RPG – Reeducação Postural Global

RPG – Reeducação Postural Global

Reeducação Postural Global

A Reeducação postural global, também conhecida como RPG, trata-se de uma técnica fisioterápica desenvolvida pelo francês Philippe Emmanuel Souchard. Seu desenvolvimento só foi possível através do estudo dos trabalhos de outro francês, Françoise Mézières e de muitos estudos, pesquisas, buscas e achados na área tanto da Física quanto da Biomecânica. As pessoas normalmente nascem com a postura correta e a saúde regular. Acontece que com o passar dos anos muitos hábitos nocivos de postura são desenvolvidos e com o passar do tempo eles resultam numa alteração da postura global, o que tende a acarretar problemas.

Muitas pessoas chegam a desenvolver hérnias, problemas na coluna e em articulações em função de vários anos seguidos de uma postura irregular e extremamente prejudicial. Isso costuma acontecer com pessoas que utilizam um lado do corpo mais do que o outro ao carregar peso, por exemplo. Em profissionais que fazem trabalhos repetitivos (e de maneira postural errada), além dos indivíduos que trabalham sentados durante todo o dia e não dão a atenção merecida na maneira como se sentam. O simples ato de abaixar-se para pegar algo que caiu no chão possui uma maneira correta de fazê-lo, que poupa os joelhos e a coluna; principalmente esta última.

 

Reeducação Postural Global (RPG)

A técnica de Reeducação postural global envolve o ajustamento da postura como um todo e a reorganização geral de todos os membros corporais para que as miofibrilas musculares que estiverem retraídas possam esticar-se, de modo que tais fibras sejam reorganizadas da maneira correta. Com isso, o indivíduo que passa por tal tratamento ganhará maior mobilidade, seus músculos terão o uso equilibrado e sua saúde postural irá prevenir e aliviar dores, além de prevenir futuras doenças.

A Reeducação postural global vê a dor como uma forma de alerta. Se você sente algum tipo de dor é porque seu corpo está dando sinais de que algo não vai bem. À partir disso existe a necessidade de análise do problema e posterior correção com base no tipo de enfermidade.

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o que é reeducação postural global

Reeducação Postural Global (RPG)

 

Esses são alguns dos problemas que a Reeducação postural global trata:

• Problemas posturais
• Lesões articulares
• Sequelas neurológicas
• Doenças respiratórias
• Enfermidades morfológicas
• Patologias de caráter reumático

A grande vantagem da Reprogramação postural global são os seus princípios básicos, o que primeiramente inclui a individualidade – ou seja, para cada pessoa há um tipo de tratamento com base nos seus problemas específicos. Em segundo está a causalidade, a busca pela verdadeira causa do problema para que o mesmo possa ser tratado com a maior eficácia possível. E por último a globalidade, a maneira de tratar o corpo como um todo, promovendo o equilíbrio geral.

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Eficácia da reeducação postural global em pacientes com cervicalgia crônica inespecífica: estudo controlado randomizado

Paolo Pillastrini 1, Fernanda de Lima E Sá Resende 2, Frederico Banchelli 3, Anna Burioli 4, Emanuele Di Ciaccio 5, André A Guccione 6, Jorge Hugo Villafañe 7, Carla Vanti 

Resumo

Fundamento: A reeducação postural global (RPG) mostrou resultados positivos para pacientes com distúrbios musculoesqueléticos, mas nenhum ensaio clínico randomizado (RCT) anterior investigou sua eficácia como único procedimento para pacientes adultos com cervicalgia (DN) crônica inespecífica.

Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da aplicação de reeducação postural global (RPG)  em comparação com uma intervenção de terapia manual (MT) em pacientes com DN crônica inespecífica.

Desenho: Foi realizado um RCT.

Pacientes: Noventa e quatro pacientes com DN crônica inespecífica (72 mulheres e 22 homens; idade média = 47,5 anos, DP = 11,3) foram aleatoriamente designados para receber uma intervenção de reeducação postural global (RPG)  ou uma intervenção de MT.

Medidas de resultado: A intensidade da dor (escala visual analógica), incapacidade (Índice de Incapacidade do Pescoço), amplitude de movimento cervical e cinesiofobia (Tampa Scale of Kinesiophobia) foram avaliados.

Métodos: O grupo experimental recebeu reeducação postural global (RPG)  e o grupo de referência recebeu MT. Ambos os grupos receberam nove sessões de 60 minutos com supervisão individual de fisioterapeutas como prestadores de cuidados. Todos os participantes foram solicitados a seguir conselhos ergonômicos e realizar exercícios em casa. As medidas foram avaliadas antes do tratamento, após o tratamento e após 6 meses de acompanhamento.

Resultados: Não foram encontradas diferenças basais importantes entre os grupos. O grupo experimental apresentou redução estatisticamente significativa na dor após o tratamento e na incapacidade 6 meses após a intervenção em comparação com o grupo de referência.

Limitações: A randomização não levou a grupos completamente homogêneos. Notou-se também que o tempo gasto integrando os movimentos praticados durante a sessão nas rotinas diárias ao final de cada sessão era solicitado apenas aos participantes do grupo reeducação postural global (RPG)  e pode ter impactado na adesão do paciente, contribuindo para um melhor resultado.

Conclusões: Os resultados sugerem que a reeducação postural global (RPG) foi mais eficaz que a MT na redução da dor após o tratamento e na redução da incapacidade aos 6 meses de seguimento em pacientes com DN crônica inespecífica.

Fonte – Pillastrini P, de Lima E Sá Resende F, Banchelli F, Burioli A, Di Ciaccio E, Guccione AA, Villafañe JH, Vanti C. Effectiveness of Global Postural Re-education in Patients With Chronic Nonspecific Neck Pain: Randomized Controlled Trial. Phys Ther. 2016 Sep;96(9):1408-16. doi: 10.2522/ptj.20150501. Epub 2016 Mar 24. PMID: 27013576.

 

Confira esse artigo completo sobra a Reeducação Postural Global (RPG)  em inglês clicando aqui

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O que é a terapia Manual

O que é a terapia Manual

Curso de Terapia Manual 

Sera ministrado em Campinas a VI Turma do Curso de Terapia Manual

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Nesse Curso de Terapia Manual sera abordados os temas

Os principais conceitos das técnicas mais tradicionais da fisioterapia como o Maitland, Mulligan, Mobilização e Pontos Gatilhos.

Alem das técnicas serão abordados temas como testes específicos e Diferenciais da Coluna Vertebral.

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O professor Andre Nogueira responsável por ministrar o Curso tem sua especialização em Músculo Esquelética realizada pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e seu Mestrado pela Universidade Nove de Julho

Curso Terapia Manual

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Mais você sabe o que é Terapia Manual?

As três formas mais notáveis da terapia manual são a manipulação, mobilização e massagem. Manipulação é a introdução engenhosa de uma rápida rotação, cisalhamento ou força de distração em uma articulação. Manipulação é muitas vezes associado a um som de estalo audível causado pela quebra instantânea de bolhas de gás que se formam durante a cavitação conjunta. A mobilização é um processo mais lento, mais controlada de articular e dos tecidos moles (miofascial) alongamento destina-se a melhorar a bio- elasticidade mecânica. A massagem é normalmente a fricção repetitiva, descascando ou amassar dos tecidos miofasciais para melhorar principalmente a dinâmica de fluidos intersticiais.

A diferenciação entre uma manipulação e mobilização do ponto de vista regulatório é que a mobilização pode ser interrompido a qualquer momento, caso o destinatário decidir renunciar o restante do procedimento. Por outro lado, uma manipulação não pode ser parado pelo praticante, uma vez iniciada.

A terapia manual pode ser definido de forma diferente (de acordo com a profissão descrevendo-o para fins legais) para indicar o que é permitido dentro de um escopo praticantes da prática. Dentro da profissão fisioterapia, terapia manual é definida como uma abordagem clínica utilizando especializados, as mãos sobre específicos de técnicas, incluindo mas não se limitando a manipulação / mobilização, usada pelo terapeuta físico para diagnosticar e tratar os tecidos moles e as estruturas comuns com o propósito de modulação da dor; aumentar a amplitude de movimento (ADM); reduzir ou eliminar a inflamação dos tecidos moles; induzir o relaxamento; melhorar contráctil e não-contráctil a reparação de tecidos, extensibilidade, e / ou a sua estabilidade; facilitando o movimento; e melhorar a função.

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Microagulhamento: conheça o tratamento para cicatrizes e estrias

Microagulhamento: conheça o tratamento para cicatrizes e estrias

Microagulhas são aplicadas para tratar problemas de pele e combater o envelhecimento

O microagulhamento é um tratamento em que são usadas diversas agulhas esterilizadas e de aço cirúrgico, que pode inclusive estar dispostas em um rolo (que tem, em média, 200 agulhas), para facilitar sua aplicação. Esse rolo é aplicado na pele, provocando pequenas punturas, que aumentaram a vasodilatação, estimularão a formação de colágeno e também aumentam a absorção de alguns medicamentos direto na pele, o chamado drug delivery.

Dessa forma, o microagulhamento pode ser usado para diversos problemas de pele, como envelhecimento, flacidez, cicatrizes de acne ou queimaduras, estrias e manchas na pele (como o melasma, por exemplo).

É importante que o equipamento possua registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Essa certificação garante a qualidade do produto (em relação ao aço utilizado, número de agulhas, comprimento e diâmetro das agulhas etc), a esterilização do mesmo e dessa forma evita-se contaminações e complicações.

Indicações do microagulhamento

O microagulhamento, ao furar a pele, faz com que o organismo produza mais colágeno e elastina para restaurar a pele. Esses componentes são essenciais para a firmeza da pele e essa produção faz com que toda a estrutura da pele seja refeita, reorganizando inclusive as fibras internas e dessa forma reduzindo as rugas, cicatrizes de acne e trazendo mais viço e firmeza para o rosto e corpo.

Além disso, danificar a ele dessa forma faz com que alguns medicamentos sejam mais facilmente absorvidos na região. Como a pele é uma barreira do corpo, ela muitas vezes não permite que alguns ativos penetrem e cumpram seu efeito. Esse mecanismo de usar um tratamento para potencializar a penetração de um ativo é chamado de drug delivery.

O microagulhamento pode ser feito em qualquer lugar do corpo, como rosto, colo, pescoço, mãos, braços, seios, coxas, abdômen, entre outros. Ele inclusive pode ser feito no couro cabeludo, para estimular a circulação sanguínea da região.

Como é feito o microagulhamento

O ideal é que microagulhamento seja feito no consultório médico, pois requer uso de creme anestésico ou mesmo anestesia local, dependendo do comprimento de agulha utilizado, além de estar passível de complicações e riscos, que serão mais bem solucionados pelo médico.

Primeiro é aplicado o creme anestésico, entre 30 e 50 minutos antes do procedimento em si. O microagulhamento consiste na aplicação de microagulhas na pele, normalmente feitas de aço cirúrgico ou titânio, que podem estar dispostas em um rolo. O comprimento das agulhas pode variar de 0,25 até 3 milímetros e ter diâmetro de até 0,8 milímetros. Estima-se que uma agulha de 3 mm, por exemplo, penetre 1,5 a 2 mm na pele. Quanto mais agulhas existirem por fileira no aparelho, menor é a penetração das mesmas.

