Concurso Publico Prefeitura de Guarujá

Concurso Publico Prefeitura de Guarujá

PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARUJÁ – PMG
CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS, COM PROVA, PROVA
PRÁTICA E FORMAÇÃO DE CADASTRO RESERVA
EDITAL 001/2018

As inscrições serão recebidas no período de 01 a 25 de fevereiro de 2018. Deverão ser efetuadas via internet, por meio do endereço eletrônico www.guaruja.sp.gov.br, no ícone indicado para tal, exceto para aqueles que optem e comprovem direito a requerer isenção de pagamento

VAGAS

FISIOTERAPEUTA

VAGAS EFETIVAS  05

VAGAS PARA DEFIC  00

TOTAL VAGAS EFETIVAS 05

CAD. RESERVA  – 38

VAGAS RESERVA PARA DEFIC  02

TOTAL  VAGAS RESERVA – 40

REQUISITOS  – Curso superior completo em Fisioterapia com registro

SALÁRIO VALOR HORA 26,84

CARGA HORÁRIA 20

TAXA DE INSCRIÇÃO R$ 88,00

FORMAS DE AVALIAÇÃO

FISIOTERAPEUTA Prova Objetiva com 50 questões sendo Noções de Saúde Pública: 10 questões e  Conhecimentos Específicos: 40 questões

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES DAS FUNÇÕES

FISIOTERAPEUTA

Planejar, organizar e realizar serviços de fisioterapia, desenvolvendo métodos e técnicas de trabalho que permitam a melhoria da qualidade dos serviços da área de fisioterapia do Município. Executar outras atividades correlatas da área.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

NOÇÕES DE SAÚDE PÚBLICA

Políticas de Saúde: Organização dos serviços de saúde no Brasil, Sistema Único de Saúde: princípios e diretrizes, controle social, indicadores de Saúde, Sistema de vigilâncias em saúde. Endemias e epidemias: situação atual, medidas de controle e tratamento, Modelo Assistencial, Planejamento e programação local de saúde, Política Nacional de Humanização; Constituição Federal /88, Seção II – Da Saúde, Lei Federal nº 8.080 de 19/09/1990, Lei Federal nº 8.142 de 26/12/1990, Política Nacional de Atenção Básica à Saúde- Portaria 2488/2011. Estratégias de Saúde da Família, Núcleos de Apoio à Saúde da Família. Cartilha de Direito e Deveres do Usuário do SUS, Redes de Atenção à Saúde, Política Nacional de Promoção da Saúde, Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, Programas nacionais de saúde; Processo de Trabalho em Saúde. Demografia básica: perfis nacionais, alterações recentes e perspectivas.

FISIOTERAPEUTA

Fundamentos de Medicina Física e de Reabilitação. Atendimentos de pessoas com incapacitações. Avaliações em reabilitação. Avaliação eletrodiagnóstica. Reabilitação de doenças sistêmicas: cardíaca, pulmonar, circulatória. Sistema nervoso. Sistema límbico; Articulações. Coluna vertebral. paciente com dor crônica.

Modalidades físicas. Ortose e prótese. Fisioterapia em pré e pós-operatório nas seguintes áreas: fisioterapia em ortopedia e traumatologia, fisioterapia em neurologia,  fisioterapia em pediatria, fisioterapia cardiovascular e fisioterapia respiratória; Fisioterapia na saúde do trabalhador. Semiologia, exames e diagnósticos dasa anomalias posturais. Processos incapacitantes mais importantes (processos de trabalho, na infância, doenças infectocontagiosas, crônico-degenerativas, alterações biomecânicas, fraturas, pré e pós operatórios do aparelho músculo esquelético e as condições de vida). A aplicação da Fisioterapia nas seguintes áreas médicas: Neurologia. Pneumologia. Ortopédica. Atuação em Cinesioterapia (Bobath, Kabath, Moligan, Mackenzie) mecanoterapia, eletroterapia, hidroterapia, equoterapia, reabilitação pulmonar. Código de Ética Profissional.

Demais conhecimentos compatíveis com as atribuições do cargo.

Confira o edital completo no link abaixo

http://concursos.caipimes.com.br/PMG001_2018/Concurso/Editais

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Confira artigos de Reeducação Postural Global em PDF

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EFEITOS DA REEDUCAÇÃO POSTURAL GLOBAL (RPG) SOBRE A HIPERCIFOSE TORÁCICA: UM ESTUDO DE CASO

Luana Machado Moreira, Juliana Adami Sedrez, Matias Noll, Cláudia Tarragô Candotti

Resumo

A Reeducação Postural Global (RPG) vem sendo empregada na prevenção e reabilitação de alterações posturais, principalmente desordens da coluna vertebral, mas seus efeitos ainda são pouco descritos na literatura. O objetivo do estudo foi verificar os efeitos do tratamento de RPG em um sujeito do sexo feminino com hipercifose torácica. O paciente foi submetido a 10 sessões de uma hora do método RPG. As sessões foram compostas por duas posturas: postura “rã no chão de braços abertos” e postura “em pé contra a parede”. Os dados foram coletados com o instrumento flexicurva antes do início do tratamento (pré-teste), antes e após cada sessão de tratamento, e uma semana após a última sessão do tratamento (pós-teste), sendo obtidos os ângulos das curvaturas da coluna vertebral. Para verificar se houveram diferenças entre as avaliações antes e após cada sessão, foi realizada a média das avaliações antes e após cada sessão, e comparadas a partir do teste de Wilcoxon. As análises foram realizadas no software SPSS 17.0 (a=0,05). Os resultados do presente estudo demonstraram que o tratamento de RPG foi eficaz, em média, após cada sessão de tratamento, na diminuição imediata da hipercifose torácica (p<0,016). Verificou-se também que o tratamento de RPG de 10 semanas foi eficaz na diminuição da hipercifose torácica, ou seja, redução do ângulo da cifose torácica de 53,9º para 49º. Conclui-se que a RPG apresentou efeito agudo de redução da hipercifose torácica no caso estudado, após cada sessão de tratamento e pós 10 semanas de intervenção.

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Efeitos da reeducação postural global e do isostretching em pacientes com lombalgia crônica não-específica: ensaio clínico aleatório

Introdução:

A lombalgia é uma das mais prevalentes disfunções musculoesqueléticas, porém pouco se sabe sobre os métodos posturais no seu tratamento.

Objetivo:

Analisar as alterações de força muscular, flexibilidade, função e dor em pacientes com lombalgia crônica submetidos à Reeducação Postural Global (RPG) e Isostretching.

Métodos:

Trinta e nove pacientes com idade entre 40 e 59 anos foram avaliados antes e após os protocolos de tratamento quanto à flexibilidade pelo teste Sentar e alcançar, força muscular, capacidade funcional pelo Questionário Rolland-Morris e intensidade da dor pela Escala Visual Analógica. A amostra foi aleatorizada em dois grupos (1-RPG; 2-Isostretching), sendo todos tratados individualmente através de 12 sessões de 45 minutos, duas vezes por semana.

Resultados:

Foi observada mediana de redução na intensidade da dor de 28 mm no grupo 1 e de 32 mm no grupo 2; e melhora mediana na capacidade funcional no grupo 1 de 8,5 pontos e de 7 pontos no grupo 2 (p < 0,05). Observou-se mediana de melhora de 7 repetições na força muscular extensora de tronco no grupo 1 e no grupo 2; na Dinamometria de 10 kg/f no grupo 1 e de 12,5 kg/f no grupo 2; de 10 repetições da força abdominal no grupo 1 e 4 repetições no grupo 2 (p < 0,05). No teste Sentar e Alcançar o grupo 1 obteve aumento médio de 3 cm e o grupo 2 de 1,6 cm (p < 0,05).

Conclusão:

Ambos os grupos foram efetivos na melhora de força muscular, flexibilidade, da dor e da capacidade funcional.

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Influência da reeducação postural global na postura, satisfação corporal e qualidade de vida após abdominoplastia: relato de caso

Oliveira, Thalita de; Tascheti, Thauana Garóffalo; Mendonça, Adriana Clemente.
Conscientiae saúde (Impr.); 14(3): 471-476, 30 set. 2015.
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: biblio-2093

Resumo

Introdução:

Após abdominoplastia podem ocorrer alterações posturais e a Reeducação Postural Global (RPG) pode ser uma opção de tratamento.

Objetivo:

Avaliar a influência da RPG sobre postura, satisfação corporal e qualidade de vida pós-abdominoplastia.

Método:

Realizou-se avaliação fisioterapêutica pré e pós-intervenção, com registro fotográfico para análise da postura pelo Software de Avaliação Postural (SAPO), coleta do questionário de satisfação corporal (Body Shape Questionaire- BSQ) e do questionário de qualidade de vida utilizando o WHOQOL-BREF. Dez sessões de RPG foram realizadas uma vez por semana, com duração aproximada de 60 minutos cada sessão.

Resultados:

Houve melhora da protusão do ombro e da inclinação lateral da cabeça, discreta diminuição na anteriorização e elevação da caixa torácica, aumento da cifose torácica e da anteversão pélvica, sem alteração de satisfação corporal e qualidade de vida. Conclusão: A intervenção com RPG exerceu discreta influência sobre a postura e não interferiu na satisfação corporal e na qualidade de vida.

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Tratamento para escoliose pelo método de reeducação postural global (RPG) em deficientes visuais totais: série de casos / Treatment of scoliosis by global postural reeducation (GPR) in totally visually impaired individuals: a case series

Tavares, Graziela Morgana Silva; Santo, Caroline Cunha do Espírito; Parizotto, Patrícia; Sperandio, Fabiana Flores; Santos, Gilmar Moraes.
Sci. med. (Porto Alegre, Online); 25(3): ID21172, jul.-set.2015.
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: biblio-832229
Resumo

OBJETIVOS:

Avaliar a magnitude da escoliose em adultos jovens com deficiência visual total antes e após o tratamento por Reeducação Postural Global (RPG).

MÉTODOS:

Foram selecionados intencionalmente sujeitos com deficiência visual total, vinculados a uma instituição educacional para portadores de deficiência visual na grande Florianópolis, estado de Santa Catarina, com idade entre 18 a 40 anos, capacidade de ficar em pé de forma independente e presença de gibosidade ao exame físico. Foram excluídos indivíduos com distúrbios vestibulares, grávidas, diabéticos e amputados. Os dados radiológicos foram coletados em um serviço de referência em exames de imagem no estado de Santa Catarina antes e após oito sessões de RPG. Os dados foram analisados por meio da estatística descritiva e teste t de Student para amostra pareada.

RESULTADOS:

A amostra inicial foi composta por nove indivíduos, entretanto houve perda amostral de três sujeitos devido a desistência, suspeita de gravidez e mudança de residência, ficando a amostra final composta por seis indivíduos, quatro do gênero masculino e dois do gênero feminino, com média de idade de 34,66±4,27 anos. Os resultados evidenciaram que após oito sessões pelo método de RPG o ângulo de Cobb reduziu em quatro sujeitos, manteve-se em um e aumentou em um. Entretanto, considerando-se as médias dos ângulos de Cobb pré e pós tratamento dos seis participantes, não houve diferença estatisticamente significativa. A média dos ângulos de Cobb pré-tratamento foi 8,91º±4,52º e a média pós-tratamento foi 5,83º±4,52º (p=0,16).

CONCLUSÕES:

No presente estudo, o método de RPG, após oito sessões, não alterou a magnitude média da curva escoliótica dos seis indivíduos com deficiência visual total. No entanto, na maioria dos indivíduos (quatro entre os seis) houve redução no valor do ângulo de Cobb.

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Artigo Sobre a Tecnica de Maitland

Artigo Sobre a Tecnica de Maitland

Uma exploração do conceito de irritabilidade da dor de Maitland em pacientes com dor lombar

Edward T. Barakatt , PT, PhD, uma, * Patrick S. Romano , MD, MPH, b Daniel L. Riddle , PT, PhD, c Laurel A. Beckett , PhD, d e Richard Kravitz , MD, MPH e

Abstrato

A construção de Maitland da irritabilidade da dor musculoesquelética é amplamente utilizada por fisioterapeutas para tomar decisões sobre o vigor do exame e tratamento, mas essa construção não foi definida na medida em que suas propriedades de medição podem ser testadas. Os objetivos deste estudo foram: 1) determinar se os fisioterapeutas utilizam os julgamentos de irritabilidade da dor lombar (LBP) para tomar decisões de tratamento, 2) identificar as características de LBP apropriadas para uma construção de irritabilidade LBP e 3) desenvolver uma construção de medição de irritabilidade LBP. Fisioterapeutas avaliaram e trataram 183 indivíduos com LBP. Os terapeutas julgaram a LBP dos indivíduos como irritável ou não irritável, e os tratamentos registrados foram fornecidos na visita inicial. Uma análise de componentes principais (PCA) foi realizada em 14 características LBP relatadas pelo paciente para identificar componentes potenciais de uma construção de medição de irritabilidade LBP. Os julgamentos de irritabilidade dos terapeutas foram encontrados associados aos tipos de tratamentos prescritos. Cinco dimensões da irritabilidade LBP foram identificadas pelo PCA a partir das 14 características LBP consideradas. Quatro dessas dimensões foram associadas aos julgamentos de irritabilidade LBP dos terapeutas. O questionário de incapacidade de Roland-Morris, a presença de sintomas distal e a tolerância à flexão para frente apresentaram maior associação com os julgamentos de irritabilidade do que as dimensões da irritabilidade identificadas neste estudo. As medidas validadas das características de LBP no uso clínico atual podem adequadamente capturar o conceito de irritabilidade de Maitland.

Palavras-chave: Avaliação, dor nas costas, dor nas costas, irritabilidade, espinha lombar, Maitland

A irritabilidade da dor musculoesquelética é uma construção clínica descrita por Maitland1-3. Os julgamentos de irritabilidade são comumente usados ​​por fisioterapeutas no processo de tomada de decisão clínica4-6. Embora amplamente utilizado, a irritabilidade não foi definida na medida em que suas propriedades de medição podem ser claramente testadas e nenhuma pesquisa publicada que explore as características de medição da irritabilidade foi encontrada pelos autores deste artigo. Este estudo foi projetado para explorar as características de medição da irritabilidade.

A gravidade / irritabilidade da dor, conforme definido por Maitland, foi identificada por Smart e Doody como um dos cinco modelos de dor que experimentaram fisioterapeutas utilizados na tomada de decisões clínicas para problemas musculoesqueléticos dos pacientes. Outros modelos de dor que os terapeutas usaram durante o processo de raciocínio clínico incluem mecanismos biomédicos, psicossociais, de dor e de cronicidade . O seguinte é um exemplo de como um terapeuta pode usar o raciocínio clínico de cada um dos modelos de dor para descrever a dor de um único paciente. Um paciente relata dor mecânica subaguda (cronicidade) (biomédica) que provavelmente está associada a um processo inflamatório de resolução (mecanismos de dor). O paciente não apresenta evidências de comportamentos de evitação do medo (psicológicos). O paciente’

Ao avaliar o problema musculoesquelético de um paciente, Maitland não só considerou a gravidade e irritabilidade da dor do paciente, mas também a natureza do transtorno . A interação dessas características contribui para orientar o exame de terapeutas e as decisões de tratamento. A dor é considerada grave se a intensidade for suficiente para interromper a atividade de um paciente. A gravidade da dor é usada como uma consideração na determinação da irritabilidade da dor. A natureza de uma desordem, análoga a uma série de itens do modelo de dor identificados por Smart e Doody, inclui características como estabilidade do problema (piora, melhoria, estabilização), estágio de cura, processos patológicos conhecidos e / ou prevenção de medo Comportamentos.

