História e Benefícios do Pilates

História e Benefícios do Pilates

Pilates a História e Benefícios: Uma Abordagem Completa para o Bem-Estar

O Pilates, uma abordagem holística de exercícios físicos que visa fortalecer o corpo, melhorar a flexibilidade e a postura, além de promover o equilíbrio e a conexão entre corpo e mente, foi criado pelo alemão Joseph Pilates na década de 1920. A prática se tornou popular ao longo dos anos e continua a ganhar adeptos em todo o mundo devido aos inúmeros benefícios que oferece para a saúde e o bem-estar.

História do Pilates

Joseph Pilates nasceu em 1883, na Alemanha, e desde jovem foi uma criança frágil e doente. Determinado a superar suas limitações físicas, ele se envolveu em várias atividades físicas e estudou diferentes métodos de treinamento, incluindo ginástica, ioga, artes marciais e dança. Com base em seus estudos e experimentações, ele desenvolveu um sistema de exercícios que inicialmente chamou de “Contrologia”.

No início do século XX, Pilates se mudou para a Inglaterra, onde trabalhou como boxeador profissional e ensinou autodefesa para oficiais da Scotland Yard durante a Primeira Guerra Mundial. Enquanto estava na Inglaterra, ele e sua esposa abriram um estúdio de fitness e Pilates continuou a desenvolver e aprimorar seu método de exercícios.

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Em 1926, Joseph Pilates emigrou para os Estados Unidos e abriu seu primeiro estúdio de Pilates em Nova York, onde atraiu a atenção de bailarinos, atletas e celebridades que buscavam aprimorar o condicionamento físico e tratar lesões. Ao longo dos anos, o método se espalhou e se popularizou, tornando-se uma prática amplamente reconhecida em todo o mundo.

História e Benefícios do Pilates

Princípios do Pilates

O Pilates é baseado em seis princípios fundamentais que são aplicados em todas as suas formas e variações:

  1. Concentração: Os exercícios do Pilates requerem total concentração e atenção para garantir a execução correta e segura dos movimentos.
  2. Controle: A Contrologia, termo originalmente usado por Joseph Pilates, destaca o controle preciso dos movimentos para evitar ações bruscas ou descoordenadas.
  3. Centro: O Pilates enfatiza o fortalecimento do “Powerhouse” ou centro do corpo, que inclui os músculos abdominais profundos, os músculos da região lombar e os glúteos.
  4. Precisão: Cada exercício do Pilates é executado com precisão e alinhamento adequado para maximizar seus benefícios.
  5. Fluidez: Os movimentos do Pilates são projetados para fluir de maneira suave e contínua, promovendo a graciosidade e a elegância nos movimentos.
  6. Respiração: A respiração é fundamental no Pilates, ajudando a oxigenar os músculos e a mente, além de melhorar a coordenação e o controle dos exercícios.

Benefícios do Pilates

  1. Fortalecimento muscular: O Pilates trabalha todos os grupos musculares, focando especialmente no Powerhouse, resultando em um corpo mais forte e tonificado.
  2. Melhora da postura: O Pilates ajuda a alinhar a coluna vertebral e a fortalecer os músculos que sustentam a postura, o que pode reduzir dores nas costas e no pescoço.
  3. Aumento da flexibilidade: Os exercícios de alongamento do Pilates ajudam a melhorar a flexibilidade, aumentando a amplitude dos movimentos e prevenindo lesões.
  4. Equilíbrio e coordenação: A prática do Pilates aprimora o equilíbrio e a coordenação, o que é especialmente benéfico para atletas e idosos.
  5. Alívio do estresse: A concentração e a respiração no Pilates promovem o relaxamento, aliviando o estresse e a ansiedade.
  6. Prevenção e reabilitação de lesões: O Pilates é amplamente utilizado para prevenir e reabilitar lesões, especialmente em atletas e dançarinos.
  7. Melhoria da consciência corporal: O Pilates enfatiza a conexão mente-corpo, ajudando os praticantes a desenvolverem uma maior consciência de seus corpos e movimentos.
  8. Adaptação a diferentes níveis de condicionamento físico: O Pilates pode ser adaptado para atender diferentes níveis de condicionamento físico, tornando-o acessível a pessoas de todas as idades e habilidades.

Conclusão

O Pilates é muito mais do que um simples exercício físico; é uma abordagem completa para o bem-estar, que envolve mente, corpo e espírito. Sua história remonta ao século passado, mas suas vantagens são cada vez mais reconhecidas e utilizadas na era moderna. Com seus princípios fundamentais e benefícios abrangentes, o Pilates continua a ser uma prática popular e eficaz para melhorar a saúde, a força e a qualidade de vida de seus praticantes.

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As dores lombares, também conhecidas como lombalgia, são um problema de saúde comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Essa condição pode variar em intensidade e duração, desde desconfortos leves até dores agudas e persistentes que limitam significativamente a qualidade de vida. Entender as causas e fatores de risco associados às dores lombares é essencial para a prevenção, tratamento e manejo adequado dessa condição.

Dor Lombar

  1. Má postura: A postura inadequada durante as atividades diárias, seja no trabalho, em casa ou durante a prática de exercícios físicos, é uma das principais causas de dores lombares. Permanecer sentado por longos períodos com má postura, curvar-se de forma incorreta ao levantar objetos pesados e dormir em posições inadequadas podem sobrecarregar a região lombar e causar desconforto.
  2. Sedentarismo e falta de exercícios: A falta de atividade física e o enfraquecimento dos músculos das costas e do abdômen podem levar a uma maior sobrecarga sobre a coluna lombar. A prática regular de exercícios que fortaleçam esses músculos e promovam a flexibilidade é fundamental para prevenir dores lombares.
  3. Excesso de peso: O ganho de peso excessivo coloca uma carga adicional sobre a coluna lombar, o que pode levar ao desenvolvimento de dores na região. Além disso, a obesidade está associada a processos inflamatórios crônicos que podem agravar as dores lombares.
  4. Envelhecimento: Com o avançar da idade, é comum que ocorram alterações na estrutura da coluna vertebral, como a degeneração dos discos intervertebrais e a diminuição da elasticidade dos ligamentos. Essas mudanças naturais podem ser responsáveis pelo surgimento de dores lombares em pessoas idosas.
  5. Lesões e traumatismos: Traumas e lesões na coluna lombar, como quedas, acidentes automobilísticos ou lesões esportivas, podem causar dores agudas e, em alguns casos, levar a problemas crônicos na região lombar.
  6. Hérnia de disco: A hérnia de disco ocorre quando o núcleo gelatinoso de um disco intervertebral se desloca para fora de sua posição normal, pressionando os nervos ao redor e causando dor lombar intensa, bem como irradiação da dor para os membros inferiores.
  7. Doenças e condições médicas: Certas doenças e condições médicas podem estar associadas às dores lombares. Entre elas estão a espondilose (artrose na coluna), espondilolistese (deslocamento de uma vértebra sobre outra), osteoporose (perda de massa óssea), entre outras.
  8. Estresse emocional: O estresse e a ansiedade podem levar à tensão muscular, incluindo a região lombar, o que pode causar dores e desconforto.
  9. Tabagismo: Estudos mostram que fumantes têm maior probabilidade de desenvolver dores lombares em comparação com não fumantes. Acredita-se que o tabagismo possa prejudicar o fluxo sanguíneo para a coluna vertebral e também afetar a saúde dos discos intervertebrais.
  10. Fatores ocupacionais: Certas profissões que envolvem movimentos repetitivos, levantamento de objetos pesados ou posições desconfortáveis podem aumentar o risco de dores lombares. Motoristas, trabalhadores da construção civil e pessoas que trabalham em escritórios com longas horas de trabalho sentado estão particularmente suscetíveis a esse tipo de dor.
  11. Genética: Estudos têm demonstrado que a predisposição genética pode influenciar a probabilidade de uma pessoa desenvolver dores lombares. Se houver histórico familiar de lombalgia, é importante estar atento e adotar medidas preventivas.

Em resumo, as dores lombares são uma condição complexa com diversas causas e fatores de risco envolvidos. A prevenção é essencial, e medidas como manter uma boa postura, praticar exercícios físicos regularmente, evitar o sedentarismo e cuidar do peso corporal podem ajudar a reduzir a incidência de dores lombares. Caso as dores já estejam presentes, é fundamental procurar um profissional de saúde para um diagnóstico adequado e estabelecer um plano de tratamento e manejo adequado para alívio dos sintomas e melhoria da qualidade de vida.

 

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Importancia da Fisioterapia esportiva

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A Importância da Fisioterapia Esportiva na Performance e Recuperação de Atletas

A prática de atividades físicas e esportivas tem se tornado cada vez mais relevante na sociedade contemporânea, com inúmeros benefícios para a saúde física e mental. Entretanto, o aumento do número de atletas e a busca incessante por melhores resultados exigem um cuidado especializado para prevenir lesões e promover a recuperação adequada. Nesse contexto, a fisioterapia esportiva desempenha um papel fundamental, ajudando os atletas a alcançarem seu potencial máximo e mantendo-os saudáveis ao longo de suas jornadas esportivas.

A fisioterapia esportiva é uma área da fisioterapia que se dedica ao tratamento e prevenção de lesões relacionadas à prática esportiva. Ela combina conhecimentos da fisioterapia convencional com uma abordagem específica para atender às demandas físicas e biomecânicas dos atletas. Diferentemente de outras especialidades, o foco não está apenas na recuperação pós-lesão, mas também na otimização do desempenho do atleta, visando alcançar resultados ainda melhores.

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O que é Fisioterapia Esportiva?

 

Um dos aspectos mais importantes da fisioterapia esportiva é a prevenção de lesões. Através de avaliações biomecânicas detalhadas, os fisioterapeutas esportivos identificam desequilíbrios musculares, problemas posturais e outras questões que podem levar a lesões futuras. Com base nessas informações, são desenvolvidos programas de treinamento específicos, que incluem exercícios de fortalecimento e alongamento, visando reduzir o risco de lesões e melhorar o desempenho do atleta.

Além da prevenção, a fisioterapia esportiva também desempenha um papel crucial na recuperação de atletas após lesões. Em muitos casos, o retorno precoce ao esporte sem uma reabilitação adequada pode agravar a lesão ou resultar em complicações a longo prazo. Os fisioterapeutas esportivos trabalham em conjunto com médicos e outros profissionais de saúde para desenvolver planos de reabilitação individualizados, focados na recuperação completa do atleta e no retorno seguro à prática esportiva.

A recuperação pós-lesão não se limita apenas ao aspecto físico. Lesões esportivas podem ter um impacto psicológico significativo nos atletas, incluindo ansiedade, medo de reinjuriar-se e frustração pela pausa forçada na prática esportiva. Nesse sentido, o fisioterapeuta esportivo também atua como um apoio emocional, ajudando o atleta a lidar com esses desafios e mantendo a motivação durante o processo de reabilitação.

Outro benefício importante da fisioterapia esportiva é a melhoria do desempenho atlético. Atletas de alto nível têm metas ambiciosas e buscam constantemente melhorar seus resultados. Através de técnicas avançadas, como a liberação miofascial, o treinamento proprioceptivo e a estimulação neuromuscular, o fisioterapeuta esportivo pode potencializar a performance do atleta, aumentando sua força, flexibilidade, equilíbrio e coordenação.

A fisioterapia esportiva também é relevante para atletas amadores e praticantes regulares de atividades físicas. Embora possam não estar expostos às mesmas cargas de treinamento que atletas profissionais, ainda estão suscetíveis a lesões e podem se beneficiar de programas de prevenção e reabilitação específicos para suas necessidades.

Fisioterapia Esportiva

Em eventos esportivos de grande porte, como Jogos Olímpicos ou competições mundiais, a presença de fisioterapeutas esportivos é essencial. Eles atuam no local, oferecendo cuidados imediatos em casos de lesões agudas, além de ajudar na preparação e recuperação dos atletas ao longo do evento.

Outro aspecto que não pode ser ignorado é o fato de que a fisioterapia esportiva contribui para a redução de gastos com saúde. Lesões esportivas muitas vezes levam a custos elevados com tratamentos médicos e cirurgias. Ao investir em prevenção e tratamento adequado, é possível reduzir o número de lesões e, consequentemente, os gastos com saúde, tanto para atletas profissionais quanto para a população em geral.

Em suma, a fisioterapia esportiva desempenha um papel de extrema importância na performance e recuperação de atletas. Através da prevenção de lesões, reabilitação adequada e otimização do desempenho, os fisioterapeutas esportivos contribuem para o alcance de resultados esportivos excepcionais e para a promoção da saúde e bem-estar dos praticantes de atividades físicas. Investir nessa área é essencial para garantir que os atletas possam desfrutar de suas atividades com segurança e alcançar todo o seu potencial.

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Benefícios da Drenagem Linfática Manual

Benefícios da Drenagem Linfática Manual

A drenagem linfática manual é uma técnica de massagem terapêutica que visa estimular o sistema linfático do corpo. Essa técnica delicada e suave tem sido amplamente utilizada em tratamentos estéticos e terapêuticos para promover diversos benefícios para o bem-estar e a saúde geral das pessoas. Neste texto, exploraremos os principais benefícios da drenagem linfática manual, abordando seus efeitos positivos no sistema linfático, circulação sanguínea, redução do inchaço e contribuição para a desintoxicação do organismo.

O que é a drenagem linfática manual?

A drenagem linfática manual é uma técnica de massagem terapêutica que consiste em movimentos leves, ritmados e precisos, que seguem o trajeto do sistema linfático. O sistema linfático é responsável pela drenagem e filtragem do líquido linfático, que contém toxinas, resíduos celulares e outras impurezas, e sua posterior eliminação do organismo. A drenagem linfática manual é realizada por um profissional treinado e é uma técnica não invasiva, segura e relaxante.

Benefícios da drenagem linfática manual:

1. Estimulação do sistema linfático: A principal vantagem da drenagem é a estimulação do sistema linfático, auxiliando-o no processo de drenagem e remoção de líquidos e toxinas acumulados. Esse estímulo promove uma melhor circulação da linfa pelo corpo, evitando acúmulos e edemas.

2. Melhora da circulação sanguínea: A drenagem linfática manual também contribui para melhorar a circulação sanguínea. Ao reduzir o acúmulo de líquidos nos tecidos, a técnica facilita o retorno venoso e a oxigenação dos tecidos, o que resulta em uma melhora geral na circulação sanguínea.

3. Redução do inchaço e edemas: Pessoas que sofrem com retenção de líquidos e inchaços podem se beneficiar significativamente da drenagem linfática manual. A técnica ajuda a eliminar o excesso de líquido retido nos tecidos, proporcionando alívio e reduzindo o inchaço.

4. Efeito relaxante e alívio do estresse: Conhecida por seu efeito relaxante e tranquilizante. Os movimentos suaves da massagem estimulam o sistema nervoso parassimpático, promovendo a sensação de relaxamento profundo e aliviando o estresse.

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5. Contribuição para a desintoxicação: A desintoxicação é um processo importante para a eliminação de toxinas do organismo. A drenagem linfática manual pode auxiliar nesse processo, ajudando o sistema linfático a eliminar mais eficientemente as toxinas e resíduos metabólicos do corpo.

Beneficios da Drenagem Linfática Manual6. Estímulo ao sistema imunológico: O sistema linfático é um componente fundamental do sistema imunológico, e sua eficiência está diretamente ligada à capacidade de combater infecções e doenças. A drenagem linfática manual pode auxiliar na melhora da função imunológica, tornando o corpo mais resistente a infecções.

7. Alívio de dores e tensões musculares: Além dos benefícios no sistema linfático, a drenagem linfática manual também pode aliviar dores e tensões musculares. A técnica de massagem suave melhora a circulação sanguínea e linfática nos tecidos, promovendo a liberação de substâncias analgésicas naturais, como a endorfina.

8. Melhora da aparência da pele: A drenagem linfática manual também é muito utilizada em tratamentos estéticos. Ao melhorar a circulação e a eliminação de líquidos retidos, a pele tende a ficar mais hidratada, revitalizada e com aparência mais saudável.

Conclusão:

É uma técnica terapêutica comprovadamente eficaz, proporcionando uma série de benefícios para o bem-estar e a saúde geral do indivíduo. Seus efeitos positivos no sistema linfático, circulação sanguínea, redução do inchaço, desintoxicação e estímulo ao sistema imunológico a tornam uma opção valiosa para o tratamento de diversos problemas de saúde e também como uma ferramenta de relaxamento e cuidado com o corpo.

 

 

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Acupuntura o que é para que serve e como funcional

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Qual é o significado de acupuntura?

Acupuntura é uma terapia alternativa que se originou na China há mais de 2.500 anos. É uma forma de medicina tradicional que utiliza agulhas finas e leves para estimular pontos específicos no corpo, conhecidos como pontos de acupuntura. O objetivo da acupuntura é equilibrar o fluxo de energia, ou “Qi” (pronunciado como “chee”), que percorre o corpo através de canais, ou “meridianos”.

Na medicina tradicional chinesa, o Qi é visto como o responsável pelo bem-estar e saúde do corpo. Se o Qi estiver bloqueado ou desequilibrado, pode levar a problemas de saúde, incluindo dor, ansiedade, insônia, depressão, entre outros. A acupuntura visa ajudar a restaurar o equilíbrio do Qi e promover a cura natural, ajudando a melhorar a saúde e bem-estar geral.

A acupuntura é uma forma de tratamento não invasiva e segura e é amplamente utilizada em todo o mundo para tratar uma ampla gama de condições, incluindo dor crônica, dor de cabeça, enxaqueca, dor nas costas, dor muscular, insônia, ansiedade, depressão, entre outros. Além disso, a acupuntura é frequentemente combinada com outras formas de terapia, como massagem, exercícios físicos e alimentação saudável, para promover uma abordagem mais holística e integral para a saúde e bem-estar.

Qual é o significado de acupuntura?

O que a acupuntura pode fazer por você?

Pode ajudar a tratar uma ampla gama de condições e problemas de saúde, incluindo:

  1. Dor crônica: É eficaz para aliviar a dor crônica, incluindo dor nas costas, dor lombar, dor no pescoço, dor de cabeça, dor menstrual, entre outros.
  2. Ansiedade e estresse: A acupuntura pode ajudar a reduzir a ansiedade e o estresse, melhorando o bem-estar emocional e a qualidade de vida.
  3. Insônia: É eficaz para tratar a insônia e ajudar a melhorar a qualidade do sono.
  4. Depressão:  Pode ser útil no tratamento da depressão, ajudando a melhorar o humor e a reduzir os sintomas.
  5. Enxaqueca e dor de cabeça: A acupuntura é eficaz para tratar enxaqueca e dor de cabeça, ajudando a reduzir a frequência e intensidade dos ataques.
  6. Síndrome do Intestino Irritável (SII): A acupuntura pode ajudar a aliviar os sintomas da SII, incluindo dor abdominal, diarreia, constipação, entre outros.
  7. Problemas de saúde feminina: A acupuntura pode ser útil no tratamento de problemas de saúde feminina, incluindo dismenorreia, síndrome pré-menstrual (TPM), menopausa, entre outros.
  8. Outras condições: A acupuntura também pode ser útil no tratamento de outras condições, incluindo asma, doenças cardíacas, fadiga, síndrome do túnel do carpo, entre outros.

Em geral, a acupuntura é uma forma segura e eficaz de tratar uma ampla gama de condições e problemas de saúde. Além disso, a acupuntura pode ser combinada com outras formas de terapia, como massagem, exercícios físicos e alimentação saudável, para promover uma abordagem mais holística e integral para a saúde e bem-estar.

A acupuntura é uma técnica milenar de medicina tradicional chinesa que foi criada há mais de 2.500 anos. Ela se baseia na filosofia de que existe um fluxo de energia vital, conhecido como “Qi”, que circula pelo corpo humano através de meridianos ou canais específicos. Quando o equilíbrio deste fluxo de energia é perturbado, isto pode levar a uma variedade de condições de saúde, incluindo dor, doenças e desordens emocionais.

A acupuntura é realizada inserindo agulhas muito finas em pontos específicos ao longo dos meridianos do corpo, a fim de restaurar o equilíbrio do fluxo de energia e promover a cura natural. Além disso, a acupuntura também pode incluir a estimulação de pontos de pressão, moxabustão (queimadura de ervas medicinais), ou outras técnicas complementares.

A acupuntura é utilizada para tratar uma ampla variedade de condições de saúde, incluindo dor crônica, enxaqueca, insônia, ansiedade, depressão, problemas digestivos, síndrome da fadiga crônica, entre outros. Além disso, a acupuntura também é utilizada como uma forma complementar de tratamento para doenças graves, tais como câncer e doenças cardiovasculares.

Em geral, é considerada uma terapia segura e eficaz, com poucos efeitos colaterais. No entanto, é importante procurar um acupunturista qualificado e licenciado para garantir que a terapia seja realizada de forma adequada e segura. Além disso, é importante lembrar que a acupuntura não deve ser utilizada como substituto para o tratamento convencional recomendado por um médico, mas sim como uma forma complementar de cuidado de saúde.

Você sabe a diferença entre a acupuntura e a auriculoterapia

A acupuntura e a auriculoterapia são duas técnicas de medicina alternativa baseadas na filosofia da medicina tradicional chinesa. Embora compartilhem algumas similaridades, existem algumas diferenças importantes entre elas.

A acupuntura se concentra na inserção de agulhas em pontos específicos ao longo dos meridianos do corpo para restaurar o equilíbrio do fluxo de energia e promover a cura natural. Por outro lado, a auriculoterapia se concentra na estimulação dos pontos de acupuntura na orelha externa, que são considerados reflexos dos órgãos e sistemas do corpo.

A auriculoterapia é geralmente considerada uma forma menos invasiva de acupuntura e é especialmente útil para tratar condições relacionadas ao sistema nervoso central e ao sistema endócrino. Além disso, a auriculoterapia também é utilizada para tratar uma ampla gama de outras condições de saúde, incluindo dor crônica, problemas de sono, ansiedade, depressão, entre outros.

Em resumo, a acupuntura e a auriculoterapia são duas técnicas complementares, cada uma com suas próprias aplicações e vantagens. É importante consultar um profissional de saúde qualificado para determinar qual técnica é a mais adequada para cada indivíduo e condição de saúde.

A acupuntura doi?

A acupuntura geralmente não é dolorosa, e muitas pessoas descrevem a sensação como um leve formigamento ou pressão. Algumas pessoas podem sentir uma sensação de picada no momento da inserção da agulha, mas isso é geralmente breve e se dissipa rapidamente.

O grau de sensibilidade varia de pessoa para pessoa, e algumas pessoas podem ser mais sensíveis ao toque ou à estimulação do que outras. No entanto, os acupunturistas são treinados para inserir as agulhas de maneira segura e confortável, e muitas vezes podem usar técnicas para minimizar a dor.

Se você tiver medo de agulhas ou é sensível ao toque, é importante discutir suas preocupações com seu acupunturista antes de iniciar a terapia. Eles podem trabalhar com você para encontrar a melhor maneira de tornar a terapia confortável e eficaz para você.

E o que é acupuntura sistemica? para que ela serve?

A acupuntura sistêmica é uma abordagem de acupuntura que se concentra na avaliação e tratamento dos sistemas corporais como um todo, em vez de apenas tratar uma condição específica. Em vez de se concentrar em um único sintoma ou problema, a acupuntura sistêmica procura compreender como o corpo como um todo está funcionando e onde há desequilíbrios ou bloqueios de energia.

Ela baseada na filosofia da medicina tradicional chinesa, que acredita que todos os aspectos da saúde mental, emocional e física estão interconectados. Por esse motivo, a acupuntura sistêmica pode ser uma abordagem eficaz para tratar uma ampla gama de condições, desde problemas de saúde comuns como dor de cabeça, dor nas costas e dor muscular, até condições mais complexas, como ansiedade, insônia, depressão, entre outras.

A acupuntura sistêmica pode ser especialmente útil para pessoas que estão procurando uma abordagem mais holística e integral para a saúde e bem-estar. Ao trabalhar com o corpo como um todo, é possível restaurar o equilíbrio do fluxo de energia e promover a cura natural, ajudando a melhorar a saúde e bem-estar geral.

Pode realizar acupuntura no pé?

Sim, é possível realizar. A auriculoterapia, ou acupuntura auricular, é uma forma de acupuntura que se concentra na orelha e é muito eficaz para tratar uma ampla gama de condições, incluindo dor, ansiedade, insônia, estresse, entre outros.

A auriculoterapia é baseada na ideia de que a orelha é uma representação miniatura do corpo humano, com cada ponto na orelha correspondendo a uma parte específica do corpo. Ao estimular esses pontos, é possível equilibrar o fluxo de energia e promover a cura natural.

Além da auriculoterapia, pode ser realizada em outras áreas do pé, incluindo o arco do pé e as solas dos pés. Essas áreas são ricas em terminações nervosas e são consideradas importantes para a circulação de energia e a saúde geral do corpo.

A acupuntura no pé é uma forma eficaz de tratar uma ampla gama de condições, incluindo dor, ansiedade, insônia, estresse, entre outros, e pode ser uma opção eficaz para pessoas que buscam uma abordagem mais holística e integral para a saúde e bem-estar.

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Que roupa usar na sessão de acupuntura?

Nas sessões de acupuntura, é recomendável vestir roupas confortáveis e fáceis de remover, especialmente se a acupuntura for realizada nas pernas, braços ou costas. Alguns acupunturistas podem precisar acessar áreas do corpo que exigem a remoção de roupas, por isso é importante levar em consideração o conforto durante a sessão.

No geral, roupas soltas e leves são as melhores, pois permitem que o acupunturista acesse facilmente as áreas do corpo que precisam ser tratadas. Se a acupuntura for realizada no abdômen ou na região lombar, é possível que seja necessário remover a roupa superior, por isso é importante levar em consideração essas questões ao escolher as roupas para a sessão.

