vista clínico, pois os pacientes foram divididos aleatoriamente em grupos.
Os pacientes nos grupos de controlo e DDN considerada o resultado de o seu tratamento para ser óptima em 42% e 13% dos casos, respectivamente, enquanto que para os autores estes valores foram de 50% e 8% para os respectivos grupos. A tolerância ao tratamento foi avaliada pelos pacientes como excelentes em 25% e 4%, para os grupos de controlo e DDN, respectivamente. Nenhum doente no grupo DDN exibiram efeitos secundários em qualquer um dos dias do estudo, enquanto 10 pacientes (41%) no grupo de controlo relataram efeitos colaterais relacionados com a terapia do fármaco (que consiste principalmente de sonolência).
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Discussão
As diretrizes clínicas relacionadas ao tratamento de DTM recomendar o tratamento da dor miofascial a partir de uma abordagem multidisciplinar. No entanto, dentro de tratamentos disponíveis para a dor muscular crônica, há uma escassez de estudos sobre a eficácia da TP-agulhamento em músculos mastigatórios, dando assim origem ao nosso objetivo de estudar o DDN de miofascial TPs na LPM. O mecanismo de inactivação de um TP por agulhagem é desconhecido, embora se considera que a presença de uma LTR durante DDN é importante dado o seu relacionamento com o comprovado efeito terapêutico desejado (3,4,13,15-21).
Desde técnicas de alongamento e massagem são difíceis e complicadas pelo acesso espacial limitada à LPM, agulhamento de TPs pode ser necessária (3,4,9). A importância crítica deste músculo como origem da dor miofascial temporomandibular faz aquisição das competências necessárias para a realização de TP agulhamento um exercício que vale a pena. A abordagem externa (extra DDN oral) permite a inserção de agulhas do centro de TPs nos ventres musculares das duas divisões do músculo e da inserção dos TPs posteriores cruzamentos miotendínea de ambas as divisões (3,4). Determinar o local correto da massa muscular é essencial para a técnica que usamos, por isso, os fatores que interferem representados pelas estruturas ósseas nas proximidades (arco zigomático, processo coronóide, côndilo e sigmóide nível da mandíbula) deve ser contornado. Não parece haver nenhuma necessidade de realizar o controle eletromiográfico (22), dada a TPs pode ser detectada através dos seguintes critérios diagnósticos já descritas e pela obtenção de uma LTR durante o agulhamento.
O objectivo do presente estudo foi avaliar a eficácia de três aplicações de tais agulhagem do LPM numa base de uma vez por semana durante três semanas. Deste modo, foi feita uma comparação da intensidade da dor em repouso e após a mastigação, bem como as medições de intervalos de abertura máxima da boca, lateralidade, e movimentos salientes. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significativas a favor da DDN comparados com relação a uma terapia de combinação metocarbamol / paracetamol oral. Nem tratamento foi superior ao outro, relativa à limitação de abertura mandibular. Nos doentes tratados com DDN, os parâmetros foram significativamente melhoradas em ambas as visitas de seguimento (dias 28 e 70) em relação ao dia 0. Este não era o caso para o grupo controle, em que apenas a dor no dia 28 foi estatisticamente melhorou significativamente. Quando foi avaliada a funcionalidade da ATM, com o teste de 100 pontos, a abordagem de tratamento DDN era claramente superior. Do mesmo modo, a avaliação global pelos pacientes e os autores da eficácia do tratamento, e a avaliação da tolerância ao tratamento de pacientes, foi melhor com os três aplicações de DDN do que com metocarbamol / paracetamol tratamento de combinação. A redução da dor no grupo tratado com DDN era tanto maior quanto maior era a intensidade da dor na linha de base (dia 0). A avaliação global da eficácia como avaliado tanto pelos pacientes e autores era melhor para o grupo de teste DDN. Nenhuma reação adversa foi detectado com DDN, enquanto que até 41% dos pacientes que receberam o tratamento de combinação de fármacos descritos efeitos colaterais desagradáveis (sonolência).
Este estudo tem algumas limitações. Em primeiro lugar, a avaliação do tratamento foi limitada apenas aos efeitos observados em curto e médio prazo (oito semanas após a conclusão da DDN de TPs na LPM). Um estudo com uma amostra de tamanho maior e um período de seguimento mais longo é necessário para determinar os benefícios de longo prazo da DDN de TPs nesse músculo. A segunda limitação é que o estudo não era uma verdadeira dobrou-cego e incluiu um grupo de comparação activo tratamento com metocarbamol / paracetamol, como grupo de controle. Uma terceira limitação é que o grupo controle apresentou um número significativo de sujeitos do estudo de abstinência (8 pacientes), com a principal razão para o abandono sendo devido a dificuldades pessoais associadas com os pacientes mantendo seus compromissos agendados.
Para concluir, DDN de TPs na LPM apresentou melhor eficácia e segurança na redução da dor e melhorando a máxima abertura de boca, lateralidade, e os movimentos de protrusão em pacientes com dor crônica miofascial localizado em que o músculo, em comparação com uma terapia de combinação metocarbamol / paracetamol oral. A melhoria persistiu durante 8 semanas após a conclusão do tratamento, e foi proporcional à intensidade da dor no início do estudo. Nosso estudo também sugeriu que os pacientes com um status funcional pior antes do tratamento obtido os melhores resultados finais. Nenhum evento adverso grave foi observada no que diz respeito à técnica de agulhamento seco.
