Saiba tudo sobre o curso de Medicina da Unifran

Saiba tudo sobre o curso de Medicina da Unifran

Saiba tudo sobre o curso de Medicina da Unifran

Pensando em fazer Medicina? Veja como funciona o curso da Unifran o que se estuda quanto custa e como garantir uma vaga!

Medicina Unifran

Medicina é uma das graduações mais concorridas em vestibulares de todas as regiões do País. Na maioria das universidades é o curso que apresenta a maior relação de candidatos por vaga.

Toda esta procura não é à toa. A carreira em Medicina é uma das mais bem pagas do Brasil e ainda tem alta empregabilidade no mercado de trabalho. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) cerca de 97% dos médicos estão empregados.

Uma boa notícia para quem mora na região de Franca é que a Universidade de Franca (UNIFRAN) oferece a graduação em Medicina na cidade. Uma oportunidade e tanto para quem busca iniciar a carreira com ensino de qualidade.

A Unifran tem mais de 45 anos de tradição e é uma das instituições privadas mais bem conceituadas do estado de São Paulo.

A constante preocupação em oferecer uma infraestrutura moderna e metodologias de ensino atuais colocou a Unifran em destaque nas listas de melhores universidades do Brasil como o Guia do Estudante e o Ranking Universitário Folha (RUF).

Quer saber mais? Então veja a seguir o guia que preparamos com tudo sobre o curso de Medicina da Unifran: como funciona o que se estuda quanto custa e até como conseguir bolsas de estudo!

Como é o curso de Medicina da Unifran

Para que um curso de graduação tenha autorização do MEC para funcionar é preciso seguir algumas diretrizes em relação a conteúdos abordados carga horária mínima grau de formação dos professores obrigatoriedade ou não de estágio entre outros.

O principal objetivo do curso é formar médicos generalistas (clínicos gerais) com capacidade de atuar em diferentes níveis de atenção à Saúde.

A Unifran proporciona uma formação voltada aos fundamentos científicos e capacidades técnicas que um médico deve ter além de valores humanísticos envolvendo a prática da profissão.

A duração do curso de Medicina da Unifran é de seis anos e as aulas acontecem em período integral. A carga horária é intensa e é preciso muita dedicação aos estudos para acompanhar as aulas.

Os dois últimos anos são inteiramente dedicados ao estágio (ou internato médico).

O curso é do tipo bacharelado e é oferecido apenas na modalidade de ensino presencial.

O que se estuda no curso de Medicina da Unifran

A carga horária do curso de Medicina é intensa. O futuro profissional precisa entender como funciona todo o organismo humano desde as células que formam os tecidos até estruturas mais complexas como o sistema nervoso.

Para dar conta destes conhecimentos a Unifran oferece as seguintes disciplinas:

  • Concepção e Formação do Ser Humano
  • Funções Biológicas
  • Introdução ao Estudo da Medicina
  • Locomoção e Apreensão
  • Mecanismos de Agressão e Defesa
  • Metabolismo
  • Nascimento Crescimento e Desenvolvimento
  • Processo de Envelhecimento
  • Proliferação Celular

Além de entender o funcionamento do nosso corpo quando está saudável os futuros médicos devem conhecer quais doenças nos afetam e como devem ser tratadas. O estudo dessas patologias e condições acontece nas seguintes matérias:

  • Desordens Nutricionais e Metabólicas
  • Diarreia
  • Dispneia
  • Distúrbios Sensoriais
  • Doenças Resultantes da Agressão ao Meio Ambiente
  • Dor
  • Dor Abdominal
  • Dor Torácica e Edemas
  • Fadiga
  • Febre
  • Inflamação e Infecção
  • Manifestações Externas das Doenças e Latrogenias
  • Perda de Peso e Anemias
  • Perda de Sangue
  • Problemas Mentais e de Comportamento
  • Saúde da Mulher
  • Sexualidade Humana e Planejamento Familiar
  • Vômitos e Icterícia

Tudo que um médico precisa saber para cuidar de um paciente é visto durante a faculdade. Algumas disciplinas tratam especificamente de como o profissional deve lidar com as pessoas quais as perguntas certas a serem feitas como identificar sintomas e até como proceder em situações de emergência. Veja uns exemplos:

  • Abrangência das Ações de Saúde
  • Emergências
  • Cuidado em Saúde da Criança – Pediatria Geral e Neonatologia
  • Cuidado em Saúde do Adulto – Clínica e Cirurgia
  • Cuidado em Saúde da Mulher – Ginecologia e Obstetrícia
  • Cuidado em Saúde Mental e do Idoso
  • Cuidados na Atenção Básica – Vigilância
  • Urgências/Emergências no Adulto e Criança – Pronto Socorro

Além de aulas teóricas o curso conta com atividades práticas desde os primeiros semestres. O grau de complexidade destas atividades vai aumentando ao longo da graduação.

A Unifran tem convênio com a rede pública de saúde o que permite aos estudantes desenvolverem atividades práticas. Além disso oferece uma infraestrutura interna com centro cirúrgico e laboratórios de:

  • Anatomia
  • Biologia
  • Bioquímica
  • Farmácia
  • Histologia
  • Patologia
  • Práticas Integradas
  • Simulação Avançada

Durante os primeiros anos de curso parte da carga horária de cada semestre é dedicada à disciplina de Habilidades Médicas. É quando o estudante aprende técnicas importantes para a prática clínica como por exemplo:

  • Aferição de sinais vitais
  • Atendimento de urgência-emergência
  • Elaboração de diagnósticos
  • Execução de exames físicos (palpação inspeção ausculta etc.)
  • Preparo e administração de medicamentos
  • Técnicas cirúrgicas
  • Técnicas de coleta de sangue
  • Técnicas de comunicação com o paciente

Nos dois últimos anos o estudante deve realizar o estágio (ou internato médico). Durante este período atua em diferentes especialidades médicas atendendo pacientes de todas as idades.

Onde encontrar o curso de Medicina da Unifran

É importante lembrar que para atender pacientes prescrever medicamentos e realizar outras atividades os médicos devem ter registro profissional junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM). Esse registro só é concedido a quem tem diploma de bacharelado em Medicina em curso reconhecido pelo MEC.

A Unifran tem autorização do MEC para oferecer o curso de Medicina na cidade de Franca.

Confira o endereço:

Av. Dr. Armando Salles Oliveira 201 – Parque Universitário

Telefone: 0800 721 5844

Quanto custa estudar Medicina na Unifran

Além de ser muito procurado o curso de Medicina tem as mensalidades mais altas dentre todas as graduações.

Na Unifran o investimento inicial pode ficar em torno de R$ 6.600 ao mês. Este valor pode variar um pouco conforme a carga horária em que o estudante está matriculado naquele semestre.

Para saber quanto será investido ao longo de todo o curso entre em contato com o setor financeiro da Unifran.

Bolsas descontos e financiamento oferecidos pela Unifran

Se os custos para estudar Medicina não cabem no seu orçamento não desanime! Na Unifran existem algumas formas de economizar ou conseguir financiamentos para pagar o curso em parcelas menores e prazos mais longos.

Conheça as principais facilidades oferecidas pela Unifran:

ProUni – a Unifran participa do maior programa de bolsas de estudo do Brasil o ProUni. Todos os semestres são ofertadas bolsas integrais (100%) e parciais (50%) para diversos cursos inclusive Medicina. Para se inscrever é preciso ter feito a prova mais recente do Enem. O desempenho mínimo exigido é de 450 pontos na média das provas e nota maior que zero na redação. O ProUni tem também requisitos de escolaridade e renda.

FIES – O FIES é a linha de crédito estudantil do Governo Federal. Com esse programa é possível financiar o curso a juros baixos e começar a pagar a dívida só depois da formatura. O FIES exige que o candidato tenha feito qualquer edição do Enem a partir de 2010 e obtido um desempenho mínimo para participar além de cumprir requisitos de renda.

Como ingressar na Unifran

Existem alguns caminhos para conseguir uma vaga na Unifran. Confira:

Vestibular tradicional e agendado – as inscrições podem ser feitas pela internet e é preciso pagar uma taxa. No vestibular tradicional o candidato realiza a prova na data determinada pela universidade. Caso opte pelo agendado é o estudante quem escolhe o melhor dia local e horário para fazer o exame.

Transferência – A Unifran aceita estudantes já matriculados no curso de Medicina de outras instituições. Se este é o seu caso fique atento aos prazos de inscrição e à oferta de vagas para aquele semestre.

Para saber mais detalhes sobre o curso de Medicina acesse o site da Unifran.

Conteúdos relacionados

Curso de Auriculoterapia Francesa em Campinas

Curso de Auriculoterapia Francesa em Campinas

Foi realizando em Campinas dias 13 e 14 de Agosto o Curso de Auriculoterapia Francesa

O curso teve uma carga horaria de 20 horas/aula sendo 80% Prático foi realizado em nossa sede que fica localizada no Centro Empresarial Jaraguá Conceição –  R. Conceição, 233 – Centro

O diferencial de nosso curso é que cada aluno recebe um KIT para estar fazendo o atendimento ja no dia seguinte a ter realizado o curso o Kit é composto

Confira o conteúdo programático do curso

1.1  Histórico;

1.2. Conceitos Gerais;

1.3. Definição de Microsistemas;

1.4. Diferenças das escolas francesa e chinesa;

1.5. Etiologia;

1.6. Tipos de agulhas;

1.7. Anatomia do pavilhão auricular;

1.8. Pontos de Órgãos e Pontos Guia;

1.9. Isolamento de Pontos;

1.10. Justificativa de escolha dos pontos;

1.11. Identificação dos pontos;

1.12. Detecção dos pontos;

1.13. Tratamentos;

1.14.  Indicações e contra-indicações;

1.15.  Localização e Função dos pontos;

1.16.  Tratamento de Obesidade;

1.17.  Tratamento de Tabagismo;

1.18.  Tratamento de Depressão;

1.19.  Cicatrizes Psíquicas;

1.20.  Cicatrizes Tóxicas;

1.21.  Prática Clínica.

O Curso foi ministrado pelo Prof. Esp. Daniel Alan Costa

Fisioterapeuta pela Universidade Paulista, Coordenador de Geral de Cursos do Sol Instituto Terapêutico/INESP – Curso de Pós Graduação em Acupuntura, Naturopatia, Massagens Ocidentais, Terapias Orientais, Yoga e Estética.  Coordenador do Curso de Pós Graduação em Naturopatia da Universidade Paulista – UNIP.  Especialista em Fisiologia Humana – Faculdade de Medicina do ABC.  Acupunturista membro da WFCMS (World Federation Chinese Medicine Societies)  Especialista em Massagem, Terapias Orientais e Estética – Sol Instituto/INESP,  Formado em Massagem Ayurvédica, Thay Yoga Massage e Marmaterapia ,  Pós Graduado em Psicologia Junguiana – FACIS.

Turma de Auriculoterapia Francesa ministrado em Campinas
Turma do Curso de Auriculoterapia Francesa ministrado em Campinas

 

E você ficou interessado pela Técnica de Auriculoterapia Francesa?

Clique aqui e confira as próximas datas do curso

Maiores Informações

Entre em contato através de nossa central 0800 878 3142

Conteúdos relacionados

Pós Graduação em Dermato Funcional em Porto Alegre

Pós Graduação em Dermato Funcional em Porto Alegre

Deve incio em Porto Alegre a IV Turma do Curso de Pós Graduação em Dermato Funcional

A aula foi ministrada pela professora Ms. Manoela Heinrichs dos Reis

Graduação em Fisioterapia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Especialização no Método Pilates pela Universidade Gama Filho, Especialização em Fisioterapia Cardiorrespiratória pelo Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul (IC/FUC); Especialista profissional em Fisioterapia Dermatofuncional, Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO); Mestre na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (Ciências da Reabilitação); Responsável técnica em clínica pela Fisioterapia Dermato-Funcional; Fisioterapeuta e administradora da Vie Saúde e Beleza; Docente na Universidade Feevale; Professora convidada em Pós-Graduações

A aula abordada nesse primeiro final de semana foi

  • Anatomia e fisiologia aplicada à estética

Confira a Foto da IV Turma de Pós Graduação em Dermato Funcional turma Porto Alegre

 

IV Turma de Pós Graduação a Dermato Funcional - PORTO ALEGRE
IV Turma de Pós Graduação a Dermato Funcional – PORTO ALEGRE

Você se interessou em participar de nossa Pós Graduação?

Clique aqui e confira o conteúdo completo 

Caso queira participar de nossa próxima turma sera em Fevereiro de 2017 Garanta já sua vaga pois nossas turmas são reduzidas para melhor aproveitamento de nossas alunas

Tera incio em Porto Alegre a nossa I Turma de Pós Graduação em Estética e Cosmetologia

O I Módulo sera dias 08 e 09 de Outubro

A Pós Graduação tem duração de 18 meses sendo Reconhecida pelo MEC e sendo 100% Presencial.

Confira aqui o nome de alguns ministrantes que fazem parte de nosso corpo docente

Me Leonardo Fratti Neves

Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. É Pós-graduado em Fisioterapia Cardiorrespiratória na Fundação Universitária de Cardiologia do Instituto de Cardiologia (IC/FUC). Mestre em Saúde Coletiva na Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Especialista Profissional em Fisioterapia Esportiva (COFFITO/SONAFE) e assocado à Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva (SONAFE).

Dra. Simone Verza

Possui graduação em Farmacia pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (2001), com ênfase em Indústria de Medicamentos (2003), mestrado (2006) e doutorado (2011) em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Durante 4 anos atuou junto ao Centro de Desenvolvimento Tecnológico Farmacêutico (CDTF) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, principalmente na pesquisa e desenvolvimento de métodos analíticos e produtos farmacêuticos. Atualmente é professora da Universidade Feevale no Curso de Farmácia, e no mestrado acadêmico em Toxicologia e Análises Toxicológicas, atuando na área de farmacotécnica, controle de qualidade e toxicologia.

 Me Dênis Duarte Barnes

Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Luterana do Brasil (2001). Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica pela Universidade Gama Filho (2004), Mestrado em Ambiente e Desenvolvimento pelo Centro Universitário UNIVATES (2008). Atualmente é Docente do Centro Universitário UNIVATES nos cursos de Fisioterapia e Tecnologia em Estética e Cosmetologia e Coordenador do Curso de Tecnologia em Estética e Cosmética

Conteúdos relacionados

Artigo Completo sobre Dry Needling – Agulhamento Seco

Artigo Completo sobre Dry Needling – Agulhamento Seco

Vasodilatação curto prazo na área de dor após agulhamento seco (DN) de pontos-gatilho ativos (PG) foi gravado em vários casos de dor ciática. Além disso, foi sugerida a presença de PG em pacientes ciática secundárias a lesão primária. Ainda assim, não se sabe com que freqüência eles ocorrem e se cada PG pode provocar reações vasomotores.

O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de PG ativos entre pacientes ciática subaguda ea resposta ao DN sob termovisual infravermelho (IRT) de controlo da câmara.

Método

Cinqüenta pacientes consecutivos de raça branca (41,2 ± a média de idade 9.1y) com subaguda ciática foram diagnosticados em direção glúteo mínimo PG co-existência. Com base na confirmação PG, os pacientes foram divididos em dois grupos: PG-positivos e PG-negativo, do que DN sob controle IRT foi realizada. Mudanças de temperatura da pele e do tamanho percentual de reações vasomotores na área de dor foram avaliados se presente.

Resultados

A prevalência de PG ativos foi de 32,0%. Cada apresentado vasodilatação PG-positivas dependentes da co-PG diagnóstico (r = 0,72; p <0,000) e reconhecimento de dor durante DN (r = 0,4 p <0,05). O tamanho de vasodilatação em indivíduos PG-positivos foi: pós-DN 12,3 ± 4,0% e pós-observação 22,1 ± 6,1% (ambos p = 0,000) versus os PG-negativo: pós-DN 0,4 ± 0,3% e pós-observação 0,4 ± 0,2%. Um aumento de temperatura significativo na coxa e panturrilha foi confirmada para os PG-positivos os indivíduos apenas (ambos p <0,05). Pós-DN e temperaturas de pós-observação foram como se segue: média (coxa: 1,2 ± 0,2 ° C; 1,4 ± 0,2 ° C, ambos p <0,05 e vitela: 0,4 ± 0,2 ° C; 0,4 ± 0,3 ° C, ambos p < 0,05) e máximo (coxa 1,4 ± 0,3 ° C 1,6 ± 0,3 ° C, ambos p <0,05).