São realizados movimentos de vai e vem com o aparelho em toda área tratada. Em média são feitas de 10 a 15 passadas em um mesmo plano e pelo menos quatro cruzamentos na área de rolagem. Há produção de um sangramento que também pode variar de acordo com a espessura da agulha, mas o sangramento cessa após alguns minutos.

O tipo de agulha e pressão utilizada varia de acordo com o que será tratados. Para problemas de pele que exigem maior remodelação da pele, como as cicatrizes de acne, são usadas agulhas de 2,5 mm. Se o intuito é só melhorar o viço da pele, então agulhas com entre 0,5 e 1 mm são suficientes.

É importante que sejam usadas agulhas mais finas em regiões mais sensíveis. Por exemplo, em tratamentos no couro cabeludo, para tratar calvície, são necessárias agulhas mais delicadas. Já a aplicação nas bochechas, nariz e área dos olhos deve ter menor pressão, para não prejudicar os ossos e nem criar hematomas embaixo dos olhos.

Sessões

Em geral são feitas entre três e quatro sessões de microagulhamento, com intervalo de um mês entre elas, para recuperação da pele. Mas a quantidade de sessões e intervalo podem variar de acordo com a finalidade do tratamento e as características da agulha usada. Cada sessão dura, em média, de 30 minutos a uma hora.

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Profissionais que podem fazer

O microagulhamento deve ser feito por médicos, de preferência dermatologistas, cirurgiões dermatologistas e cirurgiões plásticos especializados na técnica. Fisioterapeutas dermatofuncionais com especialização na técnica também estão aptos a realizá-la.

Cuidados antes do microagulhamento

Os cuidados necessários antes do microagulhamento dependem do tipo de pele do paciente. Pessoas com peles mais escuras devem preparar a pele com clareadores e antioxidantes um mês antes do procedimento, seguindo a orientação de seu dermatologista.

De modo geral, é preciso interromper o uso de qualquer ácido na pele entre 72 e 48 horas antes do procedimento.

Cuidados após do microagulhamento

Após o microagulhamento a pele apresentará descamação, crostas superficiais, vermelhidão, ardor e um leve inchaço, além de sensibilidade ao frio, calor e sol. O uso de água termal para acalmar a pele é indicado, além de cicatrizantes com antibióticos, que serão receitados pelo dermatologista. Evite aplicar água quente no rosto nas primeiras 24 horas e não mexa no local.

É importantíssimo evitar a exposição solar nos primeiros 45 dias e sempre usar filtro solar adequado a pele, em geral com fator de proteção solar maior do que 30, para evitar formação de manchas. Além disso, se aparecerem crostas na pele, é importante não arrancá-las.

Contraindicações

Pacientes com problemas de coagulação sanguínea, em uso de anticoagulantes, pessoas com diabetes não controlado ou câncer e com lesão ou doença de pele ativa na região que será tratada são todos contraindicados a fazer o microagulhamento. O procedimento também não pode ser feito em pessoas que ainda tem acne ou com herpes ativa.

Pessoas com propensão a queloides devem ser avaliadas, e podem ser contraindicadas ao microagulhamento em algumas regiões do corpo.

O microagulhamento também é contraindicado para quem tem psoríase ou fez uso de isotretinoina nos seis meses anteriores.

Grávida pode fazer?

O microagulhamento associado a administração de medicamentos é contraindicado para gestantes. Se for apenas realizado o tratamento mecânico, não há contra indicação formal. Esta deve ser uma discussão conjunta entre o médico e a paciente.

Possíveis complicações do microagulhamento

Alguns riscos e complicações podem ocorrer, como: herpes, infecção secundária, escurecimento local, principalmente quando os cuidados orientados não são seguidos.

Antes e depois do microagulhamento

Em três ou quatro dias a pele começa a descamar. No sétimo dia a textura e o viço melhoram. Após 20 dias melhora a pigmentação da pele e, a partir de 45 dias, nota-se a redução das rugas.

A regeneração ocasionada pelo microagulhamento promove rejuvenescimento, devido ao estímulo do colágeno, e melhora a textura da pele, diminuição de rugas, atenuando cicatrizes, linhas de expressão, manchas e estrias. Há também melhora do tônus e firmeza da pele e aumento do diâmetro dos cabelos, nos casos de calvície.

Alie o microagulhamento com…

Tratamentos a laser Enquanto o microagulhamento tem uma ação mecânica, o laser tem um efeito térmico na pele, portanto, aliar os dois tratamentos poderia trazer mais benefícios à pele.

Alimentação rica em proteínas As proteínas de alto valor biológico ajudam a estimular a formação de colágeno na pele.

Proteção solar diária Usar protetor com FPS acima de 30 ajuda a minimizar os efeitos da radiação solar na pele, que pode causar envelhecimento e manchas, além de câncer de pele!

Parar de fumar O cigarro entope os microvasinhos da pele, o que diminui o aporte de oxigênio e nutrientes e a consequente diminuição da vida das células que produzem as fibras colágenas.

Hidratação Beber bastante líquidos, principalmente água, é essencial para manter a aparência mais jovem da pele, mantendo os resultados do microagulhamento por mais tempo.

Fontes

  • Dermatologista Abdo Salomão Junior (CRM-SP 91.536), membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia
  • Dermatologista Bel Takemoto (CRM-SP 123.860), membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD)
  • Dermatologista Tatiane Steiner (CRM-SP 109.788), membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

http://www.minhavida.com.br/beleza/tudo-sobre/18319-microagulhamento-conheca-o-tratamento-para-cicatrizes-e-estrias

 

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Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório

Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório

Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório:

A bandagem elástica é uma técnica simples que ajuda a aliviar a dor e auxilia no combate a lesões. Muito utilizadas por atletas, as bandagens vêm se popularizando desde os anos 70, e dispensam o uso de medicamentos, de acordo com a necessidade do usuário. É importante que seu uso precisa ser orientado por um profissional habilitado, pois, se aplicada de maneira errada, pode piorar o problema. As bandagens elásticas modificam mecânicas motoras básicas, então só o fisioterapeuta ou o ortopedista é que podem indicar a tensão da bandagem, a direção da aplicação e o tipo de corte apropriado para cada problema.

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Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório – Ações e benefícios:

Elevando sutilmente a pele, as bandagens funcionais aliviam a pressão exercida sobre receptores neurológicos e sensoriais. Na compressão da pele, músculos e articulações, as terminações nervosas são estimuladas e enviam sinais até o cérebro, cuja resposta neural ajuda a melhorar o problema e diminui a dor. As bandagens são indicadas para:

– Hematomas
– Inchaços e edemas, melhorando a circulação sanguínea e linfática
– Melhora lesões nas articulações, auxiliando no realinhamento e reposicionamento
– Dores musculares
– Melhoria da postura
– Problemas de coluna e hérnia de disco
– Facilita as contrações musculares, que auxiliam na repetição de movimentos, evitando contrações excessivas
– Fortalecimento de membros e articulações que precisam de maior suporte
– Melhoraram ou reduzem o intervalo da amplitude de movimentos, de acordo com as necessidades do indivíduo
– As bandagens elásticas também apresentam benefícios para tratamentos de estética facial. Elas aumentam o tônus da pele. E ajudam a drenar edemas e inchaços após cirurgias plásticas, colaborando no processo de cicatrização e recuperação.

Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório

Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório – Curiosidade:

As bandagens elásticas foram desenvolvidas no Japão por Kenso Kase, quiropraxista que idealizou a técnica levando em consideração as várias funções dos músculos, que incluem contração, controle da circulação sanguínea e manutenção da temperatura corporal, a partir de uma visão holística e integral do organismo humano. Foi em 1988, nas Olimpíadas de Seul, que a delegação esportista japonesa fez uso das bandagens oficialmente, divulgando a terapia para todo o mundo.

A cromoterapia também tem se mostrado uma aliada interessante no tratamento de lesões musculares e nas atividades esportivas. Há quem considere que a junção da terapia das cores com a técnica das bandagens pode potencializar resultados. Assim, cada cor de bandagem pode possuir uma propriedade terapêutica e uma vibração específica. Além de tons básicos como branco, bege e preto, é possível encontrar bandagens em vermelho, cuja cor tem relação com a força física e persistência; verde, que favorece o relaxamento e a concentração; e azul céu, que dá mais confiança e tranquilidade.

Modos de usar

As bandagens adesivas são confeccionadas com fibras de algodão, que não criam atrito com a pele e permitem a transpiração normal dos poros. As fitas para tratamento possuem colas antialérgicas feitas em acrílico, ou fechamento em velcro para ajustes, maior conforto e flexibilidade. No caso de tratamentos fisioterápico, é possível permanecer de três a cinco dias com a bandagem, sem ser necessário retirá-la para tomar o banho, podendo ser usada também em esportes aquáticos.

Bandagem elástica: descubra para que serve esse acessório – Contraindicações:

Evite aplicar bandagens elásticas sobre tecidos dérmicos frágeis ou em fase de cicatrização. Também não podem ser usadas sobre celulites ou áreas que possuam infecções ativas graves, localizadas tanto na superfície quanto interiores. Idosos e crianças podem usar tranquilamente, mas pacientes renais ou asmáticos, bem como gestantes precisam antes consultar um médico.

Fonte: Shopfisio

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Artigo Cientifico sobre técnicas de Kinesio Taping

Artigo Cientifico sobre técnicas de Kinesio Taping

Artigo Cientifico sobre técnicas de Kinesio Taping – Efeito de duas técnicas de Kinesio taping em diferentes cinemática do joelho e cinética em mulheres jovens

Abstrato. [Propósito] A aplicação do Kinesio taping pode melhorar a força e desempenho, inibir e facilitar  atividade motora e aumento da amplitude de movimento. O objetivo deste estudo foi comparar os efeitos do Kinesio taping facilitação e inibição de aplicativos no espaço- temporais cinemática do joelho durante a atividade e cinética andando em indivíduos saudáveis. [Sujeitos e Métodos] A avaliação da marcha quantitativa tridimensional foi realizada sem fita e com, facilitação e inibição Kinesio taping aplicativo no joelho. Dezesseis saudáveis ​​universitárias (idade, 19,7 ± 0,4 anos; altura, 1,64 ± 3,4 cm; de massa corporal, 51,5 ± 4,8 kg) participaram do estudo. [Resultados] Spatiotemporal parâmetros (cadência, velocidade curta, comprimento da passada) foram significativamente diferentes entre os ensaios. Joelho gama plano sagital de movimento articular não foi diferente com qualquer Kinesio taping aplicação. Flexão do joelho externo momento durante a fase de apoio precoce diminuiu significativamente com a facilitação Kinesio taping e aumentou com o inibição Kinesio taping. Joelho momento extensão externa durante a fase de meados de postura aumentou com a facilitação gravação Kinesio. Parâmetros de potência do joelho, atividade excêntrica no reto femoral durante a fase de pré-balanço foi aumentou significativamente com a inibição Kinesio taping aplicação, enquanto a atividade excêntrica dos isquiotibiais durante o balanço do terminal da marcha foi diminuída. [Conclusão] Estes resultados mostraram que a aplicação de facilitação Kinesio taping afetou a fase de apoio terminal e que a bandagem funcional inibição kinesio influenciado a fase de balanço de terminal em comparação com a condição de nenhuma fita.