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Terapia Neural: O Que É e Quem Pode Se Beneficiar?
Introdução à Terapia Neural
A Terapia Neural é uma abordagem terapêutica que tem suas raízes na Alemanha e busca tratar o indivíduo de forma integral, considerando a interconexão entre corpo e mente. Diferente de tratamentos convencionais que focam apenas nos sintomas, a Terapia Neural atua na raiz dos problemas, buscando restabelecer o equilíbrio do sistema nervoso autônomo (SNA) e, consequentemente, a capacidade de autorregulação do organismo.

O Que É Terapia Neural?
Em sua essência, a Terapia Neural utiliza injeções de anestésicos locais, como a procaína, em baixas concentrações, em pontos específicos do corpo. Esses pontos são conhecidos como “campos de interferência” e podem ser áreas onde ocorreram traumas, cicatrizes, inflamações, infecções ou dor crônica. Acredita-se que esses campos podem perturbar a comunicação normal entre os nervos, levando a disfunções e enfermidades em diferentes partes do corpo.
O objetivo principal da Terapia Neural é neutralizar essas irritações no sistema nervoso vegetativo, permitindo que o corpo ative seus próprios mecanismos de autocura. Ao desprogramar a memória celular de eventos passados que geraram desequilíbrios, a Terapia Neural facilita o fluxo de informação e energia necessárias para que o organismo retorne ao seu estado de saúde e bem-estar.
Para Que Serve a Terapia Neural? Indicações e Benefícios
A Terapia Neural é indicada para uma ampla gama de condições, atuando tanto no alívio de sintomas quanto na promoção da saúde a longo prazo. Seus benefícios são diversos e abrangem diferentes sistemas do corpo. Entre as principais indicações e benefícios, destacam-se:
•Alívio da Dor Crônica: É amplamente utilizada para tratar dores crônicas, como lombalgia, cervicalgia, dores articulares, dor neuropática, fibromialgia e enxaquecas. A aplicação da procaína nos campos de interferência ajuda a interromper os ciclos de dor e inflamação.
•Redução de Inflamações: A Terapia Neural contribui para a eliminação de processos inflamatórios, promovendo a cicatrização de tecidos e a recuperação de lesões.
•Melhora do Funcionamento do Sistema Nervoso: Ao modular o sistema nervoso autônomo, a terapia neural otimiza o funcionamento da microcirculação e melhora a comunicação entre as células, o que impacta positivamente a saúde geral.
•Tratamento de Distúrbios Diversos: Pode ser eficaz no tratamento de ansiedade, estresse, insônia, problemas na tireoide, tendinite, alergias, fadiga crônica, distúrbios digestivos, problemas de pele, e até mesmo como tratamento complementar em casos de doenças autoimunes e oncológicas.
•Abordagem Holística: A terapia neural considera o paciente como um todo, buscando não apenas tratar a doença, mas também restaurar o equilíbrio físico e emocional, promovendo uma melhora na qualidade de vida.
Quem Pode Fazer Terapia Neural?
A Terapia Neural é uma prática que deve ser realizada por profissionais da saúde devidamente qualificados e com formação específica na área. Geralmente, médicos, fisioterapeutas, dentistas e outros profissionais da saúde que buscam expandir seus conhecimentos em terapias integrativas podem se especializar em Terapia Neural. É fundamental que o profissional tenha um profundo conhecimento do sistema nervoso e da anatomia humana para identificar corretamente os campos de interferência e aplicar a técnica de forma segura e eficaz.
Para os pacientes, a Terapia Neural é uma opção para aqueles que buscam tratamentos menos invasivos e que visam a autocura do organismo. É importante ressaltar que, como qualquer tratamento, a Terapia Neural deve ser indicada e acompanhada por um profissional de saúde, que avaliará cada caso individualmente para determinar a melhor abordagem e garantir a segurança do paciente.
Conclusão
A Terapia Neural representa uma promissora abordagem no campo das terapias integrativas, oferecendo um caminho para o reequilíbrio do organismo e a promoção da saúde de forma holística. Ao focar na regulação do sistema nervoso autônomo e na neutralização de campos de interferência, essa técnica permite que o corpo ative seus próprios mecanismos de cura, proporcionando alívio da dor, redução de inflamações e melhora geral do bem-estar. Se você busca uma alternativa para tratar condições crônicas e otimizar sua saúde, a Terapia Neural pode ser uma excelente opção, desde que realizada por um profissional qualificado.
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Dry Needling ou Agulhamento Seco – O que você precisa saber
O dry needling, ou agulhamento seco, tem emergido como uma técnica significativa no campo da fisioterapia. Comumente usado para o tratamento de dores e disfunções musculoesqueléticas, esta técnica pode oferecer alívio rápido e eficaz para uma variedade de condições. Este post é dedicado a esclarecer as dúvidas mais comuns sobre o dry needling, ajudando fisioterapeutas a compreender melhor sua aplicação, benefícios e diferenciações, como a acupuntura.
O que é e qual é o objetivo do dry needling?