Em geral, o objetivo é se sentir o mais confortável possível durante a sessão, para que você possa se concentrar nas sensações e obter o máximo de benefícios da acupuntura.

Por que acupuntura relaxa?

A acupuntura pode relaxar o corpo e a mente de várias maneiras. Aqui estão algumas das razões pelas quais a acupuntura pode ser relaxante:

  1. Estimulação dos pontos: a estimulação dos pontos de acupuntura através da inserção de agulhas pode estimular a liberação de endorfinas e outras substâncias químicas no corpo que são conhecidas por ajudar a aliviar a dor e reduzir o estresse.
  2. Relaxamento muscular: pode ajudar a aliviar a tensão muscular, o que pode ajudar a relaxar o corpo e a mente.
  3. Redução do estresse: a acupuntura pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, o que pode ter um efeito positivo sobre o bem-estar geral e a capacidade de relaxar.
  4. Estimulação do sistema nervoso parassimpático: a acupuntura pode estimular o sistema nervoso parassimpático, que é responsável por regular o equilíbrio entre o sistema nervoso simpático e o sistema nervoso parassimpático. Quando o sistema nervoso parassimpático é estimulado, pode ajudar a reduzir o estresse e promover o relaxamento.
  5. Efeito placebo: a acupuntura pode ter um efeito placebo positivo, o que significa que o efeito benéfico pode ser atribuído ao poder da sugestão e da crença no tratamento.

Em resumo, pode ser relaxante devido à combinação de estímulo dos pontos de acupuntura, relaxamento muscular, redução do estresse, estimulação do sistema nervoso parassimpático e efeito placebo.

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O efeito de exercícios de estabilização lombar e mobilização torácica e exercícios em pacientes com dor lombar crônica .

O efeito de exercícios de estabilização lombar e mobilização torácica e exercícios em pacientes com dor lombar crônica .

 
Abstrato

[Objetivo] Investigar se a dor, o equilíbrio e a estabilização da região lombar podem ser melhorados através da mobilização torácica, além de exercícios de estabilização lombar. [Sujeitos e métodos] Este estudo recrutou 36 indivíduos com dor lombar crônica com duração superior a 12 semanas. Os sujeitos recrutados para este estudo participaram voluntariamente e deram seu consentimento assinado à participação. [Resultados] A melhora no equilíbrio foi maior no grupo de exercícios de estabilização lombar, seguido pelo grupo de mobilização e exercícios torácicos e o grupo de fisioterapia tradicional, em ordem decrescente de efeito. [Conclusão] Em conclusão, os exercícios de estabilização lombar combinados à mobilização torácica tiveram maiores efeitos na estabilização do alívio da dor na região lombar,

Palavras-chave: Exercícios de estabilização lombar, Exercícios de mobilização torácica, Dor lombar crônica

INTRODUÇÃO

A dor lombar é uma das doenças mais comuns e cerca de 70 a 80% da população a experimenta uma ou mais vezes na sociedade moderna 1 ) , e sua incidência e os gastos sociais relacionados a ela estão aumentando 2 ) . Existem várias causas de dor nas costas e, entre elas, hérnia de discos intervertebrais e fraqueza muscular causada por dano muscular são as principais causas de dor lombar 3 ) .

A dor lombar é causada pela perda da estabilização segmentar e da capacidade de equilíbrio e limita a amplitude de movimento 4 ) . Os pacientes são designados como tendo dor lombar crônica, quando a dor lombar com causas inespecíficas dura mais de 12 semanas 5 ) . Nos últimos anos, as causas mecânicas da dor são responsáveis ​​pelo maior número de casos. Após analisar o movimento de cada segmento da coluna vertebral de pacientes com disco degenerado, nosso grupo de estudo relatou que a causa mais comum de dor nas costas é a instabilidade da coluna vertebral 6 ) .

No movimento humano em um modelo de múltiplos componentes, o movimento do segmento mais flexível gera o maior ângulo. Portanto, a maioria das disfunções espinhais é causada pela flexibilidade excessiva de um segmento em particular, e não pela flexibilidade 7 ) .

Ao realizar atividades funcionais, a mobilização das articulações adjacentes a um segmento instável é relativamente aumentada, e a diminuição da hipermobilidade por meio da estabilização do segmento hipermóvel pode promover a cicatrização 8 ) . Assim, a mobilização torácica pode ajudar a promover a estabilização da região lombar.

Segundo estudo recente, a instabilidade da coluna lombar é a causa mais importante de lombalgia crônica 9 ) . Se essa instabilidade aumentar, pode provocar reações posturais anormais no equilíbrio estático e resultar na incapacidade de realizar atividades normais devido à perda do equilíbrio sensorial em pacientes com dor lombar crônica. A perda de equilíbrio também pode ser causada pela perda da força muscular ou desequilíbrios neurológicos.

Muitos estudos relataram que os exercícios de estabilização lombar proporcionam estabilização, fortalecendo os músculos profundos lombares de pacientes com dor lombar crônica, mas poucos estudos investigaram a estabilização mecânica lombar por mobilização torácica. Portanto, este estudo investigou se a dor, o equilíbrio e a estabilização da lombar podem ser melhorados através da mobilização torácica, além de exercícios de estabilização lombar.

Estabilização Lombar

 

ASSUNTOS E MÉTODOS

Este estudo recrutou indivíduos com dor lombar crônica com duração superior a 12 semanas. Quarenta e cinco sujeitos preencheram os critérios de seleção e 36 deles participaram do estudo. Eles foram divididos em 3 grupos; um grupo tradicional de fisioterapia (TPG), um grupo de exercícios de estabilização lombar (LSEG) e um grupo de exercícios de mobilização torácica (TMEG).

Fisioterapia tradicional, exercícios de estabilização lombar ou mobilização e exercícios torácicos foram realizados três vezes por semana, durante 12 semanas. As medidas de desfecho foram uma avaliação visual em escala analógica da dor, o índice de equilíbrio e o comprimento da tradução lombar. Os critérios de seleção foram: experiência de lombalgia ao longo de 12 semanas e participantes que não conseguiam sentar muito tempo em uma posição, que sentiam dor toda vez que mudavam de posição e também frequentemente mudavam sua postura sentada. Os sujeitos escolhidos para este estudo participaram voluntariamente e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido, de acordo com os princípios éticos da Declaração de Helsinque. Todos os indivíduos receberam fisioterapia tradicional, composta por tratamento com compressa quente por 20 minutos, terapia por ultrassom por 5 minutos,

O grupo de exercícios de estabilização lombar, realizou adicionalmente exercícios para estabilizar os músculos multifidus e o transverso abdominal, após receber fisioterapia tradicional. O programa de exercícios de estabilização lombar consistiu em três exercícios. Cada exercício foi repetido 12 vezes em 1 série, e 5 séries, com um intervalo de 3 minutos entre as séries, foram realizadas em uma sessão de terapia. Os três exercícios foram: semi-abdominais, segurando as pernas na posição de pernas cruzadas, com o rosto voltado para baixo e de lado, mantendo a perna levantada.

O grupo de mobilização torácica e exercício realizou adicionalmente dois programas de exercícios e recebeu mobilização passiva de tecidos moles torácicos para aumentar a mobilidade torácica após a fisioterapia tradicional. O programa de exercícios de mobilidade torácica consistiu em 2 exercícios. Cada exercício foi repetido 12 vezes em 1 série, e um total de 5 séries, com um intervalo de três minutos entre as séries, foram realizadas em uma sessão de terapia.

A mobilização de tecidos moles torácicos foi realizada por 5 minutos após a realização dos exercícios de tecidos moles torácicos. Isso envolveu mover a parte superior do corpo, colocar apenas um travesseiro na área torácica, mover a área torácica e mobilizar com a parte superior do corpo e a parte inferior do corpo cruzadas. Os níveis de dor foram avaliados usando uma escala visual analógica (EVA). Neste estudo, o equilíbrio foi avaliado como o melhor escore de três ensaios em uma postura em pé em um instrumento de medição da balança (MICROSWIMG 5.0, HAIDER BIOSWING, Alemanha) conectado a um computador usando o software Posturomed.

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O teste do comprimento da translação lombar é um teste objetivo da instabilidade lombar. Se qualquer segmento da coluna funcional estiver em um estado instável durante a medição da translação da coluna funcional sob uma força física, ele traduzirá mais do que um segmento estável nas forças físicas da época. No caso de o deslocamento do plano sagital ter sido transferido mais de pelo menos 3 mm em qualquer segmento da curva ou expansão ao realizar a inspeção por raios-X, chamamos de instabilidade da lombar quando mais de 9% do diâmetro do corpo vertebral adjacente foi transferido 10 ) .

O tempo de translação dos segmentos instáveis ​​foi medido da mesma maneira antes e após a intervenção para testar a distância de translação dos segmentos dos pacientes com lombalgia crônica. Para medir a distância, foi traçada uma linha na superfície superior das vértebras inferiores do segmento a ser medida no plano sagital do raio X, juntamente com uma linha vertical. Em seguida, a superfície inferior das vértebras superiores e a parte final da placa final da superfície superior das vértebras inferiores foram conectadas verticalmente a essa linha, e a distância entre as duas linhas foi medida.

Todos os dados obtidos neste estudo foram processados ​​no SPSS para 20.0 Windows. Após a intervenção, as diferenças de estabilidade lombar, equilíbrio e dor entre os grupos foram examinadas pelo teste t pareado. O nível de significância estatística α utilizado foi de 0,05.

RESULTADOS

As características gerais do sujeito são mostradas na Tabela 1 .

Tabela 1.

As características gerais dos sujeitos
Variáveis TPG (N = 12) LSEG (N = 12) TMEG (N = 12)
Duração da dor lombar (anos) 3.3±1.1 2.8±2.2 2.9±1.3
Género masculino (%) 11 (91.7) 10 (83.3) 8 (66.7)
Anos de idade) 45.4±6.4 43.0±6.3 43.0±5.4

Os valores de estabilidade lombar medidos em raios-X são mostrados na Tabela 2 . O grupo de mobilização torácica e exercício e o grupo de exercício de estabilização lombar mostraram melhorias significativas no teste de estabilização lombar.

Mesa 2.

Comparação da estabilização lombar, índice de equilíbrio, dor entre os três grupos
Grupo Estabilização lombar (N = 12) Unidade (mm) Índice de saldo (N = 12) Unidade (pontuação) Dor (N = 12) Unidade (escore)



para postar para postar para postar
lseg 3.7±0.6 1.2±0.5* 179.7±62.3 597.5±40.4* 6.9±0.6 3.1±0.3*
TMEG 3.7±0.7 1.54±0.5* 167.9±47.6 450.6±50.5* 7.1±0.6 3.0±0.4*
TPG 3.5±0.4 3.29±0.4 179.5±41.0 261.9±41.1 7.1±0.5 3.2±0.2*

* p <0,05, teste t pareado

LSEG: grupo de exercícios de estabilização lombar, TMEG: grupo de exercícios de mobilização torácica, TPG: grupo de fisioterapia tradicional

As pontuações do índice de saldo são mostradas na Tabela 2 . A melhora do equilíbrio foi maior no grupo de exercícios de estabilização lombar, seguido pelo grupo de mobilização torácica e exercícios e fisioterapia tradicional, em ordem decrescente de efeito. Os escores da dor na EVA também são mostrados na Tabela 2 . A dor mostrou melhorias em todos os grupos.

DISCUSSÃO SOBRE O ARTIGO DE ESTABILIZAÇÃO LOMBAR

Hoje, a maioria das pessoas experimenta dores nas costas causadas por danos lombares pelo menos uma vez na vida. Dura de 2 a 3 meses e tem probabilidade de recorrência 11 ) .

Atualmente, tratamentos passivos para pacientes com dor lombar estão perdendo o favor, e tratamentos com exercícios, tratamentos ativos que são eficazes para promover uma vida normal, melhorar a capacidade e prevenir a recorrência, estão sendo usados ​​para a reabilitação de pacientes com dor lombar crônica 12 ) .

É relatado frequentemente que o exercício de estabilização lombar, que tem sido extensivamente estudado entre os programas de tratamento, incluindo o exercício, é um método de tratamento eficaz 13 ) . Realizamos a verificação de pé em uma perna, visando os pacientes com dor lombar, e o resultado é relatado que eles não eram bons em manter um equilíbrio em comparação com as pessoas normais porque a capacidade dos músculos era ruim. Também foi relatado que pacientes com dor lombar crônica têm pior capacidade de pé com uma perna em uma superfície instável do que pessoas saudáveis, e houve uma diferença na distribuição de peso em pé com duas pernas entre a presença e a ausência de visão. Diz-se que distúrbios músculo-esqueléticos, como lombalgia, limitam a capacidade de manter o equilíbrio 14 ).

Pacientes com dor lombar crônica precisam manter a postura do tronco e gerar estabilidade lombar contraindo músculos como o transverus abdominis e o multifidus, responsáveis ​​pela estabilidade da região lombar. Portanto, exercícios de estabilização lombar envolvendo o multifídeo e o transverus abdominis resultam em melhorias no equilíbrio postural em pacientes com lombalgia crônica 15 ) .

Apenas alguns estudos investigaram outros programas de tratamento para instabilidade lombar. Recentemente, foi introduzido um método de tratamento que pode aliviar a dor e melhorar as limitações funcionais da dor nas costas. Esse método reduz o estresse causado pelo movimento excessivo de segmentos que exibem instabilidade lombar por meio da mobilização dos segmentos que restringiram o movimento 16 ) .

O presente estudo mostra que o exercício de estabilização lombar foi mais eficaz para a estabilização lombar, seguido pelo exercício de mobilização torácica e fisioterapia tradicional, em ordem decrescente de efeito. Em outras palavras, exercícios de estabilização lombar e mobilização torácica melhoraram a estabilidade lombar.

Estabilização Segmentar Lombar

Considerando esse resultado, parece estar intimamente relacionado entre movimentos anormais dos segmentos lombares e exercícios de estabilização lombar, e uma redução nos movimentos anormais de segmentos com instabilidade segmentar lombar foi alcançada pela realização de exercícios de estabilização lombar ou de mobilização torácica, resultando em melhora da dor lombar. Após a intervenção, os escores do índice de equilíbrio mostraram melhorias significativas nos três grupos.

Este estudo demonstrou que os exercícios de estabilização lombar e mobilização torácica melhoraram o equilíbrio de pacientes com lombalgia crônica, e a lombalgia crônica causada por lesão lombar está intimamente relacionada ao equilíbrio do tronco. A dor avaliada pela escala visual analógica mostrou reduções significativas entre antes e após a intervenção em todo o grupo, e não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos após a intervenção.

De acordo com os resultados, a fisioterapia tradicional não reduziu os movimentos anormais dos segmentos instáveis ​​ou enfraqueceu os músculos profundos dos pacientes com dor lombar crônica causada pela instabilidade lombar. Portanto, houve redução da dor e melhora do equilíbrio, mas houve a possibilidade de recorrência da lombalgia devido à falta de correção da instabilidade lombar. Os exercícios de estabilização lombar melhoraram a estabilidade lombar, ajustando os movimentos anormais da região lombar, fortalecendo o multifídeo e o transverus abdominis, que são músculos profundos lombares.

Esse resultado é consistente com a redução significativa da dor e melhora funcional após a intervenção dos exercícios de estabilização lombar que foram realizados para fortalecer os multifídeos e transverus abdominis, que são os músculos profundos lombares 17 ) . A intervenção para melhorar a mobilização torácica do grupo de exercícios de mobilização torácica aumentou a mobilidade torácica, melhorou a estabilidade lombar, diminuindo o movimento excessivo anormal dos segmentos lombares instáveis ​​e melhorou a incapacidade física, reduzindo a dor e melhorando o equilíbrio.

Em conclusão, os estudos existentes investigaram principalmente exercícios de estabilização lombar conhecidos como tratamento para instabilidade lombar em pacientes com dor lombar crônica. Neste estudo, um método de tratamento indireto para o tratamento de segmentos instáveis ​​em pacientes com lombalgia crônica foi investigado. A estabilidade lombar melhorou e o estresse causado por movimentos excessivos dos segmentos lombares relativamente instáveis ​​foi reduzido pelo aumento da mobilização de segmentos torácicos que mostraram movimentos restritos. Portanto, é nossa opinião que o tratamento clínico dos exercícios de estabilização lombar combinados à mobilização torácica tem um efeito maior na estabilidade da região lombar, aliviando a dor e melhorando a função dos pacientes com lombalgia crônica.

REFERÊNCIAS DO ARTIGO SOBRE ESTABILIZAÇÃO LOMBAR

1. Grabiner MD, Jeziorowski JJ, Divekar AD: Medidas isocinéticas do desempenho da extensão e flexão do tronco coletadas com a estação de dados clínicos do biodex . J Orthop Sports Phys Ther , 1990, 11 : 590–598. 
2. O’Sullivan PB: ‘Instabilidade’ segmentar lombar: apresentação clínica e manejo específico do exercício estabilizador . Man Ther , 2000, 5 : 2–12. 
3.  Balagué F, Mannion AF, Pellisé F, et al. :  Dor lombar inespecífica  . Lancet  , 2012,  379  : 482-491. [
4. Alexander KM, LaPier TL: Diferenças no equilíbrio estático e distribuição de peso entre indivíduos normais e indivíduos com dor lombar crônica unilateral . J Orthop Sports Phys Ther , 1998, 28 : 378–383. 
5. Wheeler AH: Diagnóstico e tratamento da dor lombar e ciática . Am Fam Physician , 1995, 52 : 1333–1341, 1347–1348. 
6. Seligman JV, Gertzbein SD, Tile M, et al. : Análise computacional do movimento do segmento espinhal na doença degenerativa do disco com e sem carga axial . Spine , 1984, 9 : 566-573. 
7. Sahrmann SA: Diagnóstico e tratamento de síndromes de comprometimento do movimento. Mosby, 2002, pp 51-120.
8. Johansson F: Confiabilidade interexaminador dos testes de mobilidade segmentar lombar . Man Ther , 2006, 11 : 331–336.
9. Panjabi MM: O sistema estabilizador da coluna vertebral. Parte I. Função, disfunção, adaptação e aprimoramento . J Spinal Disord , 1992, 5 : 383–389, discussão 397.
10. Panjabi MM: Instabilidade espinhal clínica e dor lombar . J Electromyogr Kinesiol , 2003, 13 : 371–379. 
11. Esconde JA, Richardson CA, Jull GA: A recuperação do músculo multifídeo não é automática após a resolução da dor lombar aguda no primeiro episódio . Spine , 1996, 21 : 2763-2769.
12. Deyo RA: Dor lombar aguda: um novo paradigma para o gerenciamento . BMJ , 1996, 313 : 1343–1344. [ Artigo livre do PMC da Europa ] 
13. Luoto S, Aalto H, Taimela S, et al. : Controle postural de um pé e distúrbio externo de dois pés em pacientes com dor lombar crônica e indivíduos saudáveis. Um estudo controlado com acompanhamento . Spine , 1998, 23 : 2081-2089, discussão 2089-2090. 
14. Nies N, Sinnott PL: Variações no equilíbrio e oscilação corporal em adultos de meia idade. Indivíduos com costas saudáveis ​​em comparação com indivíduos com disfunção lombar . Spine , 1991, 16 : 325-330. 
15. Hodges PW, Richardson CA: Contração dos músculos abdominais associados ao movimento do membro inferior . Phys Ther , 1997, 77 : 132-142, discussão 142-144.
16. Sung YB, Lee JH, Park YH: Efeitos da mobilização e manipulação torácicas na função e estado mental na dor lombar crônica . J Phys Ther Sci , 2014, 26 : 1711-1714. [ Artigo livre do PMC da Europa ] 
17. O’Sullivan PB, Phyty GD, Twomey LT, et al. : Avaliação do exercício estabilizador específico no tratamento da lombalgia crônica com diagnóstico radiológico de espondilólise ou espondilolistese . Spine , 1997, 22 : 2959-2967. 

Os artigos sobre Estabilização Lombar Segmentar são do Journal of Physical Therapy Science e são fornecidos aqui, cortesia da Society of Physical Therapy Science

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Deficiência sensório-motora na dor cervical

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Função sensório-motora

A coluna cervical tem numerosos mecanorreceptores responsáveis ​​pela entrada proprioceptiva. Esses receptores têm conexão central e reflexa com os sistemas vestibular e visual e com o sistema nervoso central. [1] A entrada de mecanorreceptores da região cervical superior e dos músculos leva a uma coordenação entre a visão e o movimento do pescoço. [2]

Uma quantidade muito elevada de fusos musculares é encontrada na área suboccipital. Os músculos desta área, em particular os músculos suboccipitais, são responsáveis ​​por receber e enviar informações de e para o sistema nervoso central. [1]

3 Os reflexos também influenciam o controle sensório-motor: [2]

  • Reflexo cervicocólico [2]
    • trabalha com o reflexo vestibulocólico
    • leva à ativação do músculo do pescoço
    • evita a rotação excessiva do pescoço
  • Cervico-ocular reflex [2]
    • trabalha com os reflexos vestíbulo-oculares e optocinéticos
    • controlar os músculos extraoculares
    • responsável pela visão clara ao mover a cabeça
  • Reflexo tônico do pescoço [2]
    • integrado com o reflexo vestibuloespinhal
    • ajudam a manter uma posição estável da cabeça quando o corpo está em movimento, alterando a atividade muscular nos membros

Comprometimento sensório-motor

Os receptores cervicais podem tornar-se disfuncionais, por exemplo, com trauma no pescoço, como em uma lesão de chicotada. [1] A sensibilidade do receptor é afetada por alterações químicas, por exemplo, com inflamação. [2] A dor (SNC) e o estresse psicossocial (SNS) podem alterar a sensibilidade do fuso muscular. [2] Deficiências e alterações nos músculos do pescoço (por exemplo, atrofia, degeneração, infiltração gordurosa, fadiga) afetam a entrada aferente cervical alterando a propriocepção, a mecânica articular e a sensibilidade dos fusos musculares. [2]

Quando os receptores cervicais estão disfuncionais, ocorre o seguinte: [1] [2]

  • A entrada aferente desses receptores é alterada
  • Os receptores tornam-se funcionalmente prejudicados
  • Alteração da sensibilidade do fuso muscular
  • “Grandes efeitos da dor em muitos níveis do sistema nervoso”
  • Isso altera a “integração, temporização e ajuste do controle sensório-motor” [1]

Ocorre mais disfunção sensório-motora com lesão na região cervical superior do que na região cervical inferior, porque a região superior contém mais fusos musculares, tem maior conexão com os sistemas visual e vestibular e mais atividade reflexa. [2] [3]

As alterações da estabilidade postural acontecem por causa de alterações na entrada sensorial entre a coluna cervical superior e as estruturas vestibulares. Assim, as estruturas vestibulares do paciente são incapazes de distinguir entre as informações imprecisas, resultando em uma incompatibilidade sensorial que leva a sentimentos de tontura/instabilidade. [2] Pacientes com dor no pescoço podem ter um aumento na atividade/rigidez muscular à medida que o corpo tenta compensar a perda de equilíbrio. [2]

com crônica[4]

3 pilares da deficiência sensório-motora:

A pesquisa não encontrou nenhuma associação entre esses 3 pilares e uso de medicamentos, idade, ansiedade ou status de compensação. [4]

Sintomas de deficiência sensório-motora

Alterações no controle sensório-motor em pacientes com cervicalgia podem levar aos seguintes sintomas: [1]

  • Sentido alterado da posição da articulação cervical (propriocepção)
  • Mudanças no controle do movimento dos olhos
  • Alterações na estabilidade postural
  • Tontura sutil
  • Instabilidade sutil
  • Tonto [2]
  • Sensação de girar na cabeça (não o ambiente girando como com vertigem) [2]
  • Má consciência da postura cabeça-pescoço (alguns pacientes sentem que sua cabeça “balança”) [2]
  • Distúrbios visuais (visão embaçada, campo visual menor, visão de manchas cinzentas, cegueira temporária, fotofobia e deficiências visuais) – alguns pacientes com dor no pescoço têm dificuldade para ler.