Palavras-chave: fita Kinesio, articulação do joelho, análise da marcha

Artigo Cientifico sobre técnicas de Kinesio Taping – INTRODUÇÃO:

Kinesio taping (KT) é uma técnica de gravação alternativa desenvolvida na década de 1970 pelo Dr. Kenzo Kase. De acordo com Kase, KT pode melhorar a força, controle e desempenho; reduzir dor; evitar lesões; inibir e facilitar a atividade motora; e aumentar a amplitude de movimento (ROM) 1-3). KT ultimamente tem ganhado popularidade entre os profissionais do esporte para a prevenção de lesões e melhoria de desempenho 4). No entanto, o mecanismo através do qual KT exerce seus efeitos hipótese não é clara, e estudos não confirmaram a eficácia da metodologia. KT, foi mostrado para apoiar o movimento do músculo e aliviar a sensação ou dor anormal na pele. Mori et al.5) sugeriu KT normaliza a função muscular, e Kase et al.2) mostrou que a taxa de estiramento e a largura da KT afecta a fáscia e fluxo de fluido linfático. KT também reduz cervical dor e aumenta a ROM de 24 horas após a lesão whiplash), e de acordo com Slupik et al.7), tem um efeito prejudicial no quadríceps pico de torque e atividade eletromiográfica em indivíduos saudáveis. Chang et ai. encontraram nenhuma diferença significativa  na força de pulso flexor máxima entre 10 jogadores de beisebol que recebeu KT, um placebo, ou nenhum tape8). Apenas um estudo por Lee et al. relatou um efeito agudo positivo da KT em força muscular isométrica 9).
Embora seja amplamente utilizado na prática clínica, vários estudos não mostram nenhuma mudança na força muscular com aplicação KT em indivíduos saudáveis 10-12). Alguns estudos de investigação avaliaram a eficácia biomecânica da KT durante caminhar ou correr. Howe et ai. mostraram que não faz KT alterar quadril ou joelho cinemática ou cinética em assintomática corredores em comparação com o condition13 nenhuma fita). Wong et ai. KT indicam que não altera o pico de geração de torque muscular ou trabalho total realizado em subjects14 saudável). O atual investigação comparou os efeitos de facilitação e KT aplicações de inibição na cinemática do joelho espaço-temporais e cinética durante a caminhada.

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SUJEITOS E MÉTODOS

Dezesseis saudáveis estudantes universitários do sexo feminino a partir de Ancara Universidade voluntariaram para este estudo. Todos os indivíduos eram completamente inativo. Aqueles que relataram dor no joelho ativa; menor trauma de membro; uma história de coluna vertebral, quadril, joelho, pé ou patologia; ou qualquer comprometimento neurológico foram excluídos. Idade Média, peso corporal, e altura foram 19,7 ± 0,4 anos, 51,5 ± 4,8 kg, e de 1,64 ± 3,4 cm, respectivamente. Todos os participantes fornecida consentimento livre e esclarecido, eo estudo foi aprovado pelo o Ortopédica e Protética Orthotic Departamento de Revisão Comissão Conselho de Administração da Universidade de Ancara.
A fita Kinesio foi um hipoalergênico, não medicado, esparadrapo impermeável, poroso, adesivo feito de algodão que poderia ser esticado longitudinalmente até 30-40% do seu original comprimento. A pele do indivíduo foi raspada, limpos com álcool, e secou-se antes de a fita foi aplicada.

Artigo Cientifico sobre técnicas de Kinesio Taping

Artigo Completo sobre Dry Needling – Agulhamento Seco

Artigo Completo sobre Dry Needling – Agulhamento Seco

Vasodilatação curto prazo na área de dor após agulhamento seco (DN) de pontos-gatilho ativos (PG) foi gravado em vários casos de dor ciática. Além disso, foi sugerida a presença de PG em pacientes ciática secundárias a lesão primária. Ainda assim, não se sabe com que freqüência eles ocorrem e se cada PG pode provocar reações vasomotores.

O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de PG ativos entre pacientes ciática subaguda ea resposta ao DN sob termovisual infravermelho (IRT) de controlo da câmara.

Método

Cinqüenta pacientes consecutivos de raça branca (41,2 ± a média de idade 9.1y) com subaguda ciática foram diagnosticados em direção glúteo mínimo PG co-existência. Com base na confirmação PG, os pacientes foram divididos em dois grupos: PG-positivos e PG-negativo, do que DN sob controle IRT foi realizada. Mudanças de temperatura da pele e do tamanho percentual de reações vasomotores na área de dor foram avaliados se presente.

Resultados

A prevalência de PG ativos foi de 32,0%. Cada apresentado vasodilatação PG-positivas dependentes da co-PG diagnóstico (r = 0,72; p <0,000) e reconhecimento de dor durante DN (r = 0,4 p <0,05). O tamanho de vasodilatação em indivíduos PG-positivos foi: pós-DN 12,3 ± 4,0% e pós-observação 22,1 ± 6,1% (ambos p = 0,000) versus os PG-negativo: pós-DN 0,4 ± 0,3% e pós-observação 0,4 ± 0,2%. Um aumento de temperatura significativo na coxa e panturrilha foi confirmada para os PG-positivos os indivíduos apenas (ambos p <0,05). Pós-DN e temperaturas de pós-observação foram como se segue: média (coxa: 1,2 ± 0,2 ° C; 1,4 ± 0,2 ° C, ambos p <0,05 e vitela: 0,4 ± 0,2 ° C; 0,4 ± 0,3 ° C, ambos p < 0,05) e máximo (coxa 1,4 ± 0,3 ° C 1,6 ± 0,3 ° C, ambos p <0,05).

Conclusões

A presença de PG ativos dentro do músculo glúteo mínimo entre os indivíduos ciática subaguda foi confirmada. Cada paciente ciática PG-positivo apresentou DN vasodilatação relacionado na área de dor referida. A presença de vasodilatação sugere o envolvimento da atividade nervosa simpática em pathomechanism dor miofascial. Embora o significado clínico da PG em pacientes ciática subaguda é possível, mais estudos sobre um grupo maior de pacientes ainda são necessários. Registro de julgamento: Austrália Nova Zelândia Registro de Ensaios Clínicos ACTRN12614001060639. Registrado 03 de outubro de 2014.

Palavras-chave: agulhamento seco, vasodilatação, dor miofascial, dor ciática
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Antecedentes
Um crescente interesse na síndrome dolorosa miofascial causado por pontos de gatilho está actualmente observada entre os pesquisadores. Síndrome dolorosa miofascial é um tipo de dor muscular causada por pontos de gatilho, que são responsáveis ​​pela sensorial, motor e sintomas autonômicos. Os pontos-gatilho (PG) definidos como pontos hyperirritable nas faixas esticadas de fibras musculares podem ser classificados como ativo ou latente. Enquanto um PG ativa é caracterizada por dor espontânea ou em resposta ao movimento, estiramento ou compressão, um PG latente é um ponto sensível com dor ou desconforto em resposta única à compressão. Além disso, a estimulação apropriada de PG pode provocar reflexo da medula espinal chamado “twitch Response”, o que é característico de PG exclusivamente [1-3]. Os pontos-gatilho parecem estar localizado na proximidade da zona da placa terminal, e foi levantada a hipótese de que existem múltiplos loci de PG que contêm um componente sensorial (nociceptor irritada) e um componente motor (placa de extremidade disfuncional) [4]. No entanto, não há sobreposição entre os pontos de gatilho e da zona de inervação [5]. Contraturas sustentada de bandas tensos causar isquemia e hipoxia local no núcleo de PG [6], provocando níveis baixos de oxigénio, que podem conduzir a uma redução significativa no pH. Um nível de pH baixo em PG, por exemplo, abaixo de 5, pode facilmente excitar nociceptores musculares e entrada nociceptiva pode induzir mudanças de neuroplasticidade no corno dorsal da medula e, provavelmente, no tronco cerebral [7,8]. Investigação existente sugere que a interação Simpático-sensorial dentro de PG podem contribuir para dor local e referida [9]. Além disso, a presença de fenómenos autonômica, por exemplo, vasomotora, pilomotoras, etc. na área de dor referida foi postulada por Travell e Simons [1]. No entanto, acredita-se que a presença de fenómenos autonômicas na área da referida dor é limitado a pontos-gatilho activas graves exclusivamente. Alguns autores confirmaram a presença de vasoconstrição discreta após estímulo nocivo de pontos-gatilho latentes [10,11] e sugeriu a utilização de dopplerfluxometria a laser em vez do termovisual infravermelho (IRT) câmera menos sensível. Curiosamente, em frente a este ponto de vista, alguma evidência de vasodilatação de curto prazo intensivo correspondente à área da dor de ciático e do tipo ciático dor na perna após agulhamento seco de PG ativos dentro do músculo glúteo minimus sob controle IRT foi provado [12,13 ]. Embora o mecanismo exato de agulhamento seco permanece desconhecida, acredita-se que o tratamento por agulhamento seco (rápida inserção, repetitivo de uma agulha fina em um PG) pode parar de entrada nociceptiva intensivo e reverter alterações neuroplásticas provocadas por pontos de gatilho.

Vasodilatação curto prazo após agulhamento seco de PG ativa foi gravado em vários casos e não se sabe se a estimulação nociva de todo ponto de gatilho ativo pode provocar reações vasomotores. Além disso, a presença de pontos-gatilho em pacientes ciática secundária a uma lesão primária, por exemplo, uma lesão do disco vertebral, foi sugerido [14]. Ainda assim, não se sabe com que freqüência eles ocorrem. A ocorrência de PG dentro de alguns músculos é indicada como uma possível fonte de “dor ciática”. O músculo glúteo mínimo, juntamente com quadrado lombar e, às vezes piriforme, fibular longo, etc. desempenham um papel importante aqui [1].

Porque a prevalência de PG entre os pacientes de dor ciática é desconhecida, o primeiro objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de pontos-gatilho glúteo mínimo ativos entre pacientes ciática subaguda. O segundo objetivo foi verificar a hipótese de que o agulhamento seco de PG glúteo mínimo pode provocar resposta autonômica na área onde pontos de gatilho referem dor (dor referida autônomo – AURP).

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Métodos
Declaração de ética

O estudo foi realizado em conformidade com a Declaração de Helsínquia aprovada pela Comissão de Poznan University of Medical Sciences (no. 630/13) Ética. Todos os indivíduos deram seu consentimento informado para participar do estudo antes da coleta de dados. Uma descrição detalhada de todos os procedimentos de exame e tratamento, incluindo agulhamento seco (DN), e os riscos envolvidos neste estudo, foi fornecido aos participantes. Os participantes tiveram o direito de recusar tratamento DN e retirar-se do estudo a qualquer momento sem penalidade. Um diagrama de fluxo do desenho do estudo foi mostrado que a Figura 1.

figura 1
figura 1
Um diagrama de fluxo do desenho do estudo.
assuntos

Setenta e oito pacientes caucasianos (ambos os sexos) com subaguda ciática foram inscritos no estudo, vinte e três deles não preencheram os critérios de inclusão e cinco se recusaram a participar do estudo por causa do medo da agulha. Finalmente, cinqüenta pacientes caucasianos (homens 19, Feminino 31) com subaguda ciática (idade média 41,2 ± 9.1y) foram recrutados para o estudo consecutivamente a partir da Clínica de Dor University. Todos os participantes foram re-diagnosticados com dor ciática de origem radicular por um neurologista universidade independente, baseada no exame clínico de cabeceira, extensa exame de triagem neurológica, acompanhada por um teste de perna reta e resultados positivos de ressonância magnética. Principais critérios de inclusão foram os seguintes: diagnóstico de dor ciática, idade entre 30 e 60 (inclusive), ambos os membros inferiores presentes, duração da dor 1-3 meses,> 3 no ponto 1-10 VAS escala de dor na perna, sendo esta a problema de dor dominante. Os pacientes foram excluídos do estudo para um certo número de razões, isto é, a síndrome da dor regional complexa, síndrome de cauda equina, a cirurgia de volta anterior, tumores da coluna vertebral, escoliose, a gravidez, o tratamento coagulante, disseminada coagulação, diabetes, epilepsia, infecção, doenças reumatológicas inflamatórias intravasculares, acidente vascular cerebral, ou a história oncológico.