Dry needling, também conhecido como agulhamento a seco, é uma abordagem terapêutica minimamente invasiva que envolve a inserção de agulhas filiformes finas em partes específicas do tecido muscular. Essas agulhas são direcionadas aos pontos gatilhos miofasciais, que são áreas tensas dentro do músculo que podem contribuir para a dor persistente e limitação do movimento. Esses pontos gatilhos podem ser identificados por um profissional de saúde treinado através da palpação e observação dos padrões de dor.
O procedimento visa desativar esses pontos gatilhos, buscando aliviar a dor, reduzir a tensão muscular, melhorar a amplitude de movimento e promover a recuperação dos tecidos. Ao inserir a agulha nos pontos específicos, acredita-se que ocorra uma liberação de tensão através da ruptura mecânica dos nódulos musculares, estimulando também respostas biológicas que facilitam processos de cura natural do corpo.
O dry needling é muitas vezes utilizado por fisioterapeutas como parte de um plano de tratamento mais amplo, que pode incluir outras formas de terapia manual, exercícios e orientações sobre postura e movimento. O objetivo principal é restaurar a funcionalidade muscular, permitindo que o indivíduo retome suas atividades diárias ou esportivas com menos desconforto e melhor desempenho.
É importante destacar que o dry needling difere da acupuntura tradicional, embora ambas as técnicas utilizem agulhas. A principal diferença reside em suas bases teóricas e objetivos; enquanto a acupuntura é baseada em conceitos da medicina tradicional chinesa e busca equilibrar a energia vital do corpo (Qi), o dry needling tem fundamentação na anatomia e fisiologia ocidental, focando especificamente no tratamento de disfunções musculares.
Antes de se submeter ao dry needling, é recomendado que o paciente procure um profissional qualificado e experiente, que possa avaliar adequadamente sua condição e determinar se essa técnica é a mais indicada para o seu caso. A segurança e a eficácia do procedimento dependem em grande parte da habilidade do terapeuta e do cumprimento de protocolos de higiene e segurança.
O que é o agulhamento a seco?
O agulhamento a seco é sinônimo de dry needling, descrito acima, e é uma técnica que não utiliza injeção de substâncias. É realizado apenas com a penetração da agulha no tecido muscular.
O que o agulhamento seco faz?
Ele estimula os pontos gatilhos, que são nódulos tensos em bandas tensas de músculos. Esses pontos podem gerar dor referida, disfunção e autônoma.
Formação de pontos gatilhos
A formação de pontos gatilhos é um fenômeno complexo e relevante no contexto das disfunções musculares e da dor miofascial. Estes pontos são essencialmente áreas hiperirritáveis localizadas em um tecido muscular tenso, que podem gerar padrões característicos de dor e desconforto quando estimulados. Os pontos gatilhos são classificados em dois tipos principais, cada um com suas peculiaridades e implicações clínicas:
Pontos Gatilho Ativos
Os pontos gatilho ativos são notoriamente conhecidos por causarem dor de forma espontânea ou quando submetidos a pressão. Esta dor é geralmente aguda, penetrante e pode irradiar para áreas distantes no corpo, seguindo padrões específicos. Esses pontos não apenas provocam desconforto direto, mas também podem levar a uma diminuição significativa da amplitude de movimento e à alteração da funcionalidade do músculo afetado. Além disso, os pontos gatilho ativos podem desencadear reações autonômicas, como sudorese, tontura e até mesmo náuseas, em casos mais severos.
Pontos Gatilho Latentes
Por outro lado, os pontos gatilho latentes diferem dos ativos principalmente porque não produzem dor espontânea. No entanto, sua presença no músculo não é inofensiva; podem contribuir para uma sensação de rigidez muscular, restringir a amplitude de movimento e causar fraqueza muscular. Quando esses pontos latentes são pressionados, podem se tornar ativos, desencadeando dor e desconforto. Portanto, a identificação e o tratamento desses pontos, mesmo quando latentes, são cruciais para prevenir a evolução para um quadro mais doloroso e debilitante.
A formação desses pontos gatilhos pode ser atribuída a diversas causas, incluindo, mas não se limitando a, estresse muscular repetitivo, posturas inadequadas, desequilíbrios musculares, trauma direto e até fatores emocionais como o estresse crônico. A compreensão desses mecanismos é fundamental para o desenvolvimento de estratégias eficazes de tratamento e prevenção.
O manejo dos pontos gatilhos envolve uma combinação de técnicas, incluindo terapias manuais, como o agulhamento a seco (dry needling) e massagem, além de exercícios específicos de alongamento e fortalecimento. O objetivo é aliviar a dor, restaurar a funcionalidade muscular e, em última análise, melhorar a qualidade de vida do paciente. É imprescindível que o tratamento seja personalizado e conduzido por um profissional de saúde qualificado, capaz de avaliar a complexidade do quadro clínico do paciente e determinar a abordagem terapêutica mais adequada.
Como funciona o dry needling?
Qual é a agulha usada no dry needling?
Usa-se uma agulha filiforme fina que penetra na pele e no músculo atingindo o ponto gatilho.