Os sintomas subjetivos são mais proeminentes no início do dia, quando o pescoço do paciente está rígido, e mais tarde durante o dia, quando os músculos estão fatigados. [2] Os sintomas também podem ser provocados com movimentos rápidos da cabeça, observação de um objeto em movimento ou ao caminhar no escuro. [2]

Testes

Propriocepção

  • Também chamado de erro de posição da articulação cervical (JPE) [4]
  • Considerada uma medida primária de entrada aferente cervical incompatível, levando a anormalidades no controle sensório-motor [4]
  • Positivo em pacientes com efeito chicote [4]
  • Teste [2]
    • ponto de laser fixado em uma faixa de cabeça
    • sentado a 90 -100 cm de distância de uma parede
    • cabeça do paciente em ponto morto, paciente fecha os olhos e então gira a cabeça e então retorna ao ponto morto
    • medir a diferença média entre a posição inicial e final após 3 tentativas para cada lado
    • uma diferença de mais de 6,5 cm mostra uma disfunção (teste positivo) – o normal é de aproximadamente 3-5 cm.
    • os pacientes podem ter movimentos bruscos, “procurar” a posição correta ou ultrapassar (sinal de reflexo cervicocólico alterado)
    • alguns pacientes podem queixar-se de tonturas ou instabilidade durante o teste

Controle de movimento dos olhos

Teste de perseguição suave

  • Testa o controle do movimento dos olhos com a cabeça e o tronco em ponto morto e depois compara com o próximo teste quando o tronco é girado [2]
  • Teste
    • Paciente em posição sentada. Um objeto é movido lentamente de um lado para o outro na frente do paciente e o paciente deve acompanhar apenas com os olhos.
  • Sintomas [2]
    • Movimentos oculares sacádicos rápidos – parece que o olho está tentando alcançar o objeto, especialmente no alcance médio
    • Reprodução dos sintomas do paciente, como tontura ou visão embaçada

Teste de Torção do Pescoço de Perseguição Suave (SPNT)

  • Detectará alterações nos movimentos oculares devido a alterações na entrada aferente cervical [2]
  • Controle de movimento dos olhos influenciado pelo pescoço 8
  • Teste
    • A cabeça permanece em ponto morto enquanto o tronco é girado 45 graus [4] em qualquer direção [2]
    • repita o teste anterior
  • Positivo:
    • mudança no controle do movimento dos olhos quando o tronco é girado [4] , aumento nos movimentos sacádicos dos olhos [2]
    • geralmente visto em pacientes com dor no pescoço devido a whiplash [2]
  • Se o paciente tiver um desempenho ruim no primeiro teste e o desempenho permanecer o mesmo no segundo teste, é mais provável que seja um distúrbio do SNC e não um comprometimento sensório-motor [2]

Estabilidade do olhar [2]

  • Mover a cabeça enquanto focaliza um objeto.
  • Paciente em posição sentada
  • Olhando para um ponto em frente
  • Continue olhando para este ponto enquanto move a cabeça para a esquerda e para a direita, ou em flexão e extensão
  • Pacientes com dor no pescoço lutam para realizar o teste com precisão, não conseguem manter os olhos fixos no ponto ou têm menos velocidade e alcance (

Equilíbrio e estabilidade postural

Geralmente os pacientes não percebem que seu equilíbrio é afetado até que seja testado [2]

Testes [4] [2]

  • Postura bilateral
    • posição confortável e estreita com os olhos abertos e fechados, por 30 segundos
    • primeiro em uma superfície firme e depois em uma superfície macia (espuma de 10 cm)
  • Posição tandem e de membro único
    • superfície firme
    • olhos abertos e fechados e segure por 30 segundos
    • tandem normalmente prejudicado em pessoas com 45 anos de idade ou mais
    • olhos abertos e fechados e segure por 30 segundos
  • Positivo [2] [4]
    • grande balanço em posição confortável
    • oscilação ântero-posterior na postura estreita
    • dificuldade em corrigir ou impedir a oscilação (sinais de rigidez)
    • mantendo a postura para
  • Mudanças na entrada aferente cervical podem ser responsáveis ​​pela oscilação que as pessoas têm em uma postura confortável após uma lesão de chicotada [4]

Diferenciação

  • Danos vestibulares periféricos [4] (incluem vertigem posicional paroxística benigna, dano ao saco endolinfático ou fístula perilinfática) [10]
    • 35% dos pacientes que têm dor cervical traumática devido a um incidente de alta força podem ter dano vestibular [10]
    • O teste SPNT diferencia entre patologia vestibular e disfunção aferente cervical devido à dor no pescoço
    • É preciso haver coordenação entre a entrada cervical e vestibular para que o tronco encefálico possa determinar onde está a posição da cabeça no espaço
    • estabilidade postural: mais distúrbios nas posições mais desafiadoras, como ficar em pé em uma superfície macia com os olhos fechados
    • vertigem pronunciada
  • Neuroma acústico (envolvimento vestibular) [4]
    • teste SPNT negativo
    • mais distúrbios na estabilidade postural quando em pé em uma superfície macia com uma base de apoio estreita com os olhos fechados, mas mais estável em posições de postura confortáveis ​​do que alguém com dor no pescoço e deficiência sensório-motora
    • Os sintomas de zumbido, visão embaçada, confusão e perda de audição são exacerbados quando o paciente caminha em um local lotado, faz movimentos bruscos ou quando se sente estressado.
  • Insuficiência vertebrobasilar / Disfunção arterial cervical
    • Descartar VBI
    • Os pacientes podem queixar-se de visão dupla (a visão dupla não é tão evidente com distúrbios somatossensoriais) [2]
    • A dissecção da artéria vertebral é rara, mas deve sempre ser considerada ao avaliar um paciente com alterações sensório-motoras e, particularmente, se ele se queixa de dor cervical intensa e cefaleia em um lado e tem “disfunção neurológica específica transitória ou contínua”. [10]
  • Distúrbio do SNC
    • Os sintomas permanecem inalterados ao fazer o teste SPNT
    • Deve ser considerado com um golpe direto na cabeça [10]
  • Vertigem posicional paroxística benigna
    • Os sintomas são episódicos, ao mudar a posição da cabeça, como mover-se na cama ou curvar-se
    • Vertigem e tontura com duração de 1 minuto ou menos
  • Ansiedade, medicação, estresse

Quaisquer sinais ou sintomas do sistema nervoso central sem diagnóstico/motivo são uma bandeira vermelha e o paciente deve ser encaminhado a um médico. [2]

Para obter mais informações, consulte a página 6 deste artigo da revista para ler sobre testes específicos para diferenciação.

Gestão Geral [2]

Em pacientes com comprometimento mínimo da propriocepção sensório-motora, o manejo convencional pode ser suficiente. [4]

  • Terapia manipulativa – melhora a tontura e a propriocepção cervical
  • Treinamento com foco no controle neuromuscular – melhora a propriocepção cervical
  • Treino com foco na resistência muscular cervical – melhora o equilíbrio
  • Acupuntura – melhora o equilíbrio e a propriocepção cervical
  • Estabilidade do olhar, propriocepção e treinamento de coordenação olho-pescoço – melhora os déficits sensório-motores, bem como ADM e dor e incapacidade no pescoço.
  • Reabilitação vestibular – pode melhorar os problemas de equilíbrio e tonturas em pacientes com lesão cervical
  • Retreinamento de equilíbrio
  • Terapia de ponto-gatilho
  • Exercícios de ROM e propriocepção do pescoço
  • PNF
  • Fortalecimento de flexores profundos do pescoço

Esses tratamentos sozinhos não podem melhorar todas as disfunções sensório-motoras.

Paciente com um comprometimento significativo da propriocepção sensório-motora com dor no pescoço precisaria de gerenciamento focado das áreas afetadas para ajudar a manter os sintomas, evitar recaídas e agravamento dos sintomas. [4]

As abordagens combinadas demonstraram funcionar melhor para esses pacientes. [2]

Intervenção específica de controle sensório-motor [2]

Desenvolva um programa específico com abordagens combinadas para a disfunção que o paciente apresenta. Trabalhe os aspectos que ativam a tontura começando devagar com pequenos movimentos e depois progredindo.

O paciente não deve sentir aumento da dor ou dor de cabeça, se isso acontecer, os exercícios devem ser menos desafiadores e em uma posição mais apoiada, como deitado. Durante os exercícios vestibulares, os pacientes podem apresentar um aumento temporário de sintomas como náuseas, tontura/instabilidade sutil ou distúrbios visuais.

Os exercícios devem ser feitos 1-2x por dia, 3-5 repetições cada e progredindo para 10 repetições . Comece em uma posição estável mais fácil e a uma velocidade em que o paciente possa se mover com precisão. Aumente o alcance e a velocidade à medida que o paciente melhora e progride para superfícies mais macias ou posições mais difíceis (como tandem).

Diretrizes gerais: [11]

  • “Trabalhe no que ativa a tontura” [11]
  • Comece na posição sentada, progrida para em pé, em pé em tandem e andando
  • Progredir a duração do exercício para 30 segundos 2x dia, depois 1-2 min 3x dia até 5 min 5x dia
  • A visão deve ser irrestrita inicialmente e depois progredir para visão periférica restrita
  • Ao praticar o movimento dos olhos ou a estabilidade do olhar, você pode começar com um ponto, depois uma palavra e depois um cartão de visita

Propriocepção/Erro de Posição da Articulação Cervical (JPE) [2]

  • Paciente sentado em frente a uma parede com um apontador laser fixado em uma faixa de cabeça (como a avaliação)
    • O paciente precisa trazer a cabeça de volta para o neutro de qualquer direção, por exemplo, rotação ou extensão
    • Treine a direção mais difícil/sintomática girando em direção ou a partir do lado prejudicado
    • olhos abertos e, em seguida, progrida para os olhos fechados e, em seguida, abra para verificar a posição
    • progresso para deixar o paciente parar em determinados intervalos, por exemplo, a 20 graus ou 40 graus
    • progredir fazendo o exercício em diferentes posições em pé
    • progresso traçando uma figura de 8 com o laser

Controle de movimento dos olhos

Perseguição suave

  • Praticando a perseguição suave com os olhos enquanto a cabeça está parada e depois gire o tronco e repita o exercício [2]
  • O paciente pode praticar isso em casa movendo o polegar na frente dele e seguindo o movimento com os olhos.
  • Comece com o corpo e a cabeça em ponto morto, progrida para 30 graus e 45 graus de torção [11]

Estabilidade do olhar [2]

  • O treinamento deve se concentrar no movimento que cria mais sintomas
  • O paciente deve focar em um ponto na parede à sua frente e então o paciente move a cabeça enquanto ainda focaliza os olhos no ponto.
  • O paciente pode mover o tronco ou o terapeuta pode mover o tronco se o paciente estiver sentado em um banquinho enquanto o paciente mantém os olhos fixos no objeto
  • Progredir alterando o objeto em que o paciente foca, alterando o fundo para listras ou cheques, aumenta a velocidade e a ADM, restringe a visão periférica, ficando em pé em vez de sentado

Equilíbrio e estabilidade postural [2]

O treinamento de equilíbrio pode levar a um aumento de tontura e rigidez muscular. Ambos são indesejáveis ​​para um paciente com dor no pescoço, pois aumentarão seus sintomas, levando a uma maior exacerbação. Assim, o terapeuta deve monitorar o paciente e progredir lentamente para evitar a exacerbação dos sintomas e rigidez muscular.

  • O treino de equilíbrio deve começar no nível em que o paciente estava durante a avaliação e com o objetivo de atingir 30 segundos de equilíbrio estático em pé
    • Progredir mudando a posição de pé ou a superfície e fechando os olhos
  • Tarefas funcionais – caminhar enquanto muda a posição da cabeça (girada, olhando para cima ou para baixo) mantendo a mesma velocidade e direção.
    • Progresso alterando a superfície e a velocidade de caminhada

O paciente pode praticar esses exercícios em casa, de preferência em um cantinho da casa onde possa corrigir quando perder o equilíbrio. [1]

Algumas pesquisas mostraram que, após os exercícios de coordenação do pescoço, os participantes melhoraram o equilíbrio. [21]

Recursos

  • Consulte as páginas 8 e 9 para exercícios sensório-motores adicionais e diretrizes de terapia Kristjansson E, Treleaven J. Função sensório-motora e tontura na dor no pescoço: implicações para avaliação e tratamento . Revista de fisioterapia ortopédica e esportiva. 2009 maio;39(5):364-77.
  • Elsig S, Luomajoki H, Sattelmayer M, Taeymans J, Tal-Akabi A, Hilfiker R. Testes sensório-motores, como controle de movimento e precisão de julgamento de lateralidade, em pessoas com dores no pescoço recorrentes e controles. Um estudo caso-controle. Terapia manual. 1º de dezembro de 2014;19(6):555-61.
  • Treleaven J. Tonturas, instabilidade, distúrbios visuais e controle sensório-motor na dor cervical traumática . Revista de fisioterapia ortopédica e esportiva. 2017 jul;47(7):492-502.