Conclusões

A presença de PG ativos dentro do músculo glúteo mínimo entre os indivíduos ciática subaguda foi confirmada. Cada paciente ciática PG-positivo apresentou DN vasodilatação relacionado na área de dor referida. A presença de vasodilatação sugere o envolvimento da atividade nervosa simpática em pathomechanism dor miofascial. Embora o significado clínico da PG em pacientes ciática subaguda é possível, mais estudos sobre um grupo maior de pacientes ainda são necessários. Registro de julgamento: Austrália Nova Zelândia Registro de Ensaios Clínicos ACTRN12614001060639. Registrado 03 de outubro de 2014.

Palavras-chave: agulhamento seco, vasodilatação, dor miofascial, dor ciática
Vamos para:
Antecedentes
Um crescente interesse na síndrome dolorosa miofascial causado por pontos de gatilho está actualmente observada entre os pesquisadores. Síndrome dolorosa miofascial é um tipo de dor muscular causada por pontos de gatilho, que são responsáveis ​​pela sensorial, motor e sintomas autonômicos. Os pontos-gatilho (PG) definidos como pontos hyperirritable nas faixas esticadas de fibras musculares podem ser classificados como ativo ou latente. Enquanto um PG ativa é caracterizada por dor espontânea ou em resposta ao movimento, estiramento ou compressão, um PG latente é um ponto sensível com dor ou desconforto em resposta única à compressão. Além disso, a estimulação apropriada de PG pode provocar reflexo da medula espinal chamado “twitch Response”, o que é característico de PG exclusivamente [1-3]. Os pontos-gatilho parecem estar localizado na proximidade da zona da placa terminal, e foi levantada a hipótese de que existem múltiplos loci de PG que contêm um componente sensorial (nociceptor irritada) e um componente motor (placa de extremidade disfuncional) [4]. No entanto, não há sobreposição entre os pontos de gatilho e da zona de inervação [5]. Contraturas sustentada de bandas tensos causar isquemia e hipoxia local no núcleo de PG [6], provocando níveis baixos de oxigénio, que podem conduzir a uma redução significativa no pH. Um nível de pH baixo em PG, por exemplo, abaixo de 5, pode facilmente excitar nociceptores musculares e entrada nociceptiva pode induzir mudanças de neuroplasticidade no corno dorsal da medula e, provavelmente, no tronco cerebral [7,8]. Investigação existente sugere que a interação Simpático-sensorial dentro de PG podem contribuir para dor local e referida [9]. Além disso, a presença de fenómenos autonômica, por exemplo, vasomotora, pilomotoras, etc. na área de dor referida foi postulada por Travell e Simons [1]. No entanto, acredita-se que a presença de fenómenos autonômicas na área da referida dor é limitado a pontos-gatilho activas graves exclusivamente. Alguns autores confirmaram a presença de vasoconstrição discreta após estímulo nocivo de pontos-gatilho latentes [10,11] e sugeriu a utilização de dopplerfluxometria a laser em vez do termovisual infravermelho (IRT) câmera menos sensível. Curiosamente, em frente a este ponto de vista, alguma evidência de vasodilatação de curto prazo intensivo correspondente à área da dor de ciático e do tipo ciático dor na perna após agulhamento seco de PG ativos dentro do músculo glúteo minimus sob controle IRT foi provado [12,13 ]. Embora o mecanismo exato de agulhamento seco permanece desconhecida, acredita-se que o tratamento por agulhamento seco (rápida inserção, repetitivo de uma agulha fina em um PG) pode parar de entrada nociceptiva intensivo e reverter alterações neuroplásticas provocadas por pontos de gatilho.

Vasodilatação curto prazo após agulhamento seco de PG ativa foi gravado em vários casos e não se sabe se a estimulação nociva de todo ponto de gatilho ativo pode provocar reações vasomotores. Além disso, a presença de pontos-gatilho em pacientes ciática secundária a uma lesão primária, por exemplo, uma lesão do disco vertebral, foi sugerido [14]. Ainda assim, não se sabe com que freqüência eles ocorrem. A ocorrência de PG dentro de alguns músculos é indicada como uma possível fonte de “dor ciática”. O músculo glúteo mínimo, juntamente com quadrado lombar e, às vezes piriforme, fibular longo, etc. desempenham um papel importante aqui [1].

Porque a prevalência de PG entre os pacientes de dor ciática é desconhecida, o primeiro objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de pontos-gatilho glúteo mínimo ativos entre pacientes ciática subaguda. O segundo objetivo foi verificar a hipótese de que o agulhamento seco de PG glúteo mínimo pode provocar resposta autonômica na área onde pontos de gatilho referem dor (dor referida autônomo – AURP).

Vamos para:
Métodos
Declaração de ética

O estudo foi realizado em conformidade com a Declaração de Helsínquia aprovada pela Comissão de Poznan University of Medical Sciences (no. 630/13) Ética. Todos os indivíduos deram seu consentimento informado para participar do estudo antes da coleta de dados. Uma descrição detalhada de todos os procedimentos de exame e tratamento, incluindo agulhamento seco (DN), e os riscos envolvidos neste estudo, foi fornecido aos participantes. Os participantes tiveram o direito de recusar tratamento DN e retirar-se do estudo a qualquer momento sem penalidade. Um diagrama de fluxo do desenho do estudo foi mostrado que a Figura 1.

figura 1
figura 1
Um diagrama de fluxo do desenho do estudo.
assuntos

Setenta e oito pacientes caucasianos (ambos os sexos) com subaguda ciática foram inscritos no estudo, vinte e três deles não preencheram os critérios de inclusão e cinco se recusaram a participar do estudo por causa do medo da agulha. Finalmente, cinqüenta pacientes caucasianos (homens 19, Feminino 31) com subaguda ciática (idade média 41,2 ± 9.1y) foram recrutados para o estudo consecutivamente a partir da Clínica de Dor University. Todos os participantes foram re-diagnosticados com dor ciática de origem radicular por um neurologista universidade independente, baseada no exame clínico de cabeceira, extensa exame de triagem neurológica, acompanhada por um teste de perna reta e resultados positivos de ressonância magnética. Principais critérios de inclusão foram os seguintes: diagnóstico de dor ciática, idade entre 30 e 60 (inclusive), ambos os membros inferiores presentes, duração da dor 1-3 meses,> 3 no ponto 1-10 VAS escala de dor na perna, sendo esta a problema de dor dominante. Os pacientes foram excluídos do estudo para um certo número de razões, isto é, a síndrome da dor regional complexa, síndrome de cauda equina, a cirurgia de volta anterior, tumores da coluna vertebral, escoliose, a gravidez, o tratamento coagulante, disseminada coagulação, diabetes, epilepsia, infecção, doenças reumatológicas inflamatórias intravasculares, acidente vascular cerebral, ou a história oncológico.

Métodos

Os pontos-gatilho confirmação

Em uma semana máximo, exame post neurológico de todos os sujeitos ciática foi conduzida por um especialista experiente para dor miofascial síndrome de co-existência – glúteo mínimo ativa pontos de gatilho presença baseado em critérios diagnósticos Travell e Simons “[1]. Depois de pontos-gatilho de confirmação, os pacientes foram divididos em dois grupos: PG-positivos e PG-negativo (controle).

Os pontos-gatilho ativos (PG) foram confirmados se mancha ternura, o reconhecimento da dor e digitalmente evocado referido padrão de dor do glúteo mínimo estavam presentes. A localização dos dois PG mais ativos foi marcado. Para os indivíduos não-PG, os dois pontos mais concurso foram marcadas. De acordo com Travell e Simons, o padrão de dor referida do músculo glúteo minimus (sinal de confirmação) raramente está presente sob pressão digital do PG e é geralmente evocada quando a agulha encontra os PG [1]. Devido a este fato, os indivíduos não-PG que relataram as duas características clínicas mais importantes da PG, após infiltração agulha durante o procedimento (isto é, o reconhecimento da dor e se refere padrão de dor do músculo glúteo minimus) foram adicionalmente analisados ​​como um subgrupo PG provável.

Procedimento agulhamento seco sob controle IRT

Logo após a confirmação pontos de gatilho, cada indivíduo recebeu o procedimento agulhamento seco sob controle IRT no mesmo laboratório da Universidade de IRT. Agulhamento seco (DN) no presente estudo pretende ser uma ferramenta de diagnóstico potencial. No entanto, DN realizada para os propósitos do estudo podem ter um efeito (alívio de dor) potencialmente terapêutico, que não foi avaliada.

Lado a lado comparação IRT
Todos os pacientes foram convidados a definir o nível de dor na escala visual analógica e desenhar o seu padrão de dor atual em um diagrama. IRT comparação lado-a-lado da área dolorosa e a extremidade oposta foi realizada na posição de pé.

Aplicativo de câmera termovisual
Imagens termográficas foram gravadas por um especialista na sequência de um protocolo padrão recomendado pela Academia de Neuro-Muscular Termografia [15]. O especialista também avaliaram as imagens. Os pacientes foram instruídos a evitar fisioterapia e terapia manual 24 horas antes do teste, e evitar o uso de descongestionantes nasais, analgésicos, anti-inflamatórios ou quaisquer substâncias que afetam a função simpática. Eles também foram instruídos a não beber café ou álcool e não fumar 2 horas antes da gravação.

Uma câmera termovisual touchless (NEC-AVIO TVS-200EX) utilizando uma faixa de onda 8-14 mm, resolução de temperatura melhor do que 0.080 ° C, a sensibilidade de 80 mK e trabalhando em tempo real foi aplicada. A câmera foi equipada com um de alta velocidade (60 Hz) não refrigerado FPA 320×240 (HxV) pixels VOx (óxido de vanádio) microbolômetro. Para a análise de dados (imagens térmicas), foi utilizado o programa especialista “Termografia Studio 2007 Professional”.

Para se obter a estabilidade da temperatura do corpo do paciente e para garantir o ajustamento da temperatura da câmara de gravação para as condições de interior, a avaliação começou 30 minutos após o paciente ter entrado na sala de exame. Isolamento térmico da área avaliada a partir de outros fatores térmicos que podem ter influenciado a avaliação, incluindo outras partes do paciente e do médico corpos, foi assegurada. Além disso, ao realizar imagiologia termovisual, as regras gerais do uso da câmera foram seguidos.

Protocolo de agulhamento seco controle / termografia infravermelha
A posição do paciente para agulhamento do músculo glúteo minimus foi a posição lateral mentindo. O músculo foi agulhada com palpação plano perpendicular ao músculo ao longo do contador da crista ilíaca. Forte depressão do tecido subcutâneo foi aplicado a fim de reduzir a distância entre a pele do músculo. Profundidade de penetração depende da quantidade de tecido adiposo [16]. Agulhagem terapêutica foi realizada com 0,30 mm de diâmetro, 60 mm de comprimento de acupuntura agulhas estéreis SE L (Serin Corp, Shizuoka, Japão). Cada agulha foi embalado separadamente. A área a ser observada pela IRT foi escolhido de acordo com o glúteo mínimo referido padrão de dor. Os pacientes examinados foram posicionados na lateral, na extremidade não envolvido com o quadril e joelho flexionado. Nesta posição, as imagens foram gravadas ThermoVision do paciente. Para uma representação adequada de dimensões, um padrão de calibração foi aplicada.

Em seguida, todos os indivíduos receberam uma sessão de agulhamento seco (DN) sob IRT. O tempo de agulhamento foi de 5 minutos para cada ponto. Durante todo o procedimento, a subárea de dor referida relatada pelo paciente (coxa, panturrilha, pé) foi registrada. Após a agulhagem de dois pontos marcados foi completada, mais termovisual imagem foi realizada. A observação IRT durou seis minutos consecutivos pós-DN.

A análise dos termogramas assumiu a temperatura da pele (Tsk) mudanças (máxima, mínima, média) na área observada após a sessão de agulhamento seco durante 6 minutos pós-DN. Análise adicional assumiu o cálculo (em cm2) de temperatura cutânea (Tsk) mudanças acima do máximo (vasodilatação) ou sob a (vasoconstrictions) Temperatura mínima. As mudanças vasomotores esperados na área de PG relacionados dor referida foram nomeados autônomo dor referida (AURP) se presente. O tamanho de cada AURP foi recalculado a partir cm2 ao valor percentual.

análise estatística

De acordo com a suposição de William Cochran para teste X2, para conduzir o ensaio, a quantidade de n = 5 é requerido. Supunha-se que no grupo examinou três subgrupos estavam presentes, a saber: dor ciática com pontos de gatilho co-existência; ciática sem pontos de gatilho co-existência (agulha em silêncio); ciática sem gatilho aponta co-existência (sensação de agulha). Além disso, os subgrupos foram analisadas com base no sexo.

Como resultado, as informações sobre o tamanho mínimo da amostra foi obtida (3 Características * 2 categorias de gênero * a quantidade de n = 5 por subgrupo; n = 30). No entanto, para a forte evidência de dados examinadas foi o n = 50, porque a prevalência de ponto-gatilho, entre os pacientes de dor ciática é desconhecido. Para o forte evidência dos dados apresentados, o nível de significância foi estabelecido com base nos testes exatos, e não sobre o método assintótica padrão. Bidireccionais testes de Mann-Whitney U exatas foram realizadas a fim de assegurar que os dados são representativos de toda a população de possíveis valores de dados. Os testes foram aplicados para comparar as diferenças para o máximo, mínimo e temperatura média da pele e do tamanho percentagem de fenômenos autonômicos esperados para o Estado após agulhamento seco e em segundo lugar para o estado pós-DN. Correlação de Pearson com teste de significância bicaudal foi aplicado para definir a dependência da ocorrência do fenômeno autônomo. Todas as comparações foram concluídas, com pontos de gatilho co-existência sendo o critério de diferenciação.

Além disso, o teste de duas vias Jonckheere-Terpstra com os mesmos termos foi realizado a fim de observar a tendência de mudanças de temperatura da pele e fenômenos autônomo ocorrência dependentes da PG, PG prováveis ​​e presença não-PG.

Valores, figuras e tabelas no texto estão expressos em ± erro padrão da média (SEs). O nível de significância foi fixado em p <0,05. A análise estatística foi realizada usando o IBM SPSS Statistics, versão 20 “.

Vamos para:
Resultados
Baseado no IRT, lado-a-lado (dolorosa na perna não-doloroso) a temperatura média da pele (Tavr) comparação antes da sessão de agulhamento seco (DN) revelou ΔTavr de 0,01 ° C.

A prevalência de glúteo mínimo pontos-gatilho ativos (PG), no grupo de indivíduos foi de 32,0%. Avaliação IRT confirmou vasodilatação de curto prazo para todos os PG assuntos positivos (Figura 2). Nenhum dos indivíduos apresentou um decréscimo da temperatura da pele (vasoconstrição).

Figura 2
Figura 2
Termograma visualizar a área de temperatura máxima acima do estado inicial (AURP) dependente PG co-existência. Legenda: A fim de descrever a área de AURP usando IRT, reação da temperatura do paciente foi isolado (imagens em cinza). PG-positivo …
De correlação de Pearson com bicaudal teste de significância confirmado que a presença de vasodilatação (Figura 2) era dependente da co-PG diagnóstico (r = 0,72p <0,000; em detalhe: coxa r = 0,72; p <0,005; vitelo r = 0,44 p <0,005) e reconhecimento de glúteo minimus dor referida evocado durante o agulhamento / sessão IRT seco – AURP (r = 0,4 p <0,05). Não houve relação entre a localização de vasodilatação (Figura 2) e dor diária do paciente (coxa, panturrilha, pé) informou antes do procedimento.

O bidirecional teste de Mann Whitney U confirmou um aumento significativo de AURP em PG-positivos indivíduos (pós-DN e pós-observação, ambos p = 0,000). O tamanho de AURP em indivíduos PG-positivas foi o seguinte: pós-DN 12,3 ± 4,0% e pós-observação 22,1 ± 6,1%. Entre os indivíduos não-PG, apenas alguns pontos quentes foram confirmados (pós-DN 0,4 ± 0,3% e pós-observação 0,4 ± 0,2%). A Figura 2 mostra a vasodilatação a curto prazo exemplar (AURP).

Mudanças de temperatura da pele

Agulhamento seco provocou mudanças de temperatura da pele para todos os indivíduos (N = 50) em todas as subzonas medidos, ou seja, a coxa, vitela e pé (Figuras 3 e and4) .4). No entanto, foi confirmado um aumento Tsk estatisticamente significativa na coxa e panturrilha para PG-positivos únicos assuntos. O bidirecional teste exato de Mann-Whitney mostrou que o pós-DN e pós-observação houve aumentos significativos na temperatura média @ (Figura 3) para a coxa (1,2 ± 0,2 ° C; 1,4 ± 0,2 ° C tantop < 0,05) e bezerro (0,4 ± 0,2 ° C; 0,4 ± 0,3 ° C, ambos p <0,05) para sujeitos PG-positivos. Da mesma forma, nos dois sentidos de teste exacto de Mann-Whitney confirmou um aumento significativo na coxa Tmax pós-DN (1,4 ± 0,3 ° C) e de pós-observação (1,6 ± 0,3 ° C) (ambos p <0,05) (Figura 4) . Tendência semelhante para bezerro aumento máximo da temperatura para contrário PG-positivo para diminuir para PG-negativos indivíduos (tanto insignificantes) foi confirmado.