Efeitos mecânicos do dry needling
Os efeitos mecânicos do dry needling sobre os pontos gatilhos miofasciais são fundamentais para entender como essa técnica pode aliviar a dor e melhorar a funcionalidade muscular. Uma das respostas mais significativas durante a aplicação do dry needling é a ocorrência da Resposta de Espasmo Local (REL). Esse fenômeno é caracterizado por uma contração súbita e involuntária das fibras musculares no local onde a agulha é inserida.
A REL é considerada um indicador de que a agulha atingiu efetivamente o ponto gatilho. Essa contração muscular instantânea contribui para o processo de desativação do ponto gatilho, promovendo um alívio imediato da tensão muscular e da dor associada. O mecanismo por trás da REL e da desativação dos pontos gatilhos ainda é objeto de estudo, mas acredita-se que a inserção da agulha cause uma alteração na química local do músculo, liberando substâncias que reduzem a dor e a inflamação.
Além disso, o processo de inserção da agulha e a subsequente REL podem ajudar a melhorar a circulação sanguínea na área afetada, facilitando a oxigenação e a remoção de metabólitos que contribuem para a dor muscular. Esse aumento no fluxo sanguíneo também pode acelerar os processos de reparação e recuperação do tecido muscular, contribuindo para a restauração da funcionalidade muscular e a prevenção de futuras lesões.
Portanto, os efeitos mecânicos do dry needling, particularmente a indução da Resposta de Espasmo Local, desempenham um papel crucial na eficácia da técnica para o tratamento de disfunções musculoesqueléticas. Ao desativar os pontos gatilhos e aliviar a tensão muscular, o dry needling oferece uma abordagem valiosa para o manejo da dor e a melhoria da mobilidade e qualidade de vida dos pacientes.
O que o agulhamento seco é capaz de tratar?
Dry needling tem mostrado eficácia em diversas condições, incluindo:
- Síndrome Dolorosa Miofascial
- Dores de cabeça tipo tensão
- Enxaquecas
- Dores da articulação temporo mandibular
- Dores musculares do exercício
- Dores por overtraining
- Transtornos relacionados ao uso excessivo de computador
- Distúrbios associados com lesão por chicote (whiplash)
- Dor pélvica e outras síndromes urológicas
- Tendinopatias do ombro
Agulhamento a seco e acupuntura são a mesma coisa?
Não. Apesar de ambas as técnicas utilizarem agulhas, o dry needling foca nos pontos gatilhos musculares, enquanto a acupuntura se baseia em liberar energia em pontos meridianos segundo a medicina tradicional chinesa.
Resumo sobre agulhamento seco e dry needling
O agulhamento seco, conhecido internacionalmente como dry needling, é uma técnica terapêutica fundamentada em evidências científicas, que se destaca por sua eficácia no tratamento de diversas condições musculoesqueléticas. A prática envolve a inserção de agulhas filiformes muito finas através da pele, diretamente nos pontos gatilhos miofasciais, que são áreas tensas e dolorosas dentro dos músculos, responsáveis por gerar dor e disfunção muscular.
Esta técnica tem como objetivo principal aliviar a dor, reduzir a tensão muscular, melhorar a amplitude de movimento e facilitar a recuperação muscular, promovendo assim uma melhora significativa na qualidade de vida dos pacientes. O dry needling é especialmente indicado para o tratamento de dor crônica, espasmos musculares, síndromes de dor miofascial, e condições como a dor lombar, cefaleias tensionais e tendinite, entre outras.
A eficácia do agulhamento seco depende crucialmente da habilidade e do conhecimento do profissional que o executa. Por isso, é fundamental que seja realizado por profissionais de saúde qualificados e devidamente treinados na técnica, como fisioterapeutas, para assegurar a segurança do procedimento e maximizar seus benefícios. O sucesso do tratamento com dry needling baseia-se não apenas na técnica propriamente dita, mas também em uma avaliação precisa e um plano de tratamento individualizado, que pode incluir, além do agulhamento, orientações de exercícios específicos e outras intervenções terapêuticas.
Referências Bibliográficas
“Dry needling é uma ferramenta valiosa no arsenal do fisioterapeuta para o manejo da dor neuromusculoesquelética e das disfunções de movimento.” – Associação Americana de Fisioterapia (APTA)
“A prática do dry needling exige uma compreensão aprofundada da anatomia, fisiologia e neurologia para alcançar resultados seguros e eficazes.” – Dr. Jan Dommerholt, PT, DPT
“Quando usado em conjunto com outros tratamentos de fisioterapia, o dry needling pode reduzir significativamente a dor e melhorar o movimento.” – Dr. David G. Baker, PT, DPT, OCS
“É importante que os fisioterapeutas busquem educação e treinamento de alta qualidade em dry needling para garantir a segurança do paciente e os melhores resultados.” – Academia Internacional de Medicina Ortopédica-US (IAOM-US)
“Dry needling não é um remédio para todas as dores, mas quando integrado a uma abordagem abrangente da fisioterapia, pode ser um divisor de águas para muitos pacientes.” – Dr. Todd S. Ellenbecker, PT, DPT, MS, SCS, OCS, CSCS
Lembre-se, a segurança e a efetividade do tratamento com dry needling dependem crucialmente do conhecimento e formação do fisioterapeuta. Continue a se educar e esteja informado sobre as melhores práticas para garantir o máximo benefício aos seus pacientes.