A irritabilidade é avaliada pelo julgamento 1) o vigor da atividade necessária para provocar sintomas do paciente, 2) a gravidade desses sintomas e 3) o tempo necessário para que os sintomas diminuam uma vez agravada (isto é, persistência da dor) – . Maitland recomendou que os terapeutas que julguem a dor de um paciente como irritável devem limitar o vigor do exame físico e os exercícios inicialmente prescritos ao paciente . O raciocínio para limitar o vigor do exame e tratamento inicial é evitar a exacerbação das queixas de dor do paciente e maximizar a mobilidade do paciente. O benefício de avaliar a irritabilidade da dor lombar (LBP) ao longo de um curso de tratamento não demonstrou melhorar os resultados do paciente. Contudo, – . Os terapeutas usam o estado de irritabilidade do LBP de um paciente como uma ferramenta para avaliar a forma como a prescrição de exercício inicial vigorosa deve ser.

Maitland julgou um paciente ter LBP irritável quando a dor é facilmente agravada, grave e persistente por um período prolongado de tempo após a cessação das atividades agravantes , . Uma hipótese primária da extensão da irritabilidade LBP é feita pelo terapeuta após a história médica e é modificada com base nos achados no exame.

As instruções de Maitland sobre como fazer julgamentos de irritabilidade não estão claramente definidas, mas sim são ilustradas usando vinhetas breves das descrições dos pacientes sobre atividades provocadoras de dor. Maitland nos forneceu um exemplo de fazer um julgamento de irritabilidade usando a atividade de baixo vigor de passar roupas . Suponha que passar roupas durante meia hora provocando LBP na medida em que o paciente deve parar a atividade. Se a dor desaparecer dentro de uma meia hora permitindo que o paciente aumente por mais meia hora, Maitland julgaria a desordem do paciente com menor irritabilidade. No entanto, se o paciente não pode voltar a ferro novamente até depois de dormir durante a noite, Maitland consideraria a desordem como irritável. Um exemplo dado por Koury e Scarpelli de uma condição de ombro irritável ilustra a consideração das mesmas variáveis. Koury e Scarpelli descreveram um paciente que flexiona seu ombro uma ou duas vezes, resultando em um aumento nos sintomas que persistem por 30 minutos como tendo dor irritável. Se os sintomas se dissolvem imediatamente após o retorno da flexão, a dor é considerada não irritável.

Uma vez que uma construção de medição da irritabilidade não foi definida operacionalmente, as avaliações de terapeutas das terapeutas provavelmente conterão uma grande quantidade de variabilidade. Um estudo complementar para esta investigação avaliou a confiabilidade dos julgamentos de irritabilidade LBP de fisioterapeutas conforme avaliado atualmente. A confiabilidade desses julgamentos de irritabilidade foi moderada (estatística kappa = 0,44, ajuste ajustado kappa = 0,5). Este nível de confiabilidade pode ser melhorado com uma definição operacional claramente definida de irritabilidade para pacientes com LBP. Mais importante ainda, a validade de construção dos julgamentos de irritabilidade pode ser melhorada usando uma abordagem psicométrica para definir e testar uma construção de irritabilidade a partir das descrições de Maitland.

Os objetivos deste estudo foram: 1) determinar se os fisioterapeutas modificam o vigor da prescrição do tratamento com base em seu julgamento de irritabilidade; 2) identificar as características de LBP apropriadas para consideração em uma construção de irritabilidade para LBP e 3) desenvolver uma construção de irritabilidade psicométricamente sólida .

Métodos

Fisioterapeutas

Vinte e sete fisioterapeutas, todos que estavam tratando pacientes com LBP em três clínicas de fisioterapia participantes, participaram dessa investigação. Os terapeutas haviam praticado uma média de 6,1 anos (graduação de novo para 21 anos) e receberam uma média de 98 horas de treinamento avançado na avaliação e tratamento de pacientes com LBP sob a forma de cursos de educação continuada de curto e longo prazo. Nenhum dos terapeutas participantes foi certificado como Especialista Clínico Ortopédico pela American Physical Therapy Association, era um colega na Academia Americana de Fisioterapeutas Manuales Ortopédicos, ou recebeu um Mestrado ou Diploma de Pós-graduação em Fisioterapia Manipuladora na época do estudo .

Treinamento pré-estudo

Os fisioterapeutas participantes participaram de uma orientação antes do início da coleta de dados que abrangeu os propósitos e procedimentos desta investigação. A definição de Maitland de irritabilidade com LBP foi analisada identificando as características que orientam a classificação: 1) tempo e vigor de atividade necessária para agravar a dor, 2) gravidade da dor e 3) a persistência da dor após as atividades agravantes são interrompidas. Todos os terapeutas foram informados de que a LBP irritável é facilmente agravada, de intensidade moderada a grave e persistente depois que os sintomas agravantes são interrompidos (embora não tenha sido fornecida orientação específica para a persistência da dor). A LBP não irritável foi descrita como não facilmente agravada, geralmente não grave, e não persistente após a parada da atividade agravante. Os terapeutas disseram que o tratamento para pacientes com LBP irritável pode incluir técnicas manuais, agentes de alívio da dor e / ou exercícios destinados a diminuir ou evitar o agravamento dos sintomas. O tratamento para LBP não irritável pode incluir exercícios de flexibilidade, fortalecimento e / ou condicionamento com preocupação mínima para agravar as queixas de dor. Linhas específicas para decidir o estado de irritabilidade com base na interação entre facilidade de agravamento, gravidade da dor e persistência da dor não foram fornecidas aos terapeutas porque não se sabe que existam. As prescrições de tratamento foram deixadas ao julgamento dos terapeutas com base em suas avaliações. Nenhuma avaliação do conceito de irritabilidade dos terapeutas foi administrada antes da coleta de dados. Agentes de alívio da dor e / ou exercícios destinados a diminuir ou evitar o agravamento dos sintomas. O tratamento para LBP não irritável pode incluir exercícios de flexibilidade, fortalecimento e / ou condicionamento com preocupação mínima para agravar as queixas de dor. Linhas específicas para decidir o estado de irritabilidade com base na interação entre facilidade de agravamento, gravidade da dor e persistência da dor não foram fornecidas aos terapeutas porque não se sabe que existam. As prescrições de tratamento foram deixadas ao julgamento dos terapeutas com base em suas avaliações. Nenhuma avaliação do conceito de irritabilidade dos terapeutas foi administrada antes da coleta de dados. Agentes de alívio da dor e / ou exercícios destinados a diminuir ou evitar o agravamento dos sintomas. O tratamento para LBP não irritável pode incluir exercícios de flexibilidade, fortalecimento e / ou condicionamento com preocupação mínima para agravar as queixas de dor. Linhas específicas para decidir o estado de irritabilidade com base na interação entre facilidade de agravamento, gravidade da dor e persistência da dor não foram fornecidas aos terapeutas porque não se sabe que existam. As prescrições de tratamento foram deixadas ao julgamento dos terapeutas com base em suas avaliações. Nenhuma avaliação do conceito de irritabilidade dos terapeutas foi administrada antes da coleta de dados. E / ou exercícios de condicionamento com preocupação mínima para agravar as queixas de dor. Linhas específicas para decidir o estado de irritabilidade com base na interação entre facilidade de agravamento, gravidade da dor e persistência da dor não foram fornecidas aos terapeutas porque não se sabe que existam. As prescrições de tratamento foram deixadas ao julgamento dos terapeutas com base em suas avaliações. Nenhuma avaliação do conceito de irritabilidade dos terapeutas foi administrada antes da coleta de dados. E / ou exercícios de condicionamento com preocupação mínima para agravar as queixas de dor. Linhas específicas para decidir o estado de irritabilidade com base na interação entre facilidade de agravamento, gravidade da dor e persistência da dor não foram fornecidas aos terapeutas porque não se sabe que existam. As prescrições de tratamento foram deixadas ao julgamento dos terapeutas com base em suas avaliações. Nenhuma avaliação do conceito de irritabilidade dos terapeutas foi administrada antes da coleta de dados.

Amostra de paciente

Os dados para esta investigação foram coletados de 183 sujeitos recrutados consecutivamente em três clínicas de fisioterapia: duas em Sacramento, Califórnia e uma em Davis, Califórnia. Os pacientes foram admitidos no estudo se fossem a) pelo menos 18 anos de idade, b) pudessem falar e ler a língua inglesa com fluência (não havia intérpretes disponíveis) e c) disponível para ser contatado por telefone por um ano Período (para fins de pesquisa não abrangidos neste relatório). Os pacientes foram excluídos do estudo se eles tinham sido submetidos a cirurgia de costas ou pescoço, b) foram diagnosticados com uma fratura vertebral ou de quadril, c) tiveram planos para cirurgia em um hospital dentro de seis meses de recrutamento, d) não conseguiram caminhar um Bloco de cidade por um motivo diferente da LBP, e) estavam grávidas, ou f) relataram fraqueza progressiva do membro inferior ou incontinência recente. Demográfico,

TABELA 1

Características dos indivíduos.

Protocolo Experimental

Este estudo empregou um desenho transversal transversal. Antes da coleta de dados, os procedimentos e os formulários de consentimento informado foram aprovados pela Universidade Estadual da Califórnia, pelo Comitê de Sacramento para a Proteção de Assuntos Humanos, pelo Comitê de Revisão Institucional da Área Central de Sutter Health e pela Universidade de Califórnia, Davis Institutional Review Board .

Quando um paciente primeiro contatou a clínica, ele ou ela foi recrutado para participar do estudo. Se o acordo tentativo foi obtido, a elegibilidade foi determinada e, se for elegível, foram obtidas informações demográficas e antropométricas. As características de LBP foram obtidas de assuntos por telefone no dia ou no dia anterior à avaliação inicial. Estas características estão listadas na Tabela Tabela22 .

MESA 2

Características da dor lombar relatadas por telefone antes do exame inicial.

Na visita inicial, todas as matérias assinaram um consentimento informado, preencheram um questionário de incapacidade de Roland-Morris (RMDQ), um Questionário de Crenças de Prevenção de Medo (FABQ), um desenho de dor e três escalas de classificação numérica de intensidade de dor. As escalas de classificação numérica da intensidade da dor pediram que os sujeitos avaliem a intensidade atual da dor e sua pior e média intensidade de LBP nas duas semanas anteriores. A escala variou de 0 a 10 com 0 sem dor e 10 sendo dor extremamente grave. Um escore composto de intensidade de dor foi calculado como a média das escalas de classificação numérica de três intensidades de dor .

Os sujeitos receberam uma avaliação pelo fisioterapeuta e receberam tratamentos consistentes com o padrão de prática na clínica participante. Os tratamentos foram registrados em uma forma que permitisse categorização como descrito por Sullivan et al (Tabela (Tabela 33 ) . Este sistema de tratamento de categorização permitido inferência de vigor de tratamento com base em descrições dos tratamentos incluídos em cada categoria. O terapeuta então registada a sua Ou seu julgamento de irritabilidade da LBP do sujeito

TABELA 3

Categorias de tratamento identificadas por Sullivan et al com pequenas modificações.

Características da dor lombar

Catorze características LBP que refletem definição irritabilidade de Maitland foram considerados neste estudo (Tabela (Tabela2).2 ). Quatro dessas características abordam a facilidade de agravamento ao determinar quanto tempo o sujeito teve que realizar cada atividade antes que os sintomas de LBP aumentassem (tempo de início com sentar, ficar de pé, caminhar e dobrar para a frente). Quatro características abordadas gravidade por determinar quanto tempo um assunto poderia realizar a atividade sem parar devido a LBP (tempo tolerado com sentado, em pé, andar e frente de flexão). Quatro características abordaram a persistência da dor ao determinar quanto tempo os sintomas de um indivíduo persistiram depois que a atividade agravante foi interrompida (persistência de LBP após a sessão, Em pé, em pé e em frente). Os tempos de agravamento e os valores de tolerância à atividade foram limitados às 4 horas e os valores de persistência da dor foram limitados às 8 horas para evitar distorções esporádicas dos dados. Se uma atividade não agravou a LBP de um sujeito, então o tempo para agravar e as variáveis ​​de tolerância à atividade foram atribuídos ao máximo de 4 horas e a perda de dor foi atribuída a um valor de zero. Duas características, elevando menos de 10 libras e elevando mais de 10 libras, foram apenas avaliadas sim (sintomas foram agravados) ou não (os sintomas não foram agravados). Se uma atividade não agravou a LBP de um sujeito, então o tempo para agravar e as variáveis ​​de tolerância à atividade foram atribuídos ao máximo de 4 horas e a perda de dor foi atribuída a um valor de zero. Duas características, elevando menos de 10 libras e elevando mais de 10 libras, foram apenas avaliadas sim (sintomas foram agravados) ou não (os sintomas não foram agravados). Se uma atividade não agravou a LBP de um sujeito, então o tempo para agravar e as variáveis ​​de tolerância à atividade foram atribuídos ao máximo de 4 horas e a perda de dor foi atribuída a um valor de zero. Duas características, elevando menos de 10 libras e elevando mais de 10 libras, foram apenas avaliadas sim (sintomas foram agravados) ou não (os sintomas não foram agravados).

Análise

A associação dos julgamentos de irritabilidade LBP dos terapeutas e a categoria de tratamento fornecido foi avaliada utilizando o teste Fisher Exact , . Para gerar um constructo estatisticamente para a medição de irritabilidade LBP, uma análise de componentes principais com rotação varimax foi realizada em variáveis listadas na Tabela Tabela2.2 . A análise dos componentes principais identificou fatores não correlacionados uns aos outros e geraram fator de carga que identificou as variáveis ​​dentro de cada fator mais correlacionadas com o fator . O grupo de variáveis ​​mais correlacionadas com um fator é dito para identificar a dimensão do fator. Um autovalor é uma estatística que reflete a quantidade de variação em todo o conjunto de dados que cada fator explica. . Um escore de carga de fator maior que .50 foi usado para interpretação de dimensão de fator . Foram também realizadas análises de componentes principais utilizando rotações trimestrais e equimáxicas e em estratificados por cronicidade.

Para avaliar um aspecto da validade do conteúdo das dimensões identificadas na análise dos componentes principais como apropriado para inclusão em uma construção de irritabilidade para LBP, foi realizada análise a posteriori para determinar se existe uma relação entre as dimensões e os tratamentos de fisioterapeutas Julgamentos de irritabilidade. A regressão logística foi usada pela primeira vez para determinar se existe uma relação bivariada entre os julgamentos de irritabilidade dos terapeutas e as cinco dimensões identificadas na análise do fator de componentes principais. O valor de uma dimensão foi a soma dos valores das variáveis ​​incluídas na dimensão. Além disso, avaliamos outras características que foram identificadas como associadas aos desfechos de LBP para determinar se elas também foram associadas a julgamentos de irritabilidade. . Em seguida, por adição gradual das variáveis ​​encontradas como significativas em um modelo logístico, encontramos a combinação de variáveis ​​mais associadas aos julgamentos de irritabilidade. Esse processo foi realizado de forma independente para as dimensões criadas pela análise fatorial e, em seguida, para todas as variáveis ​​consideradas.

Para as variáveis ​​contínuas incluídas na análise de regressão logística, odds ratios encontrados significativamente abaixo de 1,0 (p <0,05) sugeriram que, quanto menor fosse o valor da variável, mais provável o fisioterapeuta julgasse o sujeito ter LBP irritável; Odds ratios encontrados significativamente acima de 1,0 sugeriram que quanto maior o valor da variável, mais provável o fisioterapeuta julgou o sujeito ter LBP irritável. A estatística c, que é equivalente à área sob uma curva característica operacional do receptor, foi utilizada para avaliar o quão bem a (s) variável (s) preditor (es) discriminou (m) entre os indivíduos julgados com LBP não irritável versus não irritável .