Referências

  1. ↑ 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 1,6 Treleaven J. Distúrbios sensório-motores em distúrbios do pescoço que afetam a estabilidade postural, controle do movimento da cabeça e dos olhos. Terapia manual. 1 de fevereiro de 2008;13(1):2-11. [Acessado em 26 de junho de 2018] Disponível em: https://scholar.google.com/scholar_url?url=http://www.redbalance.com/data/datashare_doc/datashare_doc_9798948046.pdf&hl=en&sa=T&oi=gsb-gga&ct=res&cd =0&d=12080988430151964005&ei=vJY1W6OrOo_gygSOvL2ACw&scisig=AAGBfm3p5N13mElWYXM2kbG0dgWaWiNeEg
  2. ↑ 2.002.012.022.032.042.052.062.072.082.092.102.112.122.132.142.152.162.172.182.192.202.212.222.232.242.252.262.272.282.292.302.312.322.332.342.352.362.37 Kristjansson E, Treleaven J. Função sensório-motora e tontura na dor no pescoço: implicações para avaliação e tratamento. Revista de fisioterapia ortopédica e esportiva. 2009 maio;39(5):364-77. [Acessado em 26 de junho de 2018] Disponível em: http://www.neckcare.com/wp-content/uploads/Sensorimotor-function-and-dizziness-in-neck-pain_Implication-for-assessment-and-management.pdf
  3. ↑ Treleaven J, Clamaron-Cheers C, Jull G. A região da dor influencia a presença de distúrbios sensório-motores em distúrbios cervicais?. Terapia manual. 1º de dezembro de 2011;16(6):636-40. Resumo: [Acessado em 26 de junho de 2018] Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1356689X11001214
  4. ↑ 4,00 4,01 4,02 4,03 4,04 4,05 4,06 4,07 4,08 4,09 4,10 4,11 4,12 4,13 Treleaven J, LowChoy N, Darnell R, Panizza B, Brown-Rothwell D, Jull G. Comparação de distúrbios sensório-motores entre indivíduos com transtorno persistente associado a chicotadas e indivíduos com patologia vestibular associada ao neuroma acústico. Arquivos de medicina física e reabilitação. 1 de março de 2008;89(3):522-30. [Acessado em 26 de junho de 2018] Disponível em: http://www.academia.edu/download/46453369/j.apmr.2007.11.00220160613-3910-fl8vmw.pdf
  5. ↑ Chris Worsfold Avaliando a propriocepção do pescoço – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=SFjAMaAdqXY [último acesso em 28/06/18]
  6. ↑ Chris Worsfold Avaliando o movimento ocular de perseguição suave (controle oculomotor) – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=5CdbCpGF1HQ [último acesso em 28/06/18]
  7. ↑ Chris Worsfold Lesão de chicote: teste de torção de pescoço de perseguição suave (SPNT) em ponto morto (Parte 1) – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=1ThzWu6hbak [último acesso em 28/06/18]
  8. ↑ Chris Worsfold Lesão de chicote: teste de torção do pescoço de perseguição suave (SPNT) (Parte 2) – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=LN85vCboaao [último acesso em 28/06/18]
  9. ↑ Chris Worsfold Avaliando a estabilidade do olhar na dor no pescoço – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=CuCiVc1ykWM [último acesso em 28/06/18]
  10. ↑ 10,0 10,1 10,2 10,3 Treleaven J. Tonturas, instabilidade, distúrbios visuais e controle sensório-motor na cervicalgia traumática. Revista de fisioterapia ortopédica e esportiva. 2017 jul;47(7):492-502. [Acessado em 26 de junho de 2018] Disponível em: https://www.jospt.org/doi/pdf/10.2519/jospt.2017.7052
  11. ↑ 11,0 11,1 11,2 Worsfold, C. PhysioUK Evening Lecture Series Novembro 2013 ‘Sensorimotor Impairment in Neck Pain & Whiplash Injury’ [Acessado em 5 de julho de 2018] Disponível em: http://www.chrisworsfold.com/conference-powerpoint-slides/
  12. ↑ Rehab Meu Paciente Propriocepção Cervical LASER Pontos no Alcance Rotação Olhos Abertos 2
    – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=h-0ny-oJLXM [último acesso em 28/06/18]
  13. ↑ Reabilitação Meu Paciente Propriocepção Cervical LASER Pontos no Alcance Rotação Olhos Fechados
    – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Lvn-7szFuxQ [último acesso em 28/06/18]
  14. ↑ Reabilitação Meu Paciente Propriocepção Cervical LASER Pontos na Extensão de Alcance Olhos Abertos 2 – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=8e21TaQm70w [último acesso em 28/06/18]
  15. ↑ Rehab My Patient Sessão de torção do pescoço com perseguição horizontal suave – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KwoINGT6dCs [último acesso em 28/06/18]
  16. ↑ Rehab My Patient Perseguição horizontal de torção de pescoço suave – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=LdvdY8i9ivg [último acesso em 28/06/18]
  17. ↑ Rehab My Patient Sessão de torção do pescoço com perseguição vertical suave – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=w5IQyZzKiqs [último acesso em 28/06/18]
  18. ↑ Rehab My Patient Gaze estabilidade de rotação do pescoço sentado – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=6FBQShXjbRE [último acesso em 28/06/18]
  19. ↑ Rehab My Patient Gaze estabilidade pescoço rotação única perna em pé – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=qBT-hcP9GLU [último acesso em 28/06/18]
  20. ↑ Rehab My Patient Gaze estabilidade pescoço torção flexão extensão pés juntos – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=tVED9yLnLoQ [último acesso em 28/06/18]
  21. ↑ Beinert K, Taube W. O efeito do treinamento de equilíbrio na função sensório-motora cervical e dor no pescoço. Revista de comportamento motor. 1 de maio de 2013;45(3):271-8. [Acessado em 26 de junho de 2018] Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/e86a/c3b4a55adc1841d801afb744220a0c4b226e.pdf
  22. ↑ Wright Physiotherapy LLC Retreinamento do equilíbrio sensório -motor
    – YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=WepFpg8x5uI [último acesso em 28/06/18]

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função do manguito rotador

função do manguito rotador

Descrição

O manguito rotador (RC) é um nome comum para o grupo de 4 músculos distintos e seus tendões, que fornecem força e estabilidade durante o movimento do complexo do ombro. Eles também são chamados de músculo SITS, com referência à primeira letra de seus nomes ( supraespinhal , infraespinhal , redondo menor e subescapular , respectivamente). Os músculos surgem da escápula e se conectam à cabeça do úmero, formando um manguito ao redor da articulação glenoumeral (GH).
Maguito Rotador

Anatomia do Mangui Rotador

Os músculos do manguito rotador incluem:

Orígenes na escápula Inserção no úmero Função primária
M. supraspinatus fossa supraespinhosa faceta superior da tuberosidade maior rapto
M. infraspinatus fossa infraespinhosa faceta média da tuberosidade maior exorotação(rotação lateral / externa)
M. teres menor borda lateral da escápula faceta inferior da tuberosidade maior exorotação(rotação lateral / externa)
M. subscapularis fossa subescapular tuberosidade menor ou colo umeral endorotação(rotação medial / interna)

Cranial ao manguito rotador, há uma bursa que cobre e protege o músculo e os tendões, uma vez que estão em contato próximo com os ossos circundantes.

Função do Manguito Rotador

Os músculos do manguito rotador  são usados ​​em uma variedade de movimentos da extremidade superior, incluindo flexão, abdução, rotação interna e rotação externa. Eles são jogadores essenciais em quase todos os tipos de movimento do ombro. Força e flexibilidade equilibradas em cada um dos quatro músculos são vitais para manter o funcionamento de toda a cintura escapular.

Como grupo, os músculos do manguito rotador são responsáveis ​​por estabilizar a articulação do ombro, proporcionando os movimentos de “sintonia fina” da cabeça do úmero dentro da fossa glenóide. Eles são músculos mais profundos e são muito ativos no controle neuromuscular do complexo do ombro durante os movimentos dos membros superiores.

Eles mantêm a cabeça do úmero dentro da pequena fossa glenóide da escápula para aumentar a amplitude de movimento na articulação GH e evitar obstrução mecânica (isto é, um possível impacto biomecânico durante a elevação). 

Está bem documentado que as disfunções do manguito rotador podem causar dor no ombro, capacidade funcional prejudicada e redução da qualidade de vida.

anatomia manguito rotador

Lesões comuns no manguito rotador

Lesões de manguito rotador são lesões comuns que podem ocorrer em qualquer idade. Em indivíduos mais jovens, a maioria das lesões ocorre secundária a trauma ou surgem de uso excessivo devido a atividades aéreas (por exemplo, voleibol, tênis, arremesso). A incidência de lesões aumenta com a idade; no entanto, alguns indivíduos com patologia do manguito rotador podem ser assintomáticos. Os músculos do manguito rotador podem ser vítimas de degeneração muscular, choque e laceração com o avanço da idade. A biomecânica deficiente, como disfunções posturais (postura anterior do GH na cavidade glenoidal, por exemplo) pode afetar prematuramente a qualidade dos músculos e tendões do manguito rotador devido a tensões repetitivas e invasão de tecido.

As lesões mais comuns do manguito rotador são frequentemente referidas como:

  • Rotator Cuff Tears (rompimento micro ou macro dos músculos ou tendões);
  • Tendinite do manguito rotador (inflamação aguda do tecido mole manguito rotador);
  • Tendinopatia do manguito rotador (irritação crônica ou degeneração do tecido mole manguito rotador);
  • Síndrome do impacto (disfunção biomecânica do complexo do ombro que causa desgaste anormal no tecido mole do manguito rotador).

Sintomas Comuns de lesão no Manguito Rotador

É importante observar que as rupturas ou lesões do manguito rotador nem sempre estão associadas à dor ou perda de função relatada pelo paciente.  Além disso, é importante notar que pacientes assintomáticos podem desenvolver sintomas em um período de tempo relativamente curto.

Os sinais mais comuns de lesões do manguito rotador são:

  • Dor (pode ou não estar presente). Pode ser localizada na face anterior / lateral do ombro, com dor referida na parte superior do braço (face lateral).
  • Amplitude de movimento dolorosa
    • Arco dolorido (os graus variam – geralmente acima da altura do ombro)
    • Rotação externa dolorosa / rotação interna / Abdução
  • Fraqueza muscular na articulação do ombro (particularmente Abdução e ER)
  • Prejuízos funcionais (dificuldade em levantar, empurrar, movimentos acima da cabeça e movimentos com a mão atrás das costas (IR)).

Esses sinais resultam principalmente da perda da estabilidade superior da articulação glenoumeral devido à disfunção dos músculos do manguito rotador.

Diagnóstico de patologias do manguito rotador

Os elementos-chave no diagnóstico de patologia de manguito rotador são:

  • História
    • Idade / sexo / co-morbidades (diabetes / tabagismo / dor anterior no ombro / dor cervical)
    • Participação em esportes (esportes de contato / esportes aéreos)
    • Mecanismo de lesão (lesão aguda (ou seja, queda com a mão estendida (FOOSH)) / trauma ou esforço repetitivo)
  • Exame físico
    • Inspeção visual do ombro / coluna cervical e torácica
    • C-espinha (descartar dor referida e / ou radiculopatia)
    • Palpação (dor / deformidade / inchaço)
    • Amplitude de movimento / movimentos funcionais
    • Teste de força (teste manual de músculos ou com um dinamômetro portátil)

Testes Clínicos: O diagnóstico de uma tendinopatia manguito rotador pode ser feito em uma clínica com o uso de Testes de Cluster:

  • Teste Hawkins-Kennedy
  • Teste de Neer
  • Sinal de arco doloroso
  • Lata vazia para teste
  • Dor ou fraqueza com rotação externa.
  • Diagnóstico por imagem do ombro :
    • Raios-X (menos precisos para o diagnóstico de manguito rotador;  a menos que haja suspeita de fratura por avulsão, calcificações, artrite ou deformidades ósseas)
    • MRI (prática recomendada para visibilidade de tecidos moles) ou
    • Ultrassom

É importante diferenciar as dores no ombro provenientes de outros locais que não o ombro, como o pescoço (dor cervical ou torácica referida) ou no cotovelo, e também as dores de outras estruturas no ombro, através da anamnese e exame físico. A dor é provocada principalmente por manobras aéreas e pode ocorrer fraqueza dos músculos do ombro.

Os músculos manguito rotador não podem ser vistos nas radiografias, mas calcificações, artrite ou deformações ósseas – que são causas comuns de patologias do manguito rotador – podem ser visíveis. O método de imagem mais comum para avaliar patologias do manguito rotador é a ressonância magnética. Pode detectar lacerações e inflamações e ajudar a determinar o tamanho e o caráter para estabelecer um protocolo de tratamento adequado.

Embora a ressonância magnética seja o método de imagem padrão ouro para patologias do manguito rotador, a US pode ser usada porque tem uma boa precisão diagnóstica (nível de evidência 2a), é mais econômica e está prontamente disponível.

Possíveis fatores de confusão:

  • Aumento da idade;
  • Características de rasgo de ressonância magnética;
  • Status de compensação do trabalhador.

Fatores, como idade, cronicidade e gravidade das deficiências da unidade muscular do tendão, têm sido repetidamente associados a taxas de retardo mais altas e desfechos clínicos piores.

Possíveis comorbidades:

  • Diabetes ;
  • Fumar;
  • Infecção anterior do ombro;
  • Doença cervical.

Força da recomendação: Inconclusivo

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Tratamentos comuns para manguito rotador

Tratamento da dor

  • AINEs, força moderada (o benefício excede o dano potencial) para uso na ausência de um rasgo de espessura total.
  • Modificação de atividade, gelo, calor, iontoforese, TENS, PEMF, fonoforese. Força das recomendações: inconclusiva.

Tratamentos conservadores

  • Fisioterapia / prescrição de exercícios / modalidades. Força inconclusiva .
  • O tratamento conservador é eficaz para muitas lesões do manguito rotador e compreende a injeção de corticosteroide (ou hialuronato de sódio) no espaço subacromial e fisioterapia para aumentar a força dos músculos residuais e melhorar a rigidez do ombro.
  • Injeções de corticosteroides. Força das recomendações: inconclusiva. 

Reparo cirúrgico para rupturas agudas manguito rotador

Para obter a cura anatômica, os tendões rompidos do manguito rotador devem ser reparados. O reparo cirúrgico mostrou resultados clínicos moderados a excelentes na maioria dos estudos. No entanto, o tratamento cirúrgico para rupturas crônicas e grandes do manguito rotador precisa ser melhorado, especialmente para aqueles em pacientes idosos, que continuam a demonstrar altas taxas de falha.

Para rupturas irreparáveis ​​do manguito rotador, os tratamentos alternativos incluem:

  1. Reconstrução da cápsula superior;
  2. Artroplastia total reversa do ombro;
  3. Acromioplastia;
  4. Reparo parcial de RC, desbridamento ou transferência de músculo / tendão (quando rupturas irreparáveis ​​do RC);
  5. Alografias e xenografias.

Força da recomendação: limitada.

Referências

  1. Gray, H. Anatomia do corpo humano. Filadélfia: Lea e Febiger, 1918; Bartleby.com, 2000
  2. Codman EA. O ombro. Malibar, Flórida: RE Kreiger; 1934
  3.  Bachasson, D., Singh, A., Shah, SB et al. O papel dos sistemas nervosos periférico e central na doença do manguito rotador. J Shoulder Elbow Surg. Vol 24. 1322-1335. 2015
  4. Matsen FA 3rd. Prática clínica. Falha do manguito rotador. N Engl J Med. 2008; 358: 2138-47. http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMcp0800814
  5.  Teruhisa, M. Capítulo: Rotator Cuff Pathology in Textbook of Shoulder Surgery. Janeiro de 2019. doi: 10.1007 / 978-3-319-70099-1_8.
  6. Jia X, Petersen SA, Khosravi AH, Almareddi V, Pannirselvam V, McFarland EG. Exame do ombro: o passado, o presente e o futuro. J Bone Joint Surg Am. 2009; 91: 10-8.
  7. Roy et al. (2015). L’évaluationclinique, lestraitementset le retour en emploide travailleurssouffrantd’atteintesde la coiffedes rotators. Bliandes connaissances. Programa REPAR-IRSST. Rapport R-885.
  8. Lenza, M, Buchbinder, R, Takwoingi, Y, Johnston, RV, Hanchard, NC, Faloppa, F. Ressonância magnética, artrografia por ressonância magnética e ultrassonografia para avaliar rupturas do manguito rotador em pessoas com dor no ombro para as quais a cirurgia está sendo considerada . Cochrane Database Syst Rev. 2013; DOI: 10.1002 / 14651858.CD009020.pub2
  9. Dia, M, Phil, M, McCormack, RA, Nayyar, S, Jazrawi, L. Ultrassom de treinamento médico e precisão do diagnóstico em lacerações do manguito rotador. Boletim do hospital para doenças articulares (2013). 2016; 74 (3): 207-11.
  10. Thakker, VD, Bhuyan, D, Arora, M, Bora, MI. Lesões do manguito rotador: o ultrassom é suficiente? A Correlação com MRI. Revista Internacional de Anatomia, Radiologia e Cirurgia. 2017; Vol-6 (3): RO01-RO07. DOI: 10.7860 / IJARS / 2017/28116: 2279
  11. Le BT, Wu XL, Lam PH, Murrell GA. Fatores que predizem retrações do manguito rotador: uma análise de 1000 reparos consecutivos do manguito rotador. Am J Sports Med 2014; 42: 1134-42. http://dx.doi.org/10.1177/0363546514525336
  12. American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS). Otimizando o tratamento de problemas do manguito rotador: Diretrizes e relatório de evidências. Unidade de Diretrizes de Prática Clínica da AAOS. v.1.1_033011. 2010.

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Disfunção do tendão tibial posterior

Disfunção do tendão tibial posterior

Definition/Description

The posterior tibial tendon functions mainly as a dynamic support of the medial arch. It also inverts the foot and aids in ankle plantar flexion. Dysfunction of the posterior tibial tendon usually manifests early with pain and swelling along the medial aspect of the foot and behind the medial malleolus. The pain is worse with prolonged standing and activities, and usually is associated with tenderness along the length of the tendon. In advanced posterior tibial tendon dysfunction, collapse of the medial arch occurs, leading to the characteristic pes planus deformity with hindfoot valgus; initially, this deformity is flexible, but in more-advanced stages it can become fixed and associated with forefoot abduction.

PTTD is a progressive condition that can be classified into four stages[1]. In the early stages there may be pain, the area may be red, warm and swollen.  There are not usually symptoms during gait but symptoms may be present in running. Later as the arch begins to flatten, there may still be pain on the inside of the foot and ankle but at this point, the foot and toes begin to turn outward and the ankle rolls inward. As PTTD becomes more advanced, the arch flattens even more and the pain often shifts to the outside of the foot, below the ankle. The tendon has deteriorated considerably and arthritis often develops in the foot. In more severe cases, arthritis may also develop in the ankle. [2]

Melissa Rabbito et al. investigated how arch structure may play a role in the progressive nature of PTTD. Runners with PTTD were compared with healthy runners. Runners with PTTD had an increased rearfoot pronation compared to the healthy runners, this pronation places greater strain on the tibialis posterior muscle which explains the progressive nature of PTTD[3].

Edwards et al. state that PTTD is considered to be the main cause of adult acquired flat foot. [4] Posterior tibial tendon dysfunction (PTTD) is according to some authors a synonym to adult acquired flatfoot deformity (AAFD). The treatment for both conditions is therefore similar.

Clinically Relevant Anatomy

The posterior tibial tendon runs posterior to the medial malleolus inserting into the navicular tuberosity and the plantar aspect of the tarsus. It is the primary stabilizer of the medial longitudinal arch, aiding in mid and hind foot locking during ambulation. If compromised, a resulting pes planus foot may develop and place greater stress on the surrounding ligaments and soft tissue[5]

[6]

The posterior tibial tendon during gait:

The functions of a healthy tendon are plantar flexion of the ankle, inversion of the foot and elevating the medial longitudinal arch of the foot (it appears as the primary stabilizer of this arch). This elevating of the medial longitudinal arch causes a locked entire of the mid-tarsal bones, so the midfoot and hindfoot are stiff. All of this allows the muscle gastrocnemius to act more efficiently during gait. When the tibial posterior tendon isn’t in health anymore and he doesn’t do his work, the other joint capsules and ligaments become weak. There is an eversion of the subtalar joint, abduction of the foot (talonavicular joint) and valgus of the heel. Also a flattened arch develops what can cause an adult  acquired flatfoot. And the muscle gastrocnemius is unable to act without the posterior tibial tendon what results in affected balance and gait.

In this figure, they use ‘tibialis posterior intramuscular EMG’ to quantify the tibial posterior activation during walking. They used participants (female) with acute stage II PTTD. Differences in muscle activation: the participants with PTTD shows a significantly greater tibialis posterior EMG amplitude during the second half of stance phase. They walk with a pronated foot and exhibit an increased tibialis posterior activity compared to the participants without PTTD. [7] 

PTTD.jpg

Epidemiology /Etiology

Once thought to be a tendonitis, it is now commonly accepted the process is one of tendon degeneration or tendopathy. A poor blood supply has been identified as well as mechanical factors such as peroneal brevis overactivity or a pes planus foot. The latter will gradually place increased stress to the posterior tibial tendon causing early degeneration. Trauma ( ankle sprain, fracture) may also initiate the process[5]

Risk factors to get PTTD are:

  1. Elderly: especially middle aged women [8][9]
  2. Young athletes [8]
  3. [8][9]
  4. [8][9]
  5. [8][9]
  6. Seronegative arthropathies [8]
  7. Accessory navicular bone [8]
  8. Ligamentous laxity [9]
  9. [9]
  10. Steroid therapy [8][9]
  11. Accesory navicular: may interfere with posterior tibial tendon function [8]
  12. Overuse [2] [10]
  13. Previous trauma (certain types of ankle fracture)  [11]
  14. Steroid injections[11]
  15. Psoriatic arthritis / Rheumatoid arthritis[11]

Characteristics / Clinical presentation

  • Pain/swelling behind medial malleolus and along medial longitudinal arch
  • Change in static/dynamic foot ( pes planus)
  • Limited walking ability
  • Impaired balance
  • Impaired MMT PF/IV
  • Difficulty/inability to perform unilateral heel raise. Limited calcaneal inversion upon ascent
  • Impaired subtalar mobility 
  • Lateral ankle pain due to subfibular impingement is a late symptom

Differential Diagnosis

  1. Degenerative arthritis of the ankle, talonavicular or tarsometatarsal joint [8][12]
  2. Neuropathies of the foot caused by diabetes mellitus or peripheral neuropathies (or leprosy) [8]
  3. Spring ligament dysfunction [8]
  4. Rupture of anterior tibial tendon [8]
  5. Tarsal coalition [8]
  6. Congenital vertical talus [8]
  7. Kholers disease [8]
  8. Tarsal tunnel syndrome [8]

Diagnostic Procedures

Besides the clinical diagnosis, radiographic evaluation can be used to asses deformity and the possible presence of degenerative arthritis or other causes of pes planus. MRI has the highest sensitivity, specificity and accuracy, but ultrasound is less expensive and almost as sensitive and specific as MRI.

Clinical tests for PTTD (more information in Examination)[13]:

  • Too many toes sign [14]
  • Single leg heel raise
  • First metatarsal rise sign[15]
  • Plantar flexion and inversion of the foot against resistance

Extra tests to classify stage of AAFD:

  • Mobility of TN and CC joints
  • Weightbearing X-Rays

Stages of PTTD

As per Johnson and Strom[2][10][14][14]:

  1. Stage I: Posterior tibial tendon intact and inflammed, no deformity, mild swelling
  2. Stage II: Posterior tibial tendon dysfunctional, acquired pes planus but passively correctable, commonly unable to perform a heel raise
  3. Stage III: Degenerative changes in the subtalar joint and the deformity is fixed
  4. Stage IV ( Myerson): Valgus tilt of talus leading to lateral tibiotalar degeneration

Stage I

  • Deformity: tenosynovitis
  • physical exam: single-leg toe raise test (+)
  • radiography: normal

Stage IIA

  • Deformity: Flatfoot deformity, flexible hindfoot, normal forefoot
  • Physical exam: single-leg heel raise (-), mild sinus tarsi pain
  • radiography: arch collapse deformity

Stage IIB

  • Deformity: Flatfoot deformity, flexible hindfoot/rear foot, forefoot abduction
  • physical exam: Same stage IIA
  • radiography: same stage IIA

Stage III

  • deformity in stage II becomes fixed, rigid or inflexible
  • Deformity: flatfoot deformity, rigid forefoot abduction, rigid hindfoot/rearfoot valgus
  • physical exam: sever sinus tarsi pain, single-leg heel raise test (-)
  • radiography: arch collapse deformity (subtalar arthritis)

Stage IV

  • deformity: flatfoot deformity, rigid forefoot abductin, rigid hindfoot/rearfoot valgus, deltoid ligament compromise
  • physical exam: single-leg heel raise test (-), severe sinus tarsi pain, ankle pain
  • radiography, arch collapse deformity, subtalar arthritis, talar tilt ankle mortise

Examination

The diagnosis of posterior tibial tendon dysfunction can be made clinically based on history and objective testing.

Subjective

Before a clinical examination is performed, the patient should be asked a series of questions to rule out other disorders. It is essential to diagnose posterior tibial tendon dysfunction (PTTD) in an early phase to prevent permanent deformities of the foot/ankle, a physical examination is therefore essential [8].

Objective

The physiotherapist can palpate the posterior tibial tendon from above the medial malleolus to its insertion, to control the integrity and assess possible pain and swelling that are common for the first stages of PTTD. In the later stages the deformity can progress and pes planus may be visible. It is important to examine the whole lower body and not just the foot, as valgus in the knees can accentuate the appearance of pes planus. A healthy person has a 5° valgus in his hindfoot, in patients with PTTD the valgus is increased and the abduction in the forefoot is also more pronounced[16] The physiotherapist can determine the severity of the pes planus by checking how many fingers can be passed underneath the midfoot[8].

Special tests for PTTD/AAFD include:[17] 

  • the too many toes sign: the foot should be inspected from behind and above. The too many toes sign is a manner of inspection from behind. At this manner they can establish if there is an abduction of the forefoot and a valgus angulation of the hindfoot. It is based on how many toes you can see from behind. By an affected foot it will be more than one and a half to two toes;
  • double leg heel rise: to go with both feet from a flatfoot stance to standing on the toes. Patients in stage I dysfunction can do this, but it’s painfull. Patients with stage II, III or IV dysfunction are unable to do an heel rise. When a patients stands on tiptoes the heel of the affected foot will not bend inwards; the normal foot will stay into inversion while the affected hindfoot will stay in valgus.
  • a single leg heel rise: patients can’t do a single heel rise with the affected foot; 
  • the first metatarsal rise sign[15]: the patients stands on his both feet, the shin of the affected foot is taken with a hand and rotated externally. When the patient has PTTD, the head of metatarsal I is lifted, while normal metatarsal I stays on the ground;
  • plantar flexion and inversion of the foot against resistance: to test the power of the tibialis posterior.

Outcome Measures

Medical Management

To decide whether patients need operative or non-operative treatment, different variables have to be taken into account by the attending physician. [19] According to Alvarez et al. non-invasive therapy, such as orthosis and physical therapy [20] are preferable for they do not damage healthy surrounding tissue, but only when non-operative treatment fails, surgical treatment is required. [19][21] Clear evidence exists that suggests that the quality of life for patients with posterior tibial tendon dysfunction is significantly affected. Furthermore, evidence suggests that early conservative intervention can significantly improve quality of life regarding disability, function, and pain[22].

Surgical treatment can be used according to the stage in which PTTD is present.