FAQ: Agulhamento a Seco (Dry Needling)
Para que serve o dry needling?
O dry needling é uma técnica terapêutica utilizada para tratar dor e disfunções musculares. Ele é aplicado inserindo agulhas finas em pontos gatilhos miofasciais específicos nos músculos, com o objetivo de desativar estes pontos, aliviar a dor, reduzir a tensão muscular, melhorar a amplitude de movimento e facilitar a recuperação muscular.
Qual a diferença entre acupuntura e dry needling?
Embora ambas as técnicas utilizem agulhas, elas têm fundamentos e objetivos distintos. A acupuntura é uma prática da medicina tradicional chinesa que visa equilibrar a energia vital do corpo (Qi) através da inserção de agulhas em pontos específicos dos meridianos energéticos. O dry needling, por outro lado, é baseado na anatomia e fisiologia ocidental e foca no tratamento de disfunções musculares, inserindo agulhas diretamente nos pontos gatilhos miofasciais para aliviar a dor e melhorar a função muscular.
Quais os benefícios do agulhamento a seco?
O agulhamento a seco oferece vários benefícios, incluindo alívio da dor, redução da tensão muscular, aumento da amplitude de movimento, melhora da circulação sanguínea local, aceleração dos processos de reparação e recuperação muscular, além de auxiliar na prevenção de novas lesões musculares.
Quanto tempo fica o dry needling?
A duração de cada sessão de dry needling pode variar dependendo do caso específico e do objetivo do tratamento. Em geral, a agulha é mantida no ponto gatilho por um período curto, que pode variar de alguns segundos a vários minutos. O número de sessões necessárias também varia de acordo com a resposta individual do paciente ao tratamento e a gravidade da condição sendo tratada.
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Dry Needling para que serve
Dry Needling para que serve – O que é o Dry Needling ?
A Técnica de Dry Needling é uma terapia eficaz para tratar a tensão muscular e o espasmo que comumente acompanham condições como artrite, irritação nervosa, tensão muscular, cepas de ligamentos e hérnia de discos.
O profissionais utilizam a agulha seca do ponto de gatilho para liberar nódulos dolorosos nos tecidos.

Dry Needling para que serve – O QUE É TRIGGER POINT DRY NEEDLING ?
A técnica de Dry Needling é o uso de agulhas de filamentos sólidos inseridos através da pele e dentro do músculo para liberar pontos de gatilho miofasciais dolorosos. O agulhamento a seco resulta na liberação de tecido mais profunda, permitindo melhorias no movimento e na dor. É chamado de “Dry” Needling porque não há solução injetada como com uma agulha hipodérmica durante uma vacina contra a gripe. Com a agulha seca, a própria agulha e os efeitos que ela produz no tecido são o tratamento.
O TDN usa uma pequena e sólida agulha de filamentos que é inserida em um músculo dolorido contraído para criar um reflexo de contração local que é tanto diagnóstico quanto terapêutico, pois é o primeiro passo para quebrar o ciclo da dor, conforme pesquisas mostram, diminuirá a contração muscular, reduzirá o produto químico irritação, melhora a flexibilidade e diminui a dor.
Quando uma agulha é inserida no músculo, também produzirá uma lesão controlada e cortará entre três a quinze mil fibras musculares individuais. O corpo considera a agulha como invasor estrangeiro e ativará o sistema imunológico como resposta. As fibras musculares cortadas também produzem uma reação inflamatória que seu corpo responderá não apenas localmente, mas em todo o corpo para reduzir a inflamação sistêmica.
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EFEITOS MECÂNICOS
- A Técnica de Agulhamento a seco pode interromper mecanicamente uma placa de extremidade do motor disfuncional
- Resultados da agulha em uma resposta local de contração (LTR)
- A LTR resulta em uma alteração ao comprimento da fibra muscular, além de ter um efeito inibitório sobre os músculos antagonistas
EFEITOS NEUROFISIOLÓGICOS
- Baldry (2001) sugere que técnicas de agulhamento seco estimulam as fibras do nervo A (grupo III) durante 72 horas após a agulha
- A estimulação prolongada das fibras Aferentes sensoriais aórticas pode ativar os interneurônios de dorsal dorsal inibitórios encefalinérgicos, o que implica que a agulha seca causa supressão da dor mediada por opióides
- Outro mecanismo possível de agulhamento seco é a ativação de sistemas inibitórios descendentes que bloqueiam o estímulo nocivo no chifre dorsal
- A LTR também pode utilizar o ACh excessivo no tecido que anteriormente estava desencadeando o aumento do disparo de fibras localizadas
EFEITOS QUÍMICOS
- Estudos de Shah e colegas (2001) demonstraram níveis aumentados de vários produtos químicos em placas finais motorizadas sensibilizadas, tais como: Bradicinina, Substância P e CGRP (regulador do equilíbrio de cálcio e fosfato). Esses produtos químicos foram reduzidos imediatamente após uma LTR.
- O CGRP aumenta a liberação de ACh nos terminais nervosos, o que resulta em aumento dos receptores ACh na junção neuromuscular
- A penetração da agulha causará micro-trauma e micro-sangramento (inflamação localizada) e, portanto, a introdução do PDGF na área para ajudar a promover a cura
Dry Needling para que serve – Dry Needling é a mesma coisa que acupuntura?