Figura 3
Figura 3
Mudanças de temperatura média da pele da perna ciático (coxa, panturrilha e pé) dependentes de pontos-gatilho confirmação. Lenda. Os histogramas refletiu a temperatura média (Tavr) mudanças em função da presença de PG para a coxa, panturrilha e pé na luz …
Figura 4
Figura 4
Mudanças de temperatura máxima de pele da perna ciático (coxa, panturrilha e pé) dependentes de pontos-gatilho confirmação. Um aumento Tmax estatisticamente significante para a coxa e um aumento insignificante para o bezerro de assuntos ciática manifestando PG …
A análise detalhada dos não-PG subgrupo

Presença AURP

Entre os indivíduos não-PG (n = 34), alguns dos pacientes @ (n = 10) relataram exacerbação da dor após a infiltração da agulha no músculo glúteo mínimo (provável) PG. A presença de alguns pontos quentes acima da temperatura máxima inicial foi confirmada. O tamanho de AURP para assuntos TRPS prováveis ​​foi: pós-DN 0,0 ± 0,0% e pós-observação 0,1 ± 0,1%. O tamanho percentagem da área AURP por agulha negativos assuntos não-PG foi: pós-DN 0,6 ± 0,5% e pós-observação 0,4 ± 0%.

Mudanças de temperatura da pele

Agulhamento seco provocou mudanças de temperatura da pele para todas as disciplinas não-PG nos todas as subáreas medidos, ou seja, a coxa, panturrilha e pé. No entanto, foram confirmados não há aumento significativo da temperatura média e máxima (Figura 3 e Figura 4).

A análise dos dados de AURP tendência dependente de PG, PG prováveis ​​e não-presença de PG

Estado pós-DN

O bidirecional teste Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para a presença AURP (p <0,05; estatística Z valor 2.3; tamanho do efeito de 0,4%) em função da presença de PG. O valor médio da área percentual AURP foi: 0,61 ± 0,45% para os não-PG, 0,0 ± 0,0% para PG prováveis ​​e 12,25 ± 3,97% para assuntos PG-positivos. Da mesma forma, para a temperatura da pele muda o bidirecional teste de Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para: coxa aumento máximo da temperatura (p <0,05; Z valor de estatística 2,29; tamanho do efeito de 0,42%), coxa aumento médio da temperatura @ (p <0,000 ; Z valor de estatística 3,29; tamanho do efeito de 0,6%) e vitela aumento da temperatura média (p <0,005; Z valor de estatística 2,53; efeito do tamanho 0,46) dependente da presença ponto de disparo.

Estado pós-observação

O bidirecional teste Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para a presença AURP (p <0,000; Z valor de estatística 3.8; tamanho do efeito de 0,7%) em função da presença de PG. O valor médio da área percentual AURP foi: 0,44 ± 0,31% para os não-PG, 0,12 ± 0,12% para os PG prováveis ​​e 22,07 ± 6,10% para assuntos PG-positivos. Da mesma forma, para a temperatura da pele muda o bidirecional teste de Jonckheere-Terpstra revelou uma tendência positiva significativa para: coxa aumento Tavr (p <0,002; Z2.93; efeito do tamanho 0,54) e vitela aumento Tavr (p <0,002; Z valor de estatística 2,16 ; efeito do tamanho 0,39) dependente presença ponto de disparo e agulha reações.

Vamos para:
Discussão
O presente estudo demonstrou que os pontos-gatilho ativos co-existem em torno de um em cada três pacientes subaguda ciática. Este é o primeiro estudo a examinar o significado de pontos-gatilho ativos em pacientes subaguda ciática. No entanto, a co-existência de pontos-gatilho ativos em dor lombar inespecífica e radiculopatia cervical foi confirmada [17,18].

No entanto, o resultado mais importante do presente estudo é que o agulhamento seco sob controle IRT provocou um aumento significativo da temperatura PG relacionada (p <0,05) e revelou vasodilatação de curto prazo correspondente a distribuição da dor do paciente (Figura 2). Além disso, a presença de vasodilatação dependia do glúteo mínimo dor referida evocado durante o agulhamento / sessão IRT seco (AURP;r = 0,72 p <0,000) em vez do padrão de dor da queixa diária.

A presença de fenômenos autonômicos na área de ponto de disparo dor referida, por exemplo, vasomotora, pilomotoras, etc., foi considerado um estado extremamente rara, limitada a apenas PG ativos graves. Os resultados do presente estudo são opostas. Todos os sujeitos apresentaram vasodilatação a curto prazo quando os PG co-existiram. Além disso, o AURP coberto, em média, cerca de um quinto da parte inferior das extremidades subzona (Figura 2). Essa vasodilatação expansivo, longe do ponto de agulhamento, é incomum em comparação com outros estudos. Existem apenas dois estudos de caso, confirmando resultados semelhantes de PG agulhamento, mas o resto dos dados disponíveis indicam não haver reacções embarcação, a vasoconstrição ou alargamento / vasodilatação 10 cm a partir do ponto de acupuntura com agulha em indivíduos saudáveis ​​e doentes [10-13,19,20] .

Além disso, a comparação IRT lado-a-lado dos indivíduos, antes o procedimento indicado a norma e não houve diferença entre os sujeitos PG positivos e negativos. Isso pode explicar porque anteriormente a utilidade da IRT foi controversa [1,21].

Além disso, os resultados do presente estudo são opostas às de Zhang et al. e Kimura et al., que apresentou os PG latentes relacionados com a vasoconstrição após a estimulação nociceptiva sob controle dopplerfluxometria a laser em vez de IRT mudanças de temperatura da pele detectáveis ​​[10,11]. IRT observação de pacientes com dor após a estimulação nociva é a nova forma de avaliação IRT além de comparação lado-a-lado estabeleceu como o mais válido [22]. No entanto, alguns relevância da IRT para o ponto de desencadeamento referido avaliação da dor ultimamente tem sido provado [23]. A idéia de observação IRT de dor referida por Haddad et al. [23] era uma direcção adequada, à luz do presente estudo. No entanto, a escolha do músculo e análise de dados não é convincente. O padrão de dor referida do masseter não é tão extensa como a do glúteo mínimo e está limitada a várias pequenas subáreas no rosto e apenas dentes. Além disso, a temperatura rosto pode ser afetada pelo estresse psicológico. Finalmente, a análise de um único termograma não é suficiente [23].

Outro aspecto importante é que cada sujeito ciática PG-positivo desenvolveu vasodilatação de curto prazo, o que indica o envolvimento do sistema nervoso simpático (SNS) na propagação dor ponto de disparo, o que foi sugerido antes de [9]. Além disso, os resultados do presente estudo corroboram hipótese integrada Simons ‘de PG etiologia, em que a modulação autonômica foi pensado para ter uma influência potencial no aumento da liberação de acetilcolina, o que pode agravar os sintomas causados ​​pela PG [24]. Além disso, o envolvimento do SNS entre pacientes diagnosticados com ciática dor neuropática co-existência foi provada em mais de 30% dos sujeitos [25]. Apesar da ocorrência de vasodilatação, não se sabe como é importante o envolvimento SNS na propagação dor ciática é entre os pacientes que manifestam os PG co-existência. No entanto, parece que o agulhamento seco pode ser uma ferramenta promissora para pacientes ciática resistentes ao tratamento com os PG coexistentes por causa da atividade postulado reforçada unidade do motor e facilitação da dor muscular na PG após manobras aumentando o fluxo simpático [26].

Análise dos não-TRPS sujeitos com agulha evocado dor referida (provável PG)

Presença banda tensa e reconhecimento da dor são os dois critérios clínicos mais importantes do diagnóstico ponto de disparo, e que se refere a dor é um sinal de confirmação. Devido à anatomia do músculo glúteo mínimo, a banda tensa não é mais acessível, mas PG local sensibilidade pode ser claramente localizada. No entanto, foi relatado que o referido padrão de dor pode ser induzida pela agulha encontrando PG, em vez de por pressão sustentada [1]. A tendência positiva para AURP presença dependente de PG (p <0,000) pode indicar a importância da dor referida depois de pressão digital durante o diagnóstico de PG. Além disso, parece que a presença AURP apoiada por um aumento significativo Tsk, em vez de medidas máxima e média de temperatura só deve ser sugerido para confirmação IRT objectivo de PG. Além disso, à luz da presença AURP nos PG prováveis ​​subgrupo parece que o diagnóstico de PG em músculo glúteo mínimo agulha reativa provavelmente não pode ser clinicamente importante.

A análise detalhada da presença vasodilatação de curto prazo

Os resultados do presente estudo indicam a natureza bifásica de AURP. A sessão de agulhamento seco foi seguido por um aumento da temperatura da pele e a propagação de vasodilatação (Figura 2). Os mecanismos exactos das funções do sistema vasodilatador cutâneo activas, bem como o mecanismo de agulhamento seco permanecem enigmáticos [27]. Adicionalmente, a tradução dos estímulos mecânicos em informação bioquímica é mal compreendida. Kellogg [27] vasodilatação bifásica observada devido ao aquecimento local com um aumento inicial mediada por um reflexo axonal seguida por uma fase de plateau que requer a geração de óxido nítrico (NO) pelas sintases de óxido nítrico. Curiosamente, para além da contribuição axónio reflexo (substância P ou péptido relacionado com o gene da calcitonina) também a importância de NO, em vasodilatação mecanismo relacionado com acupuntura intramuscular foi sugerido [28].

As teorias apresentadas por Lewis e Hong [4,29] pode dar alguma explicação interessante da presença AURP descrito no presente estudo. Lewis formou a hipótese de que a lesão das fibras sensoriais provoca propagação antidrômica de potenciais de ação de fibras nervosas colaterais que liberam uma substância química que causa para o alargamento e aumento da sensibilidade dos outros axônios sensitivos responsáveis ​​pela dor. Curiosamente, bloqueando troncos centrais nervosos [30] ou nervos de corte [29] não bloqueia o alargamento, o que sugere que o sistema nervoso central deve receber alguma entrada decisiva a partir das fibras nervosas da região exposta ao estímulo e ao alargamento é uma consequência de factores neurais que operam perifericamente. Foi proposto que as fibras nervosas periféricas chemospecific pode sensibilizar baixa e alta limiar interneurons mechanoreceptive no corno dorsal [31]. No entanto, essa teoria é adequado para o alargamento / vasodilatação em torno de uma área de 6 centímetros da lesão / agulhamento, não expansiva vasodilatação (AURP) apresentou no presente estudo. Hong [4] sugere que todos os fenômenos ponto de disparo, tais como dor referida, fenômenos autonômicos, contração muscular resposta e disfunção motora, são dependentes do reflexo medular através de “circuitos neurais” na medula espinhal. No presente estudo, a localização de AURP estava relacionada com a dor referida provocado durante agulhamento seco, não a dor diária do paciente. Skorupska et ai. observadas as mesmas reações dos vasos e sugeriu que o desencarceramento de se contorcer de resposta e dor referida durante agulhamento seco através de “circuitos neurais” de Hong pode explicar a presença incomum de AURP na área de dor [4,12,13]. Além disso, além de respostas vasomotoras, a área da dor referida de PG é também o local típico de alterações sensoriais (hiperalgesia), os quais foram também atribuídos para possíveis mecanismos simpáticos (especialmente a nível superficial) [32]. Outros estudos considerando a análise agulhamento vasodilatação pós-seca são obrigatórios.

A presença da inserção relacionados com a vasodilatação seco em todos os PG é bastante promissores no que diz respeito à possibilidade de utilização de uma ferramenta de TRI como objectivo confirmação PG. No entanto, é importante verificar se todos os PG dentro músculos podem desenvolver vasodilatação. Além disso, a presença de AURP indicam o envolvimento do sistema nervoso simpático na propagação da dor em pacientes de dor ciática. No entanto, não se sabe como clinicamente PG presença importante neste grupo de pacientes é. Novos estudos ainda são necessários.

Limitações do estudo

A prevalência significativa de PG entre sujeitos ciática subaguda foi confirmada. Embora vasodilatação observada era característica de todos os assuntos PG-positivos, por evidência metodológica forte é necessário um estudo cross-over. Avaliação da influência DN em indivíduos saudáveis ​​e em observação IRT sem DN são necessários. Além disso, fase fértil fêmea e seu possível impacto para a resposta autonômica devem ser observados no futuro.

Vamos para:
Conclusões
A presença de PG ativos dentro do músculo glúteo mínimo entre os indivíduos ciática subaguda foi confirmada. Todos os pacientes ciática PG-positivos apresentados DN vasodilatação relacionado na área de dor referida. Além disso, a presença de PG relacionados fenômeno autônomo sugere o envolvimento da atividade nervosa simpática em pathomechanism dor miofascial. Embora o significado clínico da PG em pacientes ciática subaguda é possível, mais estudos sobre um grupo maior de pacientes ainda são necessários.

Vamos para:
Agradecimentos
Agradecemos Malgorzata Mankowska e Richard Ashcroft que forneceu serviços de revisão em nome da National Science Centre

A fonte de financiamento para todos os autores foi: o Centro Nacional de Ciência, número do auxílio N N404 268.339.

Financiamento

Este trabalho foi parcialmente financiado pelo Centro Nacional de Ciências Polonesa, número do auxílio N N404 268.339.

Vamos para:
Abreviações
AURP Autonomic dor referida
DN agulhamento seco
IRT Infrared câmera termovisual
O óxido nítrico NO
SNS sistema nervoso simpático
Temperatura média Tavr
Temperatura máxima Tmax
Tsk A temperatura da pele
PG pontos-gatilho
VAS escala Visual analógica
Vamos para:
Notas de Rodapé
Interesses competitivos

Os autores declaram que não têm interesses conflitantes.

Contribuições dos autores

ES: Concepção e desenho do trabalho, de aquisição de dados, interpretação de dados, elaboração do artigo; Todos os autores leram e aprovaram o manuscrito final.

VEJA ESSE ARTIGO COMPLETO EM INGLES 

Conteúdos relacionados

Terapia Neural: O Que É e Quem Pode Se Beneficiar?

Terapia Neural: O Que É e Quem Pode Se Beneficiar?

Introdução à Terapia Neural

A Terapia Neural é uma abordagem terapêutica que tem suas raízes na Alemanha e busca tratar o indivíduo de forma integral, considerando a interconexão entre corpo e mente. Diferente de tratamentos convencionais que focam apenas nos sintomas, a Terapia Neural atua na raiz dos problemas, buscando restabelecer o equilíbrio do sistema nervoso autônomo (SNA) e, consequentemente, a capacidade de autorregulação do organismo.

O Que É Terapia Neural?

Em sua essência, a Terapia Neural utiliza injeções de anestésicos locais, como a procaína, em baixas concentrações, em pontos específicos do corpo. Esses pontos são conhecidos como “campos de interferência” e podem ser áreas onde ocorreram traumas, cicatrizes, inflamações, infecções ou dor crônica. Acredita-se que esses campos podem perturbar a comunicação normal entre os nervos, levando a disfunções e enfermidades em diferentes partes do corpo.

O objetivo principal da Terapia Neural é neutralizar essas irritações no sistema nervoso vegetativo, permitindo que o corpo ative seus próprios mecanismos de autocura. Ao desprogramar a memória celular de eventos passados que geraram desequilíbrios, a Terapia Neural facilita o fluxo de informação e energia necessárias para que o organismo retorne ao seu estado de saúde e bem-estar.

Para Que Serve a Terapia Neural? Indicações e Benefícios

A Terapia Neural é indicada para uma ampla gama de condições, atuando tanto no alívio de sintomas quanto na promoção da saúde a longo prazo. Seus benefícios são diversos e abrangem diferentes sistemas do corpo. Entre as principais indicações e benefícios, destacam-se:

•Alívio da Dor Crônica: É amplamente utilizada para tratar dores crônicas, como lombalgia, cervicalgia, dores articulares, dor neuropática, fibromialgia e enxaquecas. A aplicação da procaína nos campos de interferência ajuda a interromper os ciclos de dor e inflamação.