Métodos

Os pontos-gatilho confirmação

Em uma semana máximo, exame post neurológico de todos os sujeitos ciática foi conduzida por um especialista experiente para dor miofascial síndrome de co-existência – glúteo mínimo ativa pontos de gatilho presença baseado em critérios diagnósticos Travell e Simons “[1]. Depois de pontos-gatilho de confirmação, os pacientes foram divididos em dois grupos: PG-positivos e PG-negativo (controle).

Os pontos-gatilho ativos (PG) foram confirmados se mancha ternura, o reconhecimento da dor e digitalmente evocado referido padrão de dor do glúteo mínimo estavam presentes. A localização dos dois PG mais ativos foi marcado. Para os indivíduos não-PG, os dois pontos mais concurso foram marcadas. De acordo com Travell e Simons, o padrão de dor referida do músculo glúteo minimus (sinal de confirmação) raramente está presente sob pressão digital do PG e é geralmente evocada quando a agulha encontra os PG [1]. Devido a este fato, os indivíduos não-PG que relataram as duas características clínicas mais importantes da PG, após infiltração agulha durante o procedimento (isto é, o reconhecimento da dor e se refere padrão de dor do músculo glúteo minimus) foram adicionalmente analisados ​​como um subgrupo PG provável.

Procedimento agulhamento seco sob controle IRT

Logo após a confirmação pontos de gatilho, cada indivíduo recebeu o procedimento agulhamento seco sob controle IRT no mesmo laboratório da Universidade de IRT. Agulhamento seco (DN) no presente estudo pretende ser uma ferramenta de diagnóstico potencial. No entanto, DN realizada para os propósitos do estudo podem ter um efeito (alívio de dor) potencialmente terapêutico, que não foi avaliada.

Lado a lado comparação IRT
Todos os pacientes foram convidados a definir o nível de dor na escala visual analógica e desenhar o seu padrão de dor atual em um diagrama. IRT comparação lado-a-lado da área dolorosa e a extremidade oposta foi realizada na posição de pé.

Aplicativo de câmera termovisual
Imagens termográficas foram gravadas por um especialista na sequência de um protocolo padrão recomendado pela Academia de Neuro-Muscular Termografia [15]. O especialista também avaliaram as imagens. Os pacientes foram instruídos a evitar fisioterapia e terapia manual 24 horas antes do teste, e evitar o uso de descongestionantes nasais, analgésicos, anti-inflamatórios ou quaisquer substâncias que afetam a função simpática. Eles também foram instruídos a não beber café ou álcool e não fumar 2 horas antes da gravação.

Uma câmera termovisual touchless (NEC-AVIO TVS-200EX) utilizando uma faixa de onda 8-14 mm, resolução de temperatura melhor do que 0.080 ° C, a sensibilidade de 80 mK e trabalhando em tempo real foi aplicada. A câmera foi equipada com um de alta velocidade (60 Hz) não refrigerado FPA 320×240 (HxV) pixels VOx (óxido de vanádio) microbolômetro. Para a análise de dados (imagens térmicas), foi utilizado o programa especialista “Termografia Studio 2007 Professional”.

Para se obter a estabilidade da temperatura do corpo do paciente e para garantir o ajustamento da temperatura da câmara de gravação para as condições de interior, a avaliação começou 30 minutos após o paciente ter entrado na sala de exame. Isolamento térmico da área avaliada a partir de outros fatores térmicos que podem ter influenciado a avaliação, incluindo outras partes do paciente e do médico corpos, foi assegurada. Além disso, ao realizar imagiologia termovisual, as regras gerais do uso da câmera foram seguidos.

Protocolo de agulhamento seco controle / termografia infravermelha
A posição do paciente para agulhamento do músculo glúteo minimus foi a posição lateral mentindo. O músculo foi agulhada com palpação plano perpendicular ao músculo ao longo do contador da crista ilíaca. Forte depressão do tecido subcutâneo foi aplicado a fim de reduzir a distância entre a pele do músculo. Profundidade de penetração depende da quantidade de tecido adiposo [16]. Agulhagem terapêutica foi realizada com 0,30 mm de diâmetro, 60 mm de comprimento de acupuntura agulhas estéreis SE L (Serin Corp, Shizuoka, Japão). Cada agulha foi embalado separadamente. A área a ser observada pela IRT foi escolhido de acordo com o glúteo mínimo referido padrão de dor. Os pacientes examinados foram posicionados na lateral, na extremidade não envolvido com o quadril e joelho flexionado. Nesta posição, as imagens foram gravadas ThermoVision do paciente. Para uma representação adequada de dimensões, um padrão de calibração foi aplicada.

Em seguida, todos os indivíduos receberam uma sessão de agulhamento seco (DN) sob IRT. O tempo de agulhamento foi de 5 minutos para cada ponto. Durante todo o procedimento, a subárea de dor referida relatada pelo paciente (coxa, panturrilha, pé) foi registrada. Após a agulhagem de dois pontos marcados foi completada, mais termovisual imagem foi realizada. A observação IRT durou seis minutos consecutivos pós-DN.

A análise dos termogramas assumiu a temperatura da pele (Tsk) mudanças (máxima, mínima, média) na área observada após a sessão de agulhamento seco durante 6 minutos pós-DN. Análise adicional assumiu o cálculo (em cm2) de temperatura cutânea (Tsk) mudanças acima do máximo (vasodilatação) ou sob a (vasoconstrictions) Temperatura mínima. As mudanças vasomotores esperados na área de PG relacionados dor referida foram nomeados autônomo dor referida (AURP) se presente. O tamanho de cada AURP foi recalculado a partir cm2 ao valor percentual.

análise estatística

De acordo com a suposição de William Cochran para teste X2, para conduzir o ensaio, a quantidade de n = 5 é requerido. Supunha-se que no grupo examinou três subgrupos estavam presentes, a saber: dor ciática com pontos de gatilho co-existência; ciática sem pontos de gatilho co-existência (agulha em silêncio); ciática sem gatilho aponta co-existência (sensação de agulha). Além disso, os subgrupos foram analisadas com base no sexo.

Como resultado, as informações sobre o tamanho mínimo da amostra foi obtida (3 Características * 2 categorias de gênero * a quantidade de n = 5 por subgrupo; n = 30). No entanto, para a forte evidência de dados examinadas foi o n = 50, porque a prevalência de ponto-gatilho, entre os pacientes de dor ciática é desconhecido. Para o forte evidência dos dados apresentados, o nível de significância foi estabelecido com base nos testes exatos, e não sobre o método assintótica padrão. Bidireccionais testes de Mann-Whitney U exatas foram realizadas a fim de assegurar que os dados são representativos de toda a população de possíveis valores de dados. Os testes foram aplicados para comparar as diferenças para o máximo, mínimo e temperatura média da pele e do tamanho percentagem de fenômenos autonômicos esperados para o Estado após agulhamento seco e em segundo lugar para o estado pós-DN. Correlação de Pearson com teste de significância bicaudal foi aplicado para definir a dependência da ocorrência do fenômeno autônomo. Todas as comparações foram concluídas, com pontos de gatilho co-existência sendo o critério de diferenciação.

Além disso, o teste de duas vias Jonckheere-Terpstra com os mesmos termos foi realizado a fim de observar a tendência de mudanças de temperatura da pele e fenômenos autônomo ocorrência dependentes da PG, PG prováveis ​​e presença não-PG.

Valores, figuras e tabelas no texto estão expressos em ± erro padrão da média (SEs). O nível de significância foi fixado em p <0,05. A análise estatística foi realizada usando o IBM SPSS Statistics, versão 20 “.

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Resultados
Baseado no IRT, lado-a-lado (dolorosa na perna não-doloroso) a temperatura média da pele (Tavr) comparação antes da sessão de agulhamento seco (DN) revelou ΔTavr de 0,01 ° C.

A prevalência de glúteo mínimo pontos-gatilho ativos (PG), no grupo de indivíduos foi de 32,0%. Avaliação IRT confirmou vasodilatação de curto prazo para todos os PG assuntos positivos (Figura 2). Nenhum dos indivíduos apresentou um decréscimo da temperatura da pele (vasoconstrição).

Figura 2
Figura 2
Termograma visualizar a área de temperatura máxima acima do estado inicial (AURP) dependente PG co-existência. Legenda: A fim de descrever a área de AURP usando IRT, reação da temperatura do paciente foi isolado (imagens em cinza). PG-positivo …
De correlação de Pearson com bicaudal teste de significância confirmado que a presença de vasodilatação (Figura 2) era dependente da co-PG diagnóstico (r = 0,72p <0,000; em detalhe: coxa r = 0,72; p <0,005; vitelo r = 0,44 p <0,005) e reconhecimento de glúteo minimus dor referida evocado durante o agulhamento / sessão IRT seco – AURP (r = 0,4 p <0,05). Não houve relação entre a localização de vasodilatação (Figura 2) e dor diária do paciente (coxa, panturrilha, pé) informou antes do procedimento.

O bidirecional teste de Mann Whitney U confirmou um aumento significativo de AURP em PG-positivos indivíduos (pós-DN e pós-observação, ambos p = 0,000). O tamanho de AURP em indivíduos PG-positivas foi o seguinte: pós-DN 12,3 ± 4,0% e pós-observação 22,1 ± 6,1%. Entre os indivíduos não-PG, apenas alguns pontos quentes foram confirmados (pós-DN 0,4 ± 0,3% e pós-observação 0,4 ± 0,2%). A Figura 2 mostra a vasodilatação a curto prazo exemplar (AURP).

Mudanças de temperatura da pele

Agulhamento seco provocou mudanças de temperatura da pele para todos os indivíduos (N = 50) em todas as subzonas medidos, ou seja, a coxa, vitela e pé (Figuras 3 e and4) .4). No entanto, foi confirmado um aumento Tsk estatisticamente significativa na coxa e panturrilha para PG-positivos únicos assuntos. O bidirecional teste exato de Mann-Whitney mostrou que o pós-DN e pós-observação houve aumentos significativos na temperatura média @ (Figura 3) para a coxa (1,2 ± 0,2 ° C; 1,4 ± 0,2 ° C tantop < 0,05) e bezerro (0,4 ± 0,2 ° C; 0,4 ± 0,3 ° C, ambos p <0,05) para sujeitos PG-positivos. Da mesma forma, nos dois sentidos de teste exacto de Mann-Whitney confirmou um aumento significativo na coxa Tmax pós-DN (1,4 ± 0,3 ° C) e de pós-observação (1,6 ± 0,3 ° C) (ambos p <0,05) (Figura 4) . Tendência semelhante para bezerro aumento máximo da temperatura para contrário PG-positivo para diminuir para PG-negativos indivíduos (tanto insignificantes) foi confirmado.