Não, Dry Needling baseia-se em pesquisa e princípios médicos ocidentais, enquanto a acupuntura é baseada na Medicina Tradicional Chinesa. A principal semelhança é que as mesmas agulhas estéril e descartável de filamentos sólidos são usadas.
Dry Needling para que serve – Quando o Dry Needling pode ajudar?
- Dor de garganta / dor nas costas
- Dor no ombro
- Tenis
- Dores de cabeça
- Dor no quadril e glúteo
- Dor no joelho
- Tendinite de Aquiles
- Fasciite plantar
- Ciática
- Dor crônica
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O que é a Terapia de Trigger Points
Terapia Miofascial do Trigger Points – que é ?
A palavra miofascial significa tecido muscular (mio) e o tecido conjuntivo dentro e em torno dele (fáscia). A dor miofascial geralmente resulta de lesão muscular ou tensão repetitiva. Quando estressados ou feridos, os músculos geralmente formam os Trigger Points, como nós contratados, que causam dor e aperto.
Os pontos gatilho miofasciais são uma causa extremamente comum de dor. Os pontos-gatilho são dolorosos quando pressionado, causar um encurtamento das fibras musculares e ter uma propriedade especial chamada dor referida. A dor recomendada significa que um ponto de gatilho em um músculo pode criar dor em outra área.
Por exemplo, quando o músculo na parte superior do seu ombro (trapézio) tem um ponto de gatilho que irá referir dor para o lado do seu pescoço e cabeça causando uma dor de cabeça. Pontos ativos gatilho miofascial nos músculos do pescoço do ombro e rosto são uma fonte comum de dores de cabeça. Em muitos casos, a cefaleia tem as características da chamada dor de cabeça de tensão, mas há uma aceitação crescente de que os pontos de gatilho miofasciais podem iniciar cefaléias de enxaqueca clássicas ou fazer parte de um complexo de cefaléia de tensão mista / enxaqueca.
Músculos compõem entre 36-42% do peso corporal, em média. Eles são uma grande porcentagem de nosso peso total e têm um impacto correspondente sobre a nossa saúde. Quando tudo está em ordem, os músculos nos permitem realizar atividades normais com facilidade. Quando nossos músculos abrigam pontos de gatilho, experimentamos dor, rigidez e tensão, limitação física e perda da função normal.
Fatores comumente citados como predisponentes para a formação de Trigger Points incluem, mas não estão limitados a: desacondicionamento, má postura, estresse mecânico repetitivo, desequilíbrio mecânico (por exemplo, desigualdade do comprimento da perna), distúrbios articulares, sono não restaurador e deficiências vitamínicas.
Pós Graduação em Terapia Manual
Um diagnóstico de Síndrome da Dor Miofacial ou Dor Miofascial Crônica significa que a principal fonte de seus sintomas são esses pontos gatilho miofascial. Muitas vezes, pontos de gatilho estão presentes secundária a outras fontes de dor, como artrite ou abaulamento discos. Os pontos de gatilho podem realmente estar causando os sintomas dolorosos atribuídos a estas condições. Como tal, eles são muitas vezes chamados de “grandes imitadores”.
Os diagnósticos incluem:
Dor nas costas
Dores de cabeça
Dor de pescoço
Manguito rotador (ombro)
Dor da mandíbula (DTM)
Cotovelo de tenista
Síndrome do túnel carpal
Dor nas mãos e no braço
Lesões por esforço repetitivo
Dor pélvica
Dor no quadril
Dor “ciática”
Dor nas pernas e joelhos
Fascitis plantar
Tendinite / tendinopatia
A dor do disco (protuberância / ruptura / herniação) e radiculopatia
Ombro congelado
Fibromialgia
Os músculos têm sido uma causa sub-tratada de dor. Na verdade, com uma área especializada de medicina para quase todas as áreas do corpo, curiosamente, não há especialidade muscular na medicina.
A dor miofascial dos pontos de gatilho é freqüentemente vista como uma possível fonte de dor por aqueles que buscam alívio.
Os diagnósticos e tratamento de dor miofascial ainda tem de ser incluído na maioria dos treinamentos médicos. A maioria dos pacientes que buscam alívio da dor ainda são tratados com a abordagem tradicional de medicamentos anti-inflamatórios, relaxantes musculares, medicamentos antidepressivos e / ou programas de fortalecimento.
Estes se revelam ineficazes, se não prejudiciais, como pontos de gatilho não respondem a eles e pode ser agravada por esforços adicionais (exercícios de fortalecimento).
Atualmente não há nenhuma evidência de que qualquer forma de tratamento de drogas elimina pontos gatilho miofascial. Os AINEs e outros analgésicos geralmente proporcionam alívio sintomático moderado, mas muito temporário.
Pesquisa sobre Trigger Points
Os pacientes avaliados em um centro de tratamento da dor demonstraram ter um componente miofascial em sua dor em 95% dos casos ( Gerwin RD.) Um estudo de 96 indivíduos examinados tanto para fibromialgia como para dor miofascial J Dor Musculoesquelética 1995; 3 (supl. : 121-5 ).