A versão 8.1 do SAS (SAS Institute Inc., PO Box 8000, Cary, NC 27511) foi usada para calcular estatísticas descritivas, teste de qui-quadrado de independência, teste Fisher Exact, análise de componentes principais e regressão logística.

Resultados

Associação de Terapeutas LBP Irritabilidade Judgment and Treatment Prescription

Categorias de tratamento descrito por Sullivan et al , ligeiramente modificado, foram utilizados para determinar se ocorreu associações entre as decisões LBP irritabilidade e os tratamentos dos terapeutas prescritos (Tabela (Tabela 3).3 ). Todas as associações foram consideradas com e sem sujeitos estratificados por cronicidade (aguda = <6 meses desde o início, crônica => 6 meses desde o início). Esses resultados são listados na Tabela Tabela 4.4 . Os indivíduos com LBP aguda que foram julgados como LBP irritáveis ​​foram mais propensos a receber um maior número de tratamentos McKenzie e agentes físicos,

TABELA 4

Associação de categorias de tratamento com julgamentos de irritabilidade dos terapeutas.

Características a serem consideradas para uma construção de medição de irritabilidade LBP

A freqüência de atividades que agravam o LBP dos sujeitos é a seguinte: sentando 74%, mantendo-se 54%, andando 39%, flexão para frente 61%, elevando <10 libras 30% e elevando> 10 libras 78%. Trinta e oito dos 183 sujeitos (21%) foram excluídos da análise dos principais componentes devido a valores faltantes para as variáveis ​​analisadas. Os valores perdidos resultaram de assuntos que não conheciam a resposta a uma pergunta. Por exemplo, se um sujeito não conhecesse a duração do tempo de tolerância sentada, o valor foi deixado em branco. Não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos de sujeitos incluídos e excluídos da análise dos principais componentes para as características da idade (t -test, p = .17), gênero (χ 2 , p = 0,62), estado de cronicidade ( Χ 2 , p = 0,59),

Setenta e três por cento da variância das variáveis analisadas foi explicada por cinco dimensões identificados pelo procedimento de componentes principais como tendo valores próprios maiores do que 1.00 (Tabela (Table5).5 ). Os pesos dos fatores estão listados na Tabela Table5.5 . As dimensões identificadas eram de pé, curta, dor persistência, flexão para a frente, e sentando (Tabela (Tabela 6).6 ). Três variáveis, persistência da dor com curva para a frente, elevação de <10 libras e elevação> 10 libras carregadas em um sexto fator, mas o autovalor associado a esse fator foi <1.00 para que o fator fosse descartado.

TABELA 5

Cargas de fator de características de dor lombar incluídas na análise de componentes principais com rotação varimax.
TABELA 6

Dimensões da irritabilidade LBP identificadas pela análise dos fatores principais-componentes.

As rotações Quartermax e Equimax também foram realizadas nos fatores identificados pela análise dos principais componentes, sem mudanças substanciais observadas nas dimensões resultantes. A análise de componentes principais realizada separadamente em indivíduos com duração crônica (> 6 meses) e LBP aguda também resultou em composições muito semelhantes das dimensões.

Validade de Conteúdo das Dimensões Identificadas pela Análise de Principais Componentes

A análise de regressão logística identificou relações significativas entre julgamentos irritabilidade e quatro dos cinco dimensões (Tabela dos terapeutas (Tabela 7).7 ). Para as dimensões de pé, de andar, de sentar e de dobrar para a frente , quanto menor a pontuação da dimensão, mais provável é que o sujeito tenha sido julgado com LBP irritável. Considerando apenas as dimensões, a combinação do pé e pontuações de dimensão para a frente de flexão verificou-se ser mais preditiva de decisões irritabilidade dos terapeutas (estatística C = 0,70; Tabela Tabela 77 ).

TABELA 7

Modelos de regressão logística que examinam a relação de dimensões estatisticamente identificadas e outras características de LBP com os julgamentos de irritabilidade dos terapeutas.

Associações significativas com as decisões irritabilidade também foram encontrados para pontuação RMDQ inicial, inicial pontuação de dor de intensidade, a presença de sintomas distais, actividade física FABQ e contagens de actividade de trabalho, e, se o sujeito foi actualmente ou tinham uma história de receber benefícios de inabilidade (Tabela (Tabela7 ). 7 ). Considerando todas as variáveis, a combinação que foi mais associado com julgamentos irritabilidade dos terapeutas incluiu contagem inicial RMDQ, a presença de sintomas distais, e a flexão para a frente a classificação da dimensão (C-estatística = 0,78; Tabela Tabela 77 ).

Discussão

O julgamento do terapeuta sobre a irritabilidade de um paciente pode mudar durante um exame. O julgamento inicial é feito após o histórico médico. Este julgamento pode ser modificado dependendo do comportamento de dor do paciente durante o exame objetivo. O julgamento de irritabilidade inicial afeta o vigor do exame objetivo que o terapeuta realiza no paciente. O julgamento de irritabilidade final afeta o vigor do tratamento prescrito ao paciente. Como as decisões de irritabilidade final podem afetar a prescrição do tratamento e a prescrição do tratamento provavelmente afetará os resultados do paciente, este estudo explorou as características de medição dos julgamentos de irritabilidade final dos terapeutas.

Utilização de julgamentos de irritabilidade pelos terapeutas

A associação entre os julgamentos de irritabilidade dos fisioterapeutas e o tipo de tratamento fornecido foi incluída neste estudo para apoiar o uso dos julgamentos de irritabilidade dos terapeutas como critério pelo qual julgar a adequação das características de LBP para uso em uma definição operacional de irritabilidade. A relação entre os julgamentos de irritabilidade da LBP e a categoria de tratamento fornecida apoia a afirmação de que os terapeutas compreenderam e implementaram adequadamente o conceito de irritabilidade de Maitland. A aplicação do conceito de Maitland era dependente, em alguns casos, da acuidade da LBP dos sujeitos. Sullivan et al ‘ A categoria de da McKenzie Approach contém tratamentos (exercícios de centralização) sugerindo que os indivíduos tratados tenha o que McKenzie marca um distúrbio . Uma vez que a definição de McKenzie de um paciente com um distúrbio inclui o paciente que sofre de dor persistente após movimentos repetidos em uma única direção, é provável que esse paciente seja considerado por Maitland para ter LBP irritável. Os exercicios de centralização geralmente são exercícios de baixo vigor destinados a controlar queixas de dor, evitando a exacerbação dos sintomas. Essas inferências suportam a descoberta de que os pacientes julgados com LBP irritável eram mais propensos a receber um maior número de tratamentos na categoria McKenzie Approach. A definição de um paciente com um distúrbio inclui o paciente que sofre de dor persistente após movimentos repetidos em uma única direção, é provável que esse paciente seja considerado por Maitland para ter LBP irritável. Os exercicios de centralização geralmente são exercícios de baixo vigor destinados a controlar queixas de dor, evitando a exacerbação dos sintomas. Essas inferências suportam a descoberta de que os pacientes julgados com LBP irritável eram mais propensos a receber um maior número de tratamentos na categoria McKenzie Approach. A definição de um paciente com um distúrbio inclui o paciente que sofre de dor persistente após movimentos repetidos em uma única direção, é provável que esse paciente seja considerado por Maitland para ter LBP irritável. Os exercicios de centralização geralmente são exercícios de baixo vigor destinados a controlar queixas de dor, evitando a exacerbação dos sintomas. Essas inferências suportam a descoberta de que os pacientes julgados com LBP irritável eram mais propensos a receber um maior número de tratamentos na categoria McKenzie Approach.

Embora apenas uma pequena porcentagem de sujeitos tenha recebido técnicas de terapia manual (15%), os indivíduos julgados como LBP irritáveis ​​foram mais propensos a receber essas técnicas, independentemente de o sujeito ter LBP aguda ou crônica. Enquanto 84% dos indivíduos receberam pelo menos um tratamento na categoria de alongamento ativo , se a LBP de um sujeito fosse julgada irritável, ele provavelmente receberia menos tratamentos nesta categoria, minimizando o tratamento vigoroso como Maitland recomendava. Finalmente, os indivíduos com LBP irritável aguda eram mais propensos a receber um maior número de agentes físicos, refletindo as tentativas de terapeutas para ajudar os sujeitos a controlar suas intensas queixas de dor. Todas as associações encontradas entre os julgamentos de irritabilidade dos terapeutas e as decisões de tratamento apóiam a afirmação de que os terapeutas “

Critérios Estatisticamente Gerados para uma Construção de Irritabilidade LBP

As variáveis ​​utilizadas na análise dos principais componentes refletem os três aspectos da irritabilidade LBP da Maitland. Um agrupamento dessas variáveis ​​em três dimensões que representam os três aspectos do conceito de irritabilidade LBP (facilidade de agravamento, gravidade e persistência da dor) de Maitland teria apoiado a consideração dessas três características independentes em uma definição operacional de irritabilidade.

A facilidade de agravamento e gravidade da LBP não foi considerada como característica independente, mas foi agrupada em uma única dimensão para cada atividade avaliada. Este achado sugere que os indivíduos com LBP facilmente agravados são susceptíveis de ter uma menor tolerância à atividade devido à LBP e que essa relação é específica da atividade. A dimensão da persistência da dor, que agrupou o comportamento de persistência da dor dos sujeitos após a sessão, a posição e a caminhada, é uma dimensão consistente com o conceito de irritabilidade de Maitland. A persistência da dor após a flexão para frente não foi incluída nesta dimensão, possivelmente porque essa atividade é fácil de evitar, tornando-se uma experiência menos comum para pessoas com LBP e menos associada à persistência da dor de outras atividades.

Os componentes da construção gerada estatisticamente levam em consideração os comportamentos de LBP dos indivíduos nas atividades diárias comuns de estar, ficar de pé, caminhar, dobrar para a frente e levantar. Essas atividades auto-relatadas estão sujeitas às percepções dos pacientes sobre suas capacidades, que nem sempre correspondem às suas verdadeiras capacidades , . Os terapeutas fazem dois juízos de irritabilidade durante um exame inicial: o primeiro, após a história médica (exame subjetivo), dirige o vigor do exame físico; O segundo, após o exame físico, influencia o vigor do tratamento prescrito. O primeiro julgamento de irritabilidade baseia-se principalmente no auto-relato do paciente sobre o comportamento LBP e limitações funcionais, E o segundo é influenciado pelos achados do exame físico. Incluindo os achados do exame físico em uma construção de irritabilidade, que não foi abordada neste estudo, pode mediar erros cometidos pelo auto-relato de limitações de atividade dos pacientes.

Validade do conteúdo dos critérios gerados estatisticamente

Uma vez que não existe outro padrão para a comparação de julgamentos de irritabilidade, utilizamos a associação dos julgamentos dos terapeutas de irritabilidade LBP com as dimensões identificadas pela análise dos principais componentes como evidência da validade do conteúdo para as dimensões identificadas em uma construção de medição de irritabilidade LBP. O uso dos julgamentos de irritabilidade dos terapeutas como critério para incluir as características de LBP em uma definição operacional para julgamentos de irritabilidade LBP é apoiado por terapeutas demonstrando confiabilidade moderada em julgamentos de irritabilidade e tomando decisões de tratamento com base em julgamentos de irritabilidade como Maitland pretendia . Não esperamos uma relação extremamente forte entre os terapeutas

Uma combinação de duas dimensões (flexão para frente e em pé) foi o melhor preditor dos julgamentos de irritabilidade dos terapeutas nas dimensões geradas estatisticamente. Pesquisas futuras podem achar que a soma dos valores que compõem essas dimensões serve como um indicador para a irritabilidade do paciente. Por exemplo, se o sujeito pode encaminhar dobrar e permanecer durante um longo período de tempo antes do agravamento dos sintomas de LBP e se ele pode tolerar essas atividades por longos períodos de tempo, a LBP do sujeito será considerada não irritável ou de baixo irritabilidade. A soma das dimensões, sendo uma variável contínua, teria vantagens sobre o julgamento dicotômico da irritabilidade LBP (irritável versus não irritável).

Esta investigação também revelou que o RMDQ sozinho era tão preditivo dos julgamentos de irritabilidade dos terapeutas quanto as dimensões estatisticamente identificadas. Dada a natureza relacionada com a atividade das dimensões, não é surpreendente que uma medida de deficiência devido a LBP tenha sido encontrada para capturar o conceito de irritabilidade de Maitland, bem como as dimensões criadas neste estudo. O desenvolvimento adicional de uma construção de medição de irritabilidade deve considerar cuidadosamente o uso de medidas previamente validadas de incapacidade LBP. Essa abordagem poderia facilitar misturar o paradigma de tratamento amplamente utilizado de Maitland com práticas atuais baseadas em evidências.

Limitações e Sugestões para Pesquisa Futura

Neste estudo, apenas as medidas relatadas pelo paciente de comportamento da dor e limitações funcionais foram incluídas para consideração no desenvolvimento da construção de irritabilidade LBP. Uma vez que os terapeutas consideram o comportamento da dor e comprometimento do movimento durante o exame objetivo, estudos futuros que exploram os julgamentos de irritabilidade devem considerar esses achados além das características de LBP identificadas nesta investigação.

Este estudo também limitou os terapeutas a julgamentos dicotômicos de irritabilidade. Estudos futuros devem permitir que os terapeutas façam julgamentos de irritabilidade em uma escala ordinal. Isso fornecerá uma referência para explorar vários níveis de um espectro de irritabilidade, talvez identificando diferentes níveis de vigor do exercício para iniciar o tratamento para pacientes com diferentes apresentações clínicas de LBP.

O valor antecipado do uso de uma construção de irritabilidade LBP é que ele irá orientar empíricamente os terapeutas para prescrever programas de exercícios com um nível de vigor apropriado e, possivelmente, orientar outras decisões de tratamento também. Pesquisas adicionais são necessárias para refinar uma definição operacional de irritabilidade LBP e explorar a validade de construção de uma construção de medição de irritabilidade LBP, comparando os resultados do tratamento quando os terapeutas usam a construção para orientar as decisões de tratamento, em comparação com fornecer pacientes com um programa orientado por protocolo independentemente da inicial Apresentações LBP.

Conclusão

Apenas um dos três comportamentos de dor identificados por Maitland como apropriado para consideração em julgar a irritabilidade foi agrupado estatisticamente: persistência da dor. Os agrupamentos não foram encontrados como relacionados à facilidade de agravamento da dor e à gravidade da dor, mas estavam relacionados à atividade agravante. Alguns agrupamentos identificados estatisticamente foram associados aos julgamentos de irritabilidade dos terapeutas da LBP. As características alternativas de LBP, mais notavelmente a incapacidade devido à LBP, conforme medida pelo RMDQ, também foram encontradas associadas aos julgamentos dos fisioterapeutas de irritabilidade LBP. Estudos futuros devem considerar essas características de LBP no teste do valor de uma construção de irritabilidade, uma construção que deve orientar as escolhas de tratamento de um terapeuta de forma a afetar os resultados do paciente.

Reconhecimentos

Os autores desejam reconhecer Kathy Bechtold, PT, MS; Janet Retke, PT, GCS; Lois Boulgarides, PT, DPT; Janet Yamada Soto, PT; Clare Lewis, PT, DPsy; E todos os fisioterapeutas e estudantes de fisioterapia envolvidos na coleta e gerenciamento de dados.

Notas de rodapé

Apoio financeiro fornecido pelo Instituto Sutter para Pesquisa Médica e o California Physical Therapy Fund, Inc.

Suporte em espécie fornecido pela Jamba Juice Corporation, Universidade Estadual da Califórnia, Faculdade de Saúde e Serviços Humanos de Sacramento e Departamento de Fisioterapia do Centro Médico UC Davis.