Figura 3
Figura 3
Mudanças de temperatura média da pele da perna ciático (coxa, panturrilha e pé) dependentes de pontos-gatilho confirmação. Lenda. Os histogramas refletiu a temperatura média (Tavr) mudanças em função da presença de PG para a coxa, panturrilha e pé na luz …
Figura 4
Figura 4
Mudanças de temperatura máxima de pele da perna ciático (coxa, panturrilha e pé) dependentes de pontos-gatilho confirmação. Um aumento Tmax estatisticamente significante para a coxa e um aumento insignificante para o bezerro de assuntos ciática manifestando PG …
A análise detalhada dos não-PG subgrupo

Presença AURP

Entre os indivíduos não-PG (n = 34), alguns dos pacientes @ (n = 10) relataram exacerbação da dor após a infiltração da agulha no músculo glúteo mínimo (provável) PG. A presença de alguns pontos quentes acima da temperatura máxima inicial foi confirmada. O tamanho de AURP para assuntos TRPS prováveis ​​foi: pós-DN 0,0 ± 0,0% e pós-observação 0,1 ± 0,1%. O tamanho percentagem da área AURP por agulha negativos assuntos não-PG foi: pós-DN 0,6 ± 0,5% e pós-observação 0,4 ± 0%.

Mudanças de temperatura da pele

Agulhamento seco provocou mudanças de temperatura da pele para todas as disciplinas não-PG nos todas as subáreas medidos, ou seja, a coxa, panturrilha e pé. No entanto, foram confirmados não há aumento significativo da temperatura média e máxima (Figura 3 e Figura 4).

A análise dos dados de AURP tendência dependente de PG, PG prováveis ​​e não-presença de PG

Estado pós-DN

O bidirecional teste Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para a presença AURP (p <0,05; estatística Z valor 2.3; tamanho do efeito de 0,4%) em função da presença de PG. O valor médio da área percentual AURP foi: 0,61 ± 0,45% para os não-PG, 0,0 ± 0,0% para PG prováveis ​​e 12,25 ± 3,97% para assuntos PG-positivos. Da mesma forma, para a temperatura da pele muda o bidirecional teste de Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para: coxa aumento máximo da temperatura (p <0,05; Z valor de estatística 2,29; tamanho do efeito de 0,42%), coxa aumento médio da temperatura @ (p <0,000 ; Z valor de estatística 3,29; tamanho do efeito de 0,6%) e vitela aumento da temperatura média (p <0,005; Z valor de estatística 2,53; efeito do tamanho 0,46) dependente da presença ponto de disparo.

Estado pós-observação

O bidirecional teste Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para a presença AURP (p <0,000; Z valor de estatística 3.8; tamanho do efeito de 0,7%) em função da presença de PG. O valor médio da área percentual AURP foi: 0,44 ± 0,31% para os não-PG, 0,12 ± 0,12% para os PG prováveis ​​e 22,07 ± 6,10% para assuntos PG-positivos. Da mesma forma, para a temperatura da pele muda o bidirecional teste de Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para: coxa aumento Tavr (p <0,002; Z2.93; efeito do tamanho 0,54) e vitela aumento Tavr (p <0,002; Z valor de estatística 2,16 ; efeito do tamanho 0,39) dependente presença ponto de disparo e agulha reações.

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Discussão
O presente estudo demonstrou que os pontos-gatilho ativos co-existem em torno de um em cada três pacientes subaguda ciática. Este é o primeiro estudo a examinar o significado de pontos-gatilho ativos em pacientes subaguda ciática. No entanto, a co-existência de pontos-gatilho ativos em dor lombar inespecífica e radiculopatia cervical foi confirmada [17,18].

No entanto, o resultado mais importante do presente estudo é que o agulhamento seco sob controle IRT provocou um aumento significativo da temperatura PG relacionada (p <0,05) e revelou vasodilatação de curto prazo correspondente a distribuição da dor do paciente (Figura 2). Além disso, a presença de vasodilatação dependia do glúteo mínimo dor referida evocado durante o agulhamento / sessão IRT seco (AURP;r = 0,72 p <0,000) em vez do padrão de dor da queixa diária.

A presença de fenômenos autonômicos na área de ponto de disparo dor referida, por exemplo, vasomotora, pilomotoras, etc., foi considerado um estado extremamente rara, limitada a apenas PG ativos graves. Os resultados do presente estudo são opostas. Todos os sujeitos apresentaram vasodilatação a curto prazo quando os PG co-existiram. Além disso, o AURP coberto, em média, cerca de um quinto da parte inferior das extremidades subzona (Figura 2). Essa vasodilatação expansivo, longe do ponto de agulhamento, é incomum em comparação com outros estudos. Existem apenas dois estudos de caso, confirmando resultados semelhantes de PG agulhamento, mas o resto dos dados disponíveis indicam não haver reacções embarcação, a vasoconstrição ou alargamento / vasodilatação 10 cm a partir do ponto de acupuntura com agulha em indivíduos saudáveis ​​e doentes [10-13,19,20] .

Além disso, a comparação IRT lado-a-lado dos indivíduos, antes o procedimento indicado a norma e não houve diferença entre os sujeitos PG positivos e negativos. Isso pode explicar porque anteriormente a utilidade da IRT foi controversa [1,21].

Além disso, os resultados do presente estudo são opostas às de Zhang et al. e Kimura et al., que apresentou os PG latentes relacionados com a vasoconstrição após a estimulação nociceptiva sob controle dopplerfluxometria a laser em vez de IRT mudanças de temperatura da pele detectáveis ​​[10,11]. IRT observação de pacientes com dor após a estimulação nociva é a nova forma de avaliação IRT além de comparação lado-a-lado estabeleceu como o mais válido [22]. No entanto, alguns relevância da IRT para o ponto de desencadeamento referido avaliação da dor ultimamente tem sido provado [23]. A idéia de observação IRT de dor referida por Haddad et al. [23] era uma direcção adequada, à luz do presente estudo. No entanto, a escolha do músculo e análise de dados não é convincente. O padrão de dor referida do masseter não é tão extensa como a do glúteo mínimo e está limitada a várias pequenas subáreas no rosto e apenas dentes. Além disso, a temperatura rosto pode ser afetada pelo estresse psicológico. Finalmente, a análise de um único termograma não é suficiente [23].

Outro aspecto importante é que cada sujeito ciática PG-positivo desenvolveu vasodilatação de curto prazo, o que indica o envolvimento do sistema nervoso simpático (SNS) na propagação dor ponto de disparo, o que foi sugerido antes de [9]. Além disso, os resultados do presente estudo corroboram hipótese integrada Simons ‘de PG etiologia, em que a modulação autonômica foi pensado para ter uma influência potencial no aumento da liberação de acetilcolina, o que pode agravar os sintomas causados ​​pela PG [24]. Além disso, o envolvimento do SNS entre pacientes diagnosticados com ciática dor neuropática co-existência foi provada em mais de 30% dos sujeitos [25]. Apesar da ocorrência de vasodilatação, não se sabe como é importante o envolvimento SNS na propagação dor ciática é entre os pacientes que manifestam os PG co-existência. No entanto, parece que o agulhamento seco pode ser uma ferramenta promissora para pacientes ciática resistentes ao tratamento com os PG coexistentes por causa da atividade postulado reforçada unidade do motor e facilitação da dor muscular na PG após manobras aumentando o fluxo simpático [26].

Análise dos não-TRPS sujeitos com agulha evocado dor referida (provável PG)

Presença banda tensa e reconhecimento da dor são os dois critérios clínicos mais importantes do diagnóstico ponto de disparo, e que se refere a dor é um sinal de confirmação. Devido à anatomia do músculo glúteo mínimo, a banda tensa não é mais acessível, mas PG local sensibilidade pode ser claramente localizada. No entanto, foi relatado que o referido padrão de dor pode ser induzida pela agulha encontrando PG, em vez de por pressão sustentada [1]. A tendência positiva para AURP presença dependente de PG (p <0,000) pode indicar a importância da dor referida depois de pressão digital durante o diagnóstico de PG. Além disso, parece que a presença AURP apoiada por um aumento significativo Tsk, em vez de medidas máxima e média de temperatura só deve ser sugerido para confirmação IRT objectivo de PG. Além disso, à luz da presença AURP nos PG prováveis ​​subgrupo parece que o diagnóstico de PG em músculo glúteo mínimo agulha reativa provavelmente não pode ser clinicamente importante.

A análise detalhada da presença vasodilatação de curto prazo

Os resultados do presente estudo indicam a natureza bifásica de AURP. A sessão de agulhamento seco foi seguido por um aumento da temperatura da pele e a propagação de vasodilatação (Figura 2). Os mecanismos exactos das funções do sistema vasodilatador cutâneo activas, bem como o mecanismo de agulhamento seco permanecem enigmáticos [27]. Adicionalmente, a tradução dos estímulos mecânicos em informação bioquímica é mal compreendida. Kellogg [27] vasodilatação bifásica observada devido ao aquecimento local com um aumento inicial mediada por um reflexo axonal seguida por uma fase de plateau que requer a geração de óxido nítrico (NO) pelas sintases de óxido nítrico. Curiosamente, para além da contribuição axónio reflexo (substância P ou péptido relacionado com o gene da calcitonina) também a importância de NO, em vasodilatação mecanismo relacionado com acupuntura intramuscular foi sugerido [28].

As teorias apresentadas por Lewis e Hong [4,29] pode dar alguma explicação interessante da presença AURP descrito no presente estudo. Lewis formou a hipótese de que a lesão das fibras sensoriais provoca propagação antidrômica de potenciais de ação de fibras nervosas colaterais que liberam uma substância química que causa para o alargamento e aumento da sensibilidade dos outros axônios sensitivos responsáveis ​​pela dor. Curiosamente, bloqueando troncos centrais nervosos [30] ou nervos de corte [29] não bloqueia o alargamento, o que sugere que o sistema nervoso central deve receber alguma entrada decisiva a partir das fibras nervosas da região exposta ao estímulo e ao alargamento é uma consequência de factores neurais que operam perifericamente. Foi proposto que as fibras nervosas periféricas chemospecific pode sensibilizar baixa e alta limiar interneurons mechanoreceptive no corno dorsal [31]. No entanto, essa teoria é adequado para o alargamento / vasodilatação em torno de uma área de 6 centímetros da lesão / agulhamento, não expansiva vasodilatação (AURP) apresentou no presente estudo. Hong [4] sugere que todos os fenômenos ponto de disparo, tais como dor referida, fenômenos autonômicos, contração muscular resposta e disfunção motora, são dependentes do reflexo medular através de “circuitos neurais” na medula espinhal. No presente estudo, a localização de AURP estava relacionada com a dor referida provocado durante agulhamento seco, não a dor diária do paciente. Skorupska et ai. observadas as mesmas reações dos vasos e sugeriu que o desencarceramento de se contorcer de resposta e dor referida durante agulhamento seco através de “circuitos neurais” de Hong pode explicar a presença incomum de AURP na área de dor [4,12,13]. Além disso, além de respostas vasomotoras, a área da dor referida de PG é também o local típico de alterações sensoriais (hiperalgesia), os quais foram também atribuídos para possíveis mecanismos simpáticos (especialmente a nível superficial) [32]. Outros estudos considerando a análise agulhamento vasodilatação pós-seca são obrigatórios.

A presença da inserção relacionados com a vasodilatação seco em todos os PG é bastante promissores no que diz respeito à possibilidade de utilização de uma ferramenta de TRI como objectivo confirmação PG. No entanto, é importante verificar se todos os PG dentro músculos podem desenvolver vasodilatação. Além disso, a presença de AURP indicam o envolvimento do sistema nervoso simpático na propagação da dor em pacientes de dor ciática. No entanto, não se sabe como clinicamente PG presença importante neste grupo de pacientes é. Novos estudos ainda são necessários.

Limitações do estudo

A prevalência significativa de PG entre sujeitos ciática subaguda foi confirmada. Embora vasodilatação observada era característica de todos os assuntos PG-positivos, por evidência metodológica forte é necessário um estudo cross-over. Avaliação da influência DN em indivíduos saudáveis ​​e em observação IRT sem DN são necessários. Além disso, fase fértil fêmea e seu possível impacto para a resposta autonômica devem ser observados no futuro.

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Conclusões
A presença de PG ativos dentro do músculo glúteo mínimo entre os indivíduos ciática subaguda foi confirmada. Todos os pacientes ciática PG-positivos apresentados DN vasodilatação relacionado na área de dor referida. Além disso, a presença de PG relacionados fenômeno autônomo sugere o envolvimento da atividade nervosa simpática em pathomechanism dor miofascial. Embora o significado clínico da PG em pacientes ciática subaguda é possível, mais estudos sobre um grupo maior de pacientes ainda são necessários.

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Agradecimentos
Agradecemos Malgorzata Mankowska e Richard Ashcroft que forneceu serviços de revisão em nome da National Science Centre

A fonte de financiamento para todos os autores foi: o Centro Nacional de Ciência, número do auxílio N N404 268.339.

Financiamento

Este trabalho foi parcialmente financiado pelo Centro Nacional de Ciências Polonesa, número do auxílio N N404 268.339.

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Abreviações
AURP Autonomic dor referida
DN agulhamento seco
IRT Infrared câmera termovisual
O óxido nítrico NO
SNS sistema nervoso simpático
Temperatura média Tavr
Temperatura máxima Tmax
Tsk A temperatura da pele
PG pontos-gatilho
VAS escala Visual analógica
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Notas de Rodapé
Interesses competitivos

Os autores declaram que não têm interesses conflitantes.

Contribuições dos autores

ES: Concepção e desenho do trabalho, de aquisição de dados, interpretação de dados, elaboração do artigo; Todos os autores leram e aprovaram o manuscrito final.

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Trata-se da distribuição das vagas reservadas para pessoas com necessidades especiais.

Anteriormente foi divulgada alteração no período das inscrições, que começa às 12h do dia 24 de agosto de 2015 e vai até às 15h do dia 24 de setembro de 2015, e os pedidos devem ser realizados no sitebombinhas.fepese.org.br. As taxas variam de R$ 80,00 até R$ 120,00.

Ao todo são 128 vagas distribuídas entre os níveis de escolaridade e cargos relacionados a seguir:

  • Nível Fundamental: Agente de Serviços Gerais (2), Agente Operacional (15), Mecânico de Manutenção (1), Motorista (2), Motorista Socorrista (4), Operador de Máquina (2), Pedreiro (2), Servente de Merendeira (15), Zelador de Cemitério (1), Zelador Patrimonial (4), Auxiliar Administrativo (2), Recepcionista (2), Agente Comunitário de Saúde (CR) e de Combate as Endemias (1);
  • Nível Médio: Agente Administrativo (5), Auxiliar de Biblioteca (1), Auxiliar de Consultório Dentário (2), Fiscal (2), Fiscal de Saneamento (2), Monitor (10), Monitor de Informática (2), Monitor de Transporte Escolar (4), Recepcionista de Posto de Saúde (2), Secretário de Estabelecimento Escolar (2), Técnico em Agrimensura (1), Técnico em Edificações (1), Técnico em Enfermagem (4), Técnico em Enfermagem Socorrista (2), Técnico em Radiologia (1) e Técnico em Turismo (CR);
  • Nível Superior: Agente de Educação Inclusiva (1), Arquiteto (CR), Assistente Social (1), Bibliotecário (CR), Biólogo (CR), Contador Geral (CR), Coordenador Pedagógico (2), Enfermeiro (3), Engenheiro Civil (CR), Engenheiro Sanitarista Ambiental (CR), Farmacêutico (CR), Fisioterapeuta (CR), Fonoaudiólogo (CR), Médico nas especialidades de Cardiologista (1), Clínico Geral (CR), ESF (2), Ginecologista (1), Pediatra (1) e Veterinário (CR), Naturólogo (CR), Nutricionista (1), Odontólogo (2), Procurador (CR) e Professor de Ensino Religioso (1), Geografia (1), História (1), Informática (1), Inglês (1), Língua Portuguesa (1), Matemática (1), Educação Física (2), e Pedagogo (10), Psicólogo (2), Treinador Desportivo (1) e Turismólogo (CR).

Entre os salários há valores de R$ 536,75 até R$ 12.317,03, e as jornadas variam de 10h até 40h semanais.

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Concurso Publico Prefeitura de Tavares – RS

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Com novas oportunidades para moradores de Tavares, no Rio Grande do Sul, a Prefeitura Municipal anuncia a primeira retificação do Concurso Público.

O edital corrige para “40h” a carga horária do cargo de Enfermeiro e a escolaridade de Técnico de Contabilidade, bem como as atribuições para esta última função.

As remunerações vão de R$ 721,29 a R$ 8.360,00 e você pode candidatar-se para os seguintes cargos:

  • Nível Fundamental Incompleto/ Completo: Agente Administrativo Auxiliar (2); Agente Comunitário de Saúde (7); Agente de Vigilância Ambiental em Saúde (2); Atendente de Consultório Dentário (1); Carpinteiro (1); Merendeira (2); Merendeira Praia do Farol (1); Mecânico (2); Motorista (CR); Operador de Máquinas (1); Operário (1); Operário Especializado (1); Pedreiro (1); Servente (6); Vigilante (1);
  • Nível Médio/ Técnico Completo: Agente Administrativo (2); Eletricista (1); Fiscal (1); Fiscal Ambiental (1); Monitor Escolar (2); Técnico Agrícola (CR); Técnico em Contabilidade (CR); Técnico em Enfermagem (4); Técnico em Informática (CR); Técnico em Radiologia (1); Tesoureiro (CR); Vigilante Sanitário (CR);
  • Nível Superior Completo: Arquiteto (1); Assistente Social (1); Advogado (1); Biólogo (1); Contador (1); Engenheiro Civil (CR); Engenheiro Agrônomo (1); Enfermeiro (2); Fisioterapeuta (1); Fonoaudiólogo (1); Farmacêutico (1); Médico (4); Médico-veterinário (CR); Médico Pediatra (1); Médico Ginecologista/ Obstetra (1); Nutricionista (1); Odontólogo (2); Psicólogo (1) e Professores de Educação Infantil (7); Ensino Fundamental 1ª a 4º Séries (CR); Ensino Fundamental 1ª a 4ª Séries – Lotação Praia do Farol (1); Ensino Fundamental 5ª a 8ª Séries de Artes (1); Ciências (1); Educação Física (CR); História (1); Geografia (1); Língua Portuguesa (1); Língua Estrangeira – Inglesa (1); Língua Estrangeira – Espanhol (1); Matemática (1).

As inscrições devem ser feitas no período de 8 a 22 de setembro de 2015 pelo site www.unars.com.br. O pagamento da taxa de R$ 55,00 a R$ 155,00, deve ser feito em qualquer agência por meio de boleto bancário.

Prepare-se para as etapas de classificação, que consistem em Prova Escrita, Teste Prático e Prova de Títulos, sendo que a primeira está prevista para ocorrer em 18 de outubro de 2015 e será composta por questões de Língua Portuguesa, Matemática, Informática e outros assuntos.

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Artigo Sobre Agulhamento Seco – Dry Needling

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Agulhamento seco profunda de pontos de gatilho localizados no músculo pterigóideo lateral: A eficácia e segurança do tratamento para a gestão da dor miofascial e disfunção temporomandibular

Resumo

Para determinar se agulhamento seco profunda (DDN) de pontos-gatilho (TPs) no músculo pterigóideo lateral (LPM) reduziria significativamente a dor e melhorar a função, em comparação com medicação metocarbamol / paracetamol.

Material e métodos

Quarenta e oito pacientes com dor miofascial crónica localizada na LPM foram seleccionados e distribuídos aleatoriamente para um dos dois grupos (grupo de teste DDN, n = 24; grupo de controlo tratado com o fármaco, n = 24). O grupo de teste recebeu três aplicações de agulhamento da LPM uma vez por semana durante três semanas, enquanto os pacientes do grupo de controle receberam dois comprimidos de uma combinação metocarbamol / paracetamol a cada seis horas por três semanas. As avaliações foram realizadas pré-tratamento, 2 e 8 semanas após o término do tratamento.

Resultados

A diferença estatisticamente significativa (p <0,05) foi detectada em ambos os grupos no que diz respeito à redução da dor em repouso e com a mastigação, mas o grupo de teste DDN tinham significativamente melhores níveis de redução da dor. Além disso, diferenças estatisticamente significantes (p <0,05) até dia 70 no grupo de teste foram vistos com respeito a boca máxima abertura, lateralidade e protrusão movimentos em comparação com os valores de pré-tratamento. A redução da dor no grupo de teste foi maior como uma função da intensidade da dor na linha de base. A avaliação da eficácia como avaliado tanto por doentes / investigadores foi melhor para o grupo de teste. 41% dos doentes que receberam o tratamento de combinação de fármacos descritos efeitos secundários desagradáveis ​​(principalmente sonolência).

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Conclusões

DDN de TPs na LPM apresentou melhor eficácia em reduzir a dor e melhorar a máxima abertura de boca, lateralidade, e os movimentos de protrusão, em comparação com tratamento metocarbamol / paracetamol. Nenhum evento adverso foi observado com relação a DDN.

Palavras-chave: síndrome miofascial dor, pontos-gatilho miofasciais, agulhamento seco profundo, músculo pterigóideo lateral, randomizado, controlado desordens temporomandibulares.

Introdução

Síndrome dolorosa miofascial (MPS) é uma doença complexa do sistema músculo-esquelético com vários envolvimento fatorial e diversas apresentações clínicas em várias áreas do corpo, sendo um deles na região orofacial com envolvimento da articulação temporo-mandibular (ATM) e mastigatória músculos (1). MPS deve ser suspeitada em pacientes com dor nos músculos mastigatórios, juntamente com a existência de pontos de gatilho dolorosos (TPs) à palpação, e limitação de abertura interincisal (2). Um dos músculos mastigatórios mais freqüentemente afetadas é o músculo pterigóideo lateral (LPM) (3), e no fundo agulhamento seco (DDN) é uma das técnicas utilizadas para o tratamento. Sua finalidade é para inactivar o TPs (4), sendo este um resultado essencial para a gestão eficaz desta patologia. Relatos da literatura atestam a segurança, eficácia e baixo custo deste tipo de tratamento (5-12).