Há cada vez mais consciência de que os pontos acionadores miofasciais ativos freqüentemente desempenham um papel nos sintomas de pacientes com cefaleias de tensão ( Fernandez-de-Las-Penas C, onso-Blanco C, Cuadrado ML, Gerwin RD, Pareja JA. Relação com os parâmetros clínicos da cefaléia em cefaléia crônica tipo tensão, cefaléia 2006, 46 (8): 1264-72. ), Dor lombar, dor de garganta ( Fernandez-de-Las-Penas C, onso-Blanco C, Miangolarra JC. Pontos gatilhos miofasciais em indivíduos com dor cervical mecânica: um estudo cego e controlado Man Ther 2006; ), Dor temporomandibular, dor no antebraço e na mão, dor postural ( Treaster D, Marras WS, Burr D, Sheedy JE, Hart D. Desenvolvimento de pinos pélvicos / Síndromes de dor urogenital.
Como os Trigger Points são formados
Os danos ao músculo e tecido conjuntivo que resulta em pontos de gatilho podem ocorrer de várias maneiras.
Pode acontecer como resultado de:
- Ferimentos repetitivos de uso excessivo (usando as mesmas partes do corpo da mesma maneira centenas de vezes em uma base diária) de atividades como digitação / mousing, eletrônica de mão, jardinagem, projetos de melhoria de casa, ambientes de trabalho, etc.
- Carregamento sustentado como com o levantamento pesado, carregando bebês, pastas, caixas, vestindo armadura ou levantando pacientes acamados.
- Habitualmente má postura devido aos nossos estilos de vida sedentários, desacondicionamento e móveis mal concebidos
- Aperto muscular e tensionamento devido ao estresse mental / emocional.
- Lesão direta, como um golpe, tensão, quebrar, torcer ou rasgar.Acho que acidentes de carro, lesões esportivas, caindo escadas e similares.
- Surpreendentemente, os pontos de gatilho podem até se desenvolver devido à inatividade, como repouso prolongado ou sentado.
Pontos acionadores ativos causam dor
Após a formação, os pontos de gatilho têm duas fases, ativas e latentes . A fase ativa e dolorosa do ponto de gatilho é aquela que produz os sintomas de dor implacável e debilitante e que motiva as pessoas a buscar alívio. O Trigger Points ativo dói quando pressionado com um dedo e provoca dor em torno dele e em outras áreas. Isso faz com que o músculo em que está localizado a ser fraco e devido às bandas tensas, para ter flexibilidade limitada. O sintoma de encaminhamento ativo ponto de gatilho pode se sentir como uma dor maçante, profunda, pressionando dor, queima, ou uma sensação de dormência e fadiga. Ele também pode causar sudorese, lacrimejamento dos olhos, arrepios e tonturas.
Os músculos densos, encurtados afetados, carregados com as faixas tensas podem mesmo comprimir e prender nervos, conduzindo a um outro jogo secundário de sintomas. Se não tratada ou tratada ineficazmente, eventualmente, outros músculos em torno do disfuncional podem ser obrigados a “assumir a folga”, tornando-se estressado e desenvolver pontos de gatilho secundário. Não é incomum para pacientes com dor crônica ter múltiplos, sobrepostos padrões de dor referido, tornando o diagnóstico e tratamento mais complexo. É fácil ver por que esta dor generalizada é muitas vezes confundido com fibromialgia – um diagnóstico relacionado mas separado.
Pontos latentes de gatilho também são importantes
Trigger Points também podem existir calmamente nos músculos, às vezes por anos. Esse tipo de ponto de gatilho é chamado latente. Pontos de gatilho latentes são muito comuns. A menos que você pressione o ponto de gatilho e sentir a ternura, você provavelmente não sabe que eles estão lá. A maioria das pessoas tem pelo menos alguns. Os pontos de gatilho latentes podem persistir por anos após a recuperação aparente da lesão. Os pontos de gatilho latentes causam:
– Movimento restrito
– Distorcidos padrões de movimento muscular
– Rigidez e fraqueza do músculo afetado
Eles geralmente não causam dor, a menos que comprimido. Muitas coisas podem fazer com que um ponto de disparo se torne ativo. Uma lesão antiga que periodicamente re-superfícies (que “trick joelho” ou baixa volta “sair”) pode muito provavelmente ser devido a pontos gatilho latente “acordar” e tornar-se ativo quando agravada pela sobrecarga muscular, um esboço frio, fadiga, Infecção, doença ou estresse.
Quantos Trigger Points posso ter?
Uma vez que um ponto de gatilho é uma área bioquímica e mecânica anormal no tecido muscular contraído, o número e a localização exata de cada pessoa pode variar. Todo o tecido muscular é potencialmente propenso a desenvolver Trigger Points. Às vezes as pessoas têm um ponto de gatilho, mas mais frequentemente têm muitos. O encaminhamento prolongado de dor e fraqueza de um ponto de gatilho para outra área do corpo geralmente fará com que outros pontos de gatilho se desenvolvam nessa área. Estes, por sua vez, se não tratada, pode ativar e também referir dor, criando múltiplos padrões de dor. As áreas mais que têm dor e quanto mais tempo você teve a dor, os pontos de gatilho mais você é provável que tenha. É raro para alguém com dor ter apenas um ou dois músculos com pontos de gatilho.