Stage I:

  • Decompression of tendon [8][23]
  • Open synovectomy [8]
  • Some suggest an augmentation of the abnormal tendon with flexor digitorum longus (FDL) tendon.[8]

Stage II: Not yet a preference to which technique should be used. Several interventions possible:

  • FDL Transfer and medial displacement calcaneal osteotomy [8][23]
  • Lateral column lengthening (e.g. calcaneo-cuboid distraction arthrodesis) [8][24]
  • Medial column fusion (navicular-cuneiform or/or metatarsal- cuneiform joint) [8]
  • Isolated hindfoot fusions [8]
  • Arthroereisis [8][23][24]

Stage III:

  • Triple arthrodesis (subtalar, calcaneocuboid and talonavicular fusion) [8]
  • Isolated hindfoot fusions (eg. subtalar fusion) or medial column fusion [8]

Stage IV:

  • Pan-talar arthrodesis [8]

Physical Therapy Management

The key to a successful outcome is early detection of the dysfunction and conservative management to prevent chronicity.  The goals of nonoperative treatment include the elimination of clinical symptoms, improvement of hindfoot alignment, and the prevention of progressive foot deformity. Conservative management with physiotherapy and orthotics is preferable to surgical management and should always be the first option. Stage I and II comprise a still flexible foot structure and is considered to be appropriate for non-surgical treatment. Stage III and IV contain already rigid longitudinal arch flattening with a tear of the spring ligament complex and talar valgus tilt in the ankle mortise, here, active compensation is not able to take place[25]. (Level of evidence = 1b)

As long as PTTD and the foot deformity demonstrate no symptoms, treatments are basically considered unnecessary. If patients do have symptoms, however, a variety of therapy options may be administered: foot orthoses, ankle foot orthoses, stabilising tape, exercise (training therapy with, for example, eccentric exercise), pain medication and/or anti-inflammatory medication and patient education[25]: (Level of evidence = 1b)

  • Orthotic devices or bracing: to support the arch.
  • Immobilization: a short-leg cast or boot, it allows the tendon to heal, or avoid all weight-bearing.
  • Physical therapy: exercises help rehabilitate the tendon and muscle including static stretching of gastrocnemius and soleus muscle, concentric/eccentric training of the posterior tibialis 
  • Medications: nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs), such as ibuprofen, help reduce the pain and inflammation.
  • Shoe modifications: advise changes such as special inserts designed to improve the arch support. [2] (Level of evidence = 5)

Orthotics

Optimisation of foot loading management by means of foot orthoses and adequate footwear is the most important aspect in therapy. Depending on the progression of the pathology, this can be progressively managed with over-the-counter non-individualised foot orthoses, then with individualised foot orthoses and finally with semi-rigid ankle foot orthoses[25].  For stage I disease, nonsurgical treatment should be tried for at least 3 to 4 months. A short walking cast or removable cast boot immobilization is indicated for patients with acute tenosynovitis. If symptoms are improved after immobilization, then a custom orthotic or ankle foot orthosis (AFO) may be fitted to the patient. The orthotic should be a full-length, semirigid, totalcontact insert with medial posting. The primary function of the orthotic is to provide arch support and correct the flexible component of the deformity.

Treatment options per stages of PTTD are determined on the basis of whether there is an acute inflammation and whether the foot deformity is fixed or flexible:

  1. Stage I: Acute: 4-8 weeks immobilisation, RICE; Chronic: flat footwear and corrective orthose or ankle foot orthosis, lace-up
  2. Stage II: Acute 4-8 weeks immobilisation, RICE; Chronic: lace-up, corrective orthosis and flat footwear
  3. Stage III: Lace-up, customised footwear or semirigid shoes and accommodative orthosis
  4. Stage IV: Lace-up, customised footwear or semirigid shoes and accommodative orthosis

Clinical Bottom Line

Posterior tibial tendon dysfunction (PTTD) is one of the most common problems of the foot and ankle and it is one of the leading causes of acquired flatfoot deformity in the adults.  The tendon provides stability for the medial longitudinal arch of the foot, chronic dysfunction may result in a flatfoot (stage II, III and IV).  Management of PTTD includes orthosis use, concentric and eccentric training of the tibialis posterior muscle, stretching of the soleus muscle and gastrocnemius muscle. Surgical treatment is only needed when the conservative treatment fails.

Resources

References

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Síndrome do nervo interósseo posterior

Síndrome do nervo interósseo posterior

Definition/Description

Posterior interosseous nerve syndrome is a neuropathic compression of the posterior interosseous nerve where it passes through the radial tunnel.[1] This may result in paresis or paralysis of the digital and thumb extensor muscles, resulting in an inability to extend the thumb and fingers at their metacarpophalangeal joints. The only movement patients may be able to do is the dorsoradial direction.[2]

Radial nerve.jpg

Clinically relevant anatomy

The posterior interosseous nerve is located close to shaft of the humerus and the elbow. This nerve is the deep motor branch of the radial nerve. Proximal to the supinator arch, the radial nerve is divided into a superficial branch and posterior interosseous branch.The radial nerve supplies the majority of the forearm and hand extensors. Damage to this branch of the radial nerve results in posterior interosseous nerve syndrome.

The radial tunnel is a space that extends 5cm from the radial head to the distal margin of the supinator. This tunnel is attached laterally to the brachioradialis, extensor carpi radialis longus and extensor carpi radialis brevis and medially to the biceps tendon and brachialis. The floor is formed by the deep head of the supinator and the capsule of the radiocapitellar joint, while the roof is formed by the superficial head of the supinator and the radial recurrent vessels.[3]

At the level of the lateral epicondyle, between the brachioradialis and brachialis muscles, the radial nerve, which has its origin in the brachial plexus, divides into its 2 terminal branches: the superficial radial nerve and the posterior interosseous nerve.[4] The superficial radial nerve ends proximal to the radial tunnel. The posterior interosseous nerve is much longer and enters the radial tunnel underneath a musculotendinous arch, the arcade of Frohse. The arcade of Frohse, which is the most common point of compression, is a connection between the deep and superficial heads of the supinator and is fibrotendinous in 30% of the population. The posterior interosseous nerve continues in the radial tunnel through the supinator, as it goes from the anterior to the posterior surface of the forearm.

The posterior interosseous nerve is a motor nerve and sequentially innervates supinator, extensor carpi radialis brevis, extensor digitorum communis, extensor digiti minimi, extensor carpi ulnaris, abductor pollicis, extensor pollicis brevis, extensor pollicis longus, and extensor indicis.[3][5]

Epidemiology/Etiology

Epidemiology

Posterior interosseous nerve syndrome is more common in males, manual laborours and bodybuilders, with an incidence of 3 per 100 000.[6] With a humeral shaft fracture, there is a 12% chance of associated with radial nerve paralysis.[7]

Etiology

Posterior interosseous nerve syndrome can be caused by a traumatic injury, tumors, inflammation and an anatomic injury. With repeated pronation and supination a dynamic compression of the nerve in the proximal part of the forearm can be created.[8]

Posterior interosseous nerve syndrome usually develops spontaneously[1] and is caused by compression injuries to the upper extremity, mostly in the arcade of Frohse[9]. It is the area where the nerve enters the supinator muscle[10] and is the most common place for a compression of the nerve. However, it can also occur following trauma, such as a blow to the proximal dorsal region of the forearm. Impingement of the radial nerve results in posterior interosseous nerve syndrome.[7] Compression of the posterior interosseous nerve is associated with repetitive activities that involve wrist supination and pronation, with a component of wrist extension.[11]

Posterior interosseous nerve syndrome can be iatrogenic following reduction of radial fracture, transposition of the ulnar nerve or release of the extensor origin for lateral epicondylitis.[1] The causes of posterior interosseous nerve syndrome include intrinsic nerve abnormalities and extrinsic compression.[2]

Characteristics/Clinical presentation

Most nerve entrapments occurs due to an osseoligamentous tunnel narrowing. In the case of a posterior interosseous nerve entrapment, the compression occurs within the musculo-tendinous radial tunnel. In 69.4%, the nerve is compressed by the fibrous arcade of Frohse.[12]

There is a very slow development of the symptoms. The duration of symptoms averaged 2-3 years before a definitive diagnosis could be made.[8] Symptoms of nerve entrapment syndromes are generally involving pain, sensory and motor changes, sensations of popping, paresthesias, and paresis.

Posterior interosseous nerve syndrome is characterized by motor deficits in the distribution of the posterior interosseous nerve.[12] While the posterior interosseous nerve does have afferent fibres that transmit pain signals from the wrist, it does not carry any cutaneous sensory information that can help distinguish a posterior interosseous nerve palsy from Differential diagnosis

Posterior interosseous nerve syndrome is one of the pathologies that can cause lateral elbow pain. The other pathologies that are associated with lateral elbow pain are:

  • [1]
  • Lateral epicondylitis[4]
  • Radial nerve injury/palsy[4]
  • Cervical radiculopathy[4]
  • Extensor carpi radialis brevis tendinosis[5]
  • Cervical spine C5-C7[5]
  • Extensor tendon rupture[13]
  • [14]
  • Supinator syndrome[14]
  • Brachialis neuritis[14]
  • Artirits/artrose of the radiohumeral joint
  • Meniscus of the radiohumeral joint
  • [13]

Diagnostic procedures

Careful clinical and electrophysiological examination is important and essential for a reliable diagnosis.[10]

Physical examination

  • History
  • Functional limitations or deficits
  • Palpation: Abnormal tenderness is expected over the arcade of Frohse and eventually over the lateral epicondyle
  • Neural tension test
  • Muscle testing (with resistance):[3][15] There a partial or complete paralysis of the wrist extensors:
    • The patient is unable to extend the thumb and other fingers of the affected side at the metacarpophalangeal joints
    • Wrist extension is possible, but only with a dorso-radial direction, due to the weakened extensor carpi ulnaris
    • Resisted supination and pronation of the forearm can produce pain, as well as resisted extension of the middle finger
    • The brachioradialis, extensor carpi radialis longus and extensor capri radialis brevis are innervated by more proximal branches of the radial nerve, so may be spared

Special investigations

The following special investigations are used to assist in making the diagnosis.[1] It further aids to establish the topography of the lesion and the severity of the muscular denervation.[10]

  • Electromyography: Identify level of compression
  • Nerve conduction velocity
  • MRI: Not commonly used:
    • To determine specific area of compression
    • Assist in surgical planning

Outcome measures

Medical management

There are several medical ways to treat the posterior interosseous nerve syndrome.

Conservative management

  • Reduction of local inflammation and swelling around the nerve:[16]
    • Wrist and/or elbow splints
      • The arm can be put in an above-elbow cast for ten days with the elbow flexed at 90°, the forearm supinated and the wrist in neutral position[17]
    • NSAID’s
    • Activity modification to reduce local inflammation and swelling around the nerve
  • Corticosteroid injections[17]
  • Therapeutic ultrasound[17]
  • Physiotherapy[17]
  • Reduction of synovitis:[18]
    • Heat
    • Rest
    • Mild range of motion

Surgery

  • Indication:
    • No improvement with conservative management
    • Pain present after 12 weeks
  • Aim: To obtain full recovery
  • Surgery: Depends on how and where impingement is present[18][19]
    • Arcade of Frohse release
    • Resection of lesions
    • Posterior interosseous nerve release

Physiotherapy management

Conservative management

3-6 months of physiotherapy with regular re-assessment of signs and symptoms is recommended. If there is no response to therapy, evidence of denervation, or persistent paralysis, surgical decompression should be considered.[12]

Physiotherapy should include a multimodal approach. The following can be considered based on the patient presentation:

  • Cryotherapy: Increase extensibility and reduce tone of local muscles
  • Ultrasound
  • TENS
  • Deep tissue massage and stretching exercises: Improve extensibility of the muscles who surround the brachial plexus and radial nerve
  • Dry needling: Increase extensibility and reduce tone of local muscles
  • Neural mobilizations:[20]
    • Reduce mechanical extra and intra-neural adhesion
    • Assist the neuromodulation of symptoms
  • Manual therapy[7]: Regain elbow mobility
  • Strengthening[12] and range of motion exercises
  • Stretching exercises:
    • Focus on supinator
    • Passive wrist extensions stretches:
      • Place hand on table and move upper body over wrist
      • Prayer stretch

Post-surgical rehabilitation

  • Commence active range of motion from day 3-5
    • Incorporate stretching of extensors
  • Commence strengthening from week 3-4

Patients can return to light duty work between week 2 and 3 post-operatively, while return to baseline function can take between 6 and 12 weeks.

[21]

Clinical bottom line

The posterior interosseous nerve is the deep branch stemming off the radial nerve. Compression can be caused by trauma, repetitive strain and inflammation. This is then known as posterior interosseous nerve syndrome, which may result in paresis or paralysis of the digital and thumb extensor muscles, resulting in an inability to extend the thumb and fingers at their metacarpophalangeal joints. Conservative management includes splinting, NSAID’s and physiotherapy, and symptoms normally resolve within 3-6 months. Failed conservative management is an indication for surgery, where nerve releases are the most common surgical intervention. Physiotherapy also plays a big part in the post-operative management, and rehabilitation generally lasts between 6 and 12 weeks.

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