O objetivo do presente estudo foi investigar se DDN da LPM pode reduzir a dor e aumentar a mobilidade mandibular em comparação com a administração de um tratamento de combinação metocarbamol / paracetamol. Os objetivos secundários foram avaliar o nível de melhora no estado geral da ATM, bem como para avaliar a tolerância do paciente aos tratamentos seguidos, e os efeitos colaterais relatados.

Material e métodos

– Assuntos

Um, único ensaio randomizado aberto centro clínico foi realizado no Ambulatório do Departamento de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial do Hospital Universitário Virgen del Rocío, em Sevilha (Espanha), entre maio e outubro de 2013. masculino e do sexo feminino entre 18 e 65 anos de idade com dor miofascial temporo-mandibular localizado na LPM foram inscritos após a confirmação da MPS de acordo com sinais clínicos de Simons (4,13) e resultados de imagem, radiografia panorâmica e ressonância magnética (MRI), para descartar a presença de outras condições. Foram incluídos pacientes com temporo-mandibular dor miofascial de duração superior a seis meses apenas, ou com limitação moderada do movimento mandibular (interincisiva abertura limitada a <40 mm e alongamento passivo necessária para forçar a abertura por ≥ 5 mm, de acordo com critérios do Grupo I . da RDC-TMD Consórcio Internacional (14), com a presença de TPs na LPM foram avaliados os critérios diagnósticos seguinte de inclusão: a) forte dor na parte anterior do baixo-ventre da LPM à palpação; b) dor profunda na ATM e / ou região do seio maxilar (dor referida); e c) disfunção motora significativa (abertura da mandíbula limitado, saliência dolorosa do queixo contra a resistência, lateralização mandibular para o lado oposto ao abrir). Os indivíduos foram excluídos se apresentou com uma ou mais das seguintes condições: ATM desarranjos internos com deslocamento anterior do disco sem redução, doença articular degenerativa, história de trauma de mandíbula, doenças vasculares, enxaqueca e cefaléia tensional, e história de condições infecto-inflamatórias das origem odontogênica. Se outro TP pode ser detectada em qualquer um dos outros músculos elevadores, estas áreas foram inactivados antes DDN de TP na LPM, de modo que 8 doentes do nosso estudo com a TPS também no músculo masséter recebido, para além do tratamento com DDN, um adjuvante tratamento com massagem profunda e alongamento manual do músculo masséter, a fim de preparar a zona de tratamento (LPM) de relaxamento muscular de estruturas adjacentes.

O Comitê de Ética e Pesquisa Clínica do Hospital aprovou o estudo (2013PI / 119). Declaração de Helsinque foi seguido orientações. Antes de inclusão, todos os pacientes assinaram um termo de consentimento informado.

– Design de estudo

Os doentes foram distribuídos aleatoriamente para um dos dois grupos (Epidat 4.0). O grupo DDN recebeu agulhamento da LPM uma vez por semana durante 3 semanas. As avaliações clínicas foram realizadas no dia basal (dia 0) e nos dias 28 e 70 após o início do tratamento. Os dados foram coletados em cada visita por um mesmo observador. Para a terapia DDN, agulhas de aço inoxidável estéreis (Comprimento 40 mm / calibre 0,25 mm, com um guia de plástico cilíndrica; Agu-punt ®) foram utilizados (Fig (Fig.1) .1.). A área pré-auricular foi limpo com álcool 90 °, eo LPM manualmente localizado intra e extra-oral, de forma unilateral (Fig. (Fig.2) .2). Agulhamento intramuscular foi então levada a cabo. Isto foi realizado por meio de um punção profundamente TPs de dor miofascial, sem a introdução de qualquer substância (agulhamento seco) (Fig. (Figura 3) 3) (4,15). O objectivo era o de provocar uma reacção de salto ou resposta de contracção local (LTR) em todos os casos quando a agulha foi inserida num TP (3,15,16). O procedimento foi seguido por hemostase compressão durante um minuto.

A agulha foi inserida tendo em conta a relação entre o músculo e TPS com as estruturas anatómicas circundantes. A presença de uma resposta de contração local durante DDN é importante, dada a sua relação comprovada com o terapêutico desejado …
O grupo de controlo foi dado um metocarbamol (380 mg) e de paracetamol (300 mg) terapia de combinação de fármacos, a uma dose de dois comprimidos a cada seis horas durante três semanas. Para o grupo de controlo, avaliações clínicas foram realizadas no dia basal (dia 0) e nos dias 28 e 70 a seguir ao início do estudo. Os dados foram coletados em cada visita por um mesmo observador.

– Medidas

Os principais parâmetros para avaliar a eficácia do tratamento foram: 1) dor em repouso e na mastigação utilizando a escala visual analógica (VAS 10 cm), e 2) amplitude dos movimentos mandibulares associadas a abertura da boca, movimentos laterais e protrusão medida com uma régua Therabite®. Sinais que foram avaliados como indicadores da eficácia da DDN foram: redução significativa da dor miofascial em repouso e com a mastigação, a recuperação de faixas normais de abertura bucal, movimentos laterais e protrusivos, e melhorou o desempenho da ATM. Além disso, TMJ afetação foi avaliada através de um questionário constituído por uma escala de 100 pontos (0 pior estado, 100 ótimo estado) com base na dor (máximo de 40 pontos), função (45 pontos) e mastigação (15 pontos). Desfechos secundários de eficácia foram as avaliações de eficiência globais avaliadas pelo paciente e os autores utilizam uma escala de 5 pontos, variando de 0 a pior melhor-4. A tolerabilidade ao tratamento foi avaliada pelo paciente e os autores usando uma escala de 5 pontos (0-muito mau, 1-Bad, 2-aceitável, boa-3, 4-excelente). O tipo e frequência de eventos adversos foram registrados em cada visita.

– Análise estatística

Os dados foram analisados ​​com o software de estatística (IBM SPSS Statistics 19.0). Os dados longitudinais foram analisadas pela primeira vez com um teste estatístico global (teste de Friedman). Frequências absolutas e relativas foram usadas no caso de variáveis ​​qualitativas. O teste de Shapiro-Wilk (n <50) para a normalidade foi utilizado para as variáveis ​​quantitativas, que foram expressas como média e desvio padrão (SD) ou como o percentil quinquagésimo (P50; mediana), ou P25-P75 (intervalo interquartil). Não normalmente dados distribuídos foram analisados ​​com testes não paramétricos. Pré e pós-intervenção comparações das variáveis ​​em cada grupo foram realizadas utilizando o teste de Friedman eo teste de Wilcoxon (com correção de Bonferroni) para analisar as variações intra-grupo entre dia 0 e dia 28 e entre o dia 0 e no dia 70. As comparações entre os grupos de estudo foram realizadas com o teste-U de Mann-Whitney para cada instante de tempo. Valores de P <0,05 foram considerados para indicar o significado estatístico.

Resultados

Quarenta e oito doentes foram selecionados e distribuídos aleatoriamente para o estudo (teste DDN grupo, n = 24; grupo de controlo tratado com o fármaco, n = 24). Ambos os grupos tiveram macho-à-fêmea proporções idênticas (5 machos: 19 do sexo feminino), e distribuições de idade semelhantes (média de 34,3 ± 13,8 anos SD no grupo DDN vs. 35,5 ± 11,2 no grupo controle). No grupo DDN, à direita e à esquerda da ATM foram afetadas em 12 casos cada; no grupo controle, a ATM direito foi afetado em 16 dos 24 pacientes e ATM esquerda no restante. Os achados radiológicos não mostraram nenhuma alteração na morfologia das superfícies articulares. Exames de ressonância magnética revelou alterações significativas. Todos os pacientes do grupo DDN concluído o julgamento, enquanto que no grupo de drogas 8 pacientes terminado o estudo prematuramente na fase de avaliação (não recebendo medicação na época).

Os dados das tabelas são a média das diferenças entre os diferentes dias. A partir do dia 0 ao dia 70, o escore de dor média em repouso no grupo DDN diminuiu a taxa de 68%, e 63% para o grupo controle. Para cada grupo, a redução da dor em repouso foi estatisticamente significativa nos dias 28 e 70 com respeito ao dia 0, enquanto que a redução da dor em repouso produzido em ambos os grupos foi significativamente melhor no grupo DDN em comparação com o grupo de controlo no dia 28 (p = 0,005) e no dia 70 (p = 0,016) (Tabela 1).

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Dor em repouso e em mastigação.

A partir do início do estudo para os dias 70, dor associada a mastigação diminuiu, em grupos de controlo e DDN, uma taxa de 69%, e 72%, respectivamente. A diminuição da dor com a mastigação foi estatisticamente significante no dia 28 para ambos os grupos, e no dia 70 para o grupo DDN sozinho. Uma comparação da redução da dor produzida em ambos os grupos em destaque uma maior redução estatisticamente significativa da dor no grupo DDN comparado com o grupo de controlo no dia 28 (p <0,001) e no dia 70 (p = 0,011) (Tabela 1).

O grupo DDN mostrou melhorias na máxima abertura de boca, lado esquerdo, lado direito e movimentos de protrusão do dia 0 ao dia 70; estes aumentaram, respectivamente, uma taxa de 2%, 38%, 29% e 40%. Os pacientes do grupo controle mostraram melhora movimentos mediana envolvendo abertura da boca e deslocamento para o lado esquerdo no dia 70 com relação ao dia 0, aumentando, respectivamente, uma taxa de 13,75% e 13%. No entanto, no grupo controle, a gama de movimento lateral direita não mostrou variação no dia 70 com relação ao dia 0, e a distância protrusão diminuiu 20% no dia 70. Melhoria nos movimentos de abertura bucal máxima, lado esquerdo, direito movimentos laterais laterais e protrusão foi estatisticamente significativa apenas para o grupo DDN nos dias 28 e 70. protrusão mandibular nos dados DDN grupo foi significativamente melhor do que no grupo de controlo no dia 28 (p = 0,031) e no dia 70 (p = 0,001) . Uma comparação entre a alteração em cada um dos movimentos mandibulares observados em cada grupo nos dias 28 e 70 mostraram que os movimentos do lado esquerdo, do lado direito e a saliência no grupo DDN foram estatisticamente significativamente melhorada em comparação com o grupo de controlo, mas nenhuma melhoria significativa na abertura máxima foi observada (Tabela 2, Tabela 3, Tabela 4).

Movimento protrusão.

Uma avaliação da funcionalidade da ATM mostrou que as pontuações médias do grupo DDN melhorado quase uma taxa de 56%, a partir do início do estudo para o dia 70. No grupo de controlo, houve uma melhoria na mediana da pontuação com um aumento de 35%. A melhoria na funcionalidade ATM foi estatisticamente significativa nos dias 28 e 70 do estudo em ambos os grupos. A mudança na pontuação que ocorreram de dias 0-28 e 0-70 do estudo mostraram uma melhora estatisticamente significativa para o grupo DDN em comparação com o grupo controle (p = 0,027) com relação à pontuação dia 28, mas não o dia 70 pontuação. Observou-se também uma diferença estatisticamente significativa (p = 0,030) entre os escores iniciais para ambos os grupos (dia 0), mas isso não era relevante do ponto de vista clínico, pois os pacientes foram divididos aleatoriamente em grupos.