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Fisioterapia Manipulativa

Fisioterapia Manipulativa é descrita como qualquer  procedimentos manuais ou mecânicos especializados usados num esforço para afetar o alinhamento, o movimento ou a função de articulações da coluna e a sua relação com o sistema muscular e nervoso. Os procedimentos constituem o esteio da Quiropraxia, massagem e fisioterapia. As sessões podem ser completadas com o exercício, modalidades de fisioterapia, e as recomendações nutricionais. Reivindicações feitas para os benefícios de ajustes da coluna vertebral, articulares e musculares variam de efeitos analgésicos para aliviar a dor ou temporárias para o bem-estar a longo prazo e cuidados preventivos.

A fisioterapia Manipulativa original era uma variação de um procedimento conhecido hoje como manipulação da coluna vertebral. Manipulação da coluna vertebral e articulações está documentado já em Hipócrates e os antigos egípcios e foi realizada através dos séculos por famílias de bonesetters. Coluna vertebral e manipulações articulares são geralmente descrito como uma alta velocidade e baixa amplitude, (HVLA) empuxo, que geralmente provoca um som audível “popping”. Os efeitos deste processo vai continuar por hora enquanto que é o corpo reintegra ao seu novo alinhamento.

Os efeitos de ajuste da coluna vertebral e junta variam dependendo do método realizado. Todas as técnicas de reivindicar efeitos semelhantes a outras terapias manuais, que vão desde a diminuição da tensão muscular ao estresse reduzido. A maioria destes efeitos pode ser atribuída a vias neurológicas teóricos que modulam a dor e o sentido do corpo no espaço e, portanto, afetam a tonicidade muscular e no equilíbrio. Algumas técnicas de usar os ajustes em um esforço para restaurar a postura e curvaturas, sugerindo que a postura está relacionado à saúde adequada.Independentemente da técnica utilizada, mais enfatizar o uso repetitivo de ajustes ao longo do tempo, num esforço para treinar o sistema nervoso do corpo.

Os efeitos da manipulação da coluna vertebral e articulações têm sido mostrados para incluem: alívio temporário da dor músculo-esquelética e tempo para se recuperar de entorse lombar aguda encurtado. A investigação sobre a manipulação da coluna mostra que é eficaz para o tratamento da dor aguda lombar, dores de cabeça tensionais e alguns problemas músculo-esqueléticos.

Autor: Christopher Holder, ND

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A dor ciática é um sintoma de um problema com o nervo ciático, que é um grande nervo que vai do menor de volta para baixo a parte de trás de cada perna. O nervo ciático controla os músculos na parte de trás do seu joelho e perna e proporciona sensação à parte de trás da coxa; a sola do seu pé e parte de sua perna. Quando sofrem de dor ciática, você tem dor, dormência, fraqueza ou formigamento. Ciática muitas vezes pode começar na parte inferior das costas e estender para baixo da perna, pé, ou em alguns casos, até mesmo para os dedos. Ciática é geralmente em apenas um lado do corpo.

A Quiropraxia para o tratamento da ciatalgia é uma das técnicas mais aceitas e amplamente praticadas para condições de dor lombar. A Quiropraxia centra seu tratamento nas costas e coluna vertebral. Um paciente pode considerar ir ao Fisioterapeuta para o tratamento da ciatalgia  profissionais de fisioterapia oferecem terapias não invasivas livre de drogas e para tratar a dor ciática. A quiropraxia envolve a crença de que o corpo tem o potencial de curar a si mesmo. Vários métodos, incluindo aconselhamento nutricional, tratamento de TENS, massagem terapêutica e exercícios para ciatalgia pode ser aplicado.

Antes de iniciar o tratamento o fisioterapeuta quiroprático faz perguntas sobre o histórico médico do paciente, realiza um exame físico e pode pedir um raio-x ou outro estudo de imagem, como uma ressonância magnética. Um exame detalhado faz parte da boa tratamento. Quiropraxia pode utilizar uma variedade de modalidades de tratamento, mas concentra-se principalmente sobre o uso de manipulação da coluna vertebral manuais específicos também chamados de quiroprática ou ajustes. A teoria da medicina quiroprática afirma que, para que o corpo seja otimizado para a saúde, as vias neurológicas deve permanecer aberto e sem impedimentos. Muitos praticantes de quiropraxia também pode usar várias outras formas de tratamento complementar, incluindo aconselhamento nutricional, tratamento de TENS, massagem terapêutica e exercícios para ciática. O plano de tratamento quiroprático geralmente inclui:

1. Ice / terapia fria: Esta técnica de tratamento utiliza gelo ou um pacote de frio para ajudar a reduzir a inflamação, para controlar a dor ciática.

2. manipulação da coluna vertebral (Ajustes): técnicas de manipulação da coluna vertebral são utilizados pelos praticantes de quiropraxia para realinhar a coluna vertebral. Partes da espinha desalinhadas pode causar inflamação, dor, espasmos musculares, e alguns outros sintomas de dor ciática. A manipulação da coluna ajuda a reduzir a irritabilidade nervosa. Isto também é chamado ajuste de quiroprática.

3. TENS (estimulação elétrica nervosa transcutânea): Este método utiliza uma unidade de TENS que transmite uma corrente elétrica indolor de nervos através da pele para ajudar a controlar a dor. pedaços de eletrodos pequenos são posicionados sobre ou perto da área dolorosa. Embora o equipamento utilizado no TENS , muitos pacientes são dados apenas uma pequena unidade portátil que pode ser ligado ao cinto. TENS ajuda no alívio de espasmos musculares, rigidez, e ajuda a melhorar a mobilidade e controle da dor por avisar o organismo a produzir endorfinas, que são analgésicos naturais do corpo.

4. O ultra-som: O tratamento pode também envolver um ultra-som que ao aumentar a circulação de sangue ajuda a reduzir os espasmos musculares, cólicas, inchaço, rigidez e dor. Ele é feito enviando ondas sonoras profundamente nos tecidos musculares, criando um calor suave que melhora a circulação e cura.

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O que é a terapia Manual

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Mais você sabe o que é Terapia Manual?

As três formas mais notáveis da terapia manual são a manipulação, mobilização e massagem. Manipulação é a introdução engenhosa de uma rápida rotação, cisalhamento ou força de distração em uma articulação. Manipulação é muitas vezes associado a um som de estalo audível causado pela quebra instantânea de bolhas de gás que se formam durante a cavitação conjunta. A mobilização é um processo mais lento, mais controlada de articular e dos tecidos moles (miofascial) alongamento destina-se a melhorar a bio- elasticidade mecânica. A massagem é normalmente a fricção repetitiva, descascando ou amassar dos tecidos miofasciais para melhorar principalmente a dinâmica de fluidos intersticiais.

A diferenciação entre uma manipulação e mobilização do ponto de vista regulatório é que a mobilização pode ser interrompido a qualquer momento, caso o destinatário decidir renunciar o restante do procedimento. Por outro lado, uma manipulação não pode ser parado pelo praticante, uma vez iniciada.

A terapia manual pode ser definido de forma diferente (de acordo com a profissão descrevendo-o para fins legais) para indicar o que é permitido dentro de um escopo praticantes da prática. Dentro da profissão fisioterapia, terapia manual é definida como uma abordagem clínica utilizando especializados, as mãos sobre específicos de técnicas, incluindo mas não se limitando a manipulação / mobilização, usada pelo terapeuta físico para diagnosticar e tratar os tecidos moles e as estruturas comuns com o propósito de modulação da dor; aumentar a amplitude de movimento (ADM); reduzir ou eliminar a inflamação dos tecidos moles; induzir o relaxamento; melhorar contráctil e não-contráctil a reparação de tecidos, extensibilidade, e / ou a sua estabilidade; facilitando o movimento; e melhorar a função.

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Artigo Cientifico sobre técnicas de Kinesio Taping

Artigo Cientifico sobre técnicas de Kinesio Taping – Efeito de duas técnicas de Kinesio taping em diferentes cinemática do joelho e cinética em mulheres jovens

Abstrato. [Propósito] A aplicação do Kinesio taping pode melhorar a força e desempenho, inibir e facilitar  atividade motora e aumento da amplitude de movimento. O objetivo deste estudo foi comparar os efeitos do Kinesio taping facilitação e inibição de aplicativos no espaço- temporais cinemática do joelho durante a atividade e cinética andando em indivíduos saudáveis. [Sujeitos e Métodos] A avaliação da marcha quantitativa tridimensional foi realizada sem fita e com, facilitação e inibição Kinesio taping aplicativo no joelho. Dezesseis saudáveis ​​universitárias (idade, 19,7 ± 0,4 anos; altura, 1,64 ± 3,4 cm; de massa corporal, 51,5 ± 4,8 kg) participaram do estudo. [Resultados] Spatiotemporal parâmetros (cadência, velocidade curta, comprimento da passada) foram significativamente diferentes entre os ensaios. Joelho gama plano sagital de movimento articular não foi diferente com qualquer Kinesio taping aplicação. Flexão do joelho externo momento durante a fase de apoio precoce diminuiu significativamente com a facilitação Kinesio taping e aumentou com o inibição Kinesio taping. Joelho momento extensão externa durante a fase de meados de postura aumentou com a facilitação gravação Kinesio. Parâmetros de potência do joelho, atividade excêntrica no reto femoral durante a fase de pré-balanço foi aumentou significativamente com a inibição Kinesio taping aplicação, enquanto a atividade excêntrica dos isquiotibiais durante o balanço do terminal da marcha foi diminuída. [Conclusão] Estes resultados mostraram que a aplicação de facilitação Kinesio taping afetou a fase de apoio terminal e que a bandagem funcional inibição kinesio influenciado a fase de balanço de terminal em comparação com a condição de nenhuma fita.

Palavras-chave: fita Kinesio, articulação do joelho, análise da marcha

Artigo Cientifico sobre técnicas de Kinesio Taping – INTRODUÇÃO:

Kinesio taping (KT) é uma técnica de gravação alternativa desenvolvida na década de 1970 pelo Dr. Kenzo Kase. De acordo com Kase, KT pode melhorar a força, controle e desempenho; reduzir dor; evitar lesões; inibir e facilitar a atividade motora; e aumentar a amplitude de movimento (ROM) 1-3). KT ultimamente tem ganhado popularidade entre os profissionais do esporte para a prevenção de lesões e melhoria de desempenho 4). No entanto, o mecanismo através do qual KT exerce seus efeitos hipótese não é clara, e estudos não confirmaram a eficácia da metodologia. KT, foi mostrado para apoiar o movimento do músculo e aliviar a sensação ou dor anormal na pele. Mori et al.5) sugeriu KT normaliza a função muscular, e Kase et al.2) mostrou que a taxa de estiramento e a largura da KT afecta a fáscia e fluxo de fluido linfático. KT também reduz cervical dor e aumenta a ROM de 24 horas após a lesão whiplash), e de acordo com Slupik et al.7), tem um efeito prejudicial no quadríceps pico de torque e atividade eletromiográfica em indivíduos saudáveis. Chang et ai. encontraram nenhuma diferença significativa  na força de pulso flexor máxima entre 10 jogadores de beisebol que recebeu KT, um placebo, ou nenhum tape8). Apenas um estudo por Lee et al. relatou um efeito agudo positivo da KT em força muscular isométrica 9).
Embora seja amplamente utilizado na prática clínica, vários estudos não mostram nenhuma mudança na força muscular com aplicação KT em indivíduos saudáveis 10-12). Alguns estudos de investigação avaliaram a eficácia biomecânica da KT durante caminhar ou correr. Howe et ai. mostraram que não faz KT alterar quadril ou joelho cinemática ou cinética em assintomática corredores em comparação com o condition13 nenhuma fita). Wong et ai. KT indicam que não altera o pico de geração de torque muscular ou trabalho total realizado em subjects14 saudável). O atual investigação comparou os efeitos de facilitação e KT aplicações de inibição na cinemática do joelho espaço-temporais e cinética durante a caminhada.

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SUJEITOS E MÉTODOS

Dezesseis saudáveis estudantes universitários do sexo feminino a partir de Ancara Universidade voluntariaram para este estudo. Todos os indivíduos eram completamente inativo. Aqueles que relataram dor no joelho ativa; menor trauma de membro; uma história de coluna vertebral, quadril, joelho, pé ou patologia; ou qualquer comprometimento neurológico foram excluídos. Idade Média, peso corporal, e altura foram 19,7 ± 0,4 anos, 51,5 ± 4,8 kg, e de 1,64 ± 3,4 cm, respectivamente. Todos os participantes fornecida consentimento livre e esclarecido, eo estudo foi aprovado pelo o Ortopédica e Protética Orthotic Departamento de Revisão Comissão Conselho de Administração da Universidade de Ancara.
A fita Kinesio foi um hipoalergênico, não medicado, esparadrapo impermeável, poroso, adesivo feito de algodão que poderia ser esticado longitudinalmente até 30-40% do seu original comprimento. A pele do indivíduo foi raspada, limpos com álcool, e secou-se antes de a fita foi aplicada.

Artigo Cientifico sobre técnicas de Kinesio Taping

Artigo Completo sobre Dry Needling – Agulhamento Seco

Artigo Completo sobre Dry Needling – Agulhamento Seco

Vasodilatação curto prazo na área de dor após agulhamento seco (DN) de pontos-gatilho ativos (PG) foi gravado em vários casos de dor ciática. Além disso, foi sugerida a presença de PG em pacientes ciática secundárias a lesão primária. Ainda assim, não se sabe com que freqüência eles ocorrem e se cada PG pode provocar reações vasomotores.

O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de PG ativos entre pacientes ciática subaguda ea resposta ao DN sob termovisual infravermelho (IRT) de controlo da câmara.

Método

Cinqüenta pacientes consecutivos de raça branca (41,2 ± a média de idade 9.1y) com subaguda ciática foram diagnosticados em direção glúteo mínimo PG co-existência. Com base na confirmação PG, os pacientes foram divididos em dois grupos: PG-positivos e PG-negativo, do que DN sob controle IRT foi realizada. Mudanças de temperatura da pele e do tamanho percentual de reações vasomotores na área de dor foram avaliados se presente.

Resultados

A prevalência de PG ativos foi de 32,0%. Cada apresentado vasodilatação PG-positivas dependentes da co-PG diagnóstico (r = 0,72; p <0,000) e reconhecimento de dor durante DN (r = 0,4 p <0,05). O tamanho de vasodilatação em indivíduos PG-positivos foi: pós-DN 12,3 ± 4,0% e pós-observação 22,1 ± 6,1% (ambos p = 0,000) versus os PG-negativo: pós-DN 0,4 ± 0,3% e pós-observação 0,4 ± 0,2%. Um aumento de temperatura significativo na coxa e panturrilha foi confirmada para os PG-positivos os indivíduos apenas (ambos p <0,05). Pós-DN e temperaturas de pós-observação foram como se segue: média (coxa: 1,2 ± 0,2 ° C; 1,4 ± 0,2 ° C, ambos p <0,05 e vitela: 0,4 ± 0,2 ° C; 0,4 ± 0,3 ° C, ambos p < 0,05) e máximo (coxa 1,4 ± 0,3 ° C 1,6 ± 0,3 ° C, ambos p <0,05).

Conclusões

A presença de PG ativos dentro do músculo glúteo mínimo entre os indivíduos ciática subaguda foi confirmada. Cada paciente ciática PG-positivo apresentou DN vasodilatação relacionado na área de dor referida. A presença de vasodilatação sugere o envolvimento da atividade nervosa simpática em pathomechanism dor miofascial. Embora o significado clínico da PG em pacientes ciática subaguda é possível, mais estudos sobre um grupo maior de pacientes ainda são necessários. Registro de julgamento: Austrália Nova Zelândia Registro de Ensaios Clínicos ACTRN12614001060639. Registrado 03 de outubro de 2014.

Palavras-chave: agulhamento seco, vasodilatação, dor miofascial, dor ciática
Vamos para:
Antecedentes
Um crescente interesse na síndrome dolorosa miofascial causado por pontos de gatilho está actualmente observada entre os pesquisadores. Síndrome dolorosa miofascial é um tipo de dor muscular causada por pontos de gatilho, que são responsáveis ​​pela sensorial, motor e sintomas autonômicos. Os pontos-gatilho (PG) definidos como pontos hyperirritable nas faixas esticadas de fibras musculares podem ser classificados como ativo ou latente. Enquanto um PG ativa é caracterizada por dor espontânea ou em resposta ao movimento, estiramento ou compressão, um PG latente é um ponto sensível com dor ou desconforto em resposta única à compressão. Além disso, a estimulação apropriada de PG pode provocar reflexo da medula espinal chamado “twitch Response”, o que é característico de PG exclusivamente [1-3]. Os pontos-gatilho parecem estar localizado na proximidade da zona da placa terminal, e foi levantada a hipótese de que existem múltiplos loci de PG que contêm um componente sensorial (nociceptor irritada) e um componente motor (placa de extremidade disfuncional) [4]. No entanto, não há sobreposição entre os pontos de gatilho e da zona de inervação [5]. Contraturas sustentada de bandas tensos causar isquemia e hipoxia local no núcleo de PG [6], provocando níveis baixos de oxigénio, que podem conduzir a uma redução significativa no pH. Um nível de pH baixo em PG, por exemplo, abaixo de 5, pode facilmente excitar nociceptores musculares e entrada nociceptiva pode induzir mudanças de neuroplasticidade no corno dorsal da medula e, provavelmente, no tronco cerebral [7,8]. Investigação existente sugere que a interação Simpático-sensorial dentro de PG podem contribuir para dor local e referida [9]. Além disso, a presença de fenómenos autonômica, por exemplo, vasomotora, pilomotoras, etc. na área de dor referida foi postulada por Travell e Simons [1]. No entanto, acredita-se que a presença de fenómenos autonômicas na área da referida dor é limitado a pontos-gatilho activas graves exclusivamente. Alguns autores confirmaram a presença de vasoconstrição discreta após estímulo nocivo de pontos-gatilho latentes [10,11] e sugeriu a utilização de dopplerfluxometria a laser em vez do termovisual infravermelho (IRT) câmera menos sensível. Curiosamente, em frente a este ponto de vista, alguma evidência de vasodilatação de curto prazo intensivo correspondente à área da dor de ciático e do tipo ciático dor na perna após agulhamento seco de PG ativos dentro do músculo glúteo minimus sob controle IRT foi provado [12,13 ]. Embora o mecanismo exato de agulhamento seco permanece desconhecida, acredita-se que o tratamento por agulhamento seco (rápida inserção, repetitivo de uma agulha fina em um PG) pode parar de entrada nociceptiva intensivo e reverter alterações neuroplásticas provocadas por pontos de gatilho.

Vasodilatação curto prazo após agulhamento seco de PG ativa foi gravado em vários casos e não se sabe se a estimulação nociva de todo ponto de gatilho ativo pode provocar reações vasomotores. Além disso, a presença de pontos-gatilho em pacientes ciática secundária a uma lesão primária, por exemplo, uma lesão do disco vertebral, foi sugerido [14]. Ainda assim, não se sabe com que freqüência eles ocorrem. A ocorrência de PG dentro de alguns músculos é indicada como uma possível fonte de “dor ciática”. O músculo glúteo mínimo, juntamente com quadrado lombar e, às vezes piriforme, fibular longo, etc. desempenham um papel importante aqui [1].

Porque a prevalência de PG entre os pacientes de dor ciática é desconhecida, o primeiro objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de pontos-gatilho glúteo mínimo ativos entre pacientes ciática subaguda. O segundo objetivo foi verificar a hipótese de que o agulhamento seco de PG glúteo mínimo pode provocar resposta autonômica na área onde pontos de gatilho referem dor (dor referida autônomo – AURP).

Vamos para:
Métodos
Declaração de ética

O estudo foi realizado em conformidade com a Declaração de Helsínquia aprovada pela Comissão de Poznan University of Medical Sciences (no. 630/13) Ética. Todos os indivíduos deram seu consentimento informado para participar do estudo antes da coleta de dados. Uma descrição detalhada de todos os procedimentos de exame e tratamento, incluindo agulhamento seco (DN), e os riscos envolvidos neste estudo, foi fornecido aos participantes. Os participantes tiveram o direito de recusar tratamento DN e retirar-se do estudo a qualquer momento sem penalidade. Um diagrama de fluxo do desenho do estudo foi mostrado que a Figura 1.

figura 1
figura 1
Um diagrama de fluxo do desenho do estudo.
assuntos

Setenta e oito pacientes caucasianos (ambos os sexos) com subaguda ciática foram inscritos no estudo, vinte e três deles não preencheram os critérios de inclusão e cinco se recusaram a participar do estudo por causa do medo da agulha. Finalmente, cinqüenta pacientes caucasianos (homens 19, Feminino 31) com subaguda ciática (idade média 41,2 ± 9.1y) foram recrutados para o estudo consecutivamente a partir da Clínica de Dor University. Todos os participantes foram re-diagnosticados com dor ciática de origem radicular por um neurologista universidade independente, baseada no exame clínico de cabeceira, extensa exame de triagem neurológica, acompanhada por um teste de perna reta e resultados positivos de ressonância magnética. Principais critérios de inclusão foram os seguintes: diagnóstico de dor ciática, idade entre 30 e 60 (inclusive), ambos os membros inferiores presentes, duração da dor 1-3 meses,> 3 no ponto 1-10 VAS escala de dor na perna, sendo esta a problema de dor dominante. Os pacientes foram excluídos do estudo para um certo número de razões, isto é, a síndrome da dor regional complexa, síndrome de cauda equina, a cirurgia de volta anterior, tumores da coluna vertebral, escoliose, a gravidez, o tratamento coagulante, disseminada coagulação, diabetes, epilepsia, infecção, doenças reumatológicas inflamatórias intravasculares, acidente vascular cerebral, ou a história oncológico.

Métodos

Os pontos-gatilho confirmação

Em uma semana máximo, exame post neurológico de todos os sujeitos ciática foi conduzida por um especialista experiente para dor miofascial síndrome de co-existência – glúteo mínimo ativa pontos de gatilho presença baseado em critérios diagnósticos Travell e Simons “[1]. Depois de pontos-gatilho de confirmação, os pacientes foram divididos em dois grupos: PG-positivos e PG-negativo (controle).

Os pontos-gatilho ativos (PG) foram confirmados se mancha ternura, o reconhecimento da dor e digitalmente evocado referido padrão de dor do glúteo mínimo estavam presentes. A localização dos dois PG mais ativos foi marcado. Para os indivíduos não-PG, os dois pontos mais concurso foram marcadas. De acordo com Travell e Simons, o padrão de dor referida do músculo glúteo minimus (sinal de confirmação) raramente está presente sob pressão digital do PG e é geralmente evocada quando a agulha encontra os PG [1]. Devido a este fato, os indivíduos não-PG que relataram as duas características clínicas mais importantes da PG, após infiltração agulha durante o procedimento (isto é, o reconhecimento da dor e se refere padrão de dor do músculo glúteo minimus) foram adicionalmente analisados ​​como um subgrupo PG provável.

Procedimento agulhamento seco sob controle IRT

Logo após a confirmação pontos de gatilho, cada indivíduo recebeu o procedimento agulhamento seco sob controle IRT no mesmo laboratório da Universidade de IRT. Agulhamento seco (DN) no presente estudo pretende ser uma ferramenta de diagnóstico potencial. No entanto, DN realizada para os propósitos do estudo podem ter um efeito (alívio de dor) potencialmente terapêutico, que não foi avaliada.

Lado a lado comparação IRT
Todos os pacientes foram convidados a definir o nível de dor na escala visual analógica e desenhar o seu padrão de dor atual em um diagrama. IRT comparação lado-a-lado da área dolorosa e a extremidade oposta foi realizada na posição de pé.

Aplicativo de câmera termovisual
Imagens termográficas foram gravadas por um especialista na sequência de um protocolo padrão recomendado pela Academia de Neuro-Muscular Termografia [15]. O especialista também avaliaram as imagens. Os pacientes foram instruídos a evitar fisioterapia e terapia manual 24 horas antes do teste, e evitar o uso de descongestionantes nasais, analgésicos, anti-inflamatórios ou quaisquer substâncias que afetam a função simpática. Eles também foram instruídos a não beber café ou álcool e não fumar 2 horas antes da gravação.

Uma câmera termovisual touchless (NEC-AVIO TVS-200EX) utilizando uma faixa de onda 8-14 mm, resolução de temperatura melhor do que 0.080 ° C, a sensibilidade de 80 mK e trabalhando em tempo real foi aplicada. A câmera foi equipada com um de alta velocidade (60 Hz) não refrigerado FPA 320×240 (HxV) pixels VOx (óxido de vanádio) microbolômetro. Para a análise de dados (imagens térmicas), foi utilizado o programa especialista “Termografia Studio 2007 Professional”.

Para se obter a estabilidade da temperatura do corpo do paciente e para garantir o ajustamento da temperatura da câmara de gravação para as condições de interior, a avaliação começou 30 minutos após o paciente ter entrado na sala de exame. Isolamento térmico da área avaliada a partir de outros fatores térmicos que podem ter influenciado a avaliação, incluindo outras partes do paciente e do médico corpos, foi assegurada. Além disso, ao realizar imagiologia termovisual, as regras gerais do uso da câmera foram seguidos.

Protocolo de agulhamento seco controle / termografia infravermelha
A posição do paciente para agulhamento do músculo glúteo minimus foi a posição lateral mentindo. O músculo foi agulhada com palpação plano perpendicular ao músculo ao longo do contador da crista ilíaca. Forte depressão do tecido subcutâneo foi aplicado a fim de reduzir a distância entre a pele do músculo. Profundidade de penetração depende da quantidade de tecido adiposo [16]. Agulhagem terapêutica foi realizada com 0,30 mm de diâmetro, 60 mm de comprimento de acupuntura agulhas estéreis SE L (Serin Corp, Shizuoka, Japão). Cada agulha foi embalado separadamente. A área a ser observada pela IRT foi escolhido de acordo com o glúteo mínimo referido padrão de dor. Os pacientes examinados foram posicionados na lateral, na extremidade não envolvido com o quadril e joelho flexionado. Nesta posição, as imagens foram gravadas ThermoVision do paciente. Para uma representação adequada de dimensões, um padrão de calibração foi aplicada.

Em seguida, todos os indivíduos receberam uma sessão de agulhamento seco (DN) sob IRT. O tempo de agulhamento foi de 5 minutos para cada ponto. Durante todo o procedimento, a subárea de dor referida relatada pelo paciente (coxa, panturrilha, pé) foi registrada. Após a agulhagem de dois pontos marcados foi completada, mais termovisual imagem foi realizada. A observação IRT durou seis minutos consecutivos pós-DN.

A análise dos termogramas assumiu a temperatura da pele (Tsk) mudanças (máxima, mínima, média) na área observada após a sessão de agulhamento seco durante 6 minutos pós-DN. Análise adicional assumiu o cálculo (em cm2) de temperatura cutânea (Tsk) mudanças acima do máximo (vasodilatação) ou sob a (vasoconstrictions) Temperatura mínima. As mudanças vasomotores esperados na área de PG relacionados dor referida foram nomeados autônomo dor referida (AURP) se presente. O tamanho de cada AURP foi recalculado a partir cm2 ao valor percentual.

análise estatística

De acordo com a suposição de William Cochran para teste X2, para conduzir o ensaio, a quantidade de n = 5 é requerido. Supunha-se que no grupo examinou três subgrupos estavam presentes, a saber: dor ciática com pontos de gatilho co-existência; ciática sem pontos de gatilho co-existência (agulha em silêncio); ciática sem gatilho aponta co-existência (sensação de agulha). Além disso, os subgrupos foram analisadas com base no sexo.

Como resultado, as informações sobre o tamanho mínimo da amostra foi obtida (3 Características * 2 categorias de gênero * a quantidade de n = 5 por subgrupo; n = 30). No entanto, para a forte evidência de dados examinadas foi o n = 50, porque a prevalência de ponto-gatilho, entre os pacientes de dor ciática é desconhecido. Para o forte evidência dos dados apresentados, o nível de significância foi estabelecido com base nos testes exatos, e não sobre o método assintótica padrão. Bidireccionais testes de Mann-Whitney U exatas foram realizadas a fim de assegurar que os dados são representativos de toda a população de possíveis valores de dados. Os testes foram aplicados para comparar as diferenças para o máximo, mínimo e temperatura média da pele e do tamanho percentagem de fenômenos autonômicos esperados para o Estado após agulhamento seco e em segundo lugar para o estado pós-DN. Correlação de Pearson com teste de significância bicaudal foi aplicado para definir a dependência da ocorrência do fenômeno autônomo. Todas as comparações foram concluídas, com pontos de gatilho co-existência sendo o critério de diferenciação.

Além disso, o teste de duas vias Jonckheere-Terpstra com os mesmos termos foi realizado a fim de observar a tendência de mudanças de temperatura da pele e fenômenos autônomo ocorrência dependentes da PG, PG prováveis ​​e presença não-PG.

Valores, figuras e tabelas no texto estão expressos em ± erro padrão da média (SEs). O nível de significância foi fixado em p <0,05. A análise estatística foi realizada usando o IBM SPSS Statistics, versão 20 “.

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Resultados
Baseado no IRT, lado-a-lado (dolorosa na perna não-doloroso) a temperatura média da pele (Tavr) comparação antes da sessão de agulhamento seco (DN) revelou ΔTavr de 0,01 ° C.

A prevalência de glúteo mínimo pontos-gatilho ativos (PG), no grupo de indivíduos foi de 32,0%. Avaliação IRT confirmou vasodilatação de curto prazo para todos os PG assuntos positivos (Figura 2). Nenhum dos indivíduos apresentou um decréscimo da temperatura da pele (vasoconstrição).

Figura 2
Figura 2
Termograma visualizar a área de temperatura máxima acima do estado inicial (AURP) dependente PG co-existência. Legenda: A fim de descrever a área de AURP usando IRT, reação da temperatura do paciente foi isolado (imagens em cinza). PG-positivo …
De correlação de Pearson com bicaudal teste de significância confirmado que a presença de vasodilatação (Figura 2) era dependente da co-PG diagnóstico (r = 0,72p <0,000; em detalhe: coxa r = 0,72; p <0,005; vitelo r = 0,44 p <0,005) e reconhecimento de glúteo minimus dor referida evocado durante o agulhamento / sessão IRT seco – AURP (r = 0,4 p <0,05). Não houve relação entre a localização de vasodilatação (Figura 2) e dor diária do paciente (coxa, panturrilha, pé) informou antes do procedimento.

O bidirecional teste de Mann Whitney U confirmou um aumento significativo de AURP em PG-positivos indivíduos (pós-DN e pós-observação, ambos p = 0,000). O tamanho de AURP em indivíduos PG-positivas foi o seguinte: pós-DN 12,3 ± 4,0% e pós-observação 22,1 ± 6,1%. Entre os indivíduos não-PG, apenas alguns pontos quentes foram confirmados (pós-DN 0,4 ± 0,3% e pós-observação 0,4 ± 0,2%). A Figura 2 mostra a vasodilatação a curto prazo exemplar (AURP).

Mudanças de temperatura da pele

Agulhamento seco provocou mudanças de temperatura da pele para todos os indivíduos (N = 50) em todas as subzonas medidos, ou seja, a coxa, vitela e pé (Figuras 3 e and4) .4). No entanto, foi confirmado um aumento Tsk estatisticamente significativa na coxa e panturrilha para PG-positivos únicos assuntos. O bidirecional teste exato de Mann-Whitney mostrou que o pós-DN e pós-observação houve aumentos significativos na temperatura média @ (Figura 3) para a coxa (1,2 ± 0,2 ° C; 1,4 ± 0,2 ° C tantop < 0,05) e bezerro (0,4 ± 0,2 ° C; 0,4 ± 0,3 ° C, ambos p <0,05) para sujeitos PG-positivos. Da mesma forma, nos dois sentidos de teste exacto de Mann-Whitney confirmou um aumento significativo na coxa Tmax pós-DN (1,4 ± 0,3 ° C) e de pós-observação (1,6 ± 0,3 ° C) (ambos p <0,05) (Figura 4) . Tendência semelhante para bezerro aumento máximo da temperatura para contrário PG-positivo para diminuir para PG-negativos indivíduos (tanto insignificantes) foi confirmado.

Figura 3
Figura 3
Mudanças de temperatura média da pele da perna ciático (coxa, panturrilha e pé) dependentes de pontos-gatilho confirmação. Lenda. Os histogramas refletiu a temperatura média (Tavr) mudanças em função da presença de PG para a coxa, panturrilha e pé na luz …
Figura 4
Figura 4
Mudanças de temperatura máxima de pele da perna ciático (coxa, panturrilha e pé) dependentes de pontos-gatilho confirmação. Um aumento Tmax estatisticamente significante para a coxa e um aumento insignificante para o bezerro de assuntos ciática manifestando PG …
A análise detalhada dos não-PG subgrupo

Presença AURP

Entre os indivíduos não-PG (n = 34), alguns dos pacientes @ (n = 10) relataram exacerbação da dor após a infiltração da agulha no músculo glúteo mínimo (provável) PG. A presença de alguns pontos quentes acima da temperatura máxima inicial foi confirmada. O tamanho de AURP para assuntos TRPS prováveis ​​foi: pós-DN 0,0 ± 0,0% e pós-observação 0,1 ± 0,1%. O tamanho percentagem da área AURP por agulha negativos assuntos não-PG foi: pós-DN 0,6 ± 0,5% e pós-observação 0,4 ± 0%.

Mudanças de temperatura da pele

Agulhamento seco provocou mudanças de temperatura da pele para todas as disciplinas não-PG nos todas as subáreas medidos, ou seja, a coxa, panturrilha e pé. No entanto, foram confirmados não há aumento significativo da temperatura média e máxima (Figura 3 e Figura 4).

A análise dos dados de AURP tendência dependente de PG, PG prováveis ​​e não-presença de PG

Estado pós-DN

O bidirecional teste Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para a presença AURP (p <0,05; estatística Z valor 2.3; tamanho do efeito de 0,4%) em função da presença de PG. O valor médio da área percentual AURP foi: 0,61 ± 0,45% para os não-PG, 0,0 ± 0,0% para PG prováveis ​​e 12,25 ± 3,97% para assuntos PG-positivos. Da mesma forma, para a temperatura da pele muda o bidirecional teste de Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para: coxa aumento máximo da temperatura (p <0,05; Z valor de estatística 2,29; tamanho do efeito de 0,42%), coxa aumento médio da temperatura @ (p <0,000 ; Z valor de estatística 3,29; tamanho do efeito de 0,6%) e vitela aumento da temperatura média (p <0,005; Z valor de estatística 2,53; efeito do tamanho 0,46) dependente da presença ponto de disparo.

Estado pós-observação

O bidirecional teste Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para a presença AURP (p <0,000; Z valor de estatística 3.8; tamanho do efeito de 0,7%) em função da presença de PG. O valor médio da área percentual AURP foi: 0,44 ± 0,31% para os não-PG, 0,12 ± 0,12% para os PG prováveis ​​e 22,07 ± 6,10% para assuntos PG-positivos. Da mesma forma, para a temperatura da pele muda o bidirecional teste de Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para: coxa aumento Tavr (p <0,002; Z2.93; efeito do tamanho 0,54) e vitela aumento Tavr (p <0,002; Z valor de estatística 2,16 ; efeito do tamanho 0,39) dependente presença ponto de disparo e agulha reações.

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Discussão
O presente estudo demonstrou que os pontos-gatilho ativos co-existem em torno de um em cada três pacientes subaguda ciática. Este é o primeiro estudo a examinar o significado de pontos-gatilho ativos em pacientes subaguda ciática. No entanto, a co-existência de pontos-gatilho ativos em dor lombar inespecífica e radiculopatia cervical foi confirmada [17,18].

No entanto, o resultado mais importante do presente estudo é que o agulhamento seco sob controle IRT provocou um aumento significativo da temperatura PG relacionada (p <0,05) e revelou vasodilatação de curto prazo correspondente a distribuição da dor do paciente (Figura 2). Além disso, a presença de vasodilatação dependia do glúteo mínimo dor referida evocado durante o agulhamento / sessão IRT seco (AURP;r = 0,72 p <0,000) em vez do padrão de dor da queixa diária.

A presença de fenômenos autonômicos na área de ponto de disparo dor referida, por exemplo, vasomotora, pilomotoras, etc., foi considerado um estado extremamente rara, limitada a apenas PG ativos graves. Os resultados do presente estudo são opostas. Todos os sujeitos apresentaram vasodilatação a curto prazo quando os PG co-existiram. Além disso, o AURP coberto, em média, cerca de um quinto da parte inferior das extremidades subzona (Figura 2). Essa vasodilatação expansivo, longe do ponto de agulhamento, é incomum em comparação com outros estudos. Existem apenas dois estudos de caso, confirmando resultados semelhantes de PG agulhamento, mas o resto dos dados disponíveis indicam não haver reacções embarcação, a vasoconstrição ou alargamento / vasodilatação 10 cm a partir do ponto de acupuntura com agulha em indivíduos saudáveis ​​e doentes [10-13,19,20] .

Além disso, a comparação IRT lado-a-lado dos indivíduos, antes o procedimento indicado a norma e não houve diferença entre os sujeitos PG positivos e negativos. Isso pode explicar porque anteriormente a utilidade da IRT foi controversa [1,21].

Além disso, os resultados do presente estudo são opostas às de Zhang et al. e Kimura et al., que apresentou os PG latentes relacionados com a vasoconstrição após a estimulação nociceptiva sob controle dopplerfluxometria a laser em vez de IRT mudanças de temperatura da pele detectáveis ​​[10,11]. IRT observação de pacientes com dor após a estimulação nociva é a nova forma de avaliação IRT além de comparação lado-a-lado estabeleceu como o mais válido [22]. No entanto, alguns relevância da IRT para o ponto de desencadeamento referido avaliação da dor ultimamente tem sido provado [23]. A idéia de observação IRT de dor referida por Haddad et al. [23] era uma direcção adequada, à luz do presente estudo. No entanto, a escolha do músculo e análise de dados não é convincente. O padrão de dor referida do masseter não é tão extensa como a do glúteo mínimo e está limitada a várias pequenas subáreas no rosto e apenas dentes. Além disso, a temperatura rosto pode ser afetada pelo estresse psicológico. Finalmente, a análise de um único termograma não é suficiente [23].

Outro aspecto importante é que cada sujeito ciática PG-positivo desenvolveu vasodilatação de curto prazo, o que indica o envolvimento do sistema nervoso simpático (SNS) na propagação dor ponto de disparo, o que foi sugerido antes de [9]. Além disso, os resultados do presente estudo corroboram hipótese integrada Simons ‘de PG etiologia, em que a modulação autonômica foi pensado para ter uma influência potencial no aumento da liberação de acetilcolina, o que pode agravar os sintomas causados ​​pela PG [24]. Além disso, o envolvimento do SNS entre pacientes diagnosticados com ciática dor neuropática co-existência foi provada em mais de 30% dos sujeitos [25]. Apesar da ocorrência de vasodilatação, não se sabe como é importante o envolvimento SNS na propagação dor ciática é entre os pacientes que manifestam os PG co-existência. No entanto, parece que o agulhamento seco pode ser uma ferramenta promissora para pacientes ciática resistentes ao tratamento com os PG coexistentes por causa da atividade postulado reforçada unidade do motor e facilitação da dor muscular na PG após manobras aumentando o fluxo simpático [26].

Análise dos não-TRPS sujeitos com agulha evocado dor referida (provável PG)

Presença banda tensa e reconhecimento da dor são os dois critérios clínicos mais importantes do diagnóstico ponto de disparo, e que se refere a dor é um sinal de confirmação. Devido à anatomia do músculo glúteo mínimo, a banda tensa não é mais acessível, mas PG local sensibilidade pode ser claramente localizada. No entanto, foi relatado que o referido padrão de dor pode ser induzida pela agulha encontrando PG, em vez de por pressão sustentada [1]. A tendência positiva para AURP presença dependente de PG (p <0,000) pode indicar a importância da dor referida depois de pressão digital durante o diagnóstico de PG. Além disso, parece que a presença AURP apoiada por um aumento significativo Tsk, em vez de medidas máxima e média de temperatura só deve ser sugerido para confirmação IRT objectivo de PG. Além disso, à luz da presença AURP nos PG prováveis ​​subgrupo parece que o diagnóstico de PG em músculo glúteo mínimo agulha reativa provavelmente não pode ser clinicamente importante.

A análise detalhada da presença vasodilatação de curto prazo

Os resultados do presente estudo indicam a natureza bifásica de AURP. A sessão de agulhamento seco foi seguido por um aumento da temperatura da pele e a propagação de vasodilatação (Figura 2). Os mecanismos exactos das funções do sistema vasodilatador cutâneo activas, bem como o mecanismo de agulhamento seco permanecem enigmáticos [27]. Adicionalmente, a tradução dos estímulos mecânicos em informação bioquímica é mal compreendida. Kellogg [27] vasodilatação bifásica observada devido ao aquecimento local com um aumento inicial mediada por um reflexo axonal seguida por uma fase de plateau que requer a geração de óxido nítrico (NO) pelas sintases de óxido nítrico. Curiosamente, para além da contribuição axónio reflexo (substância P ou péptido relacionado com o gene da calcitonina) também a importância de NO, em vasodilatação mecanismo relacionado com acupuntura intramuscular foi sugerido [28].

As teorias apresentadas por Lewis e Hong [4,29] pode dar alguma explicação interessante da presença AURP descrito no presente estudo. Lewis formou a hipótese de que a lesão das fibras sensoriais provoca propagação antidrômica de potenciais de ação de fibras nervosas colaterais que liberam uma substância química que causa para o alargamento e aumento da sensibilidade dos outros axônios sensitivos responsáveis ​​pela dor. Curiosamente, bloqueando troncos centrais nervosos [30] ou nervos de corte [29] não bloqueia o alargamento, o que sugere que o sistema nervoso central deve receber alguma entrada decisiva a partir das fibras nervosas da região exposta ao estímulo e ao alargamento é uma consequência de factores neurais que operam perifericamente. Foi proposto que as fibras nervosas periféricas chemospecific pode sensibilizar baixa e alta limiar interneurons mechanoreceptive no corno dorsal [31]. No entanto, essa teoria é adequado para o alargamento / vasodilatação em torno de uma área de 6 centímetros da lesão / agulhamento, não expansiva vasodilatação (AURP) apresentou no presente estudo. Hong [4] sugere que todos os fenômenos ponto de disparo, tais como dor referida, fenômenos autonômicos, contração muscular resposta e disfunção motora, são dependentes do reflexo medular através de “circuitos neurais” na medula espinhal. No presente estudo, a localização de AURP estava relacionada com a dor referida provocado durante agulhamento seco, não a dor diária do paciente. Skorupska et ai. observadas as mesmas reações dos vasos e sugeriu que o desencarceramento de se contorcer de resposta e dor referida durante agulhamento seco através de “circuitos neurais” de Hong pode explicar a presença incomum de AURP na área de dor [4,12,13]. Além disso, além de respostas vasomotoras, a área da dor referida de PG é também o local típico de alterações sensoriais (hiperalgesia), os quais foram também atribuídos para possíveis mecanismos simpáticos (especialmente a nível superficial) [32]. Outros estudos considerando a análise agulhamento vasodilatação pós-seca são obrigatórios.

A presença da inserção relacionados com a vasodilatação seco em todos os PG é bastante promissores no que diz respeito à possibilidade de utilização de uma ferramenta de TRI como objectivo confirmação PG. No entanto, é importante verificar se todos os PG dentro músculos podem desenvolver vasodilatação. Além disso, a presença de AURP indicam o envolvimento do sistema nervoso simpático na propagação da dor em pacientes de dor ciática. No entanto, não se sabe como clinicamente PG presença importante neste grupo de pacientes é. Novos estudos ainda são necessários.

Limitações do estudo

A prevalência significativa de PG entre sujeitos ciática subaguda foi confirmada. Embora vasodilatação observada era característica de todos os assuntos PG-positivos, por evidência metodológica forte é necessário um estudo cross-over. Avaliação da influência DN em indivíduos saudáveis ​​e em observação IRT sem DN são necessários. Além disso, fase fértil fêmea e seu possível impacto para a resposta autonômica devem ser observados no futuro.

Vamos para:
Conclusões
A presença de PG ativos dentro do músculo glúteo mínimo entre os indivíduos ciática subaguda foi confirmada. Todos os pacientes ciática PG-positivos apresentados DN vasodilatação relacionado na área de dor referida. Além disso, a presença de PG relacionados fenômeno autônomo sugere o envolvimento da atividade nervosa simpática em pathomechanism dor miofascial. Embora o significado clínico da PG em pacientes ciática subaguda é possível, mais estudos sobre um grupo maior de pacientes ainda são necessários.

Vamos para:
Agradecimentos
Agradecemos Malgorzata Mankowska e Richard Ashcroft que forneceu serviços de revisão em nome da National Science Centre

A fonte de financiamento para todos os autores foi: o Centro Nacional de Ciência, número do auxílio N N404 268.339.

Financiamento

Este trabalho foi parcialmente financiado pelo Centro Nacional de Ciências Polonesa, número do auxílio N N404 268.339.

Vamos para:
Abreviações
AURP Autonomic dor referida
DN agulhamento seco
IRT Infrared câmera termovisual
O óxido nítrico NO
SNS sistema nervoso simpático
Temperatura média Tavr
Temperatura máxima Tmax
Tsk A temperatura da pele
PG pontos-gatilho
VAS escala Visual analógica
Vamos para:
Notas de Rodapé
Interesses competitivos

Os autores declaram que não têm interesses conflitantes.

Contribuições dos autores

ES: Concepção e desenho do trabalho, de aquisição de dados, interpretação de dados, elaboração do artigo; Todos os autores leram e aprovaram o manuscrito final.

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O que é o Mat Pilates: Descubra todos os benefícios dessa prática!

O que é o Mat Pilates: Descubra todos os benefícios dessa prática!

Seja bem-vindo à empolgante jornada do Mat Pilates! Já te contaram sobre essa prática incrível e os benefícios maravilhosos que ela traz para o corpo e a mente? Caso ainda não, prepare-se para mergulhar no universo do Mat Pilates e descobrir por que ele pode ser o complemento perfeito para sua rotina de exercícios.

O Mat Pilates, ou Pilates no solo, é uma forma de exercício focada em fortalecer o centro do corpo, aprimorar a postura e alongar e tonificar os músculos. O melhor de tudo é que você não precisa de nenhum equipamento especial; um simples colchonete ou tapete é tudo o que você precisa para começar.

Os benefícios do Mat Pilates são vastos. Ele não só fortalece e aumenta a flexibilidade, mas também promove uma maior consciência do próprio corpo, melhora a coordenação e a resistência. Além disso, é excelente para diminuir o estresse e aliviar dores musculares.

Não importa qual seja o seu nível de forma física, o Mat Pilates apresenta uma forma eficiente e segura de trabalhar o corpo por inteiro. Se o que você busca é uma atividade que fomente a harmonia entre mente e corpo, o Mat Pilates pode ser exatamente o que você precisa. Vamos explorar juntos todos os benefícios incríveis que essa prática tem a oferecer!

Mat Pilates

Introdução ao Mat Pilates

O Mat Pilates é um tipo de exercício que surgiu no começo do século XX, graças a Joseph Pilates, um alemão convicto da importância de manter a mente e o corpo em bom estado. Ele desenvolveu o método Pilates buscando possibilitar que as pessoas se movessem com maior eficiência, fortalecessem seus corpos e, consequentemente, desfrutassem de uma qualidade de vida superior.

O Mat Pilates se fundamenta em seis pilares cruciais: concentração, controle, centralização, fluidez, precisão e respiração. Estes princípios são vitais para realizar os exercícios de forma correta e alcançar os resultados mais efetivos.

Benefícios de praticar o Mat Pilates

Os benefícios de praticar o Mat Pilates vão muito além do fortalecimento muscular e aumento da flexibilidade. Aqui estão alguns dos principais benefícios que você pode esperar ao incorporar o Mat Pilates em sua rotina de exercícios:

Fortalecimento do Core

Um dos principais focos do Mat Pilates é o fortalecimento do core, que inclui os músculos abdominais, lombares, glúteos e músculos profundos da coluna vertebral. Ao fortalecer o core, você melhora a estabilidade da coluna vertebral, a postura e a resistência física.

Melhora da Postura

A prática regular do Mat Pilates ajuda a corrigir desequilíbrios musculares e a fortalecer os músculos responsáveis por manter a postura correta. Isso resulta em uma postura mais ereta e alinhada, reduzindo a tensão e o estresse nos músculos e articulações.

Aumento da Flexibilidade

O Mat Pilates é uma ótima maneira de melhorar a flexibilidade do corpo. Os exercícios de alongamento realizados durante a prática ajudam a aumentar a amplitude de movimento das articulações e a relaxar os músculos tensos.

Aumento da Consciência Corporal

A concentração e controle exigidos durante a prática do Mat Pilates ajudam a aumentar a consciência corporal, ou seja, a capacidade de reconhecer e controlar os movimentos e posições do corpo. Isso é especialmente útil para melhorar a coordenação motora e prevenir lesões.

Alívio do Estresse

O Mat Pilates, assim como outras formas de exercício físico, é uma ótima maneira de aliviar o estresse. Durante a prática, você se concentra no movimento e na respiração, o que ajuda a acalmar a mente e reduzir a ansiedade.

Redução da Dor Muscular

Se você sofre de dores musculares ou tensão, o Mat Pilates pode ser uma excelente forma de aliviar esses desconfortos. Os exercícios de alongamento e fortalecimento realizados durante a prática ajudam a melhorar a circulação sanguínea, reduzindo a dor e promovendo a recuperação muscular.

Mat Pilates vs. Pilates tradicional

O Pilates é uma prática de exercício físico que engloba tanto o Mat Pilates quanto o uso de equipamentos especiais, como o Cadillac, a Reformer e a Chair. Embora ambos os métodos tenham origem nas mesmas bases e princípios, existem algumas diferenças entre eles.

Mat Pilates

O Mat Pilates é realizado exclusivamente no chão, usando apenas um colchonete. Os exercícios são realizados principalmente com o peso do próprio corpo, sem a assistência de equipamentos. Essa forma de Pilates é acessível para a maioria das pessoas, pois não requer investimento em equipamentos e pode ser feita em qualquer lugar com espaço suficiente.

Pilates Tradicional

O Pilates tradicional inclui o uso de equipamentos especiais, como o Cadillac, a Reformer e a Chair. Esses equipamentos fornecem resistência adicional aos exercícios, permitindo um maior desafio para o corpo. O Pilates tradicional é geralmente praticado em estúdios especializados que possuem os equipamentos necessários.

Ambas as formas de Pilates têm seus benefícios e podem ser adaptadas para atender às necessidades e objetivos individuais. Se você está começando, o Mat Pilates pode ser uma ótima opção para construir uma base sólida antes de explorar o Pilates tradicional.

Por que devo fazer o MAT Pilates

Primeiros passos com o Mat Pilates: requisitos de equipamento e espaço

O Mat Pilates é uma prática que pode ser realizada em qualquer lugar, desde que você tenha um tapete confortável para se deitar. Não é necessário nenhum equipamento específico, o que torna essa modalidade muito acessível para todos. No entanto, existem alguns itens que podem facilitar a prática e melhorar sua experiência.

Um tapete de Pilates, também conhecido como colchonete, é essencial para proporcionar conforto e apoio durante os exercícios. Certifique-se de escolher um tapete de boa qualidade, com espessura adequada para amortecer o corpo e evitar desconfortos.

Além disso, é recomendável usar roupas confortáveis e que permitam movimentos livres. Opte por peças que não sejam muito largas para garantir uma boa visualização da postura corporal durante os exercícios. Um par de meias antiderrapantes também pode ser útil para evitar escorregões no tapete.

Quanto ao espaço necessário, você só precisa de um local suficiente para se deitar e estender os braços e pernas livremente. Certifique-se de que o ambiente esteja limpo e livre de objetos que possam atrapalhar sua prática. Agora que você tem os requisitos básicos, vamos explorar alguns exercícios essenciais para iniciantes.

Exercícios essenciais de Mat Pilates para iniciantes

Quando você está começando com o Mat Pilates, é importante dominar os exercícios básicos antes de avançar para os mais avançados. Esses exercícios iniciais são fundamentais para fortalecer o core, melhorar a postura e ganhar consciência corporal.

  1. The Hundred (Os Cem): Este é um dos exercícios mais conhecidos do Mat Pilates. Deite-se de costas no tapete, com os braços estendidos ao longo do corpo e as pernas levantadas em um ângulo de 90 graus. Mantenha a cabeça e os ombros elevados do tapete e bombeie os braços para cima e para baixo, inspirando por cinco batidas e expirando por cinco batidas. Repita por dez ciclos respiratórios completos.
  2. Roll Up (Rolar para Cima): Este exercício trabalha a flexibilidade da coluna e fortalece o core. Deite-se de costas no tapete, com as pernas estendidas e os braços estendidos acima da cabeça. Contraia o abdômen e role o corpo para cima, alcançando os dedos dos pés com as mãos. Mantenha a posição por um segundo e, em seguida, desenrole lentamente a coluna de volta para o tapete. Repita por 8 a 10 vezes.
  3. Single Leg Circle (Círculo de Perna Única): Este exercício trabalha a estabilidade do core e a mobilidade das pernas. Deite-se de costas no tapete, com os braços estendidos ao longo do corpo e as pernas estendidas para cima. Desenhe um círculo com uma perna no sentido horário e, em seguida, inverta o sentido do círculo. Mantenha o quadril estável durante todo o movimento. Faça 5 círculos em cada perna.

Esses são apenas alguns dos muitos exercícios que você pode fazer no Mat Pilates. Lembre-se de sempre prestar atenção à sua respiração e executar os movimentos com controle e precisão. À medida que você ganha mais confiança e força, pode começar a explorar os exercícios mais avançados.

Exercícios avançados de Mat Pilates para praticantes experientes

Exercícios avançados de Mat Pilates para praticantes experientes

Se você já tem experiência com o Mat Pilates e está procurando desafios mais intensos, existem exercícios avançados que podem levar sua prática a um nível superior. Esses exercícios envolvem movimentos mais complexos e exigem um maior domínio corporal e força.

  1. Control Balance (Equilíbrio no Controle): Este exercício desafia a estabilidade do core e a coordenação. Deite-se de costas no tapete, levante as pernas para o ar e estenda os braços em direção aos pés. Lentamente, role o corpo para cima, equilibrando-se nos ossos do bumbum, formando uma “V” invertida. Mantenha a posição por alguns segundos e, em seguida, role lentamente o corpo de volta para o tapete. Repita por 6 a 8 vezes.
  2. Swan Dive (Mergulho do Cisne): Este exercício fortalece as costas, ombros e glúteos. Deite-se de barriga para baixo no tapete, com as pernas estendidas e os braços estendidos acima da cabeça. Contraia o core e levante o peito e os braços do tapete, estendendo o corpo para cima e para a frente. Mantenha a posição por alguns segundos e, em seguida, abaixe o corpo de volta para o tapete. Repita por 8 a 10 vezes.
  3. Teaser (Desafio): Este exercício é um dos mais desafiadores do Mat Pilates e requer um alto nível de força e equilíbrio. Sente-se no tapete, com as pernas estendidas e os braços estendidos acima da cabeça. Contraia o core e role o corpo para trás, mantendo as pernas retas e levantando-as em um ângulo de 45 graus do chão. Mantenha a posição por alguns segundos e, em seguida, role lentamente o corpo de volta para a posição inicial. Repita por 6 a 8 vezes.

Esses exercícios avançados são apenas uma amostra do que você pode explorar no Mat Pilates. Lembre-se sempre de ouvir o seu corpo e respeitar os seus limites. Se necessário, você pode buscar a orientação de um instrutor experiente para garantir que você esteja executando os movimentos corretamente e de forma segura.

Incorporando o Mat Pilates à sua rotina de exercícios

Agora que você está familiarizado com os exercícios básicos e avançados do Mat Pilates, é hora de falar sobre como incorporar essa prática à sua rotina de exercícios.

O Mat Pilates pode ser realizado de 2 a 3 vezes por semana, dependendo do seu nível de condicionamento físico e dos seus objetivos. É importante alternar os dias de prática com outros tipos de exercícios, como cardio e treinamento de força, para obter um treino completo e equilibrado.

Você pode fazer uma aula de Mat Pilates em grupo, com um instrutor certificado, ou seguir uma série de exercícios em casa. Existem muitos vídeos e aplicativos disponíveis que podem guiá-lo através de uma prática de Mat Pilates completa.

Lembre-se de aquecer antes de iniciar os exercícios e alongar-se depois para evitar lesões. Comece com os exercícios básicos e vá progredindo gradualmente para os mais avançados. Ouça seu corpo e respeite seus limites, fazendo modificações nos exercícios, se necessário.

Incorporando o Mat Pilates à sua rotina de exercícios

Afinando a Sintonia do Corpo: Pilates no Solo e o Caminho para o Condicionamento Físico Ótimo

Praticar Pilates no Solo vai muito além de realizar exercícios físicos; é embarcar numa verdadeira jornada de aprimoramento pessoal, onde o movimento encontra a ciência para transformar nosso entendimento e uso do corpo. Ao praticarmos sobre sobre o tapete, usando apenas no peso de nosso corpo como desafio, descobrimos os segredos e aprendemos maneiras incríveis de potencializar nossa capacidade física.


Ao falar de condicionamento físico, muitas vezes pensamos em força, flexibilidade e resistência. No entanto, o Pilates no Solo nos leva além, transformando não só como alcançamos objetivos pessoais, mas também como harmonizamos nosso movimento. Mais do que um exercício, é uma reeducação corporal para nos movermos de forma mais eficaz e equilibrada. Concentrando-se em fortificar o core, aprimorar a postura e melhorar a flexibilidade, o Pilates no Solo faz uma contribuição valiosa para nossa saúde e bem-estar integral.

A ligação entre praticar Pilates no Solo e melhorar o condicionamento físico é realmente significativa. Cada movimento planejado não só busca testar nossos limites físicos, mas também cultivar uma maior atenção e presença mental. Esta estratégia completa garante que à medida que fortalecemos nosso corpo, nossa mente também se afia, ganhando foco e resiliência. Dessa forma, o Pilates no Solo vai além de simples preparação física, ensinando-nos sobre a importância de respirar corretamente, manter um alinhamento corporal adequado e executar cada movimento com precisão — fundamentos vitais para um estado de forma física duradouro e holístico.

No fundo, Pilates no Solo transcende a ideia de ser apenas uma técnica para melhorar o físico; transforma-se em um verdadeiro estilo de vida. Oferece aos seus adeptos um conjunto de habilidades que vai além do exercício, promovendo um entendimento profundo de seu corpo. Isso permite que as pessoas não só atinjam seus objetivos de condicionamento físico, mas também elevem sua qualidade de vida como um todo. Praticar cada movimento com intenção e plena atenção abre um caminho para reconhecer tanto a capacidade física quanto o vasto potencial da mente e do espírito. É, essencialmente, um convite para abraçar cada dia com mais atenção, elegância e vigor, seja praticando no tapete ou levando esses ensinamentos para além das sessões de Pilates.

Exercícios Originais de Pilates: A Fundação do Movimento e da Força

Os exercícios criados por Joseph Pilates transcendem as simples práticas de movimento, formando o coração de uma filosofia que une o físico ao psíquico. Concebidos com extremo cuidado, eles não apenas enfatizam a precisão e o domínio, mas fluem de maneira que buscam harmonizar o corpo com a mente. Imersão nessa metodologia significa embarcar em uma exploração pessoal, onde fortalecemos as bases físicas do nosso ser ao mesmo tempo que desenvolvemos uma consciência profunda da nossa anatomia.

Cada movimento projetado no universo do Pilates serve como peça fundamental de um quebra-cabeça mais amplo, visando a remodelação integral do corpo, começando pelo seu centro. De exercícios revitalizantes como o “The Hundred”, que prepara o corpo para a sessão, até desafios de força e coordenação como o “The Teaser”, cada prática é elaborada com o intuito de não apenas realinhar e fortalecer, mas também de aumentar a flexibilidade do corpo, favorecendo uma saúde plena. Essa abordagem vai muito além do aspecto físico, promovendo uma sinergia entre mente e corpo, onde a respiração consciente e os movimentos se harmonizam perfeitamente.

Comprometer-se com o Pilates significa abraçar a disciplina e a dedicação. Ao manter uma rotina regular de treinos, não apenas desenvolvemos uma força muscular equilibrada e robusta, mas também refinamos nossa postura e fomentamos um estado de atenção constante e equilibrada. Estas práticas servem como bússolas para um conhecimento mais profundo de nós mesmos, permitindo que nos movamos pela vida com mais graça, competência e autoconfiança.

De fato, escolher os exercícios tradicionais de Pilates vai além de um simples regime de condicionamento físico; é um compromisso com um estilo de vida que valoriza a harmonia entre o bem-estar físico e mental. Revisitar e aplicar os princípios fundamentais do Pilates em nossa rotina diária é um convite ao desenvolvimento pessoal, que transcende o meramente físico para enriquecer nossa visão de mundo, energia vital e capacidade de superar desafios com coragem e resiliência.

Benefícios do MAT Pilates

A Bola Suíça e sua Revolução nos Pilates: Um Toque de Dinamismo e Profundidade

A chegada da bola suíça às aulas de Pilates marcou um ponto de virada significativo para aqueles que buscam aprimorar sua prática e extrair o máximo de seus benefícios. Esse recurso inovador não só traz uma nova profundidade e complexidade aos exercícios de Pilates, mas também transforma cada aula em uma jornada de descoberta e evolução pessoal.

Adicionar a bola suíça ao nosso treino de Pilates nos apresenta desafios renovados, colocando à prova nossa estabilidade, equilíbrio e coordenação de formas que não havíamos explorado antes. Esse acessório exige que elevemos nosso nível de controle e precisão, que são essenciais no Pilates, e ao mesmo tempo, abre portas para explorarmos e nos aventurarmos por novos movimentos.

Este constante desafio reforça não só a nossa conexão mente-corpo, mas expande os benefícios do Pilates, promovendo desde um aumento na flexibilidade e força até a conquista de uma postura exemplar.