•Redução de Inflamações: A Terapia Neural contribui para a eliminação de processos inflamatórios, promovendo a cicatrização de tecidos e a recuperação de lesões.

•Melhora do Funcionamento do Sistema Nervoso: Ao modular o sistema nervoso autônomo, a terapia neural otimiza o funcionamento da microcirculação e melhora a comunicação entre as células, o que impacta positivamente a saúde geral.

•Tratamento de Distúrbios Diversos: Pode ser eficaz no tratamento de ansiedade, estresse, insônia, problemas na tireoide, tendinite, alergias, fadiga crônica, distúrbios digestivos, problemas de pele, e até mesmo como tratamento complementar em casos de doenças autoimunes e oncológicas.

•Abordagem Holística: A terapia neural considera o paciente como um todo, buscando não apenas tratar a doença, mas também restaurar o equilíbrio físico e emocional, promovendo uma melhora na qualidade de vida.

Quem Pode Fazer Terapia Neural?

A Terapia Neural é uma prática que deve ser realizada por profissionais da saúde devidamente qualificados e com formação específica na área. Geralmente, médicos, fisioterapeutas, dentistas e outros profissionais da saúde que buscam expandir seus conhecimentos em terapias integrativas podem se especializar em Terapia Neural. É fundamental que o profissional tenha um profundo conhecimento do sistema nervoso e da anatomia humana para identificar corretamente os campos de interferência e aplicar a técnica de forma segura e eficaz.

Para os pacientes, a Terapia Neural é uma opção para aqueles que buscam tratamentos menos invasivos e que visam a autocura do organismo. É importante ressaltar que, como qualquer tratamento, a Terapia Neural deve ser indicada e acompanhada por um profissional de saúde, que avaliará cada caso individualmente para determinar a melhor abordagem e garantir a segurança do paciente.

Conclusão

A Terapia Neural representa uma promissora abordagem no campo das terapias integrativas, oferecendo um caminho para o reequilíbrio do organismo e a promoção da saúde de forma holística. Ao focar na regulação do sistema nervoso autônomo e na neutralização de campos de interferência, essa técnica permite que o corpo ative seus próprios mecanismos de cura, proporcionando alívio da dor, redução de inflamações e melhora geral do bem-estar. Se você busca uma alternativa para tratar condições crônicas e otimizar sua saúde, a Terapia Neural pode ser uma excelente opção, desde que realizada por um profissional qualificado.

Confira o curso clicando nesse link

Conteúdos relacionados

O que é o Mat Pilates: Descubra todos os benefícios dessa prática!

O que é o Mat Pilates: Descubra todos os benefícios dessa prática!

Seja bem-vindo à empolgante jornada do Mat Pilates! Já te contaram sobre essa prática incrível e os benefícios maravilhosos que ela traz para o corpo e a mente? Caso ainda não, prepare-se para mergulhar no universo do Mat Pilates e descobrir por que ele pode ser o complemento perfeito para sua rotina de exercícios.

O Mat Pilates, ou Pilates no solo, é uma forma de exercício focada em fortalecer o centro do corpo, aprimorar a postura e alongar e tonificar os músculos. O melhor de tudo é que você não precisa de nenhum equipamento especial; um simples colchonete ou tapete é tudo o que você precisa para começar.

Os benefícios do Mat Pilates são vastos. Ele não só fortalece e aumenta a flexibilidade, mas também promove uma maior consciência do próprio corpo, melhora a coordenação e a resistência. Além disso, é excelente para diminuir o estresse e aliviar dores musculares.

Não importa qual seja o seu nível de forma física, o Mat Pilates apresenta uma forma eficiente e segura de trabalhar o corpo por inteiro. Se o que você busca é uma atividade que fomente a harmonia entre mente e corpo, o Mat Pilates pode ser exatamente o que você precisa. Vamos explorar juntos todos os benefícios incríveis que essa prática tem a oferecer!

Mat Pilates

Introdução ao Mat Pilates

O Mat Pilates é um tipo de exercício que surgiu no começo do século XX, graças a Joseph Pilates, um alemão convicto da importância de manter a mente e o corpo em bom estado. Ele desenvolveu o método Pilates buscando possibilitar que as pessoas se movessem com maior eficiência, fortalecessem seus corpos e, consequentemente, desfrutassem de uma qualidade de vida superior.

O Mat Pilates se fundamenta em seis pilares cruciais: concentração, controle, centralização, fluidez, precisão e respiração. Estes princípios são vitais para realizar os exercícios de forma correta e alcançar os resultados mais efetivos.

Benefícios de praticar o Mat Pilates

Os benefícios de praticar o Mat Pilates vão muito além do fortalecimento muscular e aumento da flexibilidade. Aqui estão alguns dos principais benefícios que você pode esperar ao incorporar o Mat Pilates em sua rotina de exercícios:

Fortalecimento do Core

Um dos principais focos do Mat Pilates é o fortalecimento do core, que inclui os músculos abdominais, lombares, glúteos e músculos profundos da coluna vertebral. Ao fortalecer o core, você melhora a estabilidade da coluna vertebral, a postura e a resistência física.

Melhora da Postura

A prática regular do Mat Pilates ajuda a corrigir desequilíbrios musculares e a fortalecer os músculos responsáveis por manter a postura correta. Isso resulta em uma postura mais ereta e alinhada, reduzindo a tensão e o estresse nos músculos e articulações.

Aumento da Flexibilidade

O Mat Pilates é uma ótima maneira de melhorar a flexibilidade do corpo. Os exercícios de alongamento realizados durante a prática ajudam a aumentar a amplitude de movimento das articulações e a relaxar os músculos tensos.

Aumento da Consciência Corporal

A concentração e controle exigidos durante a prática do Mat Pilates ajudam a aumentar a consciência corporal, ou seja, a capacidade de reconhecer e controlar os movimentos e posições do corpo. Isso é especialmente útil para melhorar a coordenação motora e prevenir lesões.

Alívio do Estresse

O Mat Pilates, assim como outras formas de exercício físico, é uma ótima maneira de aliviar o estresse. Durante a prática, você se concentra no movimento e na respiração, o que ajuda a acalmar a mente e reduzir a ansiedade.

Redução da Dor Muscular

Se você sofre de dores musculares ou tensão, o Mat Pilates pode ser uma excelente forma de aliviar esses desconfortos. Os exercícios de alongamento e fortalecimento realizados durante a prática ajudam a melhorar a circulação sanguínea, reduzindo a dor e promovendo a recuperação muscular.

Mat Pilates vs. Pilates tradicional

O Pilates é uma prática de exercício físico que engloba tanto o Mat Pilates quanto o uso de equipamentos especiais, como o Cadillac, a Reformer e a Chair. Embora ambos os métodos tenham origem nas mesmas bases e princípios, existem algumas diferenças entre eles.

Mat Pilates

O Mat Pilates é realizado exclusivamente no chão, usando apenas um colchonete. Os exercícios são realizados principalmente com o peso do próprio corpo, sem a assistência de equipamentos. Essa forma de Pilates é acessível para a maioria das pessoas, pois não requer investimento em equipamentos e pode ser feita em qualquer lugar com espaço suficiente.

Pilates Tradicional

O Pilates tradicional inclui o uso de equipamentos especiais, como o Cadillac, a Reformer e a Chair. Esses equipamentos fornecem resistência adicional aos exercícios, permitindo um maior desafio para o corpo. O Pilates tradicional é geralmente praticado em estúdios especializados que possuem os equipamentos necessários.

Ambas as formas de Pilates têm seus benefícios e podem ser adaptadas para atender às necessidades e objetivos individuais. Se você está começando, o Mat Pilates pode ser uma ótima opção para construir uma base sólida antes de explorar o Pilates tradicional.

Por que devo fazer o MAT Pilates

Primeiros passos com o Mat Pilates: requisitos de equipamento e espaço

O Mat Pilates é uma prática que pode ser realizada em qualquer lugar, desde que você tenha um tapete confortável para se deitar. Não é necessário nenhum equipamento específico, o que torna essa modalidade muito acessível para todos. No entanto, existem alguns itens que podem facilitar a prática e melhorar sua experiência.

Um tapete de Pilates, também conhecido como colchonete, é essencial para proporcionar conforto e apoio durante os exercícios. Certifique-se de escolher um tapete de boa qualidade, com espessura adequada para amortecer o corpo e evitar desconfortos.

Além disso, é recomendável usar roupas confortáveis e que permitam movimentos livres. Opte por peças que não sejam muito largas para garantir uma boa visualização da postura corporal durante os exercícios. Um par de meias antiderrapantes também pode ser útil para evitar escorregões no tapete.

Quanto ao espaço necessário, você só precisa de um local suficiente para se deitar e estender os braços e pernas livremente. Certifique-se de que o ambiente esteja limpo e livre de objetos que possam atrapalhar sua prática. Agora que você tem os requisitos básicos, vamos explorar alguns exercícios essenciais para iniciantes.

Exercícios essenciais de Mat Pilates para iniciantes

Quando você está começando com o Mat Pilates, é importante dominar os exercícios básicos antes de avançar para os mais avançados. Esses exercícios iniciais são fundamentais para fortalecer o core, melhorar a postura e ganhar consciência corporal.

  1. The Hundred (Os Cem): Este é um dos exercícios mais conhecidos do Mat Pilates. Deite-se de costas no tapete, com os braços estendidos ao longo do corpo e as pernas levantadas em um ângulo de 90 graus. Mantenha a cabeça e os ombros elevados do tapete e bombeie os braços para cima e para baixo, inspirando por cinco batidas e expirando por cinco batidas. Repita por dez ciclos respiratórios completos.
  2. Roll Up (Rolar para Cima): Este exercício trabalha a flexibilidade da coluna e fortalece o core. Deite-se de costas no tapete, com as pernas estendidas e os braços estendidos acima da cabeça. Contraia o abdômen e role o corpo para cima, alcançando os dedos dos pés com as mãos. Mantenha a posição por um segundo e, em seguida, desenrole lentamente a coluna de volta para o tapete. Repita por 8 a 10 vezes.
  3. Single Leg Circle (Círculo de Perna Única): Este exercício trabalha a estabilidade do core e a mobilidade das pernas. Deite-se de costas no tapete, com os braços estendidos ao longo do corpo e as pernas estendidas para cima. Desenhe um círculo com uma perna no sentido horário e, em seguida, inverta o sentido do círculo. Mantenha o quadril estável durante todo o movimento. Faça 5 círculos em cada perna.

Esses são apenas alguns dos muitos exercícios que você pode fazer no Mat Pilates. Lembre-se de sempre prestar atenção à sua respiração e executar os movimentos com controle e precisão. À medida que você ganha mais confiança e força, pode começar a explorar os exercícios mais avançados.

Exercícios avançados de Mat Pilates para praticantes experientes

Exercícios avançados de Mat Pilates para praticantes experientes

Se você já tem experiência com o Mat Pilates e está procurando desafios mais intensos, existem exercícios avançados que podem levar sua prática a um nível superior. Esses exercícios envolvem movimentos mais complexos e exigem um maior domínio corporal e força.

  1. Control Balance (Equilíbrio no Controle): Este exercício desafia a estabilidade do core e a coordenação. Deite-se de costas no tapete, levante as pernas para o ar e estenda os braços em direção aos pés. Lentamente, role o corpo para cima, equilibrando-se nos ossos do bumbum, formando uma “V” invertida. Mantenha a posição por alguns segundos e, em seguida, role lentamente o corpo de volta para o tapete. Repita por 6 a 8 vezes.
  2. Swan Dive (Mergulho do Cisne): Este exercício fortalece as costas, ombros e glúteos. Deite-se de barriga para baixo no tapete, com as pernas estendidas e os braços estendidos acima da cabeça. Contraia o core e levante o peito e os braços do tapete, estendendo o corpo para cima e para a frente. Mantenha a posição por alguns segundos e, em seguida, abaixe o corpo de volta para o tapete. Repita por 8 a 10 vezes.
  3. Teaser (Desafio): Este exercício é um dos mais desafiadores do Mat Pilates e requer um alto nível de força e equilíbrio. Sente-se no tapete, com as pernas estendidas e os braços estendidos acima da cabeça. Contraia o core e role o corpo para trás, mantendo as pernas retas e levantando-as em um ângulo de 45 graus do chão. Mantenha a posição por alguns segundos e, em seguida, role lentamente o corpo de volta para a posição inicial. Repita por 6 a 8 vezes.

Esses exercícios avançados são apenas uma amostra do que você pode explorar no Mat Pilates. Lembre-se sempre de ouvir o seu corpo e respeitar os seus limites. Se necessário, você pode buscar a orientação de um instrutor experiente para garantir que você esteja executando os movimentos corretamente e de forma segura.

Incorporando o Mat Pilates à sua rotina de exercícios

Agora que você está familiarizado com os exercícios básicos e avançados do Mat Pilates, é hora de falar sobre como incorporar essa prática à sua rotina de exercícios.

O Mat Pilates pode ser realizado de 2 a 3 vezes por semana, dependendo do seu nível de condicionamento físico e dos seus objetivos. É importante alternar os dias de prática com outros tipos de exercícios, como cardio e treinamento de força, para obter um treino completo e equilibrado.

Você pode fazer uma aula de Mat Pilates em grupo, com um instrutor certificado, ou seguir uma série de exercícios em casa. Existem muitos vídeos e aplicativos disponíveis que podem guiá-lo através de uma prática de Mat Pilates completa.

Lembre-se de aquecer antes de iniciar os exercícios e alongar-se depois para evitar lesões. Comece com os exercícios básicos e vá progredindo gradualmente para os mais avançados. Ouça seu corpo e respeite seus limites, fazendo modificações nos exercícios, se necessário.

Incorporando o Mat Pilates à sua rotina de exercícios

Afinando a Sintonia do Corpo: Pilates no Solo e o Caminho para o Condicionamento Físico Ótimo

Praticar Pilates no Solo vai muito além de realizar exercícios físicos; é embarcar numa verdadeira jornada de aprimoramento pessoal, onde o movimento encontra a ciência para transformar nosso entendimento e uso do corpo. Ao praticarmos sobre sobre o tapete, usando apenas no peso de nosso corpo como desafio, descobrimos os segredos e aprendemos maneiras incríveis de potencializar nossa capacidade física.


Ao falar de condicionamento físico, muitas vezes pensamos em força, flexibilidade e resistência. No entanto, o Pilates no Solo nos leva além, transformando não só como alcançamos objetivos pessoais, mas também como harmonizamos nosso movimento. Mais do que um exercício, é uma reeducação corporal para nos movermos de forma mais eficaz e equilibrada. Concentrando-se em fortificar o core, aprimorar a postura e melhorar a flexibilidade, o Pilates no Solo faz uma contribuição valiosa para nossa saúde e bem-estar integral.

A ligação entre praticar Pilates no Solo e melhorar o condicionamento físico é realmente significativa. Cada movimento planejado não só busca testar nossos limites físicos, mas também cultivar uma maior atenção e presença mental. Esta estratégia completa garante que à medida que fortalecemos nosso corpo, nossa mente também se afia, ganhando foco e resiliência. Dessa forma, o Pilates no Solo vai além de simples preparação física, ensinando-nos sobre a importância de respirar corretamente, manter um alinhamento corporal adequado e executar cada movimento com precisão — fundamentos vitais para um estado de forma física duradouro e holístico.

No fundo, Pilates no Solo transcende a ideia de ser apenas uma técnica para melhorar o físico; transforma-se em um verdadeiro estilo de vida. Oferece aos seus adeptos um conjunto de habilidades que vai além do exercício, promovendo um entendimento profundo de seu corpo. Isso permite que as pessoas não só atinjam seus objetivos de condicionamento físico, mas também elevem sua qualidade de vida como um todo. Praticar cada movimento com intenção e plena atenção abre um caminho para reconhecer tanto a capacidade física quanto o vasto potencial da mente e do espírito. É, essencialmente, um convite para abraçar cada dia com mais atenção, elegância e vigor, seja praticando no tapete ou levando esses ensinamentos para além das sessões de Pilates.

Exercícios Originais de Pilates: A Fundação do Movimento e da Força

Os exercícios criados por Joseph Pilates transcendem as simples práticas de movimento, formando o coração de uma filosofia que une o físico ao psíquico. Concebidos com extremo cuidado, eles não apenas enfatizam a precisão e o domínio, mas fluem de maneira que buscam harmonizar o corpo com a mente. Imersão nessa metodologia significa embarcar em uma exploração pessoal, onde fortalecemos as bases físicas do nosso ser ao mesmo tempo que desenvolvemos uma consciência profunda da nossa anatomia.