Os pacientes nos grupos de controlo e DDN considerada o resultado de o seu tratamento para ser óptima em 42% e 13% dos casos, respectivamente, enquanto que para os autores estes valores foram de 50% e 8% para os respectivos grupos. A tolerância ao tratamento foi avaliada pelos pacientes como excelentes em 25% e 4%, para os grupos de controlo e DDN, respectivamente. Nenhum doente no grupo DDN exibiram efeitos secundários em qualquer um dos dias do estudo, enquanto 10 pacientes (41%) no grupo de controlo relataram efeitos colaterais relacionados com a terapia do fármaco (que consiste principalmente de sonolência).

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Discussão
As diretrizes clínicas relacionadas ao tratamento de DTM recomendar o tratamento da dor miofascial a partir de uma abordagem multidisciplinar. No entanto, dentro de tratamentos disponíveis para a dor muscular crônica, há uma escassez de estudos sobre a eficácia da TP-agulhamento em músculos mastigatórios, dando assim origem ao nosso objetivo de estudar o DDN de miofascial TPs na LPM. O mecanismo de inactivação de um TP por agulhagem é desconhecido, embora se considera que a presença de uma LTR durante DDN é importante dado o seu relacionamento com o comprovado efeito terapêutico desejado (3,4,13,15-21).

Desde técnicas de alongamento e massagem são difíceis e complicadas pelo acesso espacial limitada à LPM, agulhamento de TPs pode ser necessária (3,4,9). A importância crítica deste músculo como origem da dor miofascial temporomandibular faz aquisição das competências necessárias para a realização de TP agulhamento um exercício que vale a pena. A abordagem externa (extra DDN oral) permite a inserção de agulhas do centro de TPs nos ventres musculares das duas divisões do músculo e da inserção dos TPs posteriores cruzamentos miotendínea de ambas as divisões (3,4). Determinar o local correto da massa muscular é essencial para a técnica que usamos, por isso, os fatores que interferem representados pelas estruturas ósseas nas proximidades (arco zigomático, processo coronóide, côndilo e sigmóide nível da mandíbula) deve ser contornado. Não parece haver nenhuma necessidade de realizar o controle eletromiográfico (22), dada a TPs pode ser detectada através dos seguintes critérios diagnósticos já descritas e pela obtenção de uma LTR durante o agulhamento.

O objectivo do presente estudo foi avaliar a eficácia de três aplicações de tais agulhagem do LPM numa base de uma vez por semana durante três semanas. Deste modo, foi feita uma comparação da intensidade da dor em repouso e após a mastigação, bem como as medições de intervalos de abertura máxima da boca, lateralidade, e movimentos salientes. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significativas a favor da DDN comparados com relação a uma terapia de combinação metocarbamol / paracetamol oral. Nem tratamento foi superior ao outro, relativa à limitação de abertura mandibular. Nos doentes tratados com DDN, os parâmetros foram significativamente melhoradas em ambas as visitas de seguimento (dias 28 e 70) em relação ao dia 0. Este não era o caso para o grupo controle, em que apenas a dor no dia 28 foi estatisticamente melhorou significativamente. Quando foi avaliada a funcionalidade da ATM, com o teste de 100 pontos, a abordagem de tratamento DDN era claramente superior. Do mesmo modo, a avaliação global pelos pacientes e os autores da eficácia do tratamento, e a avaliação da tolerância ao tratamento de pacientes, foi melhor com os três aplicações de DDN do que com metocarbamol / paracetamol tratamento de combinação. A redução da dor no grupo tratado com DDN era tanto maior quanto maior era a intensidade da dor na linha de base (dia 0). A avaliação global da eficácia como avaliado tanto pelos pacientes e autores era melhor para o grupo de teste DDN. Nenhuma reação adversa foi detectado com DDN, enquanto que até 41% dos pacientes que receberam o tratamento de combinação de fármacos descritos efeitos colaterais desagradáveis ​​(sonolência).

Este estudo tem algumas limitações. Em primeiro lugar, a avaliação do tratamento foi limitada apenas aos efeitos observados em curto e médio prazo (oito semanas após a conclusão da DDN de TPs na LPM). Um estudo com uma amostra de tamanho maior e um período de seguimento mais longo é necessário para determinar os benefícios de longo prazo da DDN de TPs nesse músculo. A segunda limitação é que o estudo não era uma verdadeira dobrou-cego e incluiu um grupo de comparação activo tratamento com metocarbamol / paracetamol, como grupo de controle. Uma terceira limitação é que o grupo controle apresentou um número significativo de sujeitos do estudo de abstinência (8 pacientes), com a principal razão para o abandono sendo devido a dificuldades pessoais associadas com os pacientes mantendo seus compromissos agendados.

Para concluir, DDN de TPs na LPM apresentou melhor eficácia e segurança na redução da dor e melhorando a máxima abertura de boca, lateralidade, e os movimentos de protrusão em pacientes com dor crônica miofascial localizado em que o músculo, em comparação com uma terapia de combinação metocarbamol / paracetamol oral. A melhoria persistiu durante 8 semanas após a conclusão do tratamento, e foi proporcional à intensidade da dor no início do estudo. Nosso estudo também sugeriu que os pacientes com um status funcional pior antes do tratamento obtido os melhores resultados finais. Nenhum evento adverso grave foi observada no que diz respeito à técnica de agulhamento seco.

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ARTIGO DE REVISÃO

Toxina Botulínica do Tipo A: mecanismo de ação

Resumo

Neste trabalho de revisão, são abordados inicialmente aspectos históricos das pesquisas para a obtenção e utilização da toxina botulínica do tipo A (BoNT/A), inicialmente como arma biológica e depois como medicamento. Em seguida descreve-se detalhadamente a estrutura e síntese da BoNT/A, com ênfase às cadeias leve e pesada para na seqüência descrever-se o mecanismo de ação. O mecanismo de ação é explorado nos seus aspectos de relaxamento muscular sobre músculos estriados (inibição da liberação de acetilcolina) e ação sobre o reflexo de estiramento medula; ação antinociceptiva, através do bloqueio da liberação de peptídeos relacionados com a dor e sobre o sistema nervoso autônomo, atuando sobre glândulas (salivar, sudorípara e lacrimal) e sobre bexiga e próstata. Ainda discute-se os efeitos diretos e indiretos da BoNT/A sobre o Sistema Nervoso Central, os aspectos relacionados à antigenicidade quando utilização deste recurso terapêutico e as direções futuras para este recurso.

Palavras-chave: toxina botulínica tipo A, sistema nervoso central/efeitos de drogas, literatura de revisão como assunto

INTRODUÇÃO

As Neurotoxinas Botulínicas (NTB) são produzidas pela bactéria anaeróbia Clostridium botulinum e são consideradas as toxinas mais potentes conhecidas. Sua alta toxicidade aliada a mecanismos de ação extremamente específicos lhes confere características únicas de alta periculosidade, por um lado, associada á altíssima utilidade nas ciências médicas, por outro.1

O uso de toxinas biológicas, agentes infecciosos e venenos químicos para matar inimigos não é uma novidade. Durante séculos populações nativas de várias regiões utilizaram toxinas obtidas de plantas e venenos de anfíbios para aumentar a letalidade de suas armas.2 A utilização das NTB como armas biológicas começou a mais de 60 anos atrás pelos Japoneses, através do Biological Warfare Group – Unit 731, que conduziu experimentos em prisioneiros de guerra para determinar a letalidade da ingestão do Clostridium botulinum.2

Devido á sua extrema alta potência as NTB foram utilizadas, durante a II Guerra Mundial, por ambos os lados, ForçasAliadas e Forças do Eixo, no sentido de avaliar o seu potencial como arma biológica.3

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Os Estados Unidos foram os primeiros a produzir a Toxina Botulínica do Tipo A(BoNT/A) durante a II Guerra Mundial em resposta a suspeita da utilização desta arma biológica pelos alemães. Mais tarde os soviéticos produziram amplos estoques de BoNT/A como arma biológica. Irã, Iraque, Síria e Coréia do Norte também são suspeitos de estarem envolvidos neste tipo de produção. O Iraque admitiu oficialmente, em 1995, ter produzido 19.000 de litros de concentrado de toxina botulínica, o que seria suficiente para matar 3 vezes toda a população mundial. Acredita-se que 10.000 litros deste concentrado tenham sido transformados em armas biológicas e acondicionados para distribuição.2

Apesar das dificuldades associadas á dissociação da BoNT/A na forma de aerossol, um ataque desta natureza sobre a população civil poderia causar um grande número de casos fatais (estima-se 10% de morte em um raio de 500ms á partir do ponto de dispersão do produto). A dose letal da BoNT/A para humanos na forma inalada é de 0.7-0.9µg (ou 0.001 µg/kg). Ela é 15.000 vezes mais potente que o Agente Nervoso VX e 10.000 vezes mais tóxica que o Agente Nervoso Sarin, dois dos mais comuns agentes nervosos organofosforados.2 Um único grama de BoNT/A, apropriadamente distribuída, em condições ambientais ideais, é capaz de matar um milhão de pessoas.2

Não obstante o uso de armas biológicas terem sido formalmente encerrado com a assinatura da Convenção para Armas Biológicas em 1972, fatos recentes no Oriente Médio confirmam a utilização das NTB pelas forças militares do Iraque durante a Guerra do Golfo.4

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As NTB, quando não utilizadas na forma de armas biológicas ou de medicamentos, podem provocar quadros de botulismo em humanos tendo como etiologia a ingestão de alimentos contaminados, a infecção de feridas ou ainda colonização intestinal de recém-nascidos.1 O botulismo passou a ser um problema de saúde pública a partir do século 19 com o advento da conservação de alimentos, porém com as modernas práticas de preparação industrial de alimentos, o botulismo passou a ser uma ocorrência rara e por este motivo não há necessidade de vacinação da população geral.1 Já a população militar, devido ao seu risco intrínseco, é normalmente vacinada.
Após a contaminação, os sintomas de botulismo aparecem com 24-36horas, porém se a porta de entrada são feridas infectadas, estes sintomas podem demorar vários dias. O diagnóstico é baseado na observação clínica e na história natural da doença. Uma paralisia flácida, simétrica e descendente é característica, associada a boca seca, náuseas e diarréia. O botulismo é normalmente suspeitado quando aparecem sinais de disfunção de pares de nervos cranianos, que tipicamente se iniciam pelos olhos com visão borrada, diplopia, seguida de disartria, disfagia e falência respiratória pelo comprometimento do diafragma.2

A confirmação diagnóstica é realizada através de procedimentos laboratoriais que incluem a incubação de culturas anaeróbicas, testes de toxicidade do soro e exame eletroneuromiográfico. O diagnóstico diferencial deve ser feito com Síndrome de Guillain-Barré, polineuropatias inflamatórias agudas e intoxicação por magnésio. Feito o diagnóstico, o tratamento é realizado com soro anti-botulismo e a recuperação ocorre em torno de 2 semanas.2

Já o desenvolvimento das NBT como medicamentos iniciou-se em 1981 com a descrição da injeção de BoNT/A nos músculos dos olhos para o tratamento do estrabismo. Em 1989, após exaustivos testes laboratoriais e clínicos, o Food and Drug Administration (FDA) aprova o uso terapêutico de BOTOX, Allergan Inc., Irvine, Califórnia, USA, para o tratamento do estrabismo, blefaroespasmo e espasmo hemifacial. Em 2000 o FDA aprova BOTOX e a toxina B (MyoblocTM, Elan Pharmaceuticals Inc., Morristown, NJ, USA) para distonia e BOTOX Cosmetic para linhas faciais hipercinéticas.5

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