Estabelecendo se os Trigger Points estão presentes
Um profissional qualificado que foi treinado para reconhecer os sintomas de dor miofascial e palpar os músculos para pontos de gatilho miofasciais pode avaliar se os pontos de gatilho miofasciais estão presentes. Não existem testes de laboratório disponíveis ou estudos de imagem que possam confirmar o diagnóstico neste momento. Pontos de gatilho miofasciais podem ser vistos em exames de ressonância magnética especiais e ultra-som especial, mas estes são atualmente apenas utilizados na investigação.
“Síndromes de dor miofascial são síndromes de dor muscular que são classificadas como distúrbios músculo-esqueléticos e têm uma fisiopatologia definida que leva ao desenvolvimento da característica banda tensa ou dura no músculo que é macia e que refere a dor para locais distantes. Se um MPS torna-se crônico, ele tende a generalizar, mas não se torna fibromialgia, pode ser classificado como um distúrbio primário sem outra doença médica ou como uma síndrome de dor secundária que ocorre como resultado de outro processo. Pode persistir muito tempo após o evento ou condição inicial ter passado, mas é, no entanto, uma doença muscular que pode ser tratada satisfatoriamente. Robert D. Gerwin, MD
Tratamento da dor miofascial com Terapia Trigger Points
Tratar cada Trigger Points é relativamente simples. Tratar toda a síndrome da dor miofascial para que a dor desapareça completamente é um processo mais complicado.
Uma vez que um Trigger Points é o mecanismo de contração do músculo bloqueado em uma posição encurtada, o tratamento do ponto de gatilho envolve desbloquear o mecanismo de contração (sarcômero).Isso pode ser conseguido de várias maneiras. Liberação de Pressão de Ponto de Gatilho (David Simons, MD e Janet Travell, MD) envolve aplicar pressão com um dedo ou outro instrumento para o ponto de gatilho e aumentar a pressão como o ponto de gatilho “libera” e amacia. Há uma série de variações nesta técnica e um profissional qualificado vai escolher o que é certo para cada paciente e músculo tratado.
Outras técnicas freqüentemente usadas incluem Spray e Stretch que é uma técnica que usa um vaporizador de vaporizador (muito frio porque evapora o segundo que toca a pele) para distrair o músculo para permitir um trecho mais completo, ajudando assim a liberar o ponto de gatilho.
Uma vez que os pontos do disparador são liberados o músculo precisa de ser movido durante todo sua escala cheia. Simples movimentos flexíveis realizados pelo paciente em casa são importantes na reciclagem do músculo.
O que esperar do tratamento
Muitos pacientes experimentam alívio da dor durante o primeiro tratamento. Para outros, são necessários vários tratamentos antes que a dor comece a diminuir. É comum que os pacientes sofram alguma dor por um a dois dias após o tratamento. Isso geralmente resolve após os primeiros tratamentos. Você pode experimentar fadiga como a musculatura cronicamente realizada é permitido relaxar e retornar a um tom normal, no entanto alguns pacientes experimentam um aumento de energia. À medida que a carga de trabalho da musculatura muda e retorna ao equilíbrio anormal, os padrões de dor podem mudar.
Esta é uma fase temporária e normal de recuperação da dor crônica. Não é incomum para as pessoas a experiência de alívio de sintomas que não estavam procurando tratamento para, como a mão crônica e dor no antebraço esclarecendo depois de ser tratado por um pescoço rígido. Voltando às atividades normais sem dor é mais freqüentemente acelerado pela adesão ao programa de autocuidado dado a você pelo seu terapeuta.Minimizar o estresse, estimular suas atividades e evitar o excesso de esforço (bem como se concentrar no que você pode fazer em vez de suas limitações) são de primordial importância. Boa comunicação, paciência e uma atitude positiva são essenciais .
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Sua taxa de melhora depende de muitas condições:
- Tipo de lesão e duração de tempo desde que ocorreu.
- Saúde física geral e nível de aptidão
- Perpetuando fatores (muitos podem ser eliminados, outros não podem)
- Anormalidades esqueléticas subjacentes
- Nutrição (deficiências de vitaminas e minerais, dieta pobre etc.)
- Qualidade do sono
- Depressão ou ansiedade
- A adesão do paciente ao autocuidado e eliminando ou reduzindo os fatores de perpetuação.
- Outras condições médicas (ie alergias, diabetes, disfunção da tireóide, etc.)
Junto com o tratamento hands-on para liberar pontos gatilho miofascial, seu terapeuta deve:
- Tome um histórico médico e de dor completo
- Avalie seu mapa de dor para os padrões de dor referidos
- Avaliar a ergonomia de sua estação de trabalho e outras atividades regulares.
- Avaliar e fazer sugestões para melhorar a qualidade do seu sono
- Faça sugestões de como escolher um exercício adequado / programa de movimento e ajudá-lo a encorporar em sua vida.
- Ajudá-lo a aprender auto-tratamento, auto-gestão e auto-cuidado para ajudá-lo a tratar a sua condição e seus pontos de gatilho.