Cada movimento projetado no universo do Pilates serve como peça fundamental de um quebra-cabeça mais amplo, visando a remodelação integral do corpo, começando pelo seu centro. De exercícios revitalizantes como o “The Hundred”, que prepara o corpo para a sessão, até desafios de força e coordenação como o “The Teaser”, cada prática é elaborada com o intuito de não apenas realinhar e fortalecer, mas também de aumentar a flexibilidade do corpo, favorecendo uma saúde plena. Essa abordagem vai muito além do aspecto físico, promovendo uma sinergia entre mente e corpo, onde a respiração consciente e os movimentos se harmonizam perfeitamente.

Comprometer-se com o Pilates significa abraçar a disciplina e a dedicação. Ao manter uma rotina regular de treinos, não apenas desenvolvemos uma força muscular equilibrada e robusta, mas também refinamos nossa postura e fomentamos um estado de atenção constante e equilibrada. Estas práticas servem como bússolas para um conhecimento mais profundo de nós mesmos, permitindo que nos movamos pela vida com mais graça, competência e autoconfiança.

De fato, escolher os exercícios tradicionais de Pilates vai além de um simples regime de condicionamento físico; é um compromisso com um estilo de vida que valoriza a harmonia entre o bem-estar físico e mental. Revisitar e aplicar os princípios fundamentais do Pilates em nossa rotina diária é um convite ao desenvolvimento pessoal, que transcende o meramente físico para enriquecer nossa visão de mundo, energia vital e capacidade de superar desafios com coragem e resiliência.

Benefícios do MAT Pilates

A Bola Suíça e sua Revolução nos Pilates: Um Toque de Dinamismo e Profundidade

A chegada da bola suíça às aulas de Pilates marcou um ponto de virada significativo para aqueles que buscam aprimorar sua prática e extrair o máximo de seus benefícios. Esse recurso inovador não só traz uma nova profundidade e complexidade aos exercícios de Pilates, mas também transforma cada aula em uma jornada de descoberta e evolução pessoal.

Adicionar a bola suíça ao nosso treino de Pilates nos apresenta desafios renovados, colocando à prova nossa estabilidade, equilíbrio e coordenação de formas que não havíamos explorado antes. Esse acessório exige que elevemos nosso nível de controle e precisão, que são essenciais no Pilates, e ao mesmo tempo, abre portas para explorarmos e nos aventurarmos por novos movimentos.

Este constante desafio reforça não só a nossa conexão mente-corpo, mas expande os benefícios do Pilates, promovendo desde um aumento na flexibilidade e força até a conquista de uma postura exemplar.

O fascínio pela bola suíça reside também na sua eficácia em ativar e fortalecer os membros inferiores, garantindo um trabalho focado nessas áreas essenciais. Isso é de grande valia, considerando que uma base inferior forte é essencial para manter uma boa postura e evitar lesões, contribuindo para a solidez do corpo como um todo.

Mais que seus reconhecidos ganhos físicos, a bola suíça amplia significativamente o aspecto mental do Pilates. O foco necessário para manter-se equilibrado e executar movimentos precisos com a bola promove uma ligação mais intensa com nosso interior, abrindo caminho para uma serenidade e concentração que são frequentemente eclipsadas pela correria do dia a dia.

A bola suíça rapidamente se tornou essencial nas aulas de Pilates, trazendo uma variedade incrível de exercícios e benefícios. Sua integração aos exercícios tradicionais permite que quem pratica sinta os efeitos do Pilates de uma maneira mais intensa, melhorando não apenas a saúde física, mas também a emocional.

Acessórios e equipamentos

FAQ sobre Mat Pilates

1. Qual a diferença entre Mat Pilates e Pilates?

O Pilates pode ser praticado de duas formas principais: no solo, conhecido como Mat Pilates, ou em aparelhos, frequentemente referido simplesmente como Pilates. A principal diferença entre essas modalidades está no uso ou não de equipamentos especializados. O Mat Pilates é realizado com o praticante utilizando um tapete (mat, em inglês), podendo incluir acessórios simples como bolas, faixas elásticas e anéis. Já o Pilates com aparelhos utiliza equipamentos como o Reformer, Cadillac, e a Chair, que oferecem resistência ajustável por meio de molas, proporcionando uma gama mais ampla de exercícios e intensidades.

2. Como é a aula de Mat Pilates?

A aula de Mat Pilates foca no controle, na concentração e na respiração, com exercícios que visam fortalecer a musculatura, melhorar a postura, a flexibilidade e a saúde mental. As aulas começam com um aquecimento, seguido de uma sequência de exercícios realizados principalmente no chão, com movimentos lentos e controlados que desafiam o equilíbrio, a coordenação e a força muscular. O instrutor pode incorporar acessórios para aumentar a eficácia dos exercícios ou adaptá-los para diferentes níveis de habilidade.

3. Quanto tempo dura uma aula de Mat Pilates?

Uma aula típica de Mat Pilates geralmente dura entre 45 a 60 minutos. A duração pode variar dependendo do estúdio, do instrutor e do nível da turma, mas a maioria das aulas se encaixa nesse intervalo de tempo, oferecendo um treino completo que engaja diversos grupos musculares e promove a consciência corporal.

4. Quantos exercícios têm o Mat Pilates?

O Mat Pilates é composto por mais de 50 exercícios básicos, que podem ser modificados ou adaptados para criar variações, tornando o número total de exercícios potencialmente maior. Esses exercícios englobam uma ampla gama de movimentos que visam diferentes partes do corpo, como abdominais, lombares, pernas e braços, permitindo ao praticante trabalhar o corpo de maneira integral. Os instrutores escolhem e combinam esses exercícios de acordo com o nível e os objetivos da turma, garantindo que cada aula seja única e desafiadora.

Espero que essas informações te ajudem a entender melhor o Mat Pilates e como ele se diferencia do Pilates tradicional, além de te dar uma ideia do que esperar das aulas. Se tiver mais dúvidas ou precisar de informações adicionais, estou à disposição!

Além disso, o Mat Pilates pode ser uma ótima opção para combinar com outras atividades físicas. Por exemplo, se você pratica corrida, o Mat Pilates pode ajudar a fortalecer os músculos do core e melhorar sua postura, o que pode resultar em melhor desempenho e redução do risco de lesões.

Não se esqueça dos benefícios mentais do Mat Pilates. Essa prática pode ser uma excelente maneira de aliviar o estresse, acalmar a mente e melhorar a concentração. Reserve um tempo para se conectar com seu corpo, respirar profundamente e aproveitar os momentos de tranquilidade durante a prática.

Agora que você conhece todos os benefícios do Mat Pilates, é hora de experimentar essa prática incrível e desfrutar de uma série de melhorias para o corpo e a mente. Lembre-se de que a consistência é a chave para obter resultados duradouros. Então, pegue seu tapete de Pilates, coloque suas roupas confortáveis e comece a explorar tudo o que o Mat Pilates tem a oferecer!

Conteúdos relacionados

Dry Needling ou Agulhamento Seco – O que você precisa saber

Dry Needling ou Agulhamento Seco – O que você precisa saber

O dry needling, ou agulhamento seco, tem emergido como uma técnica significativa no campo da fisioterapia. Comumente usado para o tratamento de dores e disfunções musculoesqueléticas, esta técnica pode oferecer alívio rápido e eficaz para uma variedade de condições. Este post é dedicado a esclarecer as dúvidas mais comuns sobre o dry needling, ajudando fisioterapeutas a compreender melhor sua aplicação, benefícios e diferenciações, como a acupuntura.

O que é e qual é o objetivo do dry needling?

Dry needling, também conhecido como agulhamento a seco, é uma abordagem terapêutica minimamente invasiva que envolve a inserção de agulhas filiformes finas em partes específicas do tecido muscular. Essas agulhas são direcionadas aos pontos gatilhos miofasciais, que são áreas tensas dentro do músculo que podem contribuir para a dor persistente e limitação do movimento. Esses pontos gatilhos podem ser identificados por um profissional de saúde treinado através da palpação e observação dos padrões de dor.

O procedimento visa desativar esses pontos gatilhos, buscando aliviar a dor, reduzir a tensão muscular, melhorar a amplitude de movimento e promover a recuperação dos tecidos. Ao inserir a agulha nos pontos específicos, acredita-se que ocorra uma liberação de tensão através da ruptura mecânica dos nódulos musculares, estimulando também respostas biológicas que facilitam processos de cura natural do corpo.

O dry needling é muitas vezes utilizado por fisioterapeutas como parte de um plano de tratamento mais amplo, que pode incluir outras formas de terapia manual, exercícios e orientações sobre postura e movimento. O objetivo principal é restaurar a funcionalidade muscular, permitindo que o indivíduo retome suas atividades diárias ou esportivas com menos desconforto e melhor desempenho.

É importante destacar que o dry needling difere da acupuntura tradicional, embora ambas as técnicas utilizem agulhas. A principal diferença reside em suas bases teóricas e objetivos; enquanto a acupuntura é baseada em conceitos da medicina tradicional chinesa e busca equilibrar a energia vital do corpo (Qi), o dry needling tem fundamentação na anatomia e fisiologia ocidental, focando especificamente no tratamento de disfunções musculares.

Antes de se submeter ao dry needling, é recomendado que o paciente procure um profissional qualificado e experiente, que possa avaliar adequadamente sua condição e determinar se essa técnica é a mais indicada para o seu caso. A segurança e a eficácia do procedimento dependem em grande parte da habilidade do terapeuta e do cumprimento de protocolos de higiene e segurança.

O que é o agulhamento a seco?

O agulhamento a seco é sinônimo de dry needling, descrito acima, e é uma técnica que não utiliza injeção de substâncias. É realizado apenas com a penetração da agulha no tecido muscular.

O que o agulhamento seco faz?

Ele estimula os pontos gatilhos, que são nódulos tensos em bandas tensas de músculos. Esses pontos podem gerar dor referida, disfunção e autônoma.

Formação de pontos gatilhos

A formação de pontos gatilhos é um fenômeno complexo e relevante no contexto das disfunções musculares e da dor miofascial. Estes pontos são essencialmente áreas hiperirritáveis localizadas em um tecido muscular tenso, que podem gerar padrões característicos de dor e desconforto quando estimulados. Os pontos gatilhos são classificados em dois tipos principais, cada um com suas peculiaridades e implicações clínicas:

Pontos Gatilho Ativos

Os pontos gatilho ativos são notoriamente conhecidos por causarem dor de forma espontânea ou quando submetidos a pressão. Esta dor é geralmente aguda, penetrante e pode irradiar para áreas distantes no corpo, seguindo padrões específicos. Esses pontos não apenas provocam desconforto direto, mas também podem levar a uma diminuição significativa da amplitude de movimento e à alteração da funcionalidade do músculo afetado. Além disso, os pontos gatilho ativos podem desencadear reações autonômicas, como sudorese, tontura e até mesmo náuseas, em casos mais severos.

Pontos Gatilho Latentes

Por outro lado, os pontos gatilho latentes diferem dos ativos principalmente porque não produzem dor espontânea. No entanto, sua presença no músculo não é inofensiva; podem contribuir para uma sensação de rigidez muscular, restringir a amplitude de movimento e causar fraqueza muscular. Quando esses pontos latentes são pressionados, podem se tornar ativos, desencadeando dor e desconforto. Portanto, a identificação e o tratamento desses pontos, mesmo quando latentes, são cruciais para prevenir a evolução para um quadro mais doloroso e debilitante.

A formação desses pontos gatilhos pode ser atribuída a diversas causas, incluindo, mas não se limitando a, estresse muscular repetitivo, posturas inadequadas, desequilíbrios musculares, trauma direto e até fatores emocionais como o estresse crônico. A compreensão desses mecanismos é fundamental para o desenvolvimento de estratégias eficazes de tratamento e prevenção.

O manejo dos pontos gatilhos envolve uma combinação de técnicas, incluindo terapias manuais, como o agulhamento a seco (dry needling) e massagem, além de exercícios específicos de alongamento e fortalecimento. O objetivo é aliviar a dor, restaurar a funcionalidade muscular e, em última análise, melhorar a qualidade de vida do paciente. É imprescindível que o tratamento seja personalizado e conduzido por um profissional de saúde qualificado, capaz de avaliar a complexidade do quadro clínico do paciente e determinar a abordagem terapêutica mais adequada.

    Como funciona o dry needling?

    Qual é a agulha usada no dry needling?

    Usa-se uma agulha filiforme fina que penetra na pele e no músculo atingindo o ponto gatilho.

    Efeitos mecânicos do dry needling

    Os efeitos mecânicos do dry needling sobre os pontos gatilhos miofasciais são fundamentais para entender como essa técnica pode aliviar a dor e melhorar a funcionalidade muscular. Uma das respostas mais significativas durante a aplicação do dry needling é a ocorrência da Resposta de Espasmo Local (REL). Esse fenômeno é caracterizado por uma contração súbita e involuntária das fibras musculares no local onde a agulha é inserida.

    A REL é considerada um indicador de que a agulha atingiu efetivamente o ponto gatilho. Essa contração muscular instantânea contribui para o processo de desativação do ponto gatilho, promovendo um alívio imediato da tensão muscular e da dor associada. O mecanismo por trás da REL e da desativação dos pontos gatilhos ainda é objeto de estudo, mas acredita-se que a inserção da agulha cause uma alteração na química local do músculo, liberando substâncias que reduzem a dor e a inflamação.

    Além disso, o processo de inserção da agulha e a subsequente REL podem ajudar a melhorar a circulação sanguínea na área afetada, facilitando a oxigenação e a remoção de metabólitos que contribuem para a dor muscular. Esse aumento no fluxo sanguíneo também pode acelerar os processos de reparação e recuperação do tecido muscular, contribuindo para a restauração da funcionalidade muscular e a prevenção de futuras lesões.

    Portanto, os efeitos mecânicos do dry needling, particularmente a indução da Resposta de Espasmo Local, desempenham um papel crucial na eficácia da técnica para o tratamento de disfunções musculoesqueléticas. Ao desativar os pontos gatilhos e aliviar a tensão muscular, o dry needling oferece uma abordagem valiosa para o manejo da dor e a melhoria da mobilidade e qualidade de vida dos pacientes.

    O que o agulhamento seco é capaz de tratar?

    Dry needling tem mostrado eficácia em diversas condições, incluindo:

    • Síndrome Dolorosa Miofascial
    • Dores de cabeça tipo tensão
    • Enxaquecas
    • Dores da articulação temporo mandibular
    • Dores musculares do exercício
    • Dores por overtraining
    • Transtornos relacionados ao uso excessivo de computador
    • Distúrbios associados com lesão por chicote (whiplash)
    • Dor pélvica e outras síndromes urológicas
    • Tendinopatias do ombro

    Agulhamento a seco e acupuntura são a mesma coisa?

    Não. Apesar de ambas as técnicas utilizarem agulhas, o dry needling foca nos pontos gatilhos musculares, enquanto a acupuntura se baseia em liberar energia em pontos meridianos segundo a medicina tradicional chinesa.

    Resumo sobre agulhamento seco e dry needling

    O agulhamento seco, conhecido internacionalmente como dry needling, é uma técnica terapêutica fundamentada em evidências científicas, que se destaca por sua eficácia no tratamento de diversas condições musculoesqueléticas. A prática envolve a inserção de agulhas filiformes muito finas através da pele, diretamente nos pontos gatilhos miofasciais, que são áreas tensas e dolorosas dentro dos músculos, responsáveis por gerar dor e disfunção muscular.

    Esta técnica tem como objetivo principal aliviar a dor, reduzir a tensão muscular, melhorar a amplitude de movimento e facilitar a recuperação muscular, promovendo assim uma melhora significativa na qualidade de vida dos pacientes. O dry needling é especialmente indicado para o tratamento de dor crônica, espasmos musculares, síndromes de dor miofascial, e condições como a dor lombar, cefaleias tensionais e tendinite, entre outras.

    A eficácia do agulhamento seco depende crucialmente da habilidade e do conhecimento do profissional que o executa. Por isso, é fundamental que seja realizado por profissionais de saúde qualificados e devidamente treinados na técnica, como fisioterapeutas, para assegurar a segurança do procedimento e maximizar seus benefícios. O sucesso do tratamento com dry needling baseia-se não apenas na técnica propriamente dita, mas também em uma avaliação precisa e um plano de tratamento individualizado, que pode incluir, além do agulhamento, orientações de exercícios específicos e outras intervenções terapêuticas.

