Critérios do ACR de 1990 para classificação da fibromialgia

Critérios do ACR de 1990 para classificação da fibromialgia

Objetivo

Com base na comparação de pacientes com queixas de dor semelhante, mas sem fibromialgia, o comitê do American College of Rheumatology (ACR) descobriu que a presença de dor generalizada (WSP) combinada com pelo menos 11 dos 18 tender points melhor separava pacientes com fibromialgia (FM). e controles, embora algumas combinações de sintomas (por exemplo, fadiga, problemas cognitivos) não tenham sido avaliadas. Isso ocorreu porque os autores não reconheceram a importância desses sintomas no momento do estudo. Os autores sugeriram que a presença de 11 dos 18 tender points e a presença simultânea de WSP por pelo menos 3 meses devem ser os critérios de classificação para FM.

População Pretendida

Pacientes que sofrem de fibromialgia

Método de Uso

Inicialmente destinados para fins de pesquisa, os critérios foram posteriormente amplamente utilizados no diagnóstico clínico, particularmente entre os reumatologistas; eles também foram usados ​​em ciência básica e estudos clínicos. O endosso do ACR ajudou a estabelecer a FM como um diagnóstico clínico respeitável.

Referência

W. Häuser, F. Wolfe. Diagnóstico e testes diagnósticos para fibromialgia (síndrome) Reumatismo, 2012; 64 (4): 194-205

Evidência

A confiabilidade e validade do exame TP fora do contexto das configurações reumatológicas especializadas em SFM nunca foram testadas.

Pesquisas Relacionadas Recentes (do <a rel="nofollow" class="external text" href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ Pubmed”>

Falha ao carregar o feed RSS de http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/eutils/erss.cgi?rss_guid=1d9iTY4hH_PmaJmn3: Ocorreu um problema durante a solicitação HTTP: 422 Entidade não processável

Referências

Referências serão automaticamente adicionadas aqui, veja o tutorial de adicionar referências .

Conteúdos relacionados

Os critérios do American College of Rheumatology (ACR) de 1990 foram um marco no reconhecimento da fibromialgia como uma condição clínica distinta. Antes deles, não havia consenso sobre como diagnosticar a doença, o que frequentemente levava a diagnósticos tardios ou incorretos. A definição de dor generalizada (WSP) e a contagem de tender points (pontos sensíveis) permitiram uniformizar a identificação de pacientes em pesquisas e na prática clínica.

É importante destacar que esses critérios foram originalmente desenvolvidos para fins de classificação em estudos, não como um teste diagnóstico definitivo. A exigência de pelo menos 11 dos 18 tender points, combinada com dor generalizada por pelo menos três meses, ajudou a diferenciar a fibromialgia de outras condições dolorosas. No entanto, a avaliação dos tender points requer treinamento específico e pode ser influenciada pela subjetividade do examinador e do paciente, o que limita sua reprodutibilidade em ambientes não especializados.

Além disso, os critérios de 1990 não incluíam sintomas como fadiga, distúrbios do sono e alterações cognitivas, que hoje são reconhecidos como componentes centrais da síndrome. Essa lacuna levou ao desenvolvimento de critérios mais abrangentes em 2010 e 2016, que incorporam esses sintomas e eliminam a necessidade do exame de tender points. Apesar disso, os critérios de 1990 permanecem historicamente relevantes e ainda são utilizados em alguns contextos de pesquisa.

Na prática clínica atual, recomenda-se uma abordagem integrada que considere não apenas os critérios do ACR, mas também a avaliação global do paciente, incluindo impacto funcional e qualidade de vida. O diagnóstico precoce e o manejo multidisciplinar são essenciais para melhorar os desfechos em pacientes com fibromialgia.

Fontes consultadas

Receba novidades sobre novos cursos

Cadastre seu e-mail para acompanhar as próximas turmas da CampCursos.

Ao cadastrar seu e-mail, você concorda em receber novidades sobre cursos da CampCursos. É possível cancelar a qualquer momento.

Add a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *