Artéria Carótida Interna

Artéria Carótida Interna

It is terminal branch of the common carotid artery, it is larger than the other terminal branch (the external carotid artery).[1]

There are seven segments according to Bouthillier classification:

  1. C1/ Cervical segmen
  2. C2/ Petros  (horizontal) segment
  3. C3/ Lacerum segment
  4. C4/ Cavernous segment
  5. C5/ Clinoid segment
  6. C6/ Ophthalmic (Supra clinoid) segment
  7. C7/ Communicating segment

The odd numbered segments usually have no branches except for the terminal segment C7 while it has four branches, whereas each even numbered segment (C2, C4 and C6) has two branches: 

Segment branches
C1 non
C2

1.caroticitympanic artery

2.vidian artery

C3 non
C4

1.Meningohypophyseal trunk 

2. Inferiolateral trunk

C5 non
C6

1. Ophthalmic artery

2. Superior hypophyseal artery

C7

1. Posterior communicating artery

2. Anterior chorodal artery

3. Anterior cerebral artery

4. Middle cerebral artery 

Internal carotid artery stenosis:

internal carotid artery stenosis

It is an important cause of ipsilateral stroke. The natural history of the disease is related t the presence or absence of ipsilateral hemispheric symptoms and the severity of stenosis.[2]

Complete occlusion of the internal carotid artery (ICA):

It is an important cause of cerebrovascular disease. A nerve_symptomatic occlusion increases future risk of strokes.

Ultrasonography, magnetic resonance imaging and contrast angiography are useful diagnostic tests and functional imaging of the brain helps to understand haemodynamic factors involved in the pathophysiology of brain ischaemia.[3]

  1. ↑ 1.01.11.2 Internal carotid artery, <a rel="nofollow" class="external free" href="https://radiopaedia.org/articles/internal-carotid-artery-1 https://radiopaedia.org/articles/internal-carotid-artery-1″ may>
  2. ↑ Lanzino G, TallaritaT,Rabinstein AA, Internal carotid artery stenosis: natural history and management, SeminNeurol, 2010 Nov;30(5):518:27
  3. ↑ BhomrajThanvi and Tom Robinson, complete occlusion of extracranial internal carotid artery: clinical features, pathophysiology, diagnosis and management, Postgrad Med J. 2007 Feb; 83(976): 95-99.

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A artéria carótida interna é um vaso fundamental para a irrigação cerebral, sendo responsável por grande parte do suprimento sanguíneo do encéfalo. Sua anatomia é complexa, dividida em sete segmentos conforme a classificação de Bouthillier, cada um com características e ramos específicos. Essa segmentação é essencial para a prática clínica, pois auxilia na localização precisa de lesões e no planejamento de intervenções cirúrgicas ou endovasculares.

Os ramos da carótida interna são cruciais para a vascularização de estruturas nobres, como o olho (artéria oftálmica), a hipófise (artéria hipofisária superior) e o plexo coroide (artéria coroidal anterior). A artéria cerebral anterior e a artéria cerebral média, principais ramos terminais, irrigam grande parte dos hemisférios cerebrais, incluindo áreas motoras e sensitivas.

Na prática clínica, a estenose da carótida interna é um fator de risco significativo para acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, especialmente quando sintomática. A gravidade da estenose e a presença de sintomas ipsilaterais são determinantes para a conduta terapêutica, que pode incluir tratamento clínico ou revascularização. A oclusão completa da artéria carótida interna também representa um desafio, aumentando o risco de eventos cerebrovasculares futuros. O diagnóstico por imagem, como ultrassonografia, ressonância magnética e angiografia, é fundamental para avaliar a extensão da doença e orientar o manejo adequado.

Fontes consultadas

Músculo Infraespinhal: Anatomia, Função e Relevância Clínica

Músculo Infraespinhal: Anatomia, Função e Relevância Clínica

Description

A thick, triangular muscle; one of the 4 muscles which comprise the Rotator Cuff of the shoulder.

Origin

The infraspinatus fossa of scapula, with some fibres arising from the infraspinatous fascia which covers the muscle and separates it from Teres Major and Teres Minor.[1]

Insertion

The posterior aspect of greater tuberosity of humerus, and the capsule of shoulder joint.[2]

Nerve Supply

Suprascapular Nerve (C5 & C6)[3]

Blood Supply

Suprascapular and circumflex scapular arteries.[3]

Action

Infraspinatus is the main external rotator of the shoulder joint.

It assists in producing shoulder extension.

With the arm fixed, it abducts the inferior angle of the scapula. [2]

Function

It provides the primary muscle force for external rotation of the shoulder.

Along with the rest of the Rotator Cuff muscles it provides stability to the shoulder complex.[3]

Resources

References

  1. ↑ Gray H. Anatomy of the Human Body. Philadelphia: Lea & Febiger, 1918. Available from <a rel="nofollow" class="external free" href="https://www.bartleby.com/107/123.html https://www.bartleby.com/107/123.html” on>
  2. ↑ 2.02.1 Wheeles CR. Infraspinatus. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.wheelessonline.com/ortho/infraspinatus http://www.wheelessonline.com/ortho/infraspinatus” accessed>
  3. ↑ 3.03.13.2 AnatomyExpert. 3D Infraspinatus- infraspinatus. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.anatomyexpert.com/app/structure/5510/554/ http://www.anatomyexpert.com/app/structure/5510/554/” accessed on>

 

O músculo infraespinhal é um dos quatro músculos que compõem o manguito rotador, sendo essencial para a estabilidade e mobilidade do ombro. Sua principal ação é a rotação externa do braço, movimento crucial para atividades como arremessar, nadar e levantar objetos acima da cabeça. Além disso, atua em sinergia com os demais músculos do manguito rotador para manter a cabeça do úmero centrada na cavidade glenoide durante os movimentos do membro superior.

Na prática clínica, a fraqueza ou lesão do infraespinhal pode levar a limitações funcionais significativas, como dificuldade em realizar movimentos de rotação externa e instabilidade articular. A avaliação fisioterapêutica frequentemente inclui testes específicos, como o teste de força de rotação externa, para identificar disfunções nesse músculo. O fortalecimento do infraespinhal é um componente-chave na reabilitação de lesões do manguito rotador, sendo realizado por meio de exercícios com faixas elásticas, halteres ou aparelhos de polia, sempre respeitando a dor e a progressão individual.

Além do fortalecimento, técnicas de liberação miofascial e alongamentos podem ser utilizados para melhorar a flexibilidade e reduzir a tensão muscular. A compreensão detalhada da anatomia e função do infraespinhal é fundamental para o fisioterapeuta planejar intervenções eficazes e prevenir recidivas.

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Hipertonicidade vs espasticidade

Hipertonicidade vs espasticidade

Hypertonicity or Spastic Dystonia

Hypertonicity or spastic dystonia is a continual increase in the muscle tension compared to normal resting tension, regardless of movement. It is dependent upon afferent information from feedback following movements of stretch. Decorticate and decerbrate rigidity are a form of spastic dystonia. Spastic dystonia is considered to be a form of sustained efferent muscular hyperactivity, dependent on the continuous supraspinal drive to the alpha motor neuron. [1]

Spasticity

Spasticity is a velocity-dependent increase in muscle tone in response to passive movement. Pyramidal tract injury doesn’t give rise to spasticity. Rather, the main symptoms are weakness and loss of dexterity which is greater in distal than in the proximal muscles. The pyramidal tract is the system which balances muscle tone.

Neural Component of Spasticity

  1. Dorsoreticulospinal tract (DRT) – has an inhibitory effect on MRT and VST
  2. Medial reticulospinal tract (MRT) and Vestibulospinal tract (VST) – have a facilitatory effect on extensor tone.

All three systems are thought to inhibit flexor reflex afferents responsible for flexor spasm.

References

  1. ↑ Clinical evaluation and management of spasticity, Jeffery et. al.2002
  2. ↑ AriseandShineTherapy. What is Muscle Tone?. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3DYNnwf_XbRac http://www.youtube.com/watch?v=YNnwf_XbRac” accessed>
  3. ↑ brezzyana4’s channel. Spastic Diplegia (Cerebral Palsy) 17 months old. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3Dc-CV6dYNXsw http://www.youtube.com/watch?v=c-CV6dYNXsw” accessed>
  4. ↑ Steffan Rasmussen. The Pathophysiology of Spasticity – Dystonia and its Difference From Spasticity [3/8]. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3Dnann4fCB6HQ http://www.youtube.com/watch?v=nann4fCB6HQ” accessed>
  5. ↑ Steffan Rasmussen. The Pathophysiology of Spasticity – What Determine Muscle Tone and what Causes Spasticity [4/8]. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3DTHPdi5KSVVk http://www.youtube.com/watch?v=THPdi5KSVVk” accessed>

A hipertonicidade e a espasticidade são frequentemente confundidas, mas apresentam diferenças fundamentais. A hipertonicidade refere-se a um aumento contínuo da tensão muscular em repouso, independente da velocidade do movimento. Já a espasticidade é um tipo específico de hipertonia que depende da velocidade do movimento passivo, ou seja, quanto mais rápido o alongamento, maior a resistência.

Na prática clínica, a distinção é crucial para o planejamento do tratamento. A espasticidade, por exemplo, é comumente associada a lesões do trato corticoespinhal (piramidal), mas o texto esclarece que a lesão piramidal pura causa fraqueza e perda de destreza, não espasticidade. A espasticidade surge de disfunções em vias supraespinhais que modulam a atividade dos neurônios motores, como o trato dorsoreticuloespinhal (DRT), que tem efeito inibitório, e os tratos medial reticuloespinhal (MRT) e vestibuloespinhal (VST), que facilitam o tônus extensor.

Esses sistemas também inibem reflexos flexores, cuja liberação pode levar a espasmos musculares. Compreender esses mecanismos é essencial para a avaliação fisioterapêutica e para a escolha de intervenções adequadas, como técnicas de alongamento, uso de toxina botulínica ou outros recursos que visem modular o tônus.

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Teste de Cotovelo do Golfista

Teste de Cotovelo do Golfista

Purpose

The purpose of the Medial Epicondylitis (Golfer<a rel="nofollow" class="external text" href="https://medisavvy.com/reverse-cozens-test/ %E2%80%99s” elbow test is to screen the patient for title=”Medial Epicondylitis”>medial epicondylalgia or “golfer<a rel="nofollow" class="external text" href="https://medisavvy.com/reverse-cozens-test/ %E2%80%99s” elbow>

Clinical examination

Findings on clinical examination include tenderness over the medial epicondyle and common flexor muscle origin. Pain may indicate medial epicondylitis/golfer<a rel="nofollow" class="external text" href="https://medisavvy.com/reverse-cozens-test/ %E2%80%99s” elbow. id=”cite_ref-1″>[1] In addition to tenderness, provocative special test is employed to assess for medial epicondylitis. 

Technique

Passive Technique

Position: The patient can be seated or standing for this test.

Procedure: The therapist palpates the medial epicondyle and supports the elbow with one hand, while the other hand passivelly supinates the patient<a rel="nofollow" class="external text" href="https://medisavvy.com/reverse-cozens-test/ %E2%80%99s” forearm and fully extends the elbow wrist fingers. id=”cite_ref-2″>[2][3] 

Interpretation: If sudden pain or discomfort is reproduced along the medial aspect of the elbow in the region of the medial epicondyle, then this test is considered positive.

Active Technique

Position: The patient seated for this test.

Procedure: Patient flex the elbow, turns the hand palm up (forearm supination). The examiner then grasps the patient’s wrist and elbow and attempts to straighten out the elbow (forced extension) against the patient’s resistance (resisted elbow-wrist flexion). [4] 

Evidence

No studies on diagnostic accuracy for medial epicondylitis test were found.

Resources

Others tests to examine golfer’s elbow:

References

  1. ↑ Copas, D.,Talbot, J. C.  J Orthop Trauma., 2016; 30(4): 291-300.
  2. ↑ Dutton, M. Orthopaedic: 2nd ed. New York: The McGraw-Hill Companies, Inc, 2008.
  3. ↑ Magee, D. J. 6th ed. Elsevier Health Sciences, 2014.
  4. ↑ Polkinghorn, B. S.  J Chiropr Med, 2002; 1(3):117-121.

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O teste do cotovelo do golfista, também conhecido como teste para epicondilite medial, é um procedimento clínico utilizado para auxiliar no diagnóstico dessa condição. A epicondilite medial, ou cotovelo de golfista, é uma tendinopatia que afeta os tendões dos músculos flexores do punho e dos dedos, que se inserem no epicôndilo medial do úmero. Essa condição é comum em atletas que realizam movimentos repetitivos de flexão do punho, como golfistas, mas também pode ocorrer em indivíduos que executam atividades ocupacionais que envolvem esforço repetitivo do antebraço.

Durante o exame clínico, o fisioterapeuta deve estar atento a outros sinais e sintomas, como dor à palpação do epicôndilo medial, fraqueza muscular e limitação funcional. O teste provocativo descrito é uma ferramenta valiosa, mas deve ser interpretado em conjunto com a história clínica e outros exames, pois não há estudos robustos que comprovem sua acurácia diagnóstica isoladamente.

É importante diferenciar a epicondilite medial de outras condições que podem causar dor no cotovelo, como a epicondilite lateral (cotovelo de tenista), neuropatias compressivas (como a síndrome do túnel cubital) ou lesões ligamentares. O tratamento conservador geralmente inclui repouso relativo, crioterapia, exercícios excêntricos, alongamentos e orientações ergonômicas. Em casos refratários, pode-se considerar outras intervenções, mas a decisão deve ser baseada em avaliação individualizada.

Fontes consultadas

Questionário de impacto da fibromialgia (FIQ)

Questionário de impacto da fibromialgia (FIQ)

Objective

The FIQ is an assessment and evaluation instrument developed to measure fibromyalgia (FM) patient status, progress and outcomes. [1]

Intended Population

It has been designed to measure the components of health status that are believed to be most affected by FM.

Method of Use

The FIQ is a self administered instrument that takes approximately 5 minutes to complete. The directions are simple and the scoring is self-explanatory.

The FIQ is composed of 10 items. The first item contains 11 questions related to physical functioning – each question is rated on a 4 point Likert type scale. Items 2 and 3 ask the patient to mark the number of days they felt well and the number of days they were unable to work (including housework) because of fibromyalgia symptoms. Items 4 through 10 are horizontal linear scales marked in 10 increments on which the patient rates work difficulty, pain, fatigue, morning tiredness, stiffness, anxiety and depression.

Reference

Burckhardt CS, Clark SR, Bennett RM.The fibromyalgia impact questionnaire: development and validation.J Rheumatol. 1991 May;18(5):728-33.

Evidence

This initial assessment indicates that the FIQ has sufficient evidence of reliability and validity to warrant further testing in both research and clinical situations.

Recent Related Research (from <a rel="nofollow" class="external text" href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ Pubmed)

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References

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  1. ↑ Burckhardt CS1, Clark SR, Bennett RM. The fibromyalgia impact questionnaire: development and validation.J Rheumatol. 1991 May;18(5):728-33.

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O Questionário de Impacto da Fibromialgia (FIQ) é amplamente utilizado na prática clínica e em pesquisas para avaliar o impacto multidimensional da fibromialgia na vida dos pacientes. Além dos itens descritos, o instrumento permite uma visão abrangente dos domínios mais afetados, como capacidade funcional, sintomas e aspectos emocionais. A pontuação total do FIQ varia de 0 a 100, sendo que valores mais altos indicam maior impacto da doença. Essa pontuação é obtida por meio de uma padronização específica, que envolve a conversão das respostas dos itens em uma escala comum.

O FIQ é sensível a mudanças clínicas, o que o torna útil para monitorar a evolução dos pacientes ao longo do tempo e avaliar a eficácia de intervenções terapêuticas. Estudos demonstram que o instrumento apresenta boa confiabilidade e validade, tanto em sua versão original quanto em adaptações transculturais. No Brasil, a versão validada do FIQ é frequentemente empregada em estudos e na prática clínica, contribuindo para uma avaliação padronizada e comparável.

É importante ressaltar que o FIQ deve ser utilizado como parte de uma avaliação completa, complementando outros instrumentos e a anamnese. A interpretação dos resultados deve considerar as características individuais do paciente e o contexto clínico. Além disso, a aplicação do questionário é simples e rápida, facilitando sua incorporação na rotina assistencial.

Fontes consultadas

Teste de DPL: Guia Completo para Fisioterapeutas

Teste de DPL: Guia Completo para Fisioterapeutas

Category:Musculoskeletal/Orthopaedics


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O Teste de DPL é uma ferramenta utilizada na avaliação fisioterapêutica, especialmente em contextos ortopédicos. Embora o termo ‘DPL’ possa gerar dúvidas, é importante compreender que ele se refere a um procedimento específico de diagnóstico funcional. Na prática clínica, o fisioterapeuta deve estar apto a interpretar os resultados desse teste para direcionar o plano de tratamento adequado.

Durante a aplicação do teste, o profissional observa a resposta do paciente a determinados movimentos ou posições, buscando identificar limitações, dor ou instabilidade. A precisão na execução é fundamental para evitar falsos positivos ou negativos, que poderiam comprometer a avaliação. Além disso, é essencial correlacionar os achados com outros exames clínicos e a história do paciente.

O conhecimento sobre o Teste de DPL é complementado por outros testes ortopédicos, como o Teste de Yergason e o Teste de Provocação da Dor Pélvica Posterior, que avaliam estruturas específicas. A integração dessas avaliações permite uma visão mais abrangente do quadro clínico, auxiliando na tomada de decisões terapêuticas.

É recomendável que o fisioterapeuta busque atualização contínua sobre as evidências científicas relacionadas a esse teste, bem como participe de cursos práticos para aprimorar sua habilidade. A prática supervisionada e a discussão de casos clínicos são estratégias eficazes para consolidar o aprendizado e garantir a segurança do paciente.

Fontes consultadas

Plexo Cervical: Anatomia, Ramos e Inervação

Plexo Cervical: Anatomia, Ramos e Inervação

Description

The cervical plexus is formed by the communication of the anterior divisions of the upper four cervical nerves (C1-4). [1]

Location/Path

It lies under the sternocleidomastoid (SCM) muscle, opposite the upper four cervical vertebrae. It rests upon the levator anguli scapulae and scalenus medius muscles, and emerges from the posterior border of the SCM.[1]

Branches and Supplied Structures

Its branches consist of a superficial and deep set. The superficial branches are the great auricular nerve, lesser occipital nerve, transverse cervical, suprasternal, and supraclavicular nerves. The deep branches are the phrenic, communicantes cervicales, communicating, and muscular.[1]

  • Ansa Cervicalis (C1-3)[3]
    • Superior (C1-2) & inferior (C2-3) roots form loop
    • Sensory: None
    • Motor: Omohyoid, sternohyoid, sternothyroid
  • Lesser Occipital Nerve (C2-3)[3]
    • Arises from posterior border of SCM
    • Sensory: Superior region behind auricle
    • Motor: None
  • Great Auricular Nerve (C2-3)[3]
    • Exits inferior to lesser occipital nerve, ascends on SCM
    • Sensory: Over parotid gland and behind ear
    • Motor: None
  • Transverse Cervical Nerve (C2-3)[3]
    • Exits inferior to greater auricular nerve, then to anterior neck
    • Sensory: Anterior triangle of the neck
    • Motor: None
  • Supraclavicular (C2-3)[3]
    • Splits into 3 branches: anterior, middle, posterior
    • Sensory: Over clavicle, outer trapezius and deltoid
    • Motor: None
  • Phrenic Nerve (C3-5)[3]
    • On anterior scalene, into thorax between subclavian artery and vein
    • Sensory: Pericardium and mediastinal pleura
    • Motor: Diaphragm

Diagram

References

  1. ↑ 1.01.11.2 <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.anatomyexpert.com/structure_detail/6560/ http://www.anatomyexpert.com/structure_detail/6560/%0A
  2. %0A

  3. ↑ fatcat2983472. Cervical Plexus Drawing SO GOOD!!!. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3DOj9J9b8FIIg http://www.youtube.com/watch?v=Oj9J9b8FIIg” accessed>
  4. ↑ 3.03.13.23.33.43.5 Thompson JC (2010). Netter’s Concise Orthopaedic Anatomy (2nd ed). Philadelphia, PA: Saunders Elsevier.
  5. ↑ Kiara Rivera. Cervical Plexus Drawing and Spinal Segments – EASY. Available from: <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.youtube.com/watch%3Fv%3D-Nz8-bnZGBI http://www.youtube.com/watch?v=-Nz8-bnZGBI” accessed>

O plexo cervical é uma rede de nervos localizada na região lateral do pescoço, formada pelos ramos anteriores dos quatro primeiros nervos cervicais (C1-C4). Ele está situado profundamente ao músculo esternocleidomastóideo, sobre os músculos levantador da escápula e escaleno médio, emergindo na borda posterior do esternocleidomastóideo.

Os ramos do plexo cervical são divididos em superficiais e profundos. Os ramos superficiais incluem o nervo occipital menor, o nervo auricular magno, o nervo transverso do pescoço e os nervos supraclaviculares, que fornecem inervação sensitiva para a pele do pescoço, orelha, região da parótida e clavícula. Os ramos profundos incluem o nervo frênico, a alça cervical e ramos musculares, que inervam músculos como o diafragma, os músculos infra-hióideos e os escalenos.

A alça cervical (ansa cervicalis) é formada pelas raízes superior (C1-C2) e inferior (C2-C3) e inerva os músculos omo-hióideo, esterno-hióideo e esternotireóideo. O nervo frênico, originado de C3-C5, desce sobre o músculo escaleno anterior e inerva o diafragma, sendo essencial para a respiração.

Lesões do plexo cervical podem ocorrer devido a traumas, tumores ou procedimentos cirúrgicos na região cervical, resultando em déficits sensitivos e motores no pescoço, ombro e diafragma. O conhecimento detalhado da anatomia do plexo cervical é fundamental para a avaliação e tratamento fisioterapêutico de disfunções cervicais e respiratórias.

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Fraturas do Calcâneo: Anatomia, Diagnóstico e Tratamento

Fraturas do Calcâneo: Anatomia, Diagnóstico e Tratamento

Editor Original –

Principais colaboradores – Hajar Abdelhadji, Roxann Musimu, Dylan Van Calck

Definição / Descrição

Uma fratura do calcâneo é uma fratura do osso do calcanhar. O calcâneo, o maior osso do tarso, é especificamente projetado para suportar o corpo e suportar um grande grau de força. Está situado na parte inferior e posterior do pé, formando o calcanhar. [1]
Juntamente com o tálus, o calcâneo forma a articulação subtalar. Esta articulação permite a inversão e eversão do pé. A articulação medial é formada por duas articulações: a talocalcaneonavicalar e a articulação calcaneocuboide. [2]

O calcâneo tem quatro funções importantes:
1. Atua como base e suporte para o peso do corpo
2. Suporta a coluna lateral do pé e atua como a principal articulação para inversão / eversão
3. Atua como um braço de alavanca para o complexo muscular gastrocnêmio
4. Torna possível andar normal

Anatomia clinicamente relevante

Uma boa compreensão da anatomia do calcâneo é essencial para determinar os padrões de lesões e objetivos e opções de tratamento.
A arquitetura óssea do calcâneo é a de um retângulo de formato irregular com quatro facetas, uma das quais se articula anteriormente com o osso cubóide e três delas (as facetas anterior, média e posterior) se articulam superiormente com o tálus. [3]

As superfícies superiores articulam-se com o tálus

  • Faceta posterior: separada das facetas média e anterior por um sulco que corre posteromedialmente, conhecido como sulco calacaneal. O canal formado entre o calcanealulcus e o tálus é chamado sinus tarsi.
  • Faceta média do calcâneo: Suportada pelo tali do sustentáculo e articulada com a faceta intermediária do tálus.
  • Faceta anterior do calcâneo: articula-se com a faceta anterior do tálus e é sustentada pelo bico do calcâneo.

A superfície triangular anterior do calcâneo se articula com o cubóide
As superfícies laterais

  • A superfície lateral é plana e subcutânea, com um tubérculo peroneal central para a fixação do ligamento calcaneofibular centralmente. O ligamento talocalcaneano lateral se liga antero-superiormente ao tubérculo peroneal.

Esses pontos de referência anatômicos são importantes porque as fraturas associadas a essas áreas podem causar lesão no tendão [4]

Epidemiologia / Etiologia

As fraturas do calcâneo correspondem a aproximadamente 1% a 2% de todas as fraturas do corpo humano e constituem quase 60% das fraturas dos ossos do tarso. Eles geralmente seguem traumas axiais de alta energia, como queda de altura ou acidentes automobilísticos.
De acordo com a literatura atual, 60% a 75% dessas fraturas são consideradas deslocadas e intra-articulares, o que evidencia a dificuldade do tratamento. Podem causar grande incapacidade por dor e rigidez crônica, além de deformidades no retropé. Essas fraturas são caracterizadas clinicamente por resultados funcionais ruins devido à sua complexidade.
Aproximadamente 80% a 90% das fraturas do calcâneo ocorrem em homens entre 21 e 40 anos, principalmente em trabalhadores industriais. Vários autores relataram que a reabilitação dessas fraturas pode levar de nove meses a vários anos, o que implica em grande ônus econômico para a sociedade.
Desde o início dos anos 80, o tratamento de escolha para as fraturas deslocadas e intra-articulares do calcâneo foi a redução aberta com fixação interna; entretanto, complicações de partes moles, como deiscência e infecção cirúrgica, podem ocorrer em até 30% dos pacientes.
Na tentativa de reduzir as taxas de complicações, surgiram novas técnicas cirúrgicas, como a incisão minimamente invasiva e a fixação percutânea, que causam menos lesões aos tecidos e reduzem a incidência de complicações dos tecidos moles.
Apesar das modernas técnicas cirúrgicas e do considerável número de estudos na literatura, as fraturas do calcâneo e seu melhor método de tratamento permanecem um enigma para os cirurgiões ortopédicos. [5][6]

Mecanismo de Lesão / Processo Patológico

Fraturas do calcâneo ocorrem raramente. Eles consistem apenas em 1,2% de todos os ferimentos relativamente raros. O calcâneo é o osso tarsal mais freqüentemente fraturado. As fraturas do calcâneo são principalmente o resultado de um incidente traumático e uma situação de alto impacto. A maior parte das fraturas (71,5%) [7] é sustentada em quedas de uma altura geralmente de 6 pés ou mais, um acidente com veículo automotor. A pequena quantidade de 18,8% das fraturas ocorreu no ambiente de trabalho. As fraturas do calcâneo também podem ocorrer com acidentes menos graves, como entorse de tornozelo ou fratura por estresse.

Principalmente, as lesões ocorrem isoladamente. A maioria das lesões concomitantes observadas foi de membros inferiores (13,2%) ou lesões medulares (6,3%).

As fraturas do calcâneo podem ser extra-articulares ou intra-articulares. As fraturas extra-articulares representam 60% das fraturas do calcâneo em crianças e sua incidência tem sido relatada como 25-40% das fraturas do calcâneo em adultos. Eles não participam da articulação. de acordo com o mecanismo de lesão, eles podem ser classificados como fraturas por compressão ou avulsão. Eles também podem ser categorizados de acordo com sua localização no calcâneo. (Mandeep et al.)
As fraturas intra-articulares incluem a articulação e têm um prognóstico menor e são mais difíceis de recuperar. Esse tipo de fratura pode ser categorizado em quatro tipos diferentes de acordo com Sanders (Mandeep et al.). Com o tipo II sendo fraturas intra-articulares não deslocadas. Tipo II sendo fraturas em duas partes que podem ser divididas em Tipo IIa, IIb e IIc. Fraturas do tipo III que também podem ser divididas em IIIa, IIIb e IIIc e geralmente têm um segmento articular deprimido. O tipo IIII representa uma fratura de quatro partes ou muito cominutiva (Mandeep et al. Nível 2a) [8]

Características / Apresentação Clínica

  • Existem certas características de uma fratura do calcâneo:
  • Dor súbita no calcanhar, principalmente dor por pressão.
  • Inchaço na área do calcanhar
  • Contusão do calcanhar e tornozelo
  • Dor generalizada na área do calcanhar que geralmente se desenvolve lentamente (durante vários dias a semanas): tipicamente para fraturas por estresse
  • Edema
  • Um hematoma ou padrão de equimose que se estende distalmente à sola do pé.
  • Deformidade do calcanhar ou do arco plantar: Secundária ao deslocamento da borda lateral do calcâneo para fora, há um possível alargamento ou alargamento do calcanhar.
  • Incapacidade ou dificuldade de suportar peso no lado afetado
  • Inversão / eversão limitada ou ausente do pé
  • Diminuição do ângulo de Böhler ou “tubérculo-articular”
  • Tomografia Computadorizada: Vistas diversas, vistas axial e coronal, podem classificar o grau de lesão da faceta posterior e da parede lateral do calcâneo.
  • Raios-X ou Radiografias:

Raio-x axial: Determina a linha de fratura primária e exibe o corpo, a tuberosidade, as facetas intermediária e posterior
– Raio-x lateral: determina o ângulo de Böhler [9]
-Oblique / visão de Broden: Determina o grau de deslocamento da linha de fratura primária

  • Calcanhar ternura
  • Dificuldade em andar:

-Incapacidade de andar
-Incapacidade de mover o pé

Diagnóstico diferencial

  • Dor no calcanhar
  • Entorpeamento do nervo de Baxter: um encarceramento do ramo recorrente do nervo tibial posterior
  • Esporas de calcâneo [10]
  • Fasciite plantar: A dor fascial plantar é específica da parte inferior do calcanhar. Uma ressonância magnética pode ser usada para diferenciar uma fratura do calcâneo da fascite plantar. [11]
  • Bursite retrocalcaneal: Esta é a formação e inflamação de uma bursa na parte de trás do calcanhar entre o osso do calcanhar e o tendão de Aquiles. Também chamado de doença de Albert.
  • Artrite reumatóide
  • Artrite séptica
  • Síndrome do Túnel do Tarso: A dor desta síndrome não diminui com o repouso. Outros sintomas são dormência ou formigamento dos dedos dos pés. [12]
  • Instabilidade do tornozelo [13]

Procedimentos de diagnóstico

  • Dor – O mais importante é a dor de pressão, ou a dor provocada ao fornecer pressão ao calcâneo segurando o calcanhar do pé do paciente e apertando suavemente [14]
  • Edema
  • Equimose – Um hematoma ou padrão de equimose que se estende distalmente à sola do pé é específico para fraturas do calcâneo e é conhecido como sinal Mondor.
  • Deformidade do calcanhar ou arco plantar – Alargar ou alargar o calcanhar é visto secundário ao deslocamento da borda lateral do calcâneo para fora e acompanhando o edema
  • Incapacidade ou dificuldade de suportar o peso no lado afetado [15]
  • Inversão / eversão limitada ou ausente do pé [16]
  • Diminuição do ângulo de Bohler ou “tubérculo-articular” – No alinhamento anatômico normal existe um ângulo de 25-40 graus entre a borda superior da tuberosidade do calcâneo e uma linha conectando as superfícies articulares anterior e posterior. Com as fraturas do calcâneo, esse ângulo se torna menor, mais reto e pode até mesmo reverter.
  • Tomografia computadorizada (vistas axial e coronal) para classificar o grau de lesão da faceta posterior e da parede lateral do calcâneo [17]
  • Raios-X ou Radiografias:
  1. Axial – Determina a linha de fratura primária e exibe o corpo, a tuberosidade, as facetas intermediária e posterior
  2. Lateral – Determina o ângulo de Bohler
  3. Visão oblíqua / Broden – Exibe o grau de deslocamento da linha de fratura principal.

Medidas de resultado

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O objetivo da Escala Funcional de Extremidade Inferior (LEF) é medir “a função inicial dos pacientes, o progresso contínuo e o desfecho” para uma ampla gama de condições nas extremidades inferiores.

A Medida de Capacidade de Pé e Tornozelo (FAAM) é um instrumento de resultado de autorrelato desenvolvido para avaliar a função física de indivíduos com comprometimentos relacionados ao pé e tornozelo. Este instrumento de resultado de autorrelato está disponível em inglês, alemão, francês e persa. A Medida da Capacidade do Pé e Tornozelo é um questionário de 29 itens dividido em duas subescalas: a Medida da Capacidade do Pé e Tornozelo, Subescala de 21 Itens da Vida Diária e a Medida da Capacidade do Pé e Tornozelo, subescala esportiva de 8 itens. A subescala Sports avalia tarefas mais difíceis que são essenciais para o esporte, é uma subescala específica da população projetada para atletas.

Exame

Para diagnosticar e avaliar uma fratura do calcâneo, o cirurgião do pé e tornozelo fará perguntas sobre como a lesão ocorreu, examinará o pé e o tornozelo afetados e solicitará radiografias. Além disso, exames de imagem avançados, como tomografia computadorizada, são comumente necessários após uma fratura. Estes fornecem imagens transversais mais detalhadas do seu pé. [18]
Durante o exame, muitos sintomas diferentes podem ser vistos. Os mais óbvios são dor, hematomas, inchaço, deformidade do calcanhar e uma incapacidade do paciente para colocar peso no calcanhar ou andar. Ainda assim, a imagem médica deve ser a principal maneira de diagnosticar uma fratura do calcâneo. [19]
O fisioterapeuta examinará o tornozelo para ver se a pele foi danificada ou perfurada pela lesão. Ele irá verificar se há pulso suficiente para ver se há suprimento de sangue suficiente na área lesada. Ele também deve verificar se o paciente pode mover os dedos dos pés e sentir na parte inferior do pé para determinar se há outras lesões que ocorreram com a fratura do calcâneo. Outras técnicas, como apertar o inferno, causam dor nas protuberâncias do calcâneo. Um exame neurovascular completo também é essencial. nível 2b [20]

Questionários:

Um deles mais usado medidas de resultados para os pacientes é a escala VAS. Isso pode ser usado para determinar como o paciente vive com a lesão. Podemos medir o quão grande é a dor antes e depois do tratamento. Isso pode ser útil para determinar se a terapia foi bem-sucedida ou não. [21]

Gestão Médica / Intervenções

O tratamento das fraturas do calcâneo depende do tipo de fratura e da extensão da lesão.

Não há tratamento universal ou abordagem cirúrgica para todas as fraturas intra-articulares do calcâneo deslocadas. A escolha do tratamento deve ser baseada nas características do paciente e no tipo de fratura.

Cuidado operativo [22]

Para a maioria dos pacientes, a cirurgia é a forma correta de tratamento. O objetivo da cirurgia é restaurar o tamanho correto e a estrutura do calcanhar. Fraturas intra-articulares são freqüentemente tratadas operativamente. Isto é possível através da redução aberta e fixação interna da fratura. Estes procedimentos são realizados através de uma incisão no lado de fora do calcanhar. O calcâneo é colocado junto e mantido no lugar com uma placa de metal e vários parafusos. Este procedimento diminui a possibilidade de desenvolver artrite e maximiza o potencial de inversão e eversão do pé.
Fraturas extra-articulares geralmente são tratadas de maneira conservadora.

Se você quiser mais informações sobre os tipos de cirurgias, você pode consultar o artigo em referências. (Estudo comparativo de três técnicas cirúrgicas para fraturas intra-articulares do calcâneo: redução aberta com fixação interna com placa, fixação externa e cirurgia minimamente invasiva.) Nível 1b [23][24]

Cuidados não cirúrgicos

O manejo não-cirúrgico é preferível quando não há pinçamento dos tendões peroneais e os segmentos de fratura não são deslocados (ou são deslocados com menos de 2 mm). O cuidado não-cirúrgico também é recomendado quando, apesar da presença de uma fratura, o alinhamento adequado do apoio de peso tenha sido adequadamente mantido e as superfícies de articulação não sejam perturbadas. Fraturas extra-articulares geralmente são tratadas de maneira conservadora. Pacientes com mais de 50 anos de idade ou com condições de saúde pré-existentes, como diabetes ou doença vascular periférica, também são comumente tratados com técnicas não-cirúrgicas. Pacientes em tratamento não operatório Nível 1A [25][26]

ARROZ:

  • Descanso: O pé afetado deve descansar e o paciente não pode usar o pé. Isso é para permitir que a fratura se cure.
  • Gelo: várias vezes ao dia, o paciente faz um tratamento com gelo para reduzir a inflamação, o inchaço e a dor.
  • Compressão: meia atadura / compressão
  • Elevação: O tratamento inicial é reduzir o inchaço com o descanso na cama com o pé ligeiramente acima do nível do coração.

Imobilização:
A imobilização parcial ou completa é usada se a fratura não tiver deslocado o osso. Normalmente, um elenco é usado para impedir que o osso fraturado se mova. No elenco, o tornozelo está em posição neutra e, às vezes, em leve eversão.
Para evitar o peso, muletas podem ser necessárias.

Gestão de Fisioterapia

Após a cirurgia, a amplitude ativa de exercícios de movimento pode ser praticada com pequenas quantidades de movimento para todas as articulações do pé e tornozelo. Estes exercícios são usados ​​para manter e recuperar o movimento articular do tornozelo. Quando necessário para a extremidade inferior envolvida, o paciente pode continuar com elevação, formação de gelo e compressão. Durante a terapia, o paciente progredirá para um suporte de peso gradual. Os pacientes podem achar isso muito difícil e doloroso. O fisioterapeuta realiza a mobilização articular para todas as articulações hypomobile.
Durante o tratamento, o fortalecimento progressivo e resistido dos músculos gastrocnêmios é feito por meio de exercícios ponderados, movimentos dos pés, escadas ascendentes e descendentes e exercícios pliométricos. Quando a fratura é curada, o fisioterapeuta irá progredir no suporte de peso em situações mais estressantes. Esta terapia consiste em instruções de marcha e prática de equilíbrio em diferentes superfícies.

Estágio agudo

Imobilização Um elenco, tala ou chave irá segurar os ossos do seu pé na posição correta enquanto eles se curam. Você pode ter que usar um elenco por 6 a 8 semanas – ou possivelmente mais. Durante esse tempo, você não poderá colocar nenhum peso no seu pé até que o osso esteja completamente curado. Nível 2a [27]

Antes da cirurgia

A estabilidade inicial é essencial para a fixação interna por redução aberta das fraturas intra-articulares do calcâneo.

A revalidação pré-operatória consiste em:
• Elevação imediata do pé afetado para reduzir o inchaço
• Compressão, como bomba de pé, dispositivos de compressão intermitente ou envolvimentos de compressão.
• ICE
• Instruções para usar cadeira de rodas, transferência de cama ou muletas. nível 2a [28][29]

Depois da cirurgia

Tanto a progressão do manejo não-operatório e pós-operatório das fraturas do calcâneo incluem protocolos tradicionais de imobilização e reabilitação precoce do movimento. De fato, os protocolos tradicionais de imobilização do manejo não operatório e pós-operatório são semelhantes e, portanto, combinados na progressão abaixo. [30] As fases II e III dos protocolos de reabilitação tradicional e de movimento precoce após cuidados não operatórios ou pós-operatórios também são comparáveis ​​e são descritas em conjunto a seguir. Nível 1b [31][32]

1. Fase I da Imobilização e Reabilitação Tradicionais após o Gerenciamento Não-operatório e Pós-Operatório: Semanas 1-4
uma. Objetivos:
– Controle de edema e dor
– Evitar a extensão da fratura ou perda da estabilização cirúrgica
– Minimizar a perda de função e resistência cardiovascular
b. Intervenção:
– Elenco com tornozelo em eversão neutra e às vezes leve
– Elevação
– gelo
– Após 2-4 dias, instrua em deambulação sem peso utilizando muletas ou andador
– Instrua o uso da cadeira de rodas com um cronograma de assento adequado para limitar o tempo envolvido na extremidade gasta na posição de gravidade dependente
– Instrua em exercício abrangente e programa cardiovascular utilizando extremidades superiores e membros inferiores não envolvidos

2. Fase II para Imobilização Tradicional / Mobilização e Reabilitação Precoces após o Gerenciamento Não-Operatório e Pós-Operatório: Semanas 5-8

uma. Objetivos:
– Controle de edema residual ou residual e dor
– Evitar a reincidência ou complicação da fratura progredindo com segurança
– Evite contratura e recupere o movimento nas articulações do tornozelo / pé
– Minimizar a perda de função e resistência cardiovascular

b. Intervenção:
– Elevação, formação de gelo e compressão contínuas, conforme necessário para a extremidade inferior envolvida
– Após 6 a 8 semanas, instruir em deambulação de peso parcial utilizando muletas ou andador
– Inicie o exercício vigoroso e a amplitude de movimento para recuperar e manter o movimento em todas as articulações: articulações tibiotalar, subtalar, médio e dorsal, incluindo amplitude de movimento ativa em grandes quantidades de movimento e exercícios progressivos isométricos ou resistidos
– Progride e monitora o programa abrangente de membros superiores e cardiovasculares

3. Fase III para Imobilização Tradicional / Mobilização e Reabilitação Precoces após o Gerenciamento Não-Operatório e Pós-Operatório: Semanas 9-12

uma. Objetivos:
– Status do rolamento de peso do progresso
– Marcha normal em todas as superfícies
– Restaurar gama completa de movimento
– Restaurar a força total
– Permitir retorno ao status de trabalho anterior

b. Intervenção:
– Após 9 a 12 semanas, instrua em deambulação de peso normal com o dispositivo de assistência adequado, conforme necessário
– Progride e monitore a capacidade da articulação subtalar de se adaptar à deambulação em todas as superfícies, incluindo superfícies graduais e irregulares
– Mobilização conjunta para todas as articulações hypomobile, incluindo: tibiotalar, subtalar, midtarsal e toe toints
– Mobilização de tecidos moles para tecidos hipomóveis do complexo gastrocnêmio, fáscia plantar ou outros tecidos apropriados
– Resistência progressiva do fortalecimento do complexo gastrocnêmio através do uso de polias, exercícios ponderados, deambulação de caminhar, escadas ascendentes / descendentes, saltos ou outros exercícios pliométricos, exercícios em piscina e outras atividades de escalada
– Programa de fortalecimento de trabalho ou atividades para permitir o retorno ao trabalho entre 13 e 52 semanas

Recursos

<a rel="nofollow" class="external free" href="http://ezinearticles.com/%3FRehabilitation-After-Calcaneal-Fractures%26id%3D4082480 http://ezinearticles.com/?Rehabilitation-After-Calcaneal-Fractures&id=4082480″> <a rel="nofollow" class="external free" href="http://orthopedics.about.com/od/footanklefractures/a/calcaneus.htm http://orthopedics.about.com/od/footanklefractures/a/calcaneus.htm”> <a rel="nofollow" class="external free" href="http://xnet.kp.org/socal_rehabspecialists/ptr_library/09FootRegion/31Foot-CalcanealFracture.pdf http://xnet.kp.org/socal_rehabspecialists/ptr_library/09FootRegion/31Foot-CalcanealFracture.pdf”> <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.healthstatus.com/articles/Calcaneal_Fractures.html http://www.healthstatus.com/articles/Calcaneal_Fractures.html”>

Linha de Resultado Clínico

As fraturas do calcâneo podem ser divididas em dois grupos: fraturas intra-articulares e extra-articulares do calcâneo. Fraturas intra-articulares têm um prognóstico menor. Para determinar o tipo de fratura e se houver uma fratura, é necessário o uso de imagens médicas. A reabilitação consiste em 3 estágios no pós-operatório e é muito importante recuperar da melhor forma possível.

Apresentações

Referências

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  3. John D. Maskill, MDa , Donald R. Bohay, MDb,c, *, John G. Anderson, MDb,c.Calcaneus Fractures: A Review Article Level 4 ↑ John D. Maskill, MDa, Donald R. Bohay, MDB, c, *, John G. Anderson, MDB, c. Fraturas de calcanos: um artigo de revisão Nível 4
  4. 4. Aditya Daftary, MB, BS ● Andrew H. Haims, MD ● Michael R. Baumgaertner, MD:Fractures of the Calcaneus: A Review with Emphasis on CT level 4 ↑ 4. Aditya Daftary, MB, BS ● Andrew H. Haims, MD ● Michael R. Baumgaertner, MD: Fraturas do Calcâneo: Uma Revisão com Ênfase no Nível 4 da CT
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Fontes consultadas

Bronquiectasia: Definição, Fisiopatologia e Manejo Fisioterapêutico

Bronquiectasia: Definição, Fisiopatologia e Manejo Fisioterapêutico

Definição

A bronquiectasia é uma doença pulmonar obstrutiva que resulta da presença de secreções inflamatórias crônicas e micróbios, levando à dilatação e distorção permanente das paredes das vias aéreas, além de infecções recorrentes [1] . Está associada a exacerbações agudas frequentes, que são um preditor independente de declínio progressivo da função respiratória e pior prognóstico [2]

Mecanismo de Lesão / Processo Patológico

Bronquiectasia é a dilatação crônica irreversível dos brônquios nos pulmões. Segue-se uma infecção pulmonar grave ou aspiração. É mais comum em condições como Fibrose Cística , Artrite Reumatóide , Imunodeficiência, síndrome de Young e Aspergilose Broncopulmonar Alérgica , e após doenças da infância, como coqueluche, tuberculose e sarampo. A bronquiectasia que não está associada à Fibrose Cística é conhecida como Brochiectasia não CF [2]

[3]

Anatomia clinicamente relevante

Bronquiectasia envolve inflamação das paredes das vias aéreas, especificamente as paredes dos brônquios [4] . As paredes das vias aéreas são os “tubos” que saem da boca e do nariz e vão até o pulmão. A principal área afetada na bronquiectasia é o brônquio [4] . A traqueia se bifurca nos brônquios principais direito e esquerdo, que depois se dividem em brônquios secundários; um para cada lobo do pulmão [5] . Eles então se dividem em brônquios terciários; um para cada segmento broncopulmonar [5] . Para anatomia mais detalhada, veja Anatomia do Pulmão

Os cílios também são danificados em bronquiectasias. Os cílios alinham as vias aéreas e estão ligados ao epitélio. Eles são semelhantes a pêlos com minúsculos ganchos na ponta para agarrar o muco e ajudar a mover o muco até a garganta [4] .

Epidemiologia

É subestimado na prevalência, incidência e morbidade, porque os sintomas são frequentemente atribuídos ao tabagismo. Um estudo de Hill [6] descobriu que uma em cada 1.000 pessoas no Reino Unido tem bronquiectasia, com mortes associadas aumentando a uma taxa de aproximadamente 3% ao ano na Inglaterra e no País de Gales [7] . Embora a taxa geral de mortalidade esteja aumentando nesses países, as taxas em grupos mais antigos estão aumentando, enquanto as taxas nos grupos mais jovens estão diminuindo [7] . Uma quantidade desproporcional de casos encontrados em países em desenvolvimento e em populações aborígines em comunidades afluentes [8] . Em algumas populações, uma melhoria no status socioeconômico, na habitação e na educação pode melhorar a saúde geral e reduzir a incidência de infecções respiratórias e o desenvolvimento de bronquiectasias [8] .

Etiologia

A causa é desconhecida em 50% dos casos, mas tem sido associada à doença inflamatória intestinal, artrite reumatóide e em 29-50% dos pacientes, DPOC [9] . Existem várias condições associadas com bronquiectasia incluindo; fibrose cística, discinesia ciliar primária, tuberculose pulmonar, aspergilose broncopulmonar alérgica, doenças reumatoides, lúpus eritematoso sintomático, imunodeficiência, infecção respiratória grave na infância e exposição a corpo estranho ou substância corrosiva [4] . Também foi ligado a uma deficiência de x1-antitripsina [4] . A bronquiectasia tende a predispor os pacientes a infecções pulmonares adquiridas e congênitas [4] .

Fisiopatologia

O processo começa com danos inflamatórios nas paredes brônquicas, que estimulam a formação de excesso de muco espesso [4] . O ambiente quente e úmido dos pulmões se combina com o muco para causar mais inflamação e obstrução, criando um excelente ambiente para infecção [4] . O muco espesso esmaga os cílios e causa mais danos. A resposta imune libera substâncias químicas inflamatórias tóxicas (isto é, neutrófilos), além de levar a fibrose e broncoespasmo, se persistente [4] .

Procedimentos de diagnóstico

Atualmente, uma tomografia computadorizada de alta resolução é o padrão ouro para o diagnóstico de bronquiectasias [4] . Traçados paralelos e sombras de anel podem estar presentes na varredura, indicando paredes espessas das vias aéreas e vias aéreas dilatadas, respectivamente [4] . Também pode haver “sombras de dedo de luva”, que são projeções semelhantes a dedos que representam os brônquios dilatados preenchidos com secreções solidificadas [4] .
A espirometria simplesmente identificará se há obstrução das vias aéreas, mas isso pode ser indicativo de muitas outras doenças [4] .
A microbiologia também pode ser usada para identificar as bactérias presentes durante uma exacerbação [4] . Uma amostra de escarro é expelida e os resultados são retornados com a incidência de colonização bacteriana medida [4] .

Manifestações clínicas

Como os delicados cílios são frequentemente danificados devido à presença de muco espesso, as quantidades volumosas de expectoração formadas não podem ser eficientemente eliminadas [4] . Estas secreções levarão à produção de sibilos, estalos grosseiros e guinchos à ausculta. Muitas vezes, os pacientes também apresentam disfunção muscular devido à inflamação, anormalidades nas trocas gasosas, inatividade, desnutrição, hipóxia e medicações [10] . A dispneia ao esforço parece ser uma manifestação clínica importante, uma vez que é experimentada por três dos quatro pacientes. Outras manifestações físicas incluem dor no peito, ronco, baqueteamento digital, fadiga, tosse persistente, infecção recorrente e perda de apetite [4] . A incontinência de esforço também pode ser resultado do excesso de tosse. As bronquiectasias tendem também a apresentar manifestações psicológicas, como ansiedade, depressão, redução da confiança, relacionamentos alterados e afastamento do trabalho [4] .
As exacerbações podem ocorrer várias vezes ao ano e são identificadas por quatro ou mais dos seguintes sinais e / ou sintomas: alteração na expectoração, aumento da dispneia, aumento da tosse, febre maior que 38 °, aumento da pieira, diminuição da tolerância ao exercício, fadiga, letargia e sinais radiográficos de uma nova infecção [4] .

Fisioterapia e Outras Gerências

A chave para o manejo da bronquiectasia é através da educação e do gerenciamento sistêmico. Atualmente, os antibióticos são usados ​​no primeiro sinal de mudança na coloração da expectoração [4] e o uso prolongado de antibióticos é recomendado para pessoas que experimentam 3 ou mais exacerbações por ano [11] . Como os antibióticos não ajudam na inflamação persistente das vias aéreas, os esteróides inalatórios são tomados como antiinflamatórios e diminuem a produção de escarro [4] . Os broncodilatadores tendem a ajudar pacientes que também têm DPOC e asma coexistentes [11] . Uma revisão e um estudo controlado constataram que muitas pessoas com bronquiectasia também têm deficiência de vitamina D e a prescrição de vitamina D pode ter um papel anti-inflamatório e anti-infeccioso [12][13] .

Fisioterapia tem um papel muito valioso em ajudar com sintomas de bronquiectasia. Como a depuração mucociliar é reduzida a cerca de 15% do normal, os pacientes tendem a tossir mais [4] . Os tratamentos de fisioterapia visam ajudar na eliminação de secreções, controlando a fadiga induzida pelo esforço de eliminação ineficaz e aumento da tosse. Os tratamentos mais comuns e eficazes são:

  • O Ciclo Ativo da Técnica de Respiração (ACBT) é uma técnica comumente ensinada e é freqüentemente usada com drenagem postural e drenagem manual [14] . Sua finalidade é soltar e limpar o excesso de secreção pulmonar, melhorar a eficácia da tosse e melhorar a ventilação e a função pulmonar. Consiste em 3 etapas principais:
    • Controle de Respiração
    • Exercícios Respiratórios Profundos ou Exercícios de Expansão Torácica
    • Técnica de expiração forçada ou exalada (FET) [15]
  • Técnica de expiração forçada, às vezes chamada de huff. Faz parte do ACBT, mas pode ser usado sozinho. Um huff é muito eficaz na limpeza de secreções, especialmente quando combinado com outras técnicas de limpeza das vias aéreas. [16]
  • A Terapia Manual é uma técnica popular de tratamento e é frequentemente usada quando o paciente está cansado ou experimentando uma exacerbação dos sintomas. Ele descreve técnicas que envolvem forças externas na parede torácica para soltar o muco e incluem qualquer combinação de percussão , agitação, ressalto, vibrações e sobrepressão [17] . Devido à natureza da técnica, é contraindicado em pacientes que estejam tomando anticoagulantes ou que tenham osteoporose [18] . O objetivo do tratamento é:
    • Solte as secreções
    • Reduzir a fadiga
    • Aumentar a eficácia de outras técnicas de tratamento
  • A Drenagem Postural (ou drenagem postural modificada) é um tratamento eficaz que incorpora técnicas assistidas pela gravidade para ajudar a limpar as secreções de segmentos específicos dos pulmões, e freqüentemente requer a inclinação da cabeça para limpar as secreções dos lobos médio e inferior. A DP é comumente usada em conjunto com outras técnicas como ACBT, percussão, tosse ou huffing e estudos descobriram que o uso da PD com essas técnicas produziu uma quantidade maior de escarro [19][20] . Embora a DP seja eficaz na depuração de secreções, é demorada e, muitas vezes, menos tolerada do que as técnicas realizadas na sessão [20] . Onde a inclinação da cabeça é contraindicada ou não tolerada, então posições de drenagem postural modificada (mPD) podem ser usadas em vez disso e nos casos em que a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) está presente e exacerbada mesmo quando usando PD modificada, então é sugerido usar uma técnica que pode ser realizada em sessão.
  • A drenagem autogênica é uma técnica que utiliza o controle da respiração para limpar as secreções das vias aéreas. O objetivo é variar a profundidade, a velocidade e a localização dos volumes pulmonares durante a respiração para mover as secreções das vias aéreas menores para as vias aéreas maiores, facilitando a expectoração. Consiste em três fases:
    1. Fase de mobilização (descolar) – envolve respirar tanto ar dos pulmões quanto possível e resistir ao impulso de tossir. Durante esta fase, crepitações podem ser ouvidas.
    2. Fase de coleta – conforme as secreções ficam mais altas, a velocidade e a profundidade das respirações mudam, a velocidade de expirar é mais rápida (mas não muito rápida para estimular a tosse) e é sentida mais no meio do peito. Isso auxilia o movimento de secreções das vias aéreas menores para as vias aéreas maiores.
    3. Fase de limpeza – à medida que as secreções ficam mais altas, o objetivo agora é respirar profundamente, lenta e profundamente, seguido de uma respiração acelerada. Suprima a vontade de tossir e, após três respirações profundas, expelir as secreções. Muitas vezes o huff é suficiente para limpar as secreções, mas se elas são ineficazes, esta é a fase em que a tosse pode ser eficaz na limpeza das secreções.
  • A Pressão Expiratória Positiva (PEP) é uma técnica que descreve a respiração contra a resistência e pode ser realizada através de um dispositivo ou contra os lábios franzidos. É uma técnica recomendada quando outras técnicas não são eficazes ou são contraindicadas; Verificou-se que não tem efeito adverso da DRGE. [21] O aumento da pressão cria pressão de retorno nas vias aéreas durante a expiração. Isso pode causar acúmulo de gás por trás do muco, aumentando temporariamente a capacidade funcional e melhorando a eliminação do muco. [22]

A oscilação da parede torácica de alta freqüência é obtida com o uso de um colete que emula a fisioterapia respiratória. O colete aplica pulsos de ar de pressão positiva para o peito que provoca vibrações que afrouxam e muco fino, isso juntamente com uma tosse intermitente ou huff ajuda com a depuração das secreções. Este dispositivo permite que as pessoas realizem a terapia em seu próprio tempo, permitindo-lhes algum controle e menos dependência de outras pessoas.

Ventilação percussiva intrapulmonar é outra técnica que depende de um dispositivo para auxiliar na limpeza das secreções. Um ventilador percussivo intrapulmonar (IPV) é uma máquina que fornece rajadas de ar curtas através de um bocal que vibra as paredes das vias aéreas [23] . É indicado para uso em curto prazo quando outras técnicas são contraindicadas ou se mostraram ineficazes.

Respiração de Pressão Positiva Intermitente i (IPPB), é uma peça de equipamento cara [24] e é usada apenas quando todas as outras técnicas de limpeza se mostraram ineficazes [11] . É comumente visto em Cuidados Intensivos e dá uma pressão positiva à medida que o paciente inspira e, durante a expiração, cria pressão negativa, tornando a tosse mais forte e mais eficaz.

O exercício físico é recomendado para condições respiratórias, incluindo bronquiectasias, com o objetivo de melhorar a capacidade aeróbica, a aptidão física e a resistência. Um estudo de Lee et al concluiu que o exercício resultou em melhorias a curto prazo e teve um impacto na dispneia e fadiga, e resultou em menos exacerbações ao longo de um período de 12 meses [25] .

Medidas de resultado

A fim de avaliar a eficácia do tratamento e as mudanças na qualidade de vida, os pacientes podem preencher um Questionário Respiratório de St. George (SGRQ) [4] . O SGRQ é um questionário comumente usado para medir a qualidade de vida relacionada à saúde em pacientes com condições respiratórias [26] .

Referências

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  3. salamhossein. ↑ salamhossein. Bronquiectasia Animação – O que é bronquiectasia? Video.mp4. Disponível em: <a rel="nofollow" class="external free" href="https://www.youtube.com/watch%3Fv%3DuNeprw1rsgE https://www.youtube.com/watch?v=uNeprw1rsgE” acesso em>
  4. Hough A. Physiotherapy in Respiratory and Cardiac Care: an evidence-based approach. 00 4,004,014,024,034,044,054,064,074,084,094,104,114,124,134,144,154,164,174,184,194,204,214,22 Hough A. Fisioterapia em Cuidados Respiratórios e Cardíacos: uma abordagem baseada em evidências. 4 ed. Hampshire: Cengage Learning EMEA, 2014.
  5. Palastanga N, Soames R. Anatomy and human movement: structure and function. ↑ 5.05.1 Palastanga N, Soames R. Anatomia e movimento humano: estrutura e função. 6 ed. Nova Iorque: Churchill Livingstone; 2012
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Fontes consultadas

Tronco Encefálico: Anatomia, Funções e Relevância Clínica

Tronco Encefálico: Anatomia, Funções e Relevância Clínica

Descrição

O tronco encefálico fica na base do cérebro e no topo da medula espinhal. Abriga muitos dos centros de controle para funções vitais do corpo, como deglutição, respiração e controle vasomotor.

Estrutura

O tronco cerebral geralmente é composto de três partes.

Componentes, de cima para baixo:

  1. Meio-cérebro (ou mesencéfalo)
  2. Pons (parte do metencéfalo)
  3. Medulla AKA Medulla Oblongata (mielencéfalo)

Mesencéfalo:

Esta consiste em 3 partes: o tecto, o tegmento e os pedúnculos cerebrais emparelhados.

A substância negra está nos pedúnculos cerebrais.

Pons:

Consiste em uma parte posterior, o tegmento e uma parte basilar anterior.

Medula:

A “lâmpada” é um termo arcaico para a medula oblonga e, no uso clínico moderno, a palavra bulbar (por exemplo, paralisia bulbar) é retida para termos relacionados à medula oblonga. A palavra bulbar pode se referir aos nervos e tratos conectados à medula, e também por associação aos músculos inervados, como os da língua, faringe e laringe. [1]

Relações anatômicas

O tronco encefálico está localizado na fossa craniana posterior [2] .

Acima, o mesencéfalo é contínuo com o hemisfério cerebral.
Abaixo, a medula é contínua com a medula espinhal.
Posteriormente, a ponte e a medula são separadas do cerebelo pelo quarto ventrículo.

Função

O tronco cerebral tem três funções amplas:

1. Serve como um conduto para os tratos ascendentes e tratos descendentes conectando a medula espinhal às diferentes partes dos centros superiores no cérebro anterior.

2. Contém importantes centros de reflexos associados ao controle de:

  • respiração
  • sistema cardiovascular
  • consciência

3. Contém os núcleos de Nervos Cranianos III a XII.

O tronco cerebral é responsável e regulador das seguintes funções do corpo humano:

  • Presteza
  • Atenção
  • Excitação
  • Respiração
  • Frequência cardíaca
  • Pressão sanguínea
  • Transmite informações e sinais compartilhados entre os nervos periféricos e a medula espinhal até o cérebro superior
  • Outras funções autonômicas, como digestão, salivação, transpiração, dilatação ou contração das pupilas, micção, etc.

Significado clínico

Um acidente vascular cerebral que afeta o tronco cerebral pode causar sintomas graves, que incluem:

  • Problemas com funções vitais, como respiração – freqüentemente resultando em morte
  • Dificuldade em mastigar, engolir e falar
  • Fraqueza ou paralisia nos braços, pernas e / ou face
  • Problemas com equilíbrio ou sensação
  • Perda de audição
  • Problemas de visão
  • Vertigem
  • Síndrome Trancada
  • Coma [3]

As lesões do tronco encefálico freqüentemente ocorrem na Esclerose Múltipla , com problemas visuais incluindo a visão dupla turva sendo um sintoma inicial comum da EM.

A mielinólise pontina central é uma desmielinização não inflamatória concentrada, freqüentemente simétrica, dentro da ponte.

Recursos

Pesquisas Relacionadas Recentes (do <a rel="nofollow" class="external text" href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ Pubmed”>

Falha ao carregar feed RSS de http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/eutils/erss.cgi?rss_guid=1f1dJwlpLErKjk3JoQNOAZANX05: Ocorreu um problema durante a solicitação HTTP: 422 Entidade não processável

Referências

  1. World Heritage Encyclopedia. ↑ Enciclopédia do Patrimônio Mundial. Medulla Oblungata. <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.ebooklibrary.org/Articles/Medulla%2520oblongata%3F%26Words%3DMedulla http://www.ebooklibrary.org/Articles/Medulla%20oblongata?&Words=Medulla” em de abril>
  2. Nolte J. The Human Brain. ↑ Nolte J. O Cérebro Humano. 3ª St. Louis, Missouri: Mosby Year Book; 1993
  3. Brain Injury Explanation. ↑ lesão cerebral Explicação. <a rel="nofollow" class="external free" href="http://www.braininjury-explanation.com/consequences/impact-by-brain-area/brainstem http://www.braininjury-explanation.com/consequences/impact-by-brain-area/brainstem” em de abril>

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