    Referências Bibliográficas

    “Dry needling é uma ferramenta valiosa no arsenal do fisioterapeuta para o manejo da dor neuromusculoesquelética e das disfunções de movimento.” – Associação Americana de Fisioterapia (APTA)

    “A prática do dry needling exige uma compreensão aprofundada da anatomia, fisiologia e neurologia para alcançar resultados seguros e eficazes.” – Dr. Jan Dommerholt, PT, DPT

    “Quando usado em conjunto com outros tratamentos de fisioterapia, o dry needling pode reduzir significativamente a dor e melhorar o movimento.” – Dr. David G. Baker, PT, DPT, OCS

    “É importante que os fisioterapeutas busquem educação e treinamento de alta qualidade em dry needling para garantir a segurança do paciente e os melhores resultados.” – Academia Internacional de Medicina Ortopédica-US (IAOM-US)

    “Dry needling não é um remédio para todas as dores, mas quando integrado a uma abordagem abrangente da fisioterapia, pode ser um divisor de águas para muitos pacientes.” – Dr. Todd S. Ellenbecker, PT, DPT, MS, SCS, OCS, CSCS

    Lembre-se, a segurança e a efetividade do tratamento com dry needling dependem crucialmente do conhecimento e formação do fisioterapeuta. Continue a se educar e esteja informado sobre as melhores práticas para garantir o máximo benefício aos seus pacientes.

    FAQ: Agulhamento a Seco (Dry Needling)

    Para que serve o dry needling?
    O dry needling é uma técnica terapêutica utilizada para tratar dor e disfunções musculares. Ele é aplicado inserindo agulhas finas em pontos gatilhos miofasciais específicos nos músculos, com o objetivo de desativar estes pontos, aliviar a dor, reduzir a tensão muscular, melhorar a amplitude de movimento e facilitar a recuperação muscular.

    Qual a diferença entre acupuntura e dry needling?
    Embora ambas as técnicas utilizem agulhas, elas têm fundamentos e objetivos distintos. A acupuntura é uma prática da medicina tradicional chinesa que visa equilibrar a energia vital do corpo (Qi) através da inserção de agulhas em pontos específicos dos meridianos energéticos. O dry needling, por outro lado, é baseado na anatomia e fisiologia ocidental e foca no tratamento de disfunções musculares, inserindo agulhas diretamente nos pontos gatilhos miofasciais para aliviar a dor e melhorar a função muscular.

    Quais os benefícios do agulhamento a seco?
    O agulhamento a seco oferece vários benefícios, incluindo alívio da dor, redução da tensão muscular, aumento da amplitude de movimento, melhora da circulação sanguínea local, aceleração dos processos de reparação e recuperação muscular, além de auxiliar na prevenção de novas lesões musculares.

    Quanto tempo fica o dry needling?
    A duração de cada sessão de dry needling pode variar dependendo do caso específico e do objetivo do tratamento. Em geral, a agulha é mantida no ponto gatilho por um período curto, que pode variar de alguns segundos a vários minutos. O número de sessões necessárias também varia de acordo com a resposta individual do paciente ao tratamento e a gravidade da condição sendo tratada.

    Conteúdos relacionados

    Conheça sobre o Manguito Rotador e suas Funções

    Conheça sobre o Manguito Rotador e suas Funções

     Quais são as funções do Manguito Rotador?

    O Manguito Rotador é responsável por fornecer estabilidade ao ombro e permitir movimentos centrados no ombro, como elevar os braços para trás, movimento de abdução/adução e rotação interna/externa. A função do Manguito Rotador impede que as articulações se desloquem muito durante os movimentos, garantindo assim segurança para os ombros.

    No corpo humano, o manguito rotador é uma unidade anatômica funcional localizada na extremidade superior .

    Sua função está relacionada à articulação glenoumeral, onde os músculos do manguito funcionam tanto como executores dos movimentos da articulação quanto como estabilizadores da articulação.

    As lesões do manguito rotador interferem na função da articulação glenoumeral e correspondem à incapacidade de realizar os movimentos associados a esta articulação.

    Fatos principais
    Músculo supraespinhal Origem : fossa supraespinhal da escápula
    Inserção : tubérculo maior do úmero
    Inervação : nervo supraescapular (C4, C6)
    Função : iniciação da abdução do braço até 15° na articulação glenoumeral; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.
    Músculo infraespinhal Origem : fossa infraespinhal da escápula
    Inserção : tubérculo maior do úmero
    Inervação : nervo supraescapular (C5, C6)
    Função : rotação externa do braço na articulação glenoumeral; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.
    músculo redondo menor Origem : margem lateral da escápula
    Inserção : tubérculo maior do úmero
    Inervação : nervo axilar (C5, C6)
    Função : rotação externa e adução do braço na articulação glenoumeral; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.
    músculo subescapular Origem : dois terços mediais da fossa subescapular
    Inserção : tubérculo menor do úmero
    Inervação : nervos subescapulares superior e inferior (C5, C7)
    Função : rotação interna do braço; estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoidal.

    O seguinte artigo descreve a anatomia, incluindo as origens e inserções, juntamente com a função e patologias do manguito rotador.

    Conteúdo
    1. Origens e inserções
      1. músculo subescapular
      2. músculo redondo menor
      3. Músculo supraespinhal
      4. Músculo infraespinhal
      5. Mnemônico
    2. Funções
    3. Aspectos clínicos
    4. Fontes

    Origens e inserções

    Todos esses músculos se originam da escápula e se inserem no úmero 

    Inserções, inervação e funções dos músculos do manguito rotador.

    Músculo subescapular

    O músculo subescapular é muito importante para a rotação interna do úmero. Origina-se da fossa subescapular e se insere no tubérculo menor do úmero.

     

    Músculo redondo menor

    Musculo redondo menor o do manguito rotador

    O músculo redondo menor se origina na borda lateral da escápula  e se insere no tubérculo maior do úmero .

    Músculo supraespinhal

    Musculo Suprespinhal do Manguito Rotador

    O músculo supraespinal tem origem na fossa supraespinal e se insere no tubérculo maior do úmero – semelhante ao músculo redondo menor.

    Músculo infraespinhal

    Musculos Infraespinho do Manguito rotador

    O quarto músculo do manguito rotador é o músculo infraespinal . Origina-se na fossa infraespinhal da escápula e também se insere no tubérculo maior .

    Funções

    A principal função do manguito rotador é estabilizar e centralizar a cabeça do úmero na cavidade articular, a cavidade glenóide. Além disso, os músculos apertam a cápsula articular evitando uma pinça durante os movimentos do ombro .

    O manguito rotador sempre aparece nas questões do exame! Certifique-se de estar preparado para perguntas sobre seus anexos, inervações e funções com nosso gráfico de revisão da anatomia muscular da extremidade superior.

    O músculo subescapular é um poderoso rotador interno que também suporta o braço durante abdução e adução. A função do músculo redondo menor consiste principalmente na rotação externa  e adução do braço.

    O músculo supraespinhal inicia a  abdução do braço. Finalmente, o músculo infraespinhal é um forte rotador externo e também auxilia na abdução e adução.

    Função do Manguito Rotador

    Conteúdos relacionados

    Tendinopatia de Aquiles

    Tendinopatia de Aquiles

    Definição e mecanismo de lesão

    A tendinopatia de Aquiles é uma lesão de uso excessivo comum causada pelo armazenamento repetitivo de energia e liberação com compressão excessiva. Isso pode levar a uma lesão súbita ou, no pior dos casos, pode causar uma ruptura do tendão de Aquiles. Em ambos os casos, a falta de flexibilidade ou um tendão de Aquiles rígido pode aumentar o risco dessas lesões [1]

    O termo atual que é recomendado para descrever essa coorte de pacientes é “tendinopatia”. Cook e Purdum [2] propuseram uma nova estratégia ao abordar a dor do tendão, e isso é chamado de tendão contínuo . O modelo de continuum propôs um modelo para o estadiamento da tendinopatia com base nas alterações e distribuição da desorganização dentro do tendão. Os 3 estágios são: tendinopatia reativa, déficit tendinoso e tendinopatia degenerativa. Tem sido sugerido que o tendão pode mover-se para cima e para baixo neste continuum e isso pode ser conseguido através da adição ou remoção de carga para o tendão, especialmente nos estágios iniciais de uma tendinopatia.

    Tendinopatia de Aquiles pode ser descrita como inserção ou porção média, a diferença está na localização. A forma de inserção está situada no nível de transição entre o tendão de Aquiles e o osso, a forma de porção média está localizada no nível do corpo do tendão.

    Os espécimes cirúrgicos mostram uma série de alterações degenerativas do tendão afetado, como na estrutura e arranjo da fibra do tendão, bem como um aumento nos glicosaminoglicanos, o que pode explicar o inchaço do tendão. [3] A causa precisa da tendinite ainda não está clara. Embora a tendinite do tendão de Aquiles esteja frequentemente ligada a atividades esportivas, a doença também é freqüentemente encontrada em pessoas que não praticam esportes. A maior causa é a sobrecarga excessiva do tendão. Uma leve degeneração do tendão de Aquiles pode estar presente latentemente, mas a dor só aparece quando o tendão está sobrecarregado. Também é notado que a doença geralmente não é precedida por um trauma [4][5] .

    Anatomia clinicamente relevante

    O tendão de Aquiles é o maior e mais forte tendão do corpo humano.

    Aquiles tendon.jpg

    O tendão tem a capacidade de resistir a grandes forças de tração. Ela deriva de uma confluência distal do músculo gastrocnêmio e sóleo e se insere no fundo do calcâneo.

    Uma estrutura típica de tendão consiste em células cilíndricas finas e uma matriz extracelular. As células do tendão, respectivamente os tenoblastos dos tenócitos, são responsáveis ​​pela síntese de todos os componentes da matriz extracelular. Dentro da matriz encontramos feixes de colágeno tipo I e elastina. Este tipo de colágeno é responsável pela força do tendão. Entre o colágeno existe uma substância básica localizada que é composta por proteoglicanos e glicosaminoglicanos. [6]

    O tendão de Aquiles é cercado por partenon, que funciona como uma luva elástica ao redor do tendão que permite que o tendão se mova livremente entre o tecido circundante. O partenon consiste em uma camada de células e é responsável pelo transporte de sangue do tendão. As camadas que são formadas sob o partenon estão em ordem cronológica: o epitênio que é uma membrana fina e o endotenon que envolve as fibras de colágeno que resulta em feixes [7]

    O suprimento sangüíneo ao longo do comprimento do tendão é ruim, como mostrado pelo pequeno número de vasos sangüíneos por área transversal, especialmente a região 4-6cm acima do calcâneo. Uma vascularização deficiente pode caracterizar uma taxa de cicatrização lenta após trauma [8][9] .

    Etiologia

    Um tendão reativo é o primeiro estágio do tendão contínuo e é uma resposta proliferativa não inflamatória na matriz celular. Isto é como resultado de sobrecarga compressiva ou de tração. Esticar o tendão durante o exercício físico tem sido visto como um dos maiores estímulos patológicos e sobrecarga sistemática do tendão de Aquiles acima do limite fisiológico pode causar um micro-trauma. Microtraumas repetitivos que estão ligados a uma tensão não uniforme entre o gastrocnêmio e o sóleo, causam forças de atrito entre as fibras e concentrações anormais da carga no tendão de Aquiles. Isso tem consequências, como a inflamação da bainha do tendão, a degeneração ou a combinação de ambas. Sem o tempo mínimo de recuperação, isso pode levar a uma tendinopatia [10] .

    Diminuição do fluxo sanguíneo arterial, hipóxia local, diminuição da atividade metabólica, nutrição e resposta inflamatória persistente têm sido sugeridos como possíveis fatores que podem levar a lesões crônicas por uso excessivo de tendão e degeneração tendínea.

    O mais comum e talvez o mais importante desalinhamento é o do tornozelo causado pela hiperpronação do pé. Aumento da pronação do pé tem sido proposto para ser associado com tendinopatia de Aquiles.

    No trauma agudo, os fatores externos dominam, enquanto os danos causados ​​pelo uso excessivo geralmente têm uma origem multifatorial. A fase aguda da tendinopatia de Aquiles é causada por sobrecarga aguda, trauma contuso ou fadiga muscular aguda, e é caracterizada por uma reação inflamatória e formação de edema. Se o tratamento da fase aguda falhar ou se negligenciar, pode causar fibrina e formar aderências no tendão.

    A progressão da tendinopatia reativa para a recuperação da disfunção pode ocorrer se o tendão não for descarregado e retornar ao estado normal. Durante esta fase, há a continuação do aumento da produção de proteínas, que se mostrou resultar na separação do colágeno e na desorganização da matriz celular. Esta é a tentativa de cura do tendão como na 1ª fase, mas com maior envolvimento e degradação fisiológica.

    A tendinopatia degenerativa é o estágio final no continuum e sugere-se que nesse estágio haja um mau prognóstico para o tendão e que as alterações sejam agora irreversíveis. Muitas vezes, a degeneração do tendão é encontrada em combinação com aderências peritendíneas, mas isso não significa que uma condição cause a outra.

    Em resumo, os efeitos do uso excessivo, má circulação, falta de flexibilidade, gênero, fatores endócrinos ou metabólicos podem levar a tendinopatias. A estrutura do tendão é perturbada por esse esforço repetitivo (muitas vezes de natureza excêntrica) e as fibras de colágeno vão juntas, quebram as ligações cruzadas e a desnaturação da lâmina causa o tecido, causando inflamação. Supõe-se que esse microtrauma cumulativo não só enfraqueça a ligação cruzada de colágeno, mas também a matriz colagenosa e os elementos vasculares que influenciam o tendão, o que, em última instância, leva à tendinopatia [11].

    Além disso, pesquisas recentes mostraram que uma idade mais avançada, maior proporção de massa gorda andróide e circunferência da cintura> 83cm, em homens, estão associadas a uma maior chance de ter Tendinopatia de Aquiles [12][13] . A presença da variante do gene COL5A1 também foi considerada um possível fator de risco. Este gene é normalmente responsável pela produção da proteína do tendão, mas os pacientes com essa condição mostraram ter freqüências alélicas significativamente diferentes do RFLP B5R1 de COL5A1 em comparação com indivíduos normais [14][15] . Portanto, além do uso excessivo e degeneração, propôs-se que a Tendinopatia de Aquiles tivesse uma forte influência metabólica [16][17] devido à baixa vascularização anatômica, associação com a gordura corporal e o fator genético.

    Apresentação clínica

    A dor da manhã é um sintoma característico, porque o tendão de Aquiles deve tolerar toda a amplitude de movimento, incluindo o alongamento imediatamente após levantar-se pela manhã. Os sintomas são tipicamente localizados no tendão e na área circundante imediata.

    Inchaço e dor são menos comuns. O tendão pode parecer ter mudanças sutis no contorno, tornando-se mais espesso nos planos AP e ML. [18]

    Com pessoas que têm uma tendinopatia do tendão de Aquiles que tem uma zona sensível, combinada com inchaço intratendinoso, que se move junto com o tendão e cuja sensibilidade aumenta ou diminui quando o tendão é colocado sob pressão, haverá um alto valor preditivo que nesta situação, há um caso de tendinose. [19] O lado afetado do tendão apresenta maior diâmetro, maior rigidez e menor deformação em comparação ao lado não afetado.

    Diagnóstico diferencial

    Exame

    Como sempre, uma avaliação subjetiva é importante para fornecer pistas relacionadas ao mecanicismo da lesão e à história da doença. Os médicos podem usar um relatório subjetivo de dor localizado de 2 a 6 cm proximal à inserção do tendão de Aquiles que começou gradualmente e dor com palpação para diagnosticar a tendinopatia de Aquiles [21] .