O fascínio pela bola suíça reside também na sua eficácia em ativar e fortalecer os membros inferiores, garantindo um trabalho focado nessas áreas essenciais. Isso é de grande valia, considerando que uma base inferior forte é essencial para manter uma boa postura e evitar lesões, contribuindo para a solidez do corpo como um todo.

Mais que seus reconhecidos ganhos físicos, a bola suíça amplia significativamente o aspecto mental do Pilates. O foco necessário para manter-se equilibrado e executar movimentos precisos com a bola promove uma ligação mais intensa com nosso interior, abrindo caminho para uma serenidade e concentração que são frequentemente eclipsadas pela correria do dia a dia.

A bola suíça rapidamente se tornou essencial nas aulas de Pilates, trazendo uma variedade incrível de exercícios e benefícios. Sua integração aos exercícios tradicionais permite que quem pratica sinta os efeitos do Pilates de uma maneira mais intensa, melhorando não apenas a saúde física, mas também a emocional.

Acessórios e equipamentos

FAQ sobre Mat Pilates

1. Qual a diferença entre Mat Pilates e Pilates?

O Pilates pode ser praticado de duas formas principais: no solo, conhecido como Mat Pilates, ou em aparelhos, frequentemente referido simplesmente como Pilates. A principal diferença entre essas modalidades está no uso ou não de equipamentos especializados. O Mat Pilates é realizado com o praticante utilizando um tapete (mat, em inglês), podendo incluir acessórios simples como bolas, faixas elásticas e anéis. Já o Pilates com aparelhos utiliza equipamentos como o Reformer, Cadillac, e a Chair, que oferecem resistência ajustável por meio de molas, proporcionando uma gama mais ampla de exercícios e intensidades.

2. Como é a aula de Mat Pilates?

A aula de Mat Pilates foca no controle, na concentração e na respiração, com exercícios que visam fortalecer a musculatura, melhorar a postura, a flexibilidade e a saúde mental. As aulas começam com um aquecimento, seguido de uma sequência de exercícios realizados principalmente no chão, com movimentos lentos e controlados que desafiam o equilíbrio, a coordenação e a força muscular. O instrutor pode incorporar acessórios para aumentar a eficácia dos exercícios ou adaptá-los para diferentes níveis de habilidade.

3. Quanto tempo dura uma aula de Mat Pilates?

Uma aula típica de Mat Pilates geralmente dura entre 45 a 60 minutos. A duração pode variar dependendo do estúdio, do instrutor e do nível da turma, mas a maioria das aulas se encaixa nesse intervalo de tempo, oferecendo um treino completo que engaja diversos grupos musculares e promove a consciência corporal.

4. Quantos exercícios têm o Mat Pilates?

O Mat Pilates é composto por mais de 50 exercícios básicos, que podem ser modificados ou adaptados para criar variações, tornando o número total de exercícios potencialmente maior. Esses exercícios englobam uma ampla gama de movimentos que visam diferentes partes do corpo, como abdominais, lombares, pernas e braços, permitindo ao praticante trabalhar o corpo de maneira integral. Os instrutores escolhem e combinam esses exercícios de acordo com o nível e os objetivos da turma, garantindo que cada aula seja única e desafiadora.

Espero que essas informações te ajudem a entender melhor o Mat Pilates e como ele se diferencia do Pilates tradicional, além de te dar uma ideia do que esperar das aulas. Se tiver mais dúvidas ou precisar de informações adicionais, estou à disposição!

Além disso, o Mat Pilates pode ser uma ótima opção para combinar com outras atividades físicas. Por exemplo, se você pratica corrida, o Mat Pilates pode ajudar a fortalecer os músculos do core e melhorar sua postura, o que pode resultar em melhor desempenho e redução do risco de lesões.

Não se esqueça dos benefícios mentais do Mat Pilates. Essa prática pode ser uma excelente maneira de aliviar o estresse, acalmar a mente e melhorar a concentração. Reserve um tempo para se conectar com seu corpo, respirar profundamente e aproveitar os momentos de tranquilidade durante a prática.

Agora que você conhece todos os benefícios do Mat Pilates, é hora de experimentar essa prática incrível e desfrutar de uma série de melhorias para o corpo e a mente. Lembre-se de que a consistência é a chave para obter resultados duradouros. Então, pegue seu tapete de Pilates, coloque suas roupas confortáveis e comece a explorar tudo o que o Mat Pilates tem a oferecer!

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Você sabe o que é a Auto Liberação Miofascial?

Primeiro vamos falar sobre a Fáscia

Definições

Houve várias definições de fáscia, cada uma chamando a atenção para diferentes propriedades ou características. De acordo com a definição fornecida pelo Journal of Bodywork and Movement Therapies (LeMoon, 2008), a fáscia é “o componente do tecido mole do sistema de tecido conjuntivo que tanto penetra como envolve os músculos, ossos, órgãos, nervos, vasos sanguíneos e outras estruturas e estende-se da cabeça aos pés, da frente para trás e da superfície até o fundo de uma teia tridimensional ininterrupta ”. 

Esta definição chama a atenção para a natureza onipresente da fáscia. Findlay (2009) introduziu a fáscia como “o componente de tecido mole do sistema de tecido conjuntivo que permeia o corpo humano, formando uma matriz tridimensional contínua e de corpo inteiro de suporte estrutural. Ele interpenetra e envolve todos os órgãos, músculos, ossos e fibras nervosas, criando um ambiente único para o funcionamento dos sistemas do corpo. ”Esta definição chama a atenção para o papel estrutural desempenhado pela fáscia. 

Schleip et al. (2012) definiram a fáscia como “o componente de tecido mole do sistema de tecido conjuntivo que permeia o corpo humano (e) que faz parte de um sistema de transmissão de força tensional”. Essa definição torna mais claro como a fáscia está envolvida na transmissão de forças. De fato, Huijing e Jaspers (2005) observaram que, como a carga mecânica longitudinal in vitro não causa as mesmas adaptações que cargas mecânicas similares in vivo, a transmissão de força por meio de conexões miofasciais pode ser importante no processo de hipertrofia muscular. Finalmente, Kumka e Bonar (2012) sugeriram que a fáscia seja definida como “uma inervação, contínua.

 

O que é a Auto Liberação Miofascial?

A auto liberação miofascial é uma intervenção popular usada por profissionais de reabilitação e fitness para aumentar a mobilidade miofascial. As ferramentas comuns da auto liberação miofascial incluem o rolo de espuma e vários tipos de massageadores de rolos. 

Existem evidências que sugerem que essas ferramentas podem melhorar a amplitude de movimento articular (ADM) e o processo de recuperação, diminuindo os efeitos da dor muscular aguda, dor muscular de início tardio (DOMS)  e desempenho muscular pós-exercício, rolos de espuma e as barras de massagem de rolos apresentam diversos tamanhos e densidades de espuma ( Figura 1 ).

Os rolos de espuma comercial estão normalmente disponíveis em dois tamanhos.

Com a rolo de espuma, o paciente usa seu peso corporal para aplicar pressão nos tecidos moles durante o movimento de rolamento. Barras de massagem de rolo também vêm em muitas formas, materiais e tamanhos. Um dos mais comuns é uma barra de massagem de rolo construída de um cilindro de plástico sólido com uma cobertura externa de espuma densa. 

A barra é frequentemente aplicada com as extremidades superiores no músculo alvo. A pressão durante a ação de rolamento é determinada pela força induzida pelas extremidades superiores. A bola de tênis também foi considerada uma forma de massagem com rolete e foi estudada em pesquisas anteriores. 

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Para atletas e indivíduos ativos, auto liberação miofascial  é freqüentemente usado para melhorar a recuperação e o desempenho. Apesar da popularidade da auto liberação miofascial , os efeitos fisiológicos ainda estão sendo estudados e não existe consenso sobre o programa ideal para amplitude de movimento, recuperação e desempenho.

Apenas duas revisões anteriores foram publicadas relacionadas às terapias miofasciais. Mauntel e cols. realizaram uma revisão sistemática que avaliou a eficácia das várias terapias miofasciais, como terapia com ponto de gatilho, terapia de liberação posicional, técnica de liberação ativa e auto liberação miofascial na amplitude articular, força muscular e ativação muscular. Os autores avaliaram 10 estudos e descobriram que as terapias miofasciais, como um grupo, melhoraram significativamente a ADM, mas não produziram alterações significativas na função muscular após o tratamento.

Schroder e cols. Realizaram uma revisão da literatura avaliando a eficácia da auto liberação miofascial usando um rolo de espuma e massageador de rolo para pré-exercício e recuperação. Os critérios de inclusão foram ensaios controlados randomizados. Nove estudos foram incluídos e os autores descobriram que a auto liberação miofascial parece ter efeitos positivos sobre a ADM e dor / fadiga após o exercício. 

Apesar desses resultados relatados, deve-se notar que os autores não utilizaram uma estratégia de busca objetiva ou classificação da qualidade da literatura.

Atualmente, não há revisões sistemáticas que avaliaram especificamente a literatura e relataram os efeitos da auto liberação miofascial usando um rolo de espuma ou massageador de rolos nesses parâmetros. Isso cria uma lacuna na tradução da pesquisa para a prática para clínicos e profissionais de fitness que usam essas ferramentas e recomendam esses produtos para seus clientes.

 O objetivo desta revisão sistemática foi avaliar criticamente as evidências atuais e responder às seguintes perguntas: (1) A auto liberação miofascial com rolo de espuma ou massageador de rolos melhora a amplitude de movimento articular sem afetar o desempenho muscular? (2) Após um intenso exercício de exercício, A liberação auto-miofascial com um rolo de espuma ou massageador de rolo aumenta a recuperação muscular após o exercício e reduz o DOMS? (3) A liberação auto-miofascial com um rolo de espuma ou massa-rolo antes da atividade afeta o desempenho muscular?

Benefícios da Auto Liberação Miofascial

Há evidências de que a auto liberação miofascial ajuda a aliviar alguns tipos de dor, incluindo dor lombar não específica e dor no calcanhar plantar, mas os benefícios de incluir a auto liberação miofascial em sua rotina regular vão além do alívio da dor para alguns benefícios de desempenho bastante agradáveis. De fato, alguns estudos indicam que a auto liberação miofascial pode ajudar:

  • Aumente a amplitude de movimento e a flexibilidade em articulações específicas, sem reduzir a ativação ou a força muscular. Isso faz com que seja uma excelente atividade de aquecimento pré-treino.
  • Reduza a dor e a fadiga pós-treino. Isso faz com que seja uma excelente atividade de relaxamento pós-treino.

Se você ainda está confuso sobre o que é a auto liberação miofascial, então você pode ter ouvido falar em, Rolo Massagem Foam Roller. E enquanto o Foam Roller é certamente uma forma de auto liberação miofascial, esses cilindros de espuma rígidos não são as únicas ferramentas disponíveis para atingir aderências musculares e proporcionar benefícios físicos. Se você está querendo iniciar um pouco de auto-massagem para melhorar o desempenho, considere estocar seu arsenal de autocuidado com essas ferramentas para a auto liberação miofascial.

Confira algumas formas de Auto Liberação Miofascial

 Rolo de espuma

Nem todos os rolos de espuma são iguais, por isso é importante entender o mercado. Você vê, rolos de espuma em muitos tamanhos, formas e densidades diferentes. Alguns apresentam solavancos ou botões, enquanto outros vibram. Alguns custam cerca de R$ 20,00, outros custam mais de R$ 200,00, o que torna a escolha de um rolo de espuma mais confusa do que deveria ser.

Em sua essência, um rolo de espuma é simplesmente um cilindro de espuma que você equilibra e rola, passando o tecido muscular pela superfície dura do rolo para ajudar a soltar aderências. A boa notícia é que a maioria das pessoas não precisa de nenhum dos recursos excessivamente complicados que aumentam o custo da ferramenta. O que você não precisa é um rolo feito de espuma de alta densidade EVA. Este tipo de espuma não vai quebrar ou ficar “macio”, tornando o rolo menos eficaz com o tempo.

Uma bola de massagem

Bola de massagem
Terapia de Performance de Ponto de Trigger

Por mais maravilhosos que sejam os rolos de espuma, às vezes eles simplesmente não fornecem alívio direcionado suficiente para pontos de gatilho dolorosos. A superfície relativamente plana do cilindro não pode realmente cavar em pontos específicos. É aí que bolas de massagem entram em jogo. O exemplo mais clássico é uma bola de tênis. Estas bolas de borracha rígida muito mais densas, permitindo uma massagem mais agressiva de áreas específicas, especialmente os glúteos, parte superior do tórax e áreas de ambos os lados da coluna. Além disso, eles são baratos. 

Claro, bolas de tênis não são sua única opção. Você pode usar bolas de golfe para direcionar suas mãos e pés. Você pode usar softballs para atingir extensões maiores de seus glúteos. 

Um bastão de massagem

Vara de massagem Namastick

As baquetas de massagem são especialmente agradáveis ​​para o trabalho e a viagem, já que você pode direcionar as mesmas extensões de tecido muscular com um rolo, mas a partir do conforto de uma cadeira. Além disso, eles são leves e razoavelmente pequenos, facilitando o uso em uma bolsa ou mala.

Você pode usar o bastão para aplicar uma força de atrito contra o tecido em ângulos variados. Por exemplo, você pode mais facilmente direcionar seus quadris de diferentes ângulos com um bastão de massagem do que você pode com um rolo de espuma.

Uma ótima opção é o Namastick . Este bastão de madeira  apresenta uma bola em cada extremidade. É esse design que torna o Namastick tão útil. Além de trabalhar como bastão de massagem, ele pode funcionar como uma bola de massagem ou um rolo de espuma para alguns exercícios. Por exemplo, você pode colocá-lo no chão e estender seus quadris ou isquiotibiais de forma semelhante à de um rolo de espuma, mas você não precisa se equilibrar em cima do rolo. É uma opção mais acessível para pessoas que querem os benefícios de um rolo de espuma, mas podem não ter o equilíbrio ou a força da parte superior do corpo para usar efetivamente a outra ferramenta.

Você também pode usar as bolas em cada extremidade do Namastick para atingir as solas dos pés ou para identificar e trabalhar em nós nos quadris ou nas costas. Contanto que você fique longe de pontos e juntas ósseas, é uma opção flexível para encontrar e liberar aderências fasciais. 

 

Roda de plexo

Não confunda uma roda com um rolo de espuma. Enquanto ambas as ferramentas são cilindros, as rodas são mais estreitas, normalmente têm um diâmetro maior e são projetadas especificamente para serem enroladas ao longo da coluna.

A roda do plexo  é um ótimo exemplo é uma otima forma para realizar a Auto Liberação Miofascial. Este produto vem em três tamanhos diferentes, pode suportar até 500 libras e é estreito o suficiente para caber entre suas escapulas, essencialmente tracionando a espinha quando você rola por cima dele. Devido ao seu tamanho e forma, a Plexus Wheel fornece massagem direcionada para cima e para baixo na coluna, estimulando o tórax e os ombros a se “abrirem”, contrabalançando o desdobramento da parte superior do corpo que se desenvolve em atividades como sentar em uma mesa. Ao contrariar este desleixo para a frente, a roda pode ajudar a prevenir e corrigir os desequilíbrios musculares que contribuem para a dor nas costas enquanto massageia a musculatura firme ao longo do pescoço e da coluna vertebral.

 

Nesse texto você conferiu as seguintes informações:

A definição de Fasia

O que é a Auto Liberação Miofascial

Os Beneficios da Auto Liberação Miofascial

5 Tecnicas para estar realizando 

 

Confira um artigo completo sobre Liberação Miofascial em PDF 

Liberação miofascial no ganho de potência muscular do quadríceps: um estudo controlado e randomizado

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