    No exame objetivo, é importante avaliar totalmente o membro inferior. A avaliação do quadril e do joelho dará clausuras para contribuições biomecânicas e desequilíbrios musculares. No pé e no tornozelo, procuramos mais fatores contributivos e resultantes locais:

    • Observação de atrofia muscular, inchaço, assimetria, derrames articulares e eritema. A atrofia é uma pista importante para a duração da tendinopatia e está freqüentemente presente em condições crônicas. Inchaço, assimetria e eritema nos tendões patológicos são frequentemente observados no exame. Os derrames articulares são incomuns com tendinopatia e sugerem a possibilidade de patologia intra-articular.
    • Os testes de amplitude de movimento, força e flexibilidade são freqüentemente limitados no lado da tendinopatia [22][23] .
    • A palpação tende a provocar uma sensibilidade bem localizada que é semelhante em qualidade e localização à dor sentida durante a atividade [24] Os exames físicos do tendão de Aquiles freqüentemente revelam nódulos palpáveis ​​e espessamento.
    • Deformidades anatômicas, como antepé, calcanhar varo, pes planus excessivo ou pronação do pé, devem receber atenção especial. Essas deformidades anatômicas são frequentemente associadas a esse problema [25][26] .
    • um sinal de arco positivo e resultados positivos no teste do Royal London Hospital [21]

    Os médicos devem usar medidas de desempenho físico, incluindo testes de resistência ao salto e salto, conforme apropriado, para avaliar o status funcional de um paciente e documentar os achados. Ao avaliar o comprometimento físico em um episódio de tratamento para aqueles com tendinopatia de Aquiles, deve-se medir a amplitude de movimento da dorsiflexão do tornozelo, amplitude de movimento da articulação subtalar, força e resistência da flexão plantar, altura do arco estático, alinhamento do antepé e dor à palpação [21]

    Estudos de imagem não são necessários para diagnosticar a tendinite de Aquiles, mas podem ser úteis para o diagnóstico diferencial. O ultrassom é a modalidade de imagem de primeira escolha, pois fornece uma indicação clara da largura dos tendões, mudanças no conteúdo de água dentro da integridade do tendão e do colágeno, bem como inchaço da bolsa. Uma ressonância magnética pode ser indicada se o diagnóstico não for claro ou se os sintomas forem atípicos. A ressonância magnética pode mostrar um aumento do sinal dentro do Aquiles [27] O uso de métodos não invasivos de formação de imagem para a avaliação do tendão de Aquiles (características mecânicas, estruturais e biomecânicas) in vivo é relativamente jovem. A ultra-sonografia elastográfica e ultra-alta campo de ressonância magnética (MRI UHF) surgiram recentemente como potenciais poderosas técnicas para examinar os tecidos do tendão. [28]

    Medidas de resultado

    Paciente relatou medidas de resultado, tais como:

    • Uma medida global da função dos membros inferiores: por exemplo, a Escala Funcional de Extremidade Inferior (LEFS) – não específica para tendinopatia de Aquiles
    • Questionário detalhado, específico para tendinopatia de Aquiles, por exemplo, o questionário VISA-A [29][30]

    Medida de resultado funcional específico do paciente, como:

    • Quanto peso pode ser aplicado ao pé flexionado plantar em uma balança antes do início da dor
    • O número de saltos aumenta antes do início da dor
    • O número de heel cai antes do início da dor
    • O número de heel cai com um peso específico em uma mochila antes do início da dor
    • Até onde o cliente pode caminhar ou correr antes do início da dor

    Recentemente, foi sugerido que os médicos usassem o Victorian Institute of Sport Assessment-Achilles (VISA-A) para avaliar a dor e a rigidez, e a Medida de Habilidade do Pé e Tornozelo (FAAM) ou a Escala Funcional de Extremidade Inferior (LEFS) para avaliar atividade e participação em pacientes com diagnóstico tendinopatia de Aquiles. [21]

    Gestão de Fisioterapia

    É bom educar seus pacientes na modificação da atividade e aconselhá-los apropriadamente. Para pacientes com tendinopatia de Aquiles não aguda, os médicos devem informar que o repouso completo não está indicado e que devem continuar com sua atividade recreativa dentro de sua tolerância à dor enquanto participam da reabilitação. Os médicos podem aconselhar pacientes com tendinopatia de Aquiles. Os principais elementos do aconselhamento ao paciente podem incluir [21] ;

    • teorias que apóiam o uso da fisioterapia e o papel da carga mecânica
    • fatores de risco modificáveis, incluindo índice de massa corporal e desgaste de calçados
    • curso de tempo típico para recuperação dos sintomas.

    O Kit de Ferramentas de Tendinopatia de Aquiles é uma decisão clínica baseada em evidências que ajuda a auxiliar os médicos no manejo da tendinopatia de Aquiles.

    AchTendToolkit Algorithm.png

    Otimize a biomecânica

    Indivíduos que apresentam tendinopatia de Aquiles devem ter uma avaliação biomecânica completa. O BC Fisioterapia Tendinopatia Task [31] Força sugerem que há uma pequena quantidade de evidência clínica para apoiar o uso de órteses na fase aguda e uma quantidade moderada de evidência clínica para apoiar o uso de órteses na fase crônica. Clinicamente considere o uso de órteses, talvez usando primeiro a gravação, no estágio agudo; considere o uso de órteses no estágio crônico.

    Carregamento de tendão controlado

    Atividades menos sobrecarregadas devem ser encorajadas para que a carga sobre o tendão diminua, no entanto a imobilização completa deve ser evitada, pois pode causar atrofia. [32][33] A Força-Tarefa de Tendinopatia da Fisioterapia BC [31] sugere que há uma grande quantidade de evidência clínica para apoiar o uso do exercício na fase crônica, mas os parâmetros precisos para garantir a eficácia não são claros. O exercício excêntrico, em particular, é suportado, embora alguns protocolos usem exercícios concêntricos e excêntricos. Um RCT mostrou que o treinamento pesado de resistência lenta é tão eficaz quanto o treinamento excêntrico.

    Tem sido demonstrado que o treinamento de força, que é estimulado externamente e está ligado a tarefas funcionais, não apenas ajuda a reduzir a dor do tendão, mas também modula o controle excitatório e inibitório do músculo e, portanto, potencialmente a carga tendínea [34] . Uma opção popular e eficaz é o treinamento de força excêntrico [35] . Na última década, exercícios excêntricos mostraram ter efeitos positivos da tendopatia de Aquiles e se tornaram a principal escolha não cirúrgica de tratamento para tendinopatia de Aquiles [36][37][38]

    Não há evidências convincentes de que o regime de exercícios mais eficaz. Uma recente revisão sistemática concluiu que há poucas evidências clínicas e mecanicistas que apoiam o uso do componente excêntrico e comparam os estudos bem conduzidos de diferentes programas de carga que são amplamente inexistentes [38] . Novos regimes de exercícios baseados em carga, como exercício concêntrico isolado, treinamento pesado de resistência lenta (HSR) e excêntrico-concêntrico foram propostos mais recentemente, mas carecem de evidências científicas sólidas para sua eficácia na tendinopatia de Aquiles [39] . As diretrizes completas de tratamento para a tendinopatia de Aquiles são abordadas em detalhes no Kit de Ferramentas para Tendinopatias de Aquiles .

    Terapias adjuvantes

    Em combinação com abordagens para otimizar a biomecânica e prescrever a terapia com exercícios, terapias adjuntas podem ser usadas. Essas formas de terapia geralmente não podem resolver ou evitar lesões, elas são usadas mais para o gerenciamento de sintomas.

    Terapia manual

    Não há evidência clínica, mas há consenso em nível de especialista para apoiar o uso de mobilizações articulares na fase aguda, se a avaliação revelar restrição articular. Existe uma pequena quantidade de evidência clínica e consenso de nível mais substancial de especialistas para apoiar o uso de mobilizações articulares na fase crônica se a avaliação revela restrição articular [31] Pode considerar o uso de terapia manual após uma avaliação abrangente do quadril, joelho, pé e tornozelo revela disfunção articular. Nas mobilizações do tornozelo pode ser usado para limitação da dorsiflexão da articulação talocrural e limitação em varo ou valgo da articulação subtalar [40][41] .

    A eficácia de fricções transversais profundas não é cientificamente comprovada e dá resultados limitados [42][43][44][45] Há uma pequena quantidade de evidências clínicas para apoiar o uso de técnicas de tecidos moles, tais como fricções, na crônica palco. Pode considerar uma tentativa de técnicas de tecidos moles, como fricções, no estágio crônico [31] .

    Modalidades de eletroterapia [31]

    Há evidências conflitantes para apoiar o uso da terapia extracorpórea por ondas de choque (TOC) no estágio crônico. Há evidências sugerindo que os resultados dependem da dosagem da energia da onda de choque (EFD – densidade de fluxo de energia = mJ / mm²), ao invés do tipo de geração de ondas de choque (focado vs. radial ESWT). Há também evidências de que o uso de anestésico requerido em protocolos de alta energia diminui a eficácia da ESWT. Portanto, o uso de protocolos de ESWT de baixa energia, sem a necessidade de anestesia, é recomendado como mais prático, mais tolerável e menos dispendioso, com resultados equivalentes. Os protocolos ESWT de baixa energia podem ser aplicados tanto a ESWT focalizada quanto radial. Considere uma tentativa de ESWT na fase crônica, especialmente se outras intervenções falharam, nos seguintes parâmetros:

    • SWT de baixa energia: EFD = 0,18 – 0,3 mJ / mm² (2-4 Barras)
    • 2000-3000 choques
    • 15 a 30 Hz
    • 3-5 sessões, intervalos semanais.

    Não há evidência clínica para apoiar o uso de ultra-som e terapia a laser de baixo nível .

    Iontoforese

    Existe uma pequena quantidade de evidências para apoiar a aplicação de iontoforese usando dexametasona no estágio agudo, mas não no estágio crônico. O papel da iontoforese ainda é investigacional. Pode-se considerar, na fase aguda, um teste de iontoforese, 0,4% de dexametasona (aquosa), 80 mA-min; 6 sessões durante 3 semanas. Um programa de exercícios excêntricos concêntricos deve ser continuado em combinação com iontoforese, se a carga de exercício for tolerada.

    Taping

    A gravação antipronatória é apoiada por opinião especializada e não por evidência clínica. Pode considerar o uso de bandagens, possivelmente antes de ortóticas no estágio agudo [31] . Os médicos não devem usar fita elástica terapêutica para reduzir a dor ou melhorar o desempenho funcional em pacientes com tendinopatia de Aquiles. Os médicos podem usar fita rígida para diminuir a tensão no tendão de Aquiles e / ou alterar a postura do pé em pacientes com tendinopatia de Aquiles. [21]

    Talas noturnas

    Há opinião de especialistas para apoiar o uso de talas noturnas e aparelhos no estágio agudo e uma quantidade moderada de evidências contra o uso de talas noturnas e aparelhos no estágio crônico. Considere uma tentativa de imobilização noturna e aparelho ortodôntico na fase aguda, mas NÃO usando órteses noturnas e aparelhos ortodônticos na fase crônica em conjunto com o exercício [31] .

    Agulha Seca

    Os médicos podem usar terapia combinada de agulhamento seco com injeção sob orientação ultrassônica e exercício excêntrico para diminuir a dor em indivíduos com sintomas maiores que 3 meses e aumento da espessura do tendão. [21]

    Gerenciamento médico

    Medicação

    A inflamação é necessária para iniciar um processo de restauração no tecido danificado, mas o uso de certos medicamentos, como corticosteróides e quinolonas, contraria a inflamação e, como resultado, também o processo de restauração. Mesmo quando o paciente não toma este medicamento, a tendinopatia é também uma consequência de um processo de restauração interrompido [46]

    Injeções de corticosteróides

    A injecção de corticosteróides (CSI) parece ter efeitos de alívio da dor a curto prazo, mas nenhum efeito ou efeitos prejudiciais a longo prazo. O efeito de curto prazo de CSI foi mostrado no tendão de Aquiles, com melhora na marcha e redução no diâmetro do tendão, medido pela ultra-sonografia. A injeção intratendínea é contraindicada por causa dos efeitos catabólicos, embora um estudo recente de ISC em vasos intratendinosos em seis tendões tenha mostrado resultados promissores. A injeção peritendínea tem menos efeitos no tendão e pode ser um complemento valioso para um programa de manejo considerado. CSI pode ser mais benéfico quando usado para aliviar a dor enquanto continua a realizar programas de exercícios [47] .

    Injeções de escorificação

    O papel da neovascularização na dor do tendão foi examinado em um estudo piloto em que um esclerosante vascular (Polidocanol – uma substância alifática não-ionizada isenta de nitrogênio, com efeito esclerosante e anestésico) foi injetado na área com neovascularização anterior ao tendão. . A avaliação de curto prazo (6 meses) deste tratamento mostrou que a clara maioria estava sem dor após uma média de dois tratamentos. Os tendões que estavam sem dor não tinham neovascularização tanto do lado de fora quanto do lado de dentro. Um acompanhamento de 2 anos desses pacientes mostrou que os mesmos oito pacientes permaneceram sem dor e sem vasos no tendão. Ultrassonograficamente, a espessura do tendão diminuiu e a estrutura pareceu bastante normal [47] .

    Reabilitação depois de uma injeção esclerosante compõe-se em 1 – 3 dias do resto; depois, a atividade de carga do tendão aumenta gradualmente, evitando o carregamento máximo. Após 2 semanas a atividade de carga do tendão é permitida (saltos, corridas rápidas, treinamento de força). Esta pesquisa sugere um papel clínico para a terapia esclerosante para aqueles que não respondem ao exercício excêntrico [47] .

    Injeções de plasma rico em plaquetas

    Pesquisas mostram que injeções de Plasma Rico em Plaquetas (PRP) durante um período de 3 meses em pessoas com Tendinopatia de Aquiles crônica não têm efeito positivo em comparação ao placebo (solução salina). O único efeito significativo das injeções de PRP comparado ao placebo foi uma mudança na espessura do tendão: essa diferença indica que uma injeção de PRP pode aumentar a espessura do tendão em comparação com a injeção de solução salina [47].

    Cirurgia operatória

    O objetivo do tratamento cirúrgico da tendinopatia é irritar o tendão para iniciar uma reação de reação quimicamente mediada. A cirurgia pode consistir em procedimentos simples, tenotomia percutânea, procedimentos abertos e remoção da parte do tendão infectado. Em 75% dos indivíduos que foram submetidos a tenotomia tiveram um resultado positivo após 18 meses. Um procedimento aberto do tendão de Aquiles resultou em melhores resultados dos tendões sem lesão focal [47]

    Referências

    1. Clain, Michael R., and Donald E. Baxter. ↑ Clain, Michael R. e Donald E. Baxter. “Tendinite de Aquiles”. Foot and Ankle International 13,8 (1992): 482-487.
    2. Cook JL, Purdam CR. ↑ Cook JL, Purdam CR. . Jornal britânico de medicina esportiva. 2009 1 de junho; 43 (6): 409-16.
    3. TEO Schubert, CW (2005). ↑ TEO Schubert, CW (2005). A tendinose de Aquiles está associada ao surgimento de fibras nervosas com substância P positiva. Ann Rheum Dis, 1083-1086.fckLR
    4. John J. Wilson, TM (2005). ↑ John J. Wilson, TM (2005). Problemas comuns de tendão de uso excessivo: Uma revisão e recomendações para tratamento. Faculdade de Medicina da Universidade de Wisconsin, Madison, Wisconsin, 1-8.fckLR
    5. MIKA PAAVOLA, MP (2002). ↑ MIKA PAAVOLA, MP (2002). Revisão de conceitos atuais Tendinopatia de Aquiles. O JORNAL DE OSSOS E CIRURGIA CONJUNTA, INCORPORADA, 2062-2076.
    6. VAN DER, Arnt, and Liselot VAN DE WALLE. ↑ VAN DER, Arnt e Liselot VAN DE WALLE. “HET EXCENTRISCH TREINEN VAN DE KUITSPIEREN”
    7. Kiewiet, Nathan J., et al. ↑ Kiewiet, Nathan J., et al. “Recessão gastrocnêmica por tendinopatia crônica de Aquiles não insercional”. Pé e tornozelo internacional (2013): 1071100713477620.
    8. Ahmed, IM, Lagopoulos, M., McConnell, P., Soames, RW, & Sefton, GK (1998). ↑ Ahmed, IM, Lagopoulos, M., McConnel, P., Soames, RW, & Sefton, GK (1998). Suprimento sanguíneo do tendão de Aquiles. Jornal de pesquisa ortopédica, 16 (5), 591-596.
    9. Carr, AJ, & Norris, SH (1989). ↑ Carr, AJ e Norris, SH (1989). O suprimento de sangue do tendão do calcâneo. Bone & Joint Journal, 71 (1), 100-101.
    10. Young, Jonathan S., and N. Maffuli. ↑ Young, Jonathan S. e N. Maffuli. “Etiologia e epidemiologia dos problemas do tendão de Aquiles”. O tendão de Aquiles (2007): 39-49.
    11. Paavola, M., Kannus, P., Järvinen, TA, Khan, K., Józsa, L., and Järvinen, M. (2002). ↑ Paavola, M., Kannus, P., Järvinen, TA, Khan, K., Józsa, L. e Järvinen, M. (2002). Tendinopatia de Aquiles. J Bone Joint Surg Am, 84 (11), 2062-2076.
    12. Gaida, JE, Alfredson, H., Kiss, ZS, Bass, SL, & Cook, JL (2010). ↑ Gaida, JE, Alfredson, H., Beijo, ZS, Bass, SL e Cook, JL (2010). A patologia assintomática do tendão de Aquiles está associada a uma distribuição central de gordura em homens e uma distribuição de gordura periférica em mulheres: um estudo transversal de 298 indivíduos. Distúrbios musculoesqueléticos do BMC, 11 (1), 41.
    13. Gaida, JE, Ashe, MC, Bass, SL, & Cook, JL (2009). ↑ Gaida, JE, Ashe, MC, Bass, SL e Cook, JL (2009). A adiposidade é um fator de risco pouco reconhecido para tendinopatia? Uma revisão sistemática. Arthritis Care & Research, 61 (6), 840-849.
    14. Mokone, GG, Schwellnus, MP, Noakes, TD, & Collins, M. (2006). ↑ Mokone, GG, Schwellnus, MP, Noakes, TD e Collins, M. (2006). O gene COL5A1 e a patologia do tendão de Aquiles. Revista escandinava de medicina e ciência em esportes, 16 (1), 19-26.
    15. September, AV, Cook, J., Handley, CJ, van der Merwe, L., Schwellnus, MP, & Collins, M. (2009). ↑ Setembro, AV, Cook, J., Handley, CJ, van der Merwe, L., Schwellnus, MP, & Collins, M. (2009). Variantes do gene COL5A1 estão associadas à tendinopatia de Aquiles em duas populações. Revista britânica de medicina esportiva, 43 (5), 357-365.
    16. Abate, M., Schiavone, C., Salini, V., & Andia, I. (2013). ↑ Abate, M., Schiavone, C., Salini, V. e Andia, I. (2013). Ocorrência de patologias tendíneas em distúrbios metabólicos. Reumatologia, kes395.
    17. Ames, PRJ, Longo, UG, Denaro, V., & Maffulli, N. (2008). ↑ Ames, PRJ, Longo, UG, Denaro, V. e Maffulli, N. (2008). Problemas no tendão de Aquiles: não apenas uma questão ortopédica. Deficiência e reabilitação, 30 (20-22), 1646-1650.
    18. Cook JL, Khan KM, Purdam C. Achilles tendinopathy. ↑ Cook JL, Khan KM, Purdam C. Tendinopatia de Aquiles. Manual Therapy 2002; 7 (3): 121-130.
    19. KL. ↑ KL. Luscombe, PS (2003). Tendinopatia de Aquiles. Trauma, 215-225.fckLR
    20. Cook JL, Khan KM, Purdam C. Achilles tendinopathy. ↑ Cook JL, Khan KM, Purdam C. Tendinopatia de Aquiles. Manual Therapy 2002; 7 (3): 121-130.
    21. Achilles Pain, Stiffness, and Muscle Power Deficits: Midportion Achilles Tendinopathy Revision 2018: Using the Evidence to Guide Physical Therapist Practice. ↑ 21,021,121,221,321,421,521,6 Déficit de dor, rigidez e poder de Aquiles: Tendinopatia de Aquiles na Parte Média Revisão 2018: Usando a Evidência para Orientar a Prática do Fisioterapeuta. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy 48: 5, 425-426.
    22. Hammer, WI (1999). ↑ Hammer, WI (1999). Exame funcional de tecidos moles e tratamento por métodos manuais. Aspen: Jones Bartlett Aprendizagem. nível 1A
    23. KL. ↑ KL. Luscombe, PS (2003). Tendinopatia de Aquiles. Trauma, 215-225.fckLR
    24. John J. Wilson, TM (2005). ↑ John J. Wilson, TM (2005). Problemas comuns de tendão de uso excessivo: Uma revisão e recomendações para tratamento. Faculdade de Medicina da Universidade de Wisconsin, Madison, Wisconsin, 1-8.fckLR
    25. John J. Wilson, TM (2005). ↑ John J. Wilson, TM (2005). Problemas comuns de tendão de uso excessivo: Uma revisão e recomendações para tratamento. Faculdade de Medicina da Universidade de Wisconsin, Madison, Wisconsin, 1-8.fckLR
    26. Shibuya N, TJ (2012). ↑ Shibuya N, TJ (2012). A inclinação do calcâneo é maior em pacientes com tendinose de aquiles por inserção? Um estudo transversal controlado por casos. A revista de cirurgia do pé e tornozelo, 757-761.fckLR
    27. Cook JL, Khan KM, Purdam C. Achilles tendinopathy. ↑ Cook JL, Khan KM, Purdam C. Tendinopatia de Aquiles. Manual Therapy 2002; 7 (3): 121-130.
    28. Fouré, Alexandre. ↑ Fouré, Alexandre. “Novos métodos de imagem para avaliação não invasiva de propriedades mecânicas, estruturais e bioquímicas do tendão de Aquiles humano: uma pequena revisão.” Fronteiras em Fisiologia 7 (2016).
    29. Cook JL, Khan KM, Purdam C. Achilles tendinopathy. ↑ Cook JL, Khan KM, Purdam C. Tendinopatia de Aquiles. Manual Therapy 2002; 7 (3): 121-130.
    30. Robinson JM, Cook JL, Purdam C et al. ↑ Robinson JM, cozinheiro JL, Purdam C et al. O questionário VISA-A: um índice válido e confiável da gravidade clínica da tendinopatia de Aquiles. British J of Sports Med. 2001; 35: 335-341.
    31. BC Physical Therapy Tendinopathy Task Force: Dr. Joseph Anthony, Allison Ezzat, Diana Hughes, JR Justesen, Dr. Alex Scott, Michael Yates, Alison Hoens. ↑ 31,031,131,231,331,431,531,6 BC Fisioterapia Tendinopatia Task Force: Dr. Joseph Anthony, Allison Ezzat, Diana Hughes, JR Justesen, Dr. Alex Scott, Michael Yates, Alison Hoens. . Um projeto de agente de conhecimento de fisioterapia apoiado por: Departamento de Fisioterapia da UBC, Associado de Fisioterapia do BC, Instituto de Pesquisa Costeira de Vancouver e Providence Healthcare Research Institute. 2012
    32. Alex Scott, RP (2011). ↑ Alex Scott, RP (2011). Tratamento conservador da tendinopatia de Aquiles crônica. CMAJ, 183 (10): 1159-1165.fckLR
    33. John J. Wilson, TM (2005). ↑ John J. Wilson, TM (2005). Problemas comuns de tendão de uso excessivo: Uma revisão e recomendações para tratamento. Faculdade de Medicina da Universidade de Wisconsin, Madison, Wisconsin, 1-8.
    34. Rio, Ebonie, et al. ↑ Rio, Ebonie e outros. “Treinamento neuroplástico tendão: mudando a maneira como pensamos sobre a reabilitação tendínea: uma revisão narrativa.” Jornal britânico de medicina esportiva 50.4 (2016): 209-215.
    35. John J. Wilson, TM (2005). ↑ John J. Wilson, TM (2005). Problemas comuns de tendão de uso excessivo: Uma revisão e recomendações para tratamento. Faculdade de Medicina da Universidade de Wisconsin, Madison, Wisconsin, 1-8.fckLR
    36. Cook JL, Khan KM, Purdam C. Achilles tendinopathy. ↑ Cook JL, Khan KM, Purdam C. Tendinopatia de Aquiles. Manual Therapy 2002; 7 (3): 121-130.
    37. Roos EM, Engstrom M, Lagerquist A, Soderberg B. Clinical improvement after 6 weeks of eccentric exercise in patients with mid-portion Achilles tendinopathy – a randomized trial with 1-year follow-up. ↑ Roos EM, Engstrom M, Lagerquist A, Soderberg B. Melhoria clínica após 6 semanas de exercício excêntrico em pacientes com tendinopatia de Aquiles de porção média – um estudo randomizado com 1 ano de acompanhamento. Scand J Med Sci Sports. 2004; 14: 286-295.
    38. Malliaras P, Barton CJ, Reeves ND, Langberg H. Achilles and patellar tendinopathy loading programmes: a systematic review comparing clinical outcomes and identifying potential mechanisms for effectiveness. ↑ 38,038,1 Malliaras P, Barton CJ, Reeves ND, Langberg H. Aquiles e programas de carga de tendinopatia patelar: uma revisão sistemática comparando os resultados clínicos e identificação de potenciais mecanismos de eficácia. Sports Med. 2013; 43 (4): 267-286.
    39. Beyer, Rikke, et al. ↑ Beyer, Rikke et al. “Resistência Lenta Pesada versus Treino Excêntrico como Tratamento para Tendinopatia de Aquiles: Ensaio Controlado Aleatório.” A revista americana de medicina esportiva (2015): 0363546515584760.
    40. Alex Scott, RP (2011). ↑ Alex Scott, RP (2011). Tratamento conservador da tendinopatia de Aquiles crônica. CMAJ, 183 (10): 1159-1165.fckLR
    41. ohn J. Wilson, TM (2005). ↑ ohn J. Wilson, TM (2005). Problemas comuns de tendão de uso excessivo: Uma revisão e recomendações para tratamento. Faculdade de Medicina da Universidade de Wisconsin, Madison, Wisconsin, 1-8.fckLR
    42. Hammer, WI (1999). ↑ Hammer, WI (1999). Exame funcional de tecidos moles e tratamento por métodos manuais. Aspen: Jones Bartlett Aprendizagem.
    43. Stasinopoulos D, SI (2004). ↑ Stasinopoulos D, SI (2004). Comparação dos efeitos do programa de exercícios, ultrassom pulsado e atrito transversal no tratamento da tendinopatia patelar crônica. Clin Rehabil, 18 (4): 347-52.fckLR Nível 1B
    44. James Henry Cyriax, PJ (1993). ↑ James Henry Cyriax, PJ (1993). Manual ilustrado de medicina ortopédica. Oxford: Elsevier Health Sciences.
    45. Joseph MF, TK (2012). ↑ Joseph MF, TK (2012). Massagem de fricção profunda para tratar tendinopatia: uma revisão sistemática de um tratamento clássico em face de um novo paradigma de compreensão. J Sport Rehabil. , 21 (4): 343-53.fckLR Nível 3A
    46. MIKA PAAVOLA, MP (2002). ↑ MIKA PAAVOLA, MP (2002). Revisão de conceitos atuais Tendinopatia de Aquiles. O JORNAL DE OSSOS E CIRURGIA CONJUNTA, INCORPORADA, 2062-2076.
    47. Alfredson, Håkan, and Jill Cook. 47,047,147,247,347,4 Alfredson, Håkan e Jill Cook. “Um algoritmo de tratamento para o tratamento da tendinopatia de Aquiles: novas opções de tratamento.” Revista britânica de medicina esportiva 41.4 (2007): 211-216.

    Conteúdos relacionados

    Teste de Obter e Teste de Obter Invertido

    Teste de Obter e Teste de Obter Invertido

    O Proposito do Teste de Ober

    O teste de Ober avalia o tensor da fáscia lata e ileotibiais contraído ou inflamado. 
    O teste de Ober não deve ser confundido com o teste de Noble e o teste de Renne, dois outros testes comumente usados ​​para detectar a síndrome da banda iliotibial.

     

    Anatomia clinicamente relevante

    Anatomicamente, o trato iliotibial é uma continuação da porção tendinosa do músculo tensor da fáscia lata com algumas contribuições dos músculos glúteos.  TFL / ITB é sinergista do músculo glúteo médio na abdução do quadril 



    Origem:
    O TFL origina-se 
    [2] de: parte anterior do lábio externo da crista ilíaca, superfície externa da espinha ilíaca ântero-superior e superfície profunda da fáscia lata.
    Banda iliotibial (ITB) ou trato é um espessamento lateral da fáscia lata na coxa 
    [3] . 
    Proximalmente, divide-se em camadas superficiais e profundas, envolvendo o tensor da fáscia lata e ancorando este músculo à crista ilíaca. 
    Também recebe a maior parte do tendão do glúteo máximo.

     Banda Iliotibial e Fascia Lata Tensor


    Inserção:
    O TFL insere 
    [2] no BIT na coxa anterolateral na junção dos terços proximal e médio da coxa.
    A ITB é geralmente vista como uma faixa de tecido conjuntivo fibroso denso que passa sobre o epicôndilo femoral lateral e se liga ao tubérculo de Gerdy 
    [3] no aspecto anterolateral da tíbia.
    Açao:
    TFL flexiona, medialmente gira e abduz a articulação do quadril; 
    tempos a fáscia lata; 
    e pode auxiliar na extensão do joelho 
    [2] . 
    Glúteo médio, glúteo mínimo e fibras superiores do glúteo máximo são os principais músculos sinergistas dos abdutores do quadril.
    O ITB permite que o TFL e o glúteo máximo influenciem a estabilidade da articulação estendida do joelho, devido à inserção desses músculos no ITB 
    [4] .
    Técnica
    Teste de Ober
    Frank Ober descreveu o teste de aperto de TFL e ITB em um artigo intitulado “Costas e ciática”, em que ele discutiu a relação de um contratado TFL e ITB para baixa dor nas costas (maio de 1935). 
    Este foi posteriormente revisado no ano de 1937, que alertou sobre como evitar rotação interna do quadril e flexão durante a realização do teste 
    [5] .
    Posição de teste 
    [6] [7]  :
    O paciente deve estar deitado de lado com o lado afetado para cima.
    Joelho inferior e quadril devem ser flexionados para achatar a curva lombar.
    Fique atrás do paciente e estabilize firmemente a pélvis / trocanter maior para impedir o movimento em qualquer direção.
    Segure a extremidade distal da perna afetada do paciente com a outra mão e flexione a perna em um ângulo reto no joelho.
    Teste:
    Estenda e abduza a articulação do quadril.
    Lentamente abaixe a perna em direção à mesa – adote o quadril – até que o movimento seja restrito.
    Certifique-se de que o quadril não gire e flexione internamente durante o teste e a pelve deve estar estabilizada. 
    Como permitir que a coxa caísse em flexão e rotação interna, “cederia” ao TFL apertado e não testaria com precisão o comprimento 
    [5] .
    Resultados:

    Se o ITB estiver normal, a perna irá aduzir com a coxa caindo ligeiramente abaixo da horizontal e o paciente não sentirá nenhuma dor; 
    Neste caso, o teste é chamado negativo.
    Se o ITB estiver apertado, a perna permanecerá na posição abduzida e o paciente sentirá dor lateral no joelho, neste caso, o teste é chamado de positivo.
    Teste Ober modificado 
    [5]
    Uma modificação do teste de Ober foi primeiramente recomendada por Kendalls em 
    Posture and Pain . 
    Nesse teste, há menos tensão no aspecto medial da articulação do joelho, menos tensão na patela, menos interferência de um reto apertado do fêmur e proporciona um alongamento completo no TFL.
    Posição de teste:
    O paciente está em posição lateral com a perna embaixo flexionada no quadril e no joelho para achatar a região lombar.
    O examinador estabiliza a pélvis e mantém o tronco lateral em contato com a mesa. 
    Nota: A inclinação lateral para baixo é equivalente à abdução do quadril e que “cederia” a um TFL apertado.
    Teste:
    O examinador estende a perna. 
    Certifique-se de que a perna não esteja girada internamente.
    Resultados:
    Com o joelho esticado e a pélvis em posição neutra, a coxa cai cerca de 10 graus abaixo da horizontal. 
    É sugestivo de comprimento normal.
    A perna não solta indica apertado ITB e TFL.

    [8]

    [9]
    Evidência
    Há um número limitado de estudos para apoiar a validade deste teste 
    [10] . Um estudo realizado por Reese et al mostra que o uso de um inclinômetro para medir a adução de quadril usando tanto o teste de Ober quanto o teste Ober modificado parece ser confiável método para medir a flexibilidade da banda de TI, e a técnica é bastante fácil de usar. 
    Demonstrou uma diferença significativa na ADM entre os testes com o joelho afetado flexionado vs. estendido, com a confiabilidade de 0,90 e 0,91, respectivamente 
    [11] . 
    O teste Ober modificado permite significativamente maior amplitude de movimento de adução do quadril do que o teste de Ober, os dois procedimentos de exame não devem ser usados ​​de forma intercambiável para a medição da flexibilidade da banda de TI.
    Mas os resultados do estudo em “Uma Investigação Anatômica do Teste Ober” 
    [12] por Willet GM et al 
    refutam a hipótese de que o ITB desempenha um papel na limitação da adução do quadril durante uma das versões do teste Ober e questionam a validade desses testes para determinar o aperto do ITB. 
    Os achados ressaltam a influência dos músculos gluteus medius e minimus, bem como da cápsula articular do quadril, nos achados do teste de Ober. 
    Os resultados deste estudo sugerem que o  
    teste de Ober avalia a rigidez das estruturas proximais à articulação do quadril, como os músculos glúteo médio e mínimo e a cápsula articular do quadril, ao invés da BIT.
    Pesquisa-chave

    Conteúdos